Que Herr Zelensky venha e desapareça daqui depressa que trastes já temos cá muitos

(Whale project, in Estátua de Sal, 28/05/2024, revisão da Estátua)


(Este artigo resulta de um comentário a um texto que publicámos, de Resistir, sobre a vinda de Zelensky a Portugal, (ver aqui). Pela sua atualidade e assertividade de pontos de vista, resolvi dar-lhe destaque.

Estátua de Sal, 28/05/2024)


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A visita começou em Espanha, o que tem lógica. Espanha precisa de mostrar desesperadamente, a quem manda, que continua bem comportada.

Sánchez mantém-se no poder, devido a uma geringonça mal-amanhada incluindo os independentistas catalães, que deitam Espanha pelos olhos. Logo, a última coisa de que precisa é que alguém se lembre de ensaiar, por lá, ondas de protesto e uma espécie de “revolução colorida”.

Depois do reconhecimento do estado da Palestina – uma medida meramente simbólica que não impede Israel de continuar a matar os palestinianos, como quem mata cães -, ter desatado, contra Sánchez, todos os cães sionistas, o beija-mão a Herr Zelensky tornava-se ainda mais necessário. É preciso mostrar que, no essencial, no que toca à guerra por procuração para sacar os recursos da Rússia, a Espanha continua do lado dos bons. Afinal de contas, Sánchez não quer ser destronado, ou pior, acabar numa cama de hospital a lutar pela vida, ou ter ainda menos sorte que a que teve Robert Fico.

Já Portugal manteve-se igual a si próprio. Quem é que ainda se lembra de Portugal ter votado, na Assembleia Geral da ONU contra um voto de condenação do apartheid e pela libertação de Nelson Mandela, ao lado dos Estados Unidos e da Inglaterra? Nem os sionistas votaram contra mas, Portugal, tratou de sujar a cara bem suja. Nessa altura, talvez pudéssemos explicar cinicamente a coisa, com a necessidade de impedir que a grande comunidade portuguesa sofresse represálias. Mas, isso dificilmente aconteceria, pois o regime do apartheid tinha nessa comunidade os seus meninos mais bem comportados.

Já o apoio a uma personagem sinistra, como Herr Zelensky, só Freud o pode explicar. Não temos nenhuma comunidade portuguesa na miserável Ucrânia, e mesmo se tivéssemos. Por isso, o apoio a Herr Zelensky, só se explica por uma necessidade desesperada de provar que continuamos a ser bons alunos. Ainda assim, Costa não se livrou de um lawfare à brasileira, lá por ter ido ao beija-mão a Herr Zelensky e lhe ter dado 250 milhões de euros, que muita falta nos fazem.

Depois, tivemos a infâmia que foi pôr o traste a discursar por videoconferência na sessão solene do 25 de Abril. Um liberticida, cujo país tem prisões tão letais que é preciso queimar os corpos dos mortos, podia até discursar em qualquer outra data, mas nunca numa data que assinalou a nossa liberdade. Nunca o poderia ter feito, quando, antes dessa data, centenas de pessoas também desapareceram em masmorras, durante 48 longos anos.

Herr Zelensky é uma personagem sinistra. Não só por ser corrupto. É por ser um aldrabão e um sanguinário. Zelensky fez-se eleger prometendo levar a paz às províncias de Leste. Acabar com coisas, tais como os “safaris” onde estrangeiros e membros do Azov iam caçar “ruskies”. Dar-lhes autonomia, deixar que falassem a sua língua e que vivessem em paz. Acabou a fechar os olhos a todas as depredações. Promulgou a infame Lei dos Povos Autóctones e, dias antes da invasão russa, tinha uns 200 mil soldados às portas de Donetsk e Lugansk dando, a quem lá vivia, as mesmas hipóteses que Israel dá aos palestinianos: a morte ou a expulsão.

Na Conferência de Segurança de Munique, no domingo antes da invasão russa, Zelensky prometeu recuperar militarmente a Crimeia e todos esses territórios e ter armas nucleares quando chegasse o Verão. O fogo-de-artifício estava, por essa altura, a cair bem rijo das alturas, em Donetsk e Lugansk. Todos os trastes sabiam disso mas a vontade de pilhar os recursos da Rússia foi mais forte que qualquer sentido de humanidade e bom senso. Subestimámos as capacidades da Rússia e achámos boa ideia apoiar uma gente fanática e sedenta de sangue. Zelensky aceitou liderá-los, pensando ganhar alguma coisa com isso. E, até ao momento, tem ganho.

