A vergonha está morta no Ocidente

(Paul Craig Roberts, in PaulCraigRoberts.org, 02/08/2024, Trad. Estátua de Sal)


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Que tipo de pessoas estão a dirigir os Jogos Olímpicos e a Associação Internacional de Boxe para permitirem que os homens brutalizem as mulheres?

Uma pugilista feminina, Angela Carina, foi emparceirada com um homem, Imane Khelif, num combate de boxe que durou 46 segundos. É vergonhoso que os Jogos Olímpicos e a Associação Internacional de Boxe apoiem o abuso físico de mulheres. Estas organizações são criminosas por permitirem que um homem se declare mulher e entre num ringue de boxe para um combate com uma mulher.

Que tipo de excremento é Khelif que se orgulha de derrotar uma mulher?

Aquilo a que estamos a assistir com o abandono do género biológico e a entrada de homens em competições entre mulheres é a morte da vergonha.

Khelif não tem vergonha.

A Associação olímpica não tem vergonha.

A Associação de boxe não tem vergonha.

Já é suficientemente vergonhoso que o boxe feminino exista, pois é uma atividade que não é feminina. O boxe é violência, não é um desporto.

As feministas deviam ver isto como o facto de os organizadores dos Jogos Olímpicos glorificarem a violência masculina contra as mulheres.

É de admirar que nem todos boicotem os Jogos Olímpicos, quando os próprios jogos são utilizados para boicotar países que recusam as ordens do Ocidente. Os Jogos Olímpicos, outrora competições amadoras, são agora circos corrompidos pelo dinheiro, tal como tudo no mundo ocidental.

Fonte aqui.

Ver notícia e comentários aqui.


10 pensamentos sobre “A vergonha está morta no Ocidente

  1. E a vergonha está morta e enterrada no Ocidente quando a propósito de um caso destes de diz que ele era o único jornalista preso num país da União Europeia, como quem diz, alguma coisa fez.
    Ora bem, há pelo menos dois jornalistas alemães que se não se tivessem exilado na Rússia estariam presos porque isso mesmo lhes foi dito.
    Entre prisão ou exílio venha o diabo e escolha.
    E ate já se fala no facto de o homem ter cumprimentado o presidente russo a chegada com alguma efusão o que para muitos grunhos será certamente a prova provada de que os polacos tinham razão nas suas alegações.
    Metade desses grunhos até teriam confessado a descoberta do Caminho Marítimo para a Índia.
    E se a terra onde sempre pagaram impostos se cagasse neles até ajoelhavam a frente do homem.
    Vao ver se o mar da choco.

  2. E não deixa de ser curioso que quando está um genocídio em curso, quanto dirigentes europeus foram ao beija mao a um genocida quando o genocídio já tinha começado, quando continuamos a querer cooperar com esse bando de assassinos este artista tenha escolhido como exemplo de que a vergonha morreu no Ocidente a pretensa masculinidade de uma atleta.
    Mostra bem a lista de prioridades desta gente que se diz conservadora.
    Pois eu dou mais um exemplo de morte da vergonha no Ocidente. O neto de um órfão da guerra civil espanhola despachado para a então União Soviética veio para a terra do avô com a idade de nove anos.
    A mãe conseguiu dar lhe legalmente um nome espanhol e a nacionalidade espanhola foi lhe reconhecida pois que outro remédio não havia dada a avoenga.
    O homem tornou se jornalista e experiente na cobertura de conflitos naquela área do globo.
    Pois a polícia
    polaca tratou de o encarcerar, quando cobria a chegada de refugiados, sob a acusação de ser um espião russo.
    Durante mais de dois anos o desgraçado esteve sem julgamento nem culpa formada metido numa cela de três por dois durante 23 horas por dia, certamente para melhor se dispor s confessar tudo quando desse jeito.
    Saiu agora na badalada troca de prisioneiros com a Rússia. A terra onde pagou impostos uma vida inteira cagou se nele.

