TEMPOS DE SALAZAR

 

(Virgínia da Silva Veiga, 28/12/2018)

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(Se pensam que já não há saudosistas do ditador e dos tempos da ditadura, desenganem-se. Esta “pérola” foi publicada em 26/12/2018:

“A Direita portuguesa tem enjeitado Salazar, mas deveria integrá-lo no seu pensamento, na sua ordem ideológica. O país real ainda se revê em Salazar, apesar de as esquerdas afirmarem repetidamente os óbvios e inventados defeitos do ditador, numa lavagem ao cérebro que não tem fim.” (Ver aqui).

Ou seja, quanto mais os tempos são de descontentamento larvar, terreno propício ao florescer dos populismos de todos os matizes, mais os saudosistas saem da toca.

Comentário da Estátua de Sal, 28/12/2018)


Agora querem uma manifestação em memória de Salazar. Acho bem. Em matéria de presidentes há portugueses que adoram múmias. Não sendo original, é bonito.

Para recordarmos tempos em que uma percentagem de Portugal vivia à luz da vela e, logo, não tinha frigoríficos nem televisores. Água canalizada? Casas de banho? Para quê se havia uma fonte lá na aldeia e uma retrete ao fundo do quintal?

Também era bonito ver crianças descalças, a escrever em lousas, a trabalhar em idade escolar ou entregues aos soldados americanos das Lages para poderem ter que comer. E as raparigas? Essas, as que vinham dos confins das aldeias, sem estradas nem transportes, para chorar a distância das famílias, em tempos em que servir alguém era emprego de luxo mesmo que o rendimento fosse comer os restos na cozinha dos patrões.

Chique, chique, era então ver a malta a pagar a passadores para dar o salto para França, para a Venezuela, mas pela calada da noite, montes fora, passando a Espanha, porque de outro modo ia tudo preso. Se não levasse um tiro, claro. A emigração era proibida porque era precisa malta de olhos fechados e mãos abertas, que trabalhasse muito e pedisse pouco. Ir lá para fora era diminuir o contingente, era, sobretudo, mostrar-lhes que havia outro mundo.

E os monopólios? Que lindos eram os monopólios portugueses num globo que já então se abria à concorrência!

Que saudades da guerra colonial, dos filhos que as mães portuguesas por lá perderam, dos aerogramas que enviavam às famílias, essa espécie de postais, feitos ao propósito das notícias que as rádios e as televisões estavam proibidas de dar, ditados às senhoras da Cruz Vermelha porque os mais dos soldados não sabiam ler nem escrever, mas “estavam bem graças a Deus”.

E tudo caladinho, pois claro, que piar traz à memória a anedota dos pássaros dentro da dita, cuja palavra não digo.

Gosto da ideia. Sobretudo gosto que seja propalada no Facebook. Porque então os mais dos portugueses, se houvesse tal coisa em tempos de Salazar, nem podiam participar porque eram analfabetos. Voltássemos, aliás, aos tempos do homem de Santa Comba e era o descalabro nas ações do Zuckerberg, não havia Facebook para ninguém porque isso da liberdade de expressão não dava para ter um livro lá por casa quanto mais uma porta aberta ao mundo.

Perguntem lá aos organizadores como é que fariam para divulgar as convocatórias, sem Facebook, sendo proibida a distribuição de panfletos e os ajuntamentos.

E apreendiam tudo, os desgraçados! Até romances. Ah, pois é!

Primeiro meteu-se na cabeça destes novos organizadores da confusão que Portugal é a França. Agora andam a inventar o estilo espanhol, uma trapalhada escusada por mexerem no túmulo de Franco.

Em matéria de saudosismos ou de mexer no que está no sítio e sossegado, também era bom lembrar àqueles outros que o Carmona também já morreu e é para estar sossegado.
Quando é que alguém ensina a essa gente que isto é Portugal e que quem olha para trás só vê passado?

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24 pensamentos sobre “TEMPOS DE SALAZAR

  1. Este churrilho de disparates “Tempos Salazar” da analfabeta abrileira Veiga, faz rir às gargalhadas até as pedras da calçada, de tanto gasta que está a mesma cassete!

    Façam-se estas perguntas e sejamos sérios, honestos e claros:

    – Como era Portugal no período anterior ao advento de Salazar e do Estado Novo, a nível político, social, económico e financeiro?

    – Como ficou Portugal após 40 anos de Salazarismo?

    – Quais as Obras do Estado Novo?

    – Relações diplomáticas com outros Países?