Agora pede armas de longo alcance e letalidade para atacar no interior da Rússia. A NATO, que não pode pensar na ideia de mais uma derrota, já disse que lhas vai dar. Sabendo nós que, a soldadesca ucraniana privilegia tentar matar todos os civis que pode, porque de lutar percebem pouco, é provável que seja desta que a Rússia não tenha outro remédio senão despejar umas quantas armas nucleares táticas. Porque um novo Yeltsin, ou a desintegração da Rússia em cinco ou vinte, é a única alternativa que lhe damos, e isso a Rússia já disse que não vai aceitar. Toda a gente sabe quanto lhes custou o Yeltsin.

Nesse contexto, pode ser que não tenhamos de sustentar o traste durante 10 anos. O traste vai retirar-se para um dos palácios que comprou e a Ucrânia também não terá mais miséria que a que já tinha antes da guerra. Já agora, o traste não convocou eleições para provar que nós iremos sempre atrás dele nem que dê um peido. Alguém acredita que havia alguma possibilidade de o traste perder as eleições? O Leste não vota e o Ocidente está dividido entre os nazis fanáticos e os desgraçados que até ja acreditam que se votarem contra os nazis terão maneira de saber.

Mas, não fazer novas eleições, foi mesmo a forma de Herr Zelensky provar que terá o apoio do Ocidente, seja qual for a aleivosia que faça. Que, ao dia de hoje, se traduz no facto de o sujeito ser o ditador, de facto, da Ucrânia, pois o seu mandato como Presidente da Ucrânia terminou a 20 do corrente mês.

Nada que tire o sono a quem pôs no poder ditadores como Pinochet, Videla ou a Junta militar grega. Nessa altura era em nome do combate ao comunismo. Hoje é só em nome da pilhagem.

Enfim, que Herr Zelensky venha e desapareça daqui depressa, que trastes como ele já cá temos muitos.


20 pensamentos sobre “Que Herr Zelensky venha e desapareça daqui depressa que trastes já temos cá muitos

  1. Há quem esteja muito contente por os fascistas cada vez serem mais. Esses são animais em vias de expansão, o problema é que são animais que não se sabe bem quem vêem buscar.
    E esses sim vendem se por aínda menos que um prato de lentilhas pois que agora teem em Israel o seu verdadeiro Deus.
    O líder do Vox foi de propósito a Jerusalém garantir ao genocida Netanyahu que se for poder vai reverte a decisão do actual Governo de reconhecer o estádo da Palestina.
    Vendem se por aínda menos que um prato de lentilhas e ainda por cima vendem outros povos como o palestiniano e vizinhos de Israel em geral.
    Num contexto destes, é natural que os que não se vendem sejam cada vez menos.
    Vai ver se o mar dá megalodonte.

  2. Ó Diabo!
    Tu não me digas, que o Ventura também é:
    https://folhanacional.pt/2024/05/29/buscas-no-parlamento-europeu-em-gabinete-de-assistente-de-eurodeputado-da-afd/

    Não é, mas devia ser.
    Devia por os olhos na Le Pen de quem o 🌈 1º ministro disse que ‘as tropas de Putin ‘ já ali estavam :
    https://www.francetvinfo.fr/monde/europe/manifestations-en-ukraine/video-guerre-en-ukraine-gabriel-attal-evoque-les-troupes-de-poutine-en-designant-marine-le-pen_6391687.html

    Devia ser Nacionalista a 100% e não ser só um populista e deixar-se também das balelas dos “comunistas”, já que eles são animais em via de extinção e qualquer prato de lentilhas os compra, como se viu no 25N.

  3. Ora vamos lá a discorrer um pouco sobre OS MENTIROSOS.

    Acabei há pouco de ver o Telejornal de ontem da RTP-1, que não consegui ver em directo. Completamente empapado no bacoquismo patético do acompanhamento da visita de Sua Excelência Herr Zelensky von Pandora Papers ao nosso florido jardim, era vê-las, às húmidas bacoquices, enriquecidas por algumas aldrabices, florir como percevejos. Dir-me-ão, a abrir, que o aldrabão sou eu, porque os percevejos não dão flor. Porra que já fui apanhado, admito que faltei à verdade, processem-me!

