(In AbrilAbril, 08-04-2024)

“No 50.º aniversário da revolução de Abril e do fim da ditadura fascista, pretende-se coartar a liberdade de expressão usando contra mim todo o tipo de calúnias e mentiras”, refere nas suas redes sociais Bruno Amaral de Carvalho. O jornalista, ao longo de oito meses, cobriu a guerra na Ucrânia na região do Donbass, acompanhando os efeitos devastadores impingidos às populações, martirizadas por oito longos anos de guerra civil, bombardeamentos e milhares de vítimas.
Líder da Associação de Ucranianos, fazendo juz às suas origens extremistas, quer declarar novo livro do jornalista «ilícito». Ameaças não impedem apresentação de A Guerra a Leste: 8 Meses no Donbass na Bucholz, em Lisboa (9 de Abril às 18h30).
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O problema é mesmo figuras como Ana Gomes serem a alternativa que o centro-esquerda apresenta para fazer face aos Marcelos e Aventuras desta vida, forçando os eleitores ao voto (i)nútil nela, o que também foi o meu caso. Sabendo o que sei hoje confesso que teria muito mais dificuldade em votar na senhora, e a vitória de André Ventura tinha sido a de ficar em 2.o e não em 3.o, demitindo-se para ser novamente eleito líder do Patega como candidato único pela enésima vez. Um partido que vive das aventuras e desventuras de um demagogo e mitómano patológico enrolador de pacóvios. Mas voltando à senhora Ana Gomes, agora se percebe por que tinha tantos anti-corpos na direcção socialista, se bem que na prática esta se foram aproximando uma da outra e poucas diferenças tivessem. Agora neste novo ciclo veremos… o que valem.
O PS deu um tiro nos pés (um não, vários) quando quis estender a passadeira para a reeleição do Marcelfies, e aí a Ana Gomes teve mérito e coragem de se interpor na parada, e foi premiada com o 2.o lugar do pódio. Agora levaram a retribuição, e estamos na primavera Marcelista reversa. Pode ser que acordem para a vida, pode ser que nunca venham a perceber o que lhes aconteceu. Com muitas responsabilidades próprias à mistura.
Concordo.
O Sadokha, em vez de andar por aqui a tentar impor os métodos de Herr Zelensky podia realmente juntar se ao exército do seu país dado que ainda é novo e no exército ucraniano não há limite de idade. Quem estiver capaz de andar pode marchar.
Alguém devia ter tido tomates para lhe chamar fascista com as letras todas e o mandar pregar ódio para a terra dele quando teve a pouca vergonha de apelar em directo na televisão a ilegalização de um dos mais antigos partidos portugueses. O que mais combateu o fascismo, que teve milhares dos seus militantes presos e torturados, centenas deles mortos.
Mas como Herr Zelensky tambem se dedica liberalmente a tortura e morte de opositores talvez seja por isso que o bandalho do Sadokha canta de galo por terras do Sul.
E convinha efectivamente saber do que vive o traste pois que não tem cara de quem verga a mola.
Mas se fosse só o Sadokha a insultar o Bruno de Carvalho ainda a coisa corria bem. Pensar que cheguei a achar boa ideia a possibilidade da Ana Gomes ser presidente da República.
O Galamba foi outro a precisar de m”rda no focinho. Se estivesse no Donbass teria certamente borrado as calças.
Esses e outros bandalhos puseram um compatriota em perigo. Alguém duvida que depois de declarações irresponsáveis destas o destino dele seria melhor que o de Gonzalo Lira se caísse em mãos ucranianas. Esses senhores devem um bom pedido de desculpas ao Bruno de Carvalho mas preferem calar se aos desmandos de um Sadokha.
Mas este matar do mensageiro é regra em todo o lado. Temos um espanhol preso na Polonia há quase dois anos, dois alemães que tiveram de pedir penico na Rússia, um inglês impedido de lá voltar, o Assange todos conhecemos.
A Alemanha começou a encarcerar quem critica Israel nas redes sociais.
Não admira que por cá um Sadokha queira impedir a publicação de um livro. A censura cresce como uma praga. Mas ainda bem que continua a haver quem não se cale.Contra ventos e mares e Sadokhas.
Pelo que parece há um plano secreto “secreto” (agora público) de Donald Trump para acabar com a guerra na Ucrânia!