  3. Um sujeito que defende que um pais seja arrasado para que outro prove superioridade numa guerra convencional, que vê wokismo em todo o lado, que diz que o boxe nao e coisa para mulheres vou lhe chamar o que.
    Talvez o homem não seja um fascista puro mas o que e certo e que em muitas das coisas que escreveu deu uns toques.
    Eu já deito pelos olhos gente que desvaloriza todos os discursos sobre inclusão pondo lhes o rotulo de wokismo e assim desvalorizando questões sérias como violência doméstica, ataques, as vezes mortais, a gente homossexual ou trans, violencia racista, discriminação em razão do sexo ou raça e outras coisas semelhantes.
    E quem diz que tudo isto existe e tudo isto e um triste fado para muita gente leva logo com o rotulo de wokista sem muitas vezes saber sequer que raio e isto.
    Vendo todos os seus argumentos desvalorizados graças a este carimbo odioso.
    Por isso eu também posso chamar fascista a quem tem tiques disso.
    Agora a argelina e capaz de ate ter testículos interiores. Cada vez melhor. Ate a possibilidade de a senhora ter cromossomas xy e explicável por um síndroma que não torna a desgraçada num homem. Mas para quem já enfiou as palas nos olhos isso não interessa nada.
    O que ainda ninguém pensou foi que toda esta bandalheira pode por Imane Khelif em perigo num país onde a misoginia e o preconceito contra pessoas Trans muitas vezes mata.
    E se no Ocidente tanta gente, incluindo o conselheiro de um antigo presidente dos Estados Unidos caiu na asneira de dizer que a desgraçada e na realidade um homem imagino quantas facas já não terao sido afiadas entre fundamentalistas islâmicos e outros que por lá há.
    Praticar desporto, boxe ou qualquer outro, poe as mulheres na mira de gente dessa.
    Pergunto me se a mulher fosse branca e europeia ou norte americana todo este circo seria armado.
    O que e certo e que todos estes grunhos, fascistas ou não lançaram os holofotes sobre esta mulher que talvez esteja em perigo.
    Em resumo, acabados os Jogos poderá esta mulher voltar em segurança a sua família e a sua terra ou andará melhor pedindo asilo em França?
    Esta gente terá noção do sarilho onde pode ter metido Imane Khelif?
    Acham mesmo que dois murros potentes e certeiros valem isso tudo?
    Esta bostada de ver wokismo em tudo pode matar. Haja um bocadinho de senso antes de dizer coisinhas destas.
    E sim a vergonha está morta no Ocidente ou um conservacionista de 73 anos não tinha sido detido pela Dinamarca correndo o risco de ser detido para o Japão onde pode apanhar 15 anos de cadeia por perturbar a nobre actividade da caca a baleia.
    A Dinamarca que nos últimos tempos também tem tido muitos tiques de fascismo e se tem revelado um dos mais ardentes defensores do regime ucraniano a embarcar também na defesa da nobre arte da caca a baleia.
    Vao ver se o mar da choco.

  4. Vai-se a ver, há peritos em biologia e desporto em todo o lado, e sabem mais do que as federações que regulam as competições sobre o que é ou não é batota. Está tudo preocupado com uma dificuldade que ainda nem sequer existe, não existindo uma pessoa trans sequer perto do topo de um único desporto, apesar da suposta vantagem natural e suposto inventivo à batota.
    Estão todos de parabéns, o que conseguiram é que as raparigas pensem se se adequam aos padrões de feminilidade, seja lá o que isso for para cada um, para poderem perseguir o seu sonho, uma vez que existem, e vão sempre existir, muito mais mulheres humilhadas do que “perigosos abusadores”. Ainda não são inspecções genitais para competir, mas pouco faltará.
    Ou, no caso, que não compitam de todo, porque isso é coisa de homem.

  5. Um artigo passional de crítica ao “wokismo de esquerda” (como diz o o outro), que, quando vistas as coisas à lupa, se transforma num hino à estupidez, à demagogia e ao sensacionalismo de tablóide, pois afinal o homem que virou mulher sempre foi uma mulher cujo metabolismo não é padrão, ou “a norma”. Se não fosse alguém a esclarecer isso nos comentários, quem não está informado ou a par da situação era comido de cebolada neste caso específico.
    Sobre os eventos em Inglaterra, o motim da extrema-direita, o vandalismo, a destruição, o ataque orientado à comunidade muçulmana e à mesquita, aproveitando uma tragédia e a consternação geral, não seria válido e pertinente um artigo a expor as tácticas de propaganda para pategos que tantas “cabecinhas pensadoras” vão colhendo por aí?

  6. Esse bandalho levou nos primeiros meses da guerra na Ucrânia um enxovalho de um autor russo por ter tido a pouca vergonha de dizer que a Rússia ia acabar por provocar uma guerra mundial porque estava a mostrar fraqueza não devastando a Ucrânia. O russo perguntou se ele gostava de genocídio.
    Pelos vistos nao gosta de mulheres que seriam capazes de lhe dar um bom soco nas ventas como parece ser o caso daquela.
    Nos meus tempos de adolescência vi a minha mãe reagir a uma agressão dando tal bolachada nos focinhos do agressor que lhe partiu a cana do nariz. Partiu lhe literalmente a tromba.
    Ora a minha mãe era de certeza uma mulher ou eu não estava aqui a meter o pau num americano conservador e fascista.
    Va ver se o mar da o maior megalodonte de todos os tempos.