    Mas adiante. Entusiasticamente postado à porta do palácio de Belém, esperando o momento previsivelmente excitante da saída de Sua Excremência… perdão, Sua Excelência Herr Zelensky, perorou o alegado jornalista Vítor Gonçalves, ipsis verbis, o seguinte:

    “Por outro lado, Zelensky também foi informado de que Portugal está empenhado na cimeira da paz que o presidente da Ucrânia está a lançar e que vai ocorrer nos próximos dias 15 e 16 de Junho na Suíça. Essa cimeira está a ser encarada como um momento para lançar a paz para a Ucrânia, APESAR DE A RÚSSIA JÁ TER DITO QUE NÃO FARÁ PARTE DESSE ENCONTRO.”

    Ora não acredito que o alegado jornalista Vítor Gonçalves não saiba que está a impingir-nos o filme ao contrário. Ou seja, não foi a Rússia que disse que não estaria presente no encontro, foi o próprio organizador, o comediante canastrão de Kiev, que declarou, preto no branco, que a Rússia não estaria presente porque não seria convidada, pois ele não a queria lá. Ora, é sabido, porque ampla e repetidamente divulgado, que a dita conferência de paz tem um programa e condições pré-definidas. Lembro-me das seguintes:

    1) Retirada da Rússia de todos os territórios ocupados, incluindo a Crimeia e todos os do Donbass controlados pelas forças separatistas desde 2014.
    2) Pagamento, pela Rússia, de todos os estragos causados à Ucrânia pela guerra.
    3) Julgamento, em tribunal internacional, dos responsáveis russos pela invasão, nomeadamente o próprio Vladimir Putin.

    É claro que, com tais “conclusões” previamente estabelecidas e há muito conhecidas, nunca a Rússia aceitaria um eventual convite, mas não é essa questão. No frenesim subserviente do nosso mainstream merdia, a mensagem transmitida pelo alegado jornalista Vítor Gonçalves foi a seguinte: “Vocês estão a ver como aqueles pretos das neves da Moscóvia são uns mauzões que não querem ouvir falar de paz, recusando-se a ir a uma conferência de promoção da dita pela generosidade e boa vontade de Herr Zelensky?”

    Passo à mentirola seguinte. Uns minutos depois, o pivot Adelino Faria entrou em “esclarecedor” diálogo com a editora de política internacional da RTP, Márcia Rodrigues, que nos informou do “enorme choque” sofrido há um ano pelo canastrão de Kiev, magnífico artista que em tempos se especializou em “tocar” piano com a pila. E que choque inesperado, sofrido há um ano, foi esse? De acordo com D. Márcia, resultou de ter sido o genial pianista fálico informado de que não iria a Ucrânia ser imediatamente admitida na NATO. Ora eu também não acredito que a alegada jornalista Márcia Rodrigues, editora de política internacional da RTP, não saiba que os estatutos da NATO proíbem expressamente a admissão de países em guerra, como é o caso da Ucrânia, e que o dono da pila pianista estava igualmente farto de o saber, pelo que é absolutamente falso que, HÁ UM ANO, tenha sofrido um enorme choque ao ser informado disso.

    Enfim, é a paisagem merdiática que temos, não há volta a dar.
    _____________________________

    Para quem duvida de que o magnífico artista “tocava” mesmo piano com o pirilau, aqui fica a prova:

    https://youtu.be/HbmZrzN3WFE?si=CcQfUgu5aqnxLQ6H

    • Eis o vídeo que faltava para que as artes de variedades nunca mais sejam consideradas como artes menores. Uma coisa é dançar de estiletes e collants, em bicos de pés e de pernil esticado, rodopiando e abanando a anca. Agora, usar o pincel nas teclas do piano para com ele fazer reverberar toda uma paleta de tons harmónicos e ritmados, não está ao alcance de qualquer uma. Primeiro é preciso ter um piano, depois saber tocá-lo, mas para isso é preciso ter, mais do que c****** de aço, um talento do c******.

      • Até que enfim um pouco de música erudita, ainda por cima tão sublimemente interpretada, tocada sincronicamente a 4 c****** como poucos são audazes e capazes para o fazer. Já enjoava aquele plastic-pop alienado do festival eurovisão da canção sempre a vir à baila…

    • O gajo, quando tocava o piano com o “coiso”, estava a treinar para o que anda agora a fazer aos ucranianos. E jeito não lhe falta, atendendo ao estado a que aquela porra chegou.