A Rússia não só retomará a Ucrânia Oriental como imporá que o resto da Ucrânia seja totalmente neutro. Não haverá mais bases americanas, não haverá mais armas, etc. etc. …. será estabelecida uma fronteira não oficial sob vigilância russa, aconteça o que acontecer. Os russos acreditam que a sua segurança nacional está em causa e serão intransigentes neste ponto. Estas serão as suas condições (e não as de Trump ou de qualquer outra pessoa) ou a guerra continuará e toda a Ucrânia tornar-se-á russa. Penso que os americanos já perceberam isso, pois conseguiram o que queriam (o colapso económico da UE) e a história dos mísseis cubanos está a desenrolar-se diante dos nossos olhos, mas no sentido inverso. A Rússia conseguirá o que quer ou será uma guerra sem fim……
– A Rússia tomará o que tomou no campo de batalha numa guerra imposta pela NATO.
– O plano é reinstalar uma parte do povo israelita (cuja vida se tornou definitivamente impossível face aos vizinhos martirizados) no oeste da Ucrânia (como antes da 1ª Guerra Mundial).
– Não se trata de repetir o erro de expulsar os indígenas (que reclamam as suas terras), mas sim de os destruir (guerra), de os expulsar (partir para evitar a mobilização e perder os seus direitos), de comprar de novo as terras (lei aprovada por Zélensky).
– O plano é que a UE financie a sua deslocação sob o pretexto da reconstrução do país.
É tão lógico quando se juntam todos os factos de forma objetiva!
1) De um ponto de vista étnico, histórico, cultural e religioso, seria lógico que as regiões orientais da Ucrânia regressassem à pátria russa. Na realidade, já é esse o caso da Crimeia, habitada por uma esmagadora maioria de russos.
2) Se Trump for novamente eleito, a NATO será desmantelada e os belicistas europeus (Macron, Von der Leyen e outros) deixarão de ter qualquer poder real, mesmo que mantenham os seus cargos.
É difícil prever o que Trump vai trazer para o debate! Não está fora de questão que Macron e outros belicistas se torne o estafeta do Estado profundo, continuando a guerra, por razões ideológicas e pessoais, lançando as bases do federalismo europeu numa guerra.
Para os americanos, 90% do trabalho está feito, não vão mais longe.
Depois disso, há demasiados problemas em todo o lado, com guerras por procuração, sabotagens e alianças profanas.
Há demasiadas incertezas e os problemas estão a aumentar.
Há subtilezas que nos escapam completamente, a nós, cidadãos comuns.
A situação no Médio Oriente está a tornar-se crítica e o caos intensifica-se a cada dia que passa.
Não gosto de Trump, mas no geral este plano é realista Trump sabe coisas que nós não sabemos…
Não gosto de Putin, mas ele não engoliu o desrespeito pelos acordos de Minsk, que até Merckel disse que era precisamente para o adormecer durante o “rearmamento americano” da Ucrânia, que Putin obviamente não podia admitir.
Não gosto do tipo, aliado de preciosos ucranianos nazis, que achava inteligente tocar piano na televisão sem ser com as mãos e os pés.
O leste já é russo, eles reivindicam-no, e acolhem com agrado a ajuda russa para os libertar dos bombardeamentos ucranianos.
Os ucranianos que podem estão a fugir da ucrânia para não serem incorporados à força no exército e abatidos por franco-atiradores ucranianos se não quiserem lutar!
Rejeitam este regime corrupto.
O objetivo do ocidente seria recuperar Kaliningrado, bem como a Crimeia e o leste da Ucrânia, e obrigar a Rússia a pagar os custos da reconstrução. Depois, prender o seu líder por crimes de guerra.
Em geopolítica, também é preciso olhar para um mapa!
Putin nunca devolverá os territórios conquistados porque eles são de língua russa e sofreram nas mãos do regime de Kiev e dos seus comandos Azov desde 2014.
Quanto à Crimeia, mais de 70% da sua população é russa e, um pormenor importante, a cidade de Sevastopol é a base militar da frota russa com destino ao Mediterrâneo. Por isso, devolver a Crimeia não é sequer um sonho.