  7. Este artigo de PC Roberts denota ignorância ou desonestidade intelectual. Tratando-se de PC Roberts estou em crer que seja ignorância pura pois a sua área de formação não é a medicina ou a biologia.
    Para além de economista, deverá ser contudo expert em desporto pois afirma categoricamente que o boxe (sobretudo feminino) não deveria fazer parte dos JO.
    Na minha modesta opinião, o propósito deste artigo não é expor a vergonha que são estes JO, nomeadamente por permitirem a participação de um estado que está a promover um genocídio…
    Este artigo, parece-me, para além da promoção habitual da misoginia, um ataque barato às pessoas LGBT+ típico do neofascismo (neo mas que nos irá levar ao mesmo resultado do velho: a barbárie).
    Neste caso em concreto, como explicarei mais à frente, nem se trata da habitual discussão sobre a participação de atletas trans género. A atleta em causa, de nacionalidade ARGELINA, é um caso de intersexo! Não de transgénero! Podemos discutir se os/as atletas trans ou intersexo poderão ou não competir na categoria feminina (mais problemático) ou na masculina. Contudo, para opinar sobre o assunto, temos de entender alguns pontos:
    1. Essa discussão só se coloca neste mundo completamente imerso no capitalismo neoliberal em que o dinheiro é o deus! O principal valor não é o da dignidade da pessoa mas sim o valor económico. Assim, como “achamos” que um atleta trans feminino tem vantagem económica (vai ganhar mais €s) sobre uma atleta de sexo biológico feminino (que achamos como fisicamente mais fraca, sobretudo em alta competição) trata-se então de uma grande injustiça!
    2. As questões de género só se tornaram woke neoliberal (o que chamo de neoliberaloíde) porque o princípio prima facie em causa é o valor económico e não o da dignidade humana. Perdeu-se por completo o verdadeiro sentido liberal democrático, inserido numa sociedade moderna e plural, onde todos teriam lugar.
    3.Entender, uma vez por todas, o que são sexo biológico e identidade de género. Não vou discorrer aqui o valor da autonomia ou os direitos humanos para explicar a identidade social de género mas, como médico, sou obrigado a explicar a situação de intersexo. Assim, quando se trata de sexo biológico não existe apenas o masculino ou o feminino! Por vezes a coisa é bem mais complicada. Existem também as situações de intersexo (antigamente referiam-se a hermafroditas) bem conhecidas dos profissionais de saúde. Embora relativamente raras (estima-se ~ 1% da população) e de apresentação e causas diversas (genética e/ou fenotipicamente falando) tem implicações nas pessoas e nas famílias envolvidas. No sentido de proteger estas pessoas, existe legislação atualizada no nosso país.
    Como conclusão, todo este aproveitamento pela direita reacionária (logo burra e bruta) e por alguma esquerda com “palas nos olhos” e de pouco estudo, coloca em primeiro lugar em risco a atleta Imane Khelif, que embora geneticamente XY (fez teste genético recentemente) nasceu com vagina e foi criada sempre como uma menina (existem fotos dela em criança com transinhas e vestidinho cor de rosa). Atenção, esta pessoa (tratada por PC Roberts de excremento) vive na Argélia, um país atualmente não muito simpático em relação às pessoas LGBT ou intersexo. Esperemos que nada sofra.
    Melhor do que todos os aproveitadores e chico espertos habituais (cada qual tentando tirar partido da situação para atingir os seus objetivos) esteve a atleta italiana que, por aquilo que apurei, não desistiu do combate por protesto mas por lesão. Já a fascista Meloni e muitos machos ficaram verdadeiramente histéricas!
    Continue-se a dar palco à estupidez e à maldade e depois não se queixem.