  4. A propósito da visita de Herr Zelensky von Pandora Papers ao nosso humilde (comme il faut) jardim, cacarejou Paulo Rangel, famoso garnisé fanhoso e, para nossa (pelo menos minha) vergonha, representante do país no exterior:

    “Enviar soldados para a Ucrânia, isso, NESTE MOMENTO, está fora de questão.”

    “NESTE MOMENTO”, topais, ó gentes?

    Pergunta de escolha múltipla:

    A) Estaria (mais uma vez) bêbado?

    B) Estaria a ressacar da última bebedeira?

    C) Estaria a sonhar com a próxima bebedeira?

    D) Estaria a esticar o pescocinho, para convencer o patrão de que também ele é falcão?

    E) Estaria simplesmente a ser parvo, para não variar?

    F) Estaria apenas a armar em esperto, como é próprio dos parvos?

    G) Todas as anteriores ao mesmo tempo?

    • Pois se o mandarem mandar para a Ucrânia a mocidade, nem que à mistura vão reservistas e delinquentes, para satisfazer as vontades do galaró de capoeira, ministro da Defesa e fiel zelador do Tratado do Atlético Norte, ele obedecerá como sempre. Ele está lá é para saber para que lado sopra o vento, a cada momento. Ministro dos Negócios Estrangeiros, tinha de ser um serviçal maniqueista que anda sempre curvado ou de 4, tão púdico e casto quanto as meninas de Avignon.

    • “o zoológico de S. Bento” é onde mora o delfim AVentura?
      O mesmo será perguntar, ainda há golfinhos no Jardim Zoológico de Lisboa?
      Assim pregava o capelão Barretão…

  5. “Embora Israel e o Ocidente insistam repetida e incessantemente que o Hamas nada mais é do que um dos grupos terroristas mais mortíferos e formidáveis ​​do mundo, os dados recolhidos e publicados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita desmascara essa narrativa. A alegação contra o Hamas é falsa. Você não precisa acreditar apenas na minha palavra, vou mostrar os dados. As tabelas e planilhas a seguir contêm dados coletados por Israel entre 27 de setembro de 2000 e 26 de abril de 2024. [Israel continua a atualizar os números no site vinculado acima.]”
    (tradução automática)
    Continua aqui:
    https://sonar21.com/the-hard-facts-about-palestinian-terrorism-debunk-western-narrative/

    (mas sem o chorrilho de imprecações que os 2 Minutos de Ódio obrigam por aqui)

  6. Porque é que não te ofereces tu para combateres ao lado dos nazis ucranianos? Não te esquecas e de decorar bem o corpo com símbolos nazis para nao destoares.
    Não te preocupes se já não fores novo porque para carne para canhão não há limite de idade. Só precisas de ainda conseguir andar.
    Ja agora, meu menino, eu sou um reles comentadeiro, não sou autor de porra nenhuma e se algum comentário vai para a artigo e porque não tenho a capacidade de síntese do Albarda-mos e do Camacho que diriam o mesmo a propósito do traste com muito menos palavreado.
    Bem como a propósito dos assassinos sionistas ou da extrema direita portuguesa.
    Vai já a um tatuador encher te de símbolos nazistas e para a Ucrânia rapidamente e em força.
    Ou, em alternativa, vai ver se o mar dá megalodonte.

    • Amigo Whale, dá para entender que tudo o que aqui escreves, muito ou pouco, sai-te não apenas da cabeça, mas do coração e da alma. Por isso não interessa o tamanho. A gente vê informação, análise e capacidade para expor o seu resultado, mas vê também sinceridade. Nada mais interessa.

  7. Gostava de acrescentar ao excelente texto do Wale o seguinte sobre os comentários anteriores em caso de guerra na europa…

    Conclusão, se um dia houver realmente uma guerra ou uma grande ameaça para Portugal, acreditem que o Estado será a menor das vossas preocupações…

    Na minha opinião a 3° guerra mundial é um facto, aliás já estamos na 3° guerra mundial,economica tecnologica e financeira.

    O que vai acontecer em caso de guerra real?

    Alguns países europeus já tem a lei da requisição que serve para mandar pessoas dos 17 aos 60 anos para a guerra,como também usar o dinheiro seja de quem for para o “esforço de guerra”.Também podem requisitar,camiões,carrinhas,casas,garagens, escolas,etc,etc..

