(Por Sputnik, in Resistir, 19/12/2024)

– Investigações efetuadas pelo Tenente-general Kirilov, ontem assassinado em Moscovo pelo terrorismo ucraniano.
As empresas farmacêuticas Pfizer, Moderna, Merck e Gilead realizaram experiências controversas na Ucrânia, revelou o Ministério da Defesa da Rússia.
“Especialistas norte-americanos estão a realizar testes de novos medicamentos, contornando os protocolos internacionais de segurança”, disse o general Igor Kirilov, chefe das forças de proteção radioactiva, química e biológica da Rússia, sublinhando que várias empresas farmacêuticas, incluindo a Pfizer,Moderna, Merck e Gilead, estavam envolvidas nos testes controversos.
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E agora vêem estes chocos dizer que a Rússia desenvolveu uma vacina contra o cancro com tecnológica exactamente igual a das vacinas contra a COVID 19.
Vao ver se eu estou na esquina pois que se a Rússia quisesse apostar em tal porcaria teria feito isso com as vacinas COVID e não o fez.
Alias, a vacina russa contra a COVID 19 foi vista como tendo métodos ultrapassados por se basear no velho sistema de vírus desactivado, uma tecnologia ultrapassada mas que essa sim erradicou ou tornou completamente inofensivas doenças cruéis como a varíola, a raiva, a difteria, a poliomielite e por aí fora.
A vacina da poliomielite foi desenvolvida na União Soviética e o especialista norte americano que a desenvolveu do lado de cá viu se quente com a tristemente celebre Comissão de Actividades Anti Americanas, por lá ter ido.
Esta gente psicopata preferia que milhares de crianças continuassem a morrer ou ficar paralisadas para o resto dos seus dias a ter alguma coisa a ver com a União Soviética.
A tecnologia MRNA foi apresentada como um milagre da técnica pois que permitiria ao nosso sistema imunitário conhecer o bicho viessem as mutações que viessem e era isso que garantia a superioridade das nossas vacinas contra essas coisas ultrapassadas do vírus desactivado.
Por isso não venham continuar a querer nos dizer que aquilo e tão bom que ate a Rússia já se converteu.
Ate pode haver alguma coisa mas certamente a tecnologia não será exactamente igual.
E a vacina não será para ser aplicada a todos o cão e todo o gato, até crianças mas a quem lhe sair a fava de ter um cancro.
Não a gente saudável que não precisa mesmo nada de deixar de o ser desenvolvendo doenças auto imunes, leucemias, linfomas, problemas cardíacos, enfartes e toda a parafernália de sequelas com que milhões de pessoas se estão a haver.
E se querem usar as iniciativas de um país a quem nos últimos três anos temos chamado de tudo para justificar o crime que foi meter no bucho de toda a gente um veneno vao ver se o mar da megalodonte.
Se pretendem justificar mais doses de reforço de uma coisa tão milagrosa que garantia a erradicação da doença assim nos fossemos todos vacinar, para escassos seis meses depois andarem a dizer que afinal era preciso só mais um reforço podem ir pelo mesmo caminho.
E parem com os crimes de vacinação sazonal tendo já como alvos gente com mais de 50 anos.
Eu sei que do ponto de vista da cambada de psicopatas que manda nisto tudo a malta dessas idades já tem em boa parte os filhos criados ou se não tem esta quase. Já não rende no trabalho o que rendia pelo que pode muito bem morrer ou tornar se presa da medicina e dar lucros as farmacêuticas que vendem também tudo o que e preciso para tratar os sequelados.
Em resumo, começar a sofrer nessa idade doenças que só lhe chegariam 20 anos depois ou ir para a horta do Senhor Prior.
Quanto a políticas de assassínio na Rússia.
Perdido por 100, perdido por 1000.
As antigas republicas sovieticas da Ásia Central sao um viveiro de terroristas e a Rússia tem de começar a actuar mais como Israel.
Uma boa carga de batatas quentes sempre que se efectuar um atentado como este era capaz de ser um bom dissuasor. E os autores do atentado, pobres diabos ou não, mortos na hora em vez de presos.
Não e preciso dizer que vao cagar na moratória sobre a pena de morte. E dizer que resistiram a prisão como se faz nos States.
Aprendam seus burros, com quem sabe ou estamos todos lixados sob o domínio de gente desta.
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