O estado bizarro da democracia ocidental

(Prabhat Patnaik, in Resistir, 09/09(2024)

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Durante todo o período do pós-guerra em que existiu nos países metropolitanos, a democracia nunca esteve num estado tão bizarro como o atual. Supõe-se que a democracia significa a prossecução de políticas que estão em conformidade com os desejos do eleitorado.

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4 pensamentos sobre “O estado bizarro da democracia ocidental

  1. Falar em democracia quando em quase toda a Europa se vai preso ou se e multado ou corrido do emprego por criticar o estado genocida de Israel só pode ser uma brincadeira de mau gosto.
    Falar de democracia quando um presidente nomeia um primeiro ministro do seu próprio partido em vez de um da força política que ganhou as eleições e mesmo assim lhe continuamos a reconhecer legitimidade só pode ser uma brincadeira de mau gosto.
    Falar de democracia quando nalguns países se pode ter problemas sérios por dizer que há nazis na Ucrânia só pode ser brincadeira de mau gosto.
    Falar de democracia quando em muitos países europeus não se podia trabalhar, quando não podíamos entrar num restaurante, ir a um cinema, e outros locais se não estivéssemos vacinados com uma coisa experimental que deixou sequelas terríveis em tanta gente só pode ser uma brincadeira de mau gosto.
    Falar de democracia quando apoiamos um regime apoiado em nazis e onde há um ditador de facto pois que se recusou a ir a votos só porque queremos abocanhar os recursos da Rússia só pode ser uma brincadeira de mau gosto.
    Falar de democracia quando querem escalar uma guerra com consequências imprevisíveis para os povos so pode ser uma brincadeira de mau gosto.
    Ao falar em democracia depois disto tudo só podem estar a gozar com a nossa cara.
    Vão ver se o mar da choco.

  2. A democracia ocidental só é bizarra se esquecermos que é uma “Democracia Liberal Capitalista” – é esse tipo de democracia que portanto está em questão. Foi assim que nasceu lá nos finais da época moderna e inícios da contemporânea e é assim que continua.
    Nasceu sob a batuta da burguesia- classe ascendente e à época com uma visão mais progressista do mundo e da vida – para responder aos interesses dos detentores do novo poder económico capitalista ligado ao comércio e sobretudo à produção industrial.
    Logo de início mostrou a sua natureza classista, reservando para os proprietários o direito de voto – o sufrágio universal masculino levou tempos a ser conseguido e as mulheres só tiveram acesso ao voto a partir dos fins da primeira década do seculo XX.
    Como a luta para conseguir este direito elementar foi ferrenha, aconteceu o pior, reduziu-se na prática a democracia ao voto e às eleições que, como todos sabemos, foram e são desde sempre manipuladas por aquilo que se designa de 4º poder – a comunicação social – que molda a opinião pública, a qual, afinal, bem vistas as coisas, é tão simplesmente a opinião publicada, e sabemos bem quem a publica.
    Mas, para além das vicissitudes históricas, basta uma breve reflexão crítica sobre a designação – “democracia liberal capitalista” – para concluir que se está perante um autêntico oxímoro: como é que pode haver uma democracia capitalista, se o capitalismo é uma forma de organização da vida económica e por arrasto da vida social profundamente antidemocrática: alguma vez as decisões são tomadas consultando sequer o povo, que afinal vai pagar a fava do bolo? Ou são tomadas à revelia dos interesses do povo, tendo em vista tao simplesmente a necessidade de aumentar o lucro do capital e do capitalista, já que o show tem de continuar – sem este nao existe mais capitalismo?!

  3. Agora entramos na “digitocracia”…

    O ponto essencial… o ” despovoamento” e o da nossa “dependência do sistema” para o acesso aos recursos e às necessidades primárias (alimentação, água, energia…).
    Despovoamento + controlo da reprodução + controlo dos recursos… se as pessoas tiverem uma compreensão clara destes 3 elementos, será mais fácil compreender os acontecimentos actuais e futuros (pandemias, guerras, crise energética, crise alimentar…), bem como os objectivos do sistema.Espero que as pessoas aprendam a proteger-se do sistema… Encorajo as pessoas a manterem estes elementos de compreensão nas suas mentes, pois são essenciais para decifrar os acontecimentos actuais e as “grandes convulsões”…

    “O principal trunfo das ditaduras é a incredulidade daqueles que são suas vítimas”.

    Depois de terem dado a impressão digital e de ter feito o reconhecimento facial , depois de ter sido vacinado e de ter permitido que um código Mac entrasse no seu corpo, só falta associar tudo isto, ao número da conta bancária, ao número da segurança social e ao endereço eletrónico (gado, animais, o À-DAM sumério significa “animais”, segundo as tábuas de Kharsag). Acrescente-se a isto a impressão digital Iris, o dinheiro digital com IA…

    A imagem digitalizada da íris é um identificador biométrico. Juntamente com um certificado digital (sob a forma de um qrcode, por exemplo), constitui um identificador digital forte.

    Porquê analisar as íris das pessoas? Quais são os objectivos? Quem beneficia com os dados do scanner e onde é que os resultados são armazenados?

    A este nível, é o mesmo que aceitar a ditadura.

    Sobriedade energética = racionamento Transição ecológica = fraude política para um futuro sem energia… Não se trata de derrotismo, mas sim de uma abordagem deliberada e deliberada para a destruição económica e o controlo das pessoas.

    Isto mostra que o projeto está mais próximo da mortificante e triste agenda 2030 de Davos do que da procura do bem comum e de uma prosperidade relevante. Não havia realmente dúvidas, mas pelo menos ficou claro.

    O totalitarismo ecológico é o pior de todos, porque tem como objetivo erradicar os seres humanos, “destruidores da deusa Gaia”.

    Resumindo: a Covid foi oportunidade fantástica, a destruição do Nordstream foi a oportunidade fantástica e, agora, pagar 31 vezes o preço da eletricidade, destruir a nossa indústria e coagular os nossos traseiros é uma oportunidade fantástica! A questão é saber quem está a organizar esta onda de impulsos. Pessoalmente, acho que todos sabemos (esta merda só existe na parte ocidentalizada do mundo, sujeita aos EUA, que por sua vez está sujeita a… deixo-vos responder a isso). Cabe-nos a nós aceitar esta verdade e agir! Vamos ter de acelerar as coisas e “ter ideias” se não tivermos petróleo.

    Gosto de recordar algumas definições do que nos espera. Pobreza, declínio súbito declínio organizado…

    • Vejo que continuas, esforçadamente, a praticar bilhar “de três almofadas”, ó geostrategista, mas não devias esquecer que se trata de um desporto, praticado com um taco e não com um martelo, caso em que teremos, na melhor das hipóteses, bricolage. Na pior, poderemos chamar-lhe síndrome do esfíncter avariado. Apesar de desporto não recomendável, o bilhar “de três almofadas” não é para qualquer um e deve ser praticado com algum sentido artístico. À martelada, como fazes, é falta de respeito pela modalidade. A continuares assim, e por mais que pratiques, nunca atingirás os mínimos olímpicos. Nem sequer os paralímpicos, aliás. Qualquer tetraplégico praticante de boccia te deixa para trás.

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