    Em caso de guerra não haverá gasolina,nem gasóleo para ninguém,como a agricultura,pescas e alimentação será confiscada.

    O pessoal que também pode ser requisitado será principalmente condutores de autocarros com carta D, condutores com carta C, condutores de ambulâncias, pessoal de mar da marinha mercante, condutores de máquinas de construção, etc…
    Toda a gente pensa em primeiro lugar no pessoal de combate, quando, na realidade, a primeira necessidade é de fluxos logísticos, porque nenhum exército dispõe de recursos logísticos autóctones significativos. Os primeiros combatentes a serem requisitados serão os reservistas.
    E um exército em guerra sem logística just-in-time é um exército derrotado… Alimentos, munições, equipamentos e materiais, rotações de equipamentos danificados, rotações de pessoal de combate, etc…

    Se analisar-mos bem, será muito pior do que está contecer na Ucrânia,a tal chamada “democracia”.

    A raça humana, agora bem informada pelos meios de comunicação mentirosa,continua como se nada tivesse acontecido a conduzir diretamente contra a parede; que 95% das pessoas, ancoradas nos seus hábitos, continuem nas suas negações individuais e colectivas, por vezes dando a si próprias uma consciência tranquila em nome de um pouco de resignação, até ao muro; que apenas 5% da população tente alarmar-se ou preparar-se para ele. Perante o que é escandalosamente provocador de ansiedade, o processo humano natural é o evitar. Mas isso não nos impedirá de bater contra o muro – ou de entrar em colapso.

    Nos primeiros dias da pandemia de Covid, as pessoas roubavam latas e papel higiénico nos hipers, e já tínhamos uma imagem do Apocalipse. Estamos a preparar cenários que Hollywood ainda nem sequer imaginou.

    Tudo o que conhecemos sobre o nosso Estado como forma de se organizarem deixará de funcionar: tudo será disputado, deixará de haver equidade territorial.

    Estamos agora em 2024 e, como esperado, as notícias estão a ficar perigosas. O ano de 2024 pode ser um ano apocalítico… Tudo se vai encaixando pouco a pouco: o início dos conflitos mundiais (Ucrânia, Taiwan, Palestina, Iémen, Coreia do Norte e outros que virão), o despertar forçado pelo empobrecimento dos povos e o posicionamento do mundo em relação aos psicopatas ultra-ricos, o início das revoltas contra a distopia para a qual os auto-proclamados criminosos dos Mestres do Mundo nos querem conduzir.
    Se este é de facto o Ano do Início de todas as Tribulações, então cada mês será rico em acontecimentos de significado global. O início do actual descontentamento popular generalizado dará origem às guerras civis que começarão . E antes disso, vai ocorrer grandes problemas financeiros mundiais. Assim, os tumultos vão crescer explodir por todo o lado.

    A operação especial da Rússia na Ucrânia, que começou em 22 de fevereiro de 2022, está a decorrer serenamente do lado russo e catastroficamente do lado ucraniano e ocidental. Dois anos depois, toda a gente já compreendeu que se trata de uma guerra americana para preservar a hegemonia americana e anglo-saxónica, com a ajuda dos seus vassalos europeus e de alguns outros. Mas a guerra mundial começou suavemente nesta data e tornar-se-á uma guerra mundial “até à morte” …A guerra na Ucrânia está a tornar-se, com o tempo, uma guerra entre o Ocidente, que representa 12% da população mundial, e o resto do mundo, que representa 88%. Os russos compreenderam perfeitamente que estão a lutar contra todo o Ocidente – Esta guerra alastrou entretanto à Palestina e ao Iémen, e começa a ter um bom começo no Iraque, na Síria, na Líbia e no Líbano.
    Com efeito, todos os países do mundo começaram já a escolher o seu lado.

    Estamos em fim de ciclo económico,com bolhas por todo lado e um grande aumento da inflação.
    E como o nível de endividamento dos países ocidentais, nada é possível sem medidas que sangrem o povo e levem à revolução.
    A guerra na Ucrânia é uma guerra pelo domínio mundial. A Rússia está a ganhar e os outros não querem perder, sobretudo para o seu domínio económico. O risco nuclear é real.