Quanto ao que restará da Ucrânia, Putin sempre foi claro sobre o assunto: território neutro, nada de bases da NATO na fronteira russa. Imaginem os russos a instalarem bases de mísseis no México, ao longo do Rio Grande!
Desde 1991, o Ocidente tem tentado atrair a Ucrânia para o seu rebanho, para a separar da Rússia, chegando mesmo ao ponto de suscitar sentimentos anti-russos entre duas partes do mesmo povo. O Ocidente jogou o seu jogo e está a perder. Se tivessem sido razoáveis, a Ucrânia teria mantido a sua linha costeira.
Na realidade, Putin está a ganhar porque a Rússia está a ser ajudada pelos BRICS, que estão constantemente a acrescentar novos países. Em termos simples, três quartos do mundo estão aliados à Rússia, enquanto o Ocidente está cada vez mais isolado e enfraquecido pelo endividamento excessivo e pela desindustrialização. O Ocidente está a desmoronar-se…
Putin está à frente do tabuleiro de xadrez geopolítico!
“Em suma, regressar aos acordos de Minsk? Era isso que a Rússia queria em primeiro lugar”.
Infelizmente, tal como acontece com a Covid, os meios de desinformação e propaganda mentem e reescrevem a história.
Os nossos dirigentes têm uma grande responsabilidade por não terem respeitado os acordos de Minsk e, consequentemente, pela morte de milhares de pessoas, tanto ucranianas como russas.
A última façanha: o exército ucraniano atacou os reactores nucleares da central de Zaporizhzhia com drones kamikaze. A AIEA (Agência Internacional da Energia Atómica) confirma o ataque. O reator 6 foi atingido e a sua integridade comprometida.
Zelensky e os seus sequazes extremistas são perigosos. Esta guerra deve ser travada com urgência. Todas as tentativas de negociações de paz são bem-vindas!
Tudo isto é simples: Trump compreendeu a inépcia das políticas de guerra dos Estados Unidos nos últimos 70 anos.
14.000 mil milhões de euros desde o 11 de setembro, com uma dívida global que Donald herdará, um país em ruínas.
A China não gastou um único yuan na guerra, no desenvolvimento económico ou no bem-estar do seu povo.
A Xiaomi será fatal para Elon.
É essa a razão da visita de Yellen, outra vez!!! para implorar ao Dragão que abrande a sua produção, como os burgueses da europa , com uma corda ao pescoço.
Desde que a China aderiu à OMC, em 11 de dezembro de 2001, foi um grande salto em frente, e agora, para contrariar, bem, uma nova guerra é o único reflexo da hegemonia, mas a vida é desagradável, Putin tornou-se o líder dos BRICS, as sanções tornaram-no ainda mais forte, graças à sua relação com Xi, winn winn entre as duas potências.
E, para cúmulo, a África foi libertada do seu jugo, a faixa do Sahel, com o Senegal. A situação está a mudar por todos os lados, no Níger, na Costa do Marfim, na Ásia e na América do Sul, e tudo isto no espaço de dois anos.
Nada desta trágica confusão beneficiou o povo americano.
E é através da guerra que a Rússia vai impor a paz. E nada os fará recuar, nem mesmo um acordo de paz negociado em plena guerra, porque agora que a Rússia conhece os acordos de paz, o Ocidente não os respeita.
Eu já o comprei na Bertrand…
Eu também…
Um arrivista Banderista neo-nazi e pregador de lérias, que já quer transpor práticas do actual regime fascizóide e segregacionista de Kiev para território português, armando-se ao pingarelho. Qualquer dia começam a amarrar pessoas seminuas a postes, agredindo-as e deixando-as ao relento, prática comum dos seys correligionários que a comunicação social ocidental sempre omitia, mas que as fotografias que tiravam e colixavam nas redes sociais ilustravam à saciedade. Destes estrangeiros não se queixam os extremistas direitolas cá do sítio. Se é assim tão militante por que não se junta aos seus na frente de combate? Andam lá soldados tão ou mais velhos que ele. Até o esbirro Mário Machado se chegou à frente e foi para lá, mas teve de voltar para trás, não o quiseram como carne para canhão, ao contrário de muitos que por lá andam.
*seus
*colocavam
Este Sadokha, vive e alimenta-se todos os dias, a partir de que fonte de rendimento?
Resta saber quantos livreiros terão tomates para vender o livro.