  8. Este artigo de PC Roberts denota ignorância ou desonestidade intelectual. Tratando-se de PC Roberts estou em crer que seja ignorância pura pois a sua área de formação não é a medicina ou a biologia.
    Para além de economista, deverá ser contudo expert em desporto pois afirma categoricamente que o boxe (sobretudo feminino) não deveria fazer parte dos JO.
    Na minha modesta opinião, o propósito deste artigo não é expor a vergonha que são estes JO, nomeadamente por permitirem a participação de um estado que está a promover um genocídio…
    Este artigo, parece-me, para além da promoção habitual da misoginia, um ataque barato às pessoas LGBT+ típico do neofascismo (neo mas que nos irá levar ao mesmo resultado do velho: a barbárie).
    Neste caso em concreto, como explicarei mais à frente, nem se trata da habitual discussão sobre a participação de atletas trans género. A atleta em causa, de nacionalidade ARGELINA, é um caso de intersexo! Não de transgénero! Podemos discutir se os/as atletas trans ou intersexo poderão ou não competir na categoria feminina (mais problemático) ou na masculina. Contudo, para opinar, temos de entender alguns pontos:
    1. Essa discussão só se coloca neste mundo completamente imerso no capitalismo neoliberal em que o dinheiro é o deus! O principal valor não é o da dignidade da pessoa mas sim o valor económico. Assim, como “achamos” que um atleta trans feminino tem vantagem económica (vai ganhar mais €s) sobre uma atleta de sexo biológico feminino (que achamos como fisicamente mais fraca, sobretudo em alta competição) trata-se então de uma grande injustiça!
    2. As questões de género só se tornaram woke neoliberal (o que chamo de neoliberaloíde) porque o princípio prima facie em causa é o valor económico e não o da dignidade humana. Perdeu-se por completo o verdadeiro sentido liberal democrático, inserido numa sociedade moderna e plural, onde todos teriam lugar.
    3.Entender, uma vez por todas, o que são sexo biológico e identidade de género. Não vou discorrer aqui o valor da autonomia ou os direitos humanos para explicar a identidade social de género mas, como médico, sou obrigado a explicar a situação de intersexo. Assim, quando se trata de sexo biológico não existe apenas o masculino ou o feminino! Por vezes a coisa é bem mais complicada. Existem também as situações de intersexo (antigamente referiam-se a hermafroditas) bem conhecidas dos profissionais de saúde. Embora relativamente raras (estima-se ~ 1% da população) e de apresentação e causas diversas (genética e/ou fenotipicamente falando) tem implicações nas pessoas e nas famílias envolvidas. No sentido de proteger estas pessoas, existe legislação atualizada no nosso país.
    Como conclusão, todo este aproveitamento pela direita reacionária (logo burra e bruta) e por alguma esquerda com “palas nos olhos” e de pouco estudo, coloca em primeiro lugar em risco a atleta Imane Khelif, que embora geneticamente XY (fez teste genético recentemente) nasceu com vagina e foi criada sempre como uma menina (existem fotos dela em criança com transinhas e vestidinho cor de rosa). Atenção, esta pessoa (tratada por PC Roberts de excremento) vive na Argélia, um país atualmente não muito simpático em relação às pessoas LGBT ou intersexo. Esperemos que nada sofra.
    Melhor do que todos os aproveitadores e chico espertos habituais (cada qual tentando tirar partido da situação para atingir os seus objetivos) esteve a atleta italiana que não desistiu do combate por protesto mas por lesão.
    Continue-se a dar palco à estupidez e à maldade e depois admirem-se.

  9. Se I. Khelif é homem ou mulher, não sei. Mas chamar fascista por tudo e por nada…desvaloriza a palavra. Para muita gente fascista já é equivalente a bera ou parvalhão. Ter vagina é equivalente a ser mulher? Não há mais nada no corpo que interesse para caracterizar o sexo? Não sei. Ouvi dizer ( e li) que há pessoas que têm vagina e também testículos interiores.

  10. Esta morta está ou este fascista tinha se ido informar antes de escrever bojardas.
    Imane Khelif e argelina, nasceu mulher e com a vagina no sítio.
    Já participou nos Jogos Olímpicos de Toquio tendo chegado aos quartos de final.
    Sim, a senhora produz mais testosterona que a generalidade das mulheres comuns mas isso acontece.
    Assim como muitos homens sao mais musculosos sem grande esforço e outros teem de se matar no ginásio para não serem uns lingrinhas.
    Mas o ex conselheiro de Reagan tratou de embarcar na maré de fake news onde também se afundou a deputada chegana Rita Matias
    Imane Khelif e argelina. De um país onde só uma violenta guerra civil custando milhares de vidas, nunca saberemos quantas, permitiu que mulheres como Imane tivessem o direito a praticar boxe ou qualquer outro desporto.
    Imane Khelif acertou dois directos nas trombas de uma italiana que sabia ao que ia quando subiu ao ringue.
    E cabe perguntar, se a senhora fosse ucraniana ou israelita e não uma preta da areia teria havido tanta celeuma em torno de um par de murros dados como o desporto exige?
    A italiana gritou “não e justo”. Também não e justo que o Estado genocida de Israel participe e eje está lá .
    Mas se calhar ela preferia ter apanhado de uma militar israelita. Va se lá saber porque.

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