    O dólar vai entrar em colapso e o ouro tornar-se-á a base do comércio internacional. Como não existe em quantidade suficiente, o ouro aumentará por um factor de 10.
    Mesmo os americanos, com as suas 8000 toneladas em stock, terão de aceitar esta situação, se não quiserem que Nova Iorque ou Los Angeles sejam arrasadas.
    Estes acontecimentos parecem encaminhar-se para uma fusão devastadora!

    De que serve comemorar as guerras todos os anos para que não voltem a acontecer, se os nossos líderes vão arrastar-nos de novo para elas? Se aqueles que querem, “custe o que custar”, tivessem de estar na linha da frente, pensariam duas vezes. Basta juntá-los num campo e deixá-los matarem-se uns aos outros para satisfazerem os seus egos beligerantes. Nós, os povos, só queremos paz, uma vida calma, respeitosa, partilhada por todos e um futuro feliz para os nossos filhos. Não devemos alinhar nos seus esquemas…

    Repetir, como um bom papagaio, que o inimigo é a Rússia ajuda a esconder o historial das instituições capitalistas em geral (FMI, OMC, G7…) O inimigo dos Portugueses parece estar ao leme. Este código militar não deveria facilitar a destituição dos políticos que decidem quem são os inimigos, exonerando-se a si próprios?
    Teria sido mais interessante se não tivéssemos de estar sempre a falar do inimigo russo.

    Tudo o que pode ser feito em tempo de guerra para ganhar a guerra é perfeitamente normal e legítimo,NÃO!

    Claro que não!!! Se a guerra em si NÃO é legítima, então todos os meios que a acompanham também não o são!

    Os nossos queridos “bisontes” de todos os palácios que aumentaram tranquilamente os seus rendimentos às nossas custas confundem alegremente: – Legal, de acordo com a lei
    – Legítimo, de acordo com a ordem moral.

    Fazer uma lei torna-a legal, mas não necessariamente legítima. Os que estão actualmente no poder fizeram TUDO contra nós, pelo que, por definição, são traidores e, se entramos em guerra, deveria haver consequências, mas aqui, silêncio …

    Não tenho NENHUMA confiança nestes destroços de gestão que são tão inúteis que deviam ser proibidos de aceitar livros de cheques para poderem respeitar o que quer que seja, sobretudo se isso lhes permitir roubar-nos um pouco mais e esconder todos os horrores que já cometeram.

    Já nem sequer se trata de uma conspiração, basta ver os números.
    Não compreendo a “implacabilidade da guerra”, uma vez que não temos praticamente nada para a enfrentar. O exército está despido,os soldados vão para morrer.

    Neste contexto, uma lei de requisição ampla e vaga faz todo o sentido, para que se possa fazer tudo, enviar os pobres para a guerra e despojá-los em benefício dos industriais e dos banqueiros.

    Pessoalmente, penso que a guerra servirá para confiscar os nossos bens e esvaziar as nossas contas bancárias para pagar a dívida.

    Como resultado, virão buscar os nossos filhos e a nós num futuro próximo.

    • Meu! Tu aprendeste bué de geostratégia, mas não consegues aprender sequer o nick do Whale e insistes em chamar-lhe “Wale”, uma e outra vez, e mais outra, e outra ainda, pôcera! É parvoíce sistemática, desde sempre e não só de hoje, e, ainda que mal não faça, deixa-me a conjecturar: será dislexia, analfabetismo funcional ou as três ao mesmo tempo? Ou és daqueles que fingem sistematicamente não conseguir fixar o nome dos outros, para implicitamente os menorizar, condescendendo embora em “falar” com eles do altíssimo pedestal em que a si próprios se vêem? Atendendo ao cansativo exibicionismo do ego inchado e doentio que diariamente exibes, suspeito que sejam as 30 ao mesmo tempo.

  8. Que artigo deplorável.
    Jornalixo, obviamente!
    O autor (desconhecido ???) devia oferecer-se para combater ao lado dos fascistas russos.
    Que nojo!

    • “fascistas russos” ?

      Referes-te aos tipos que estão a dar cabo dos nazis ucranianos? Pois é, mais uma prova de que os mafarricos da Moscóvia são burros. Como “fascistas”, lógico seria que se aliassem aos nazis. Em vez disso, dão-lhes na tromba, repetindo o estúpido “erro” da II Guerra Mundial! Que chatice do caraças, está tudo virado ao contrário, não consigo entender este mundo! Talvez pudesses fazer o favor de nos explicar, mas suspeito que não consegues, nem sequer a ti próprio.

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