    – Instituições e Organizações internacionais de que o País foi membro e fundador durante o Estado Novo?

    – Quem protegeu verdadeiramente os colonos brancos, mestiços e negros, dos ataques terroristas selvagens e mortíferos que coneçaram em fevereiro de 1961 em Luanda?

    – Quem respeitou a Constituição de 1933 no que respeita à questão do Estado unitário,
    indivisível e a sua integridade?

    – Quem começou a guerra do Ultramar, afinal de contas!?

    – Quem faliu em sucessivas bancarrotas em 1978, 1983/85 e 2011, apesar do recebimento de muitos biliões (esmolas) da UE?

    – Quem é democrata para respeitar os resultados claros e esclarecedores expressos no “Os Grandes Portugueses” RTP 2007?

    – Quem é o maior Português de sempre???!

    – Quem é o ilustre Estadista, Governante e Político mais sério, mais honrado, mais competente, mais honesto, mais inteligente, mais bem preparado -e de muito longe o melhor de todos-, da História de Portugal de 9 séculos?

    – Quem nasceu e morreu pobre, e do melhor de si deu a Portugal, elevando o País a um estatuto de paz, ordem, autoridade, estabilidade, progresso?

    – Quem fez crescer a economia portuguesa até uma média de 7,5% ano na década de 60?

    – Quem fez descer em mais de 50% de taxa de analfabetismo em 40 anos?

    – Quem desenvolveu os célebres planos de fomento e de industrialização?

    – Quem protegeu, desenvolveu e criou milhares de empregos estáveis nos sectores primário, secundário e terciário?

    Estas são algumas, entre muitas outras respostas, a serem dadas!

    • Alexandre Silva
      Porque não se “adianta” Vossa Insolência, acrisolado admirador do manholas de S.ta Comba, e presenteia os leitores com as suas perguntas laudatórias aos seus “Quem ?”
      Perguntas que só são possíveis, porque o sôr Alexandre, vive numa Democracia com Liberdade de Expressâo, impensável nos tempos salazarentos de que é tão saudosista ! Democracia e Liberdade, igual à sua, a qual vou usar para contestar as suas bolorentas opiniões.

      Ora, então, sôr Alexandre, porque eu tenho uma enorme vontade de rir, poderá responder de moto-próprio a estes seus “Quem” ?
      – Quem é o maior Português de sempre???!
      – Quem é o ilustre Estadista, Governante e Político mais sério, mais honrado, mais competente, mais honesto, mais inteligente, mais bem preparado -e de muito longe o melhor de todos-, da História de Portugal de 9 séculos?
      (BELO EXEMPLO : Na História de Portugal de 9 Séculos, quais D. Afonso Henriques, D. Henrique, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Camões, D. Diniz, Nuno Àlvares Pereira, etc., etc. ! O “melhor” Português de sempre e o “maior estadista”, é o manholas…e não faz por menos !!!!!
      – Quem fez descer em mais de 50% de taxa de analfabetismo em 40 anos?
      (BELO EXEMPLO :Sim, a taxa de analfabetismo (1934-75%), segundo o ministro da “instrução” do manholas, Carneiro Pacheco, devia manter-se porque não se devia estimular o Povo, “essa massa ignara e inferior, a aprender a ler, porque os homens não nascem todos iguais” (sic) ! E a Instrução, mesmo que básica, podia dar certas “ideias” ao “povo ignaro e inferior”… Assim, vai de reduzir de quatro para três anos o Ensino Primário ! E “equipar” as escolas do meu tempo, com aqueles cartazes demagógicos “A lição de Salazar”, reproduzindo a “felicidade” que se vivia nos campos e nas fábricas ! E não contente, obrigou por decreto, o crucifixo na parede, porque, “para ler, bastava saber ler o catecismo” ! Era assim que se combatia o analfabetismo, não era, sôr Alexandre ?
      E já agora, sôr Alexandre, sobre a taxa de mortalidade infantil ? Também foi o manholas” que a fez descer a quase zero, como é hoje ?
      – Quem protegeu, desenvolveu e criou milhares de empregos estáveis nos sectores primário, secundário e terciário?
      (BELO EXEMPLO : Na sequência do que escrevi acima, SIM, empregos esclavagistas como os dos mineiros, dos operários fabris, dos trabalhadores rurais alentejanos e não só, sujeitos à selvática humilhação da “praça da jorna”, pelos “grandes senhores”, que diziam com descaramento e impunidade inauditos, que a função real da escola, “era a de roubar braços aos campos, privando-os de uma força de trabalho barata” ! Em consequência, fome para todas as famílias, as calças com fundilhos, as alpargatas quando não o pé descalço. E, como se isso não bastasse, a famigerada “obra das mães pela educação nacional” formada por sinistras e hirsutas mulheres de ministros, que davam prendas de pechisbeque às famílias pobres e numerosas (quantos mais filhos, mais aumentavam a futura força de trabalho, analfabeta, dócil, servil, escrava, “boné na mão e joelho no chão ” ! E a Mulher, só “servia para ser analfabeta, dar à luz, fazer a parca comida e cozer meias rotas” . É mentira esta “felicidade”, sôr Alexandre ?
      E o “10 de Junho”, sôr Alexandre, onde se dava, em cerimónia pública e grotesca, aos pais, mães , irmãos, filhos, namoradas ou esposas dos mortos na “guerra do “ultramar”,um insulto em forma de medalha, e depois os abandonavam à sua sorte !
      E depois, “a cereja em cima do bolo” : Essa “estimada associação de benfeitores, a selvática pide !
      Ora responda lá, sôr Alexandre !

      • A resposta já foi dada, e bem dada pelos Portugueses, quando instados em 2007, na RTP, nos “Grandes Portugueses”, quem era o maior Português de sempre!?
        Aqui está o belo resultado, bem esclarecedor e bem evidente: 41% para o primeiro classificado e o maior português de sempre: Salazar!
        Ora, a Democracia funcionou em pleno, e aqueles que se afirmam “democratas “, que respeitem e encaixem está realidade, caso contrário são eles, afinal, os verdadeiros e encapotados ditadores cá do burgo!
        E já agora, dois rebuçados deliciosos que aqui deixo aos propalados e aziados abrileiros, falidos, corruptos, parasitas, ignorantes e incompetentes…
        Olhem só as opiniões dos democratas Winston Churchill e Charles de Gaulle sobre o “terrível” Salazar….
        O primeiro-ministro britânico dissera: “ Salazar é um Honem tão grande para um pequeno País”!
        Já De Gaulle, presidente da França, opinara sobre o excelso Homem providencial e chefe do Governo de Portugal, na década de 60: “Salazar é hoje o maior Estadista da Europa!”.
        Mas há mais… mas por enquanto, desejo aos abrileiros votos de boa sorte para o que o futuro lhes estará destinado…

        • “A resposta já foi dada, e bem dada pelos Portugueses, quando instados em 2007, na RTP, nos “Grandes Portugueses”, quem era o maior Português de sempre!?”
          Ó “sôr Alexandre !
          Continue a acreditar, à falta de melhores motivos para se “sentir feliz”, em inquéritos manipulados que lhe alegrem a vida, já que, viver em Democracia, deve ser um penoso incómodo para si, (assim como se tivesse uma dôr de dentes permanente…) e só tem a vantagem de poder desopilar a bílis, escrevendo as baboseiras que escreve, neste espaço de Liberdade Democrática (sabe o que isso é ? ) ! Para o “sôr” Alexandre, só há “inquéritos”, De Gaulles e Churchills, desfasados no tempo, para lhe “alegrar a triste existência” !

          Para trás, longe da sua memória, “sôr” Alexandre, fica o “orgulhosamente sós” a que toda a Europa, e quase todo o Mundo, votaram Portugal durante muitos anos, justamente por causa das “pulhíticas” fascistas do manholas e respectiva camarilha que tanto admira !
          E sobre as respostas que eu lhe pedi, naqueles poucos items, passou ao largo, sem sequer tentar esboçar um tímido “é mentira” !
          Nâo ! Não é mentira, porque eu fui buscar as respostas que o “sôr” Alexandre não deu, a documentos do próprio Estado …”Novo”, e não aos seus “inquéritos” de banha da cobra, que lhe fazem tanto jeito !

          Passe bem, “sôr” Alexandre ! E não se esqueça de ir, regularmente, ao dentista…pode ser que “isso” passe ! Esse seu dente do siso, deve estar completamente pôdre…
          As suas melhoras…

    • Mas esta abébea è parva ou … Então esta “coisa” vem falar-nos das relações de Portugal com os outros países quando foi o próprio Salazar que propalou ao mundo o celebérrimo “orgulhosamente sós” Morria-se como tordos de tubeculose. País de analfabetos. Mortalidade infantil um horror e um escandalo. Esta “coisa” deve ter-se enganado e copiado um arrazoadfo de slogans de outro país, pois de Portugal não é, não senhor.. Com tanto emprego, com tanta fartura, como explica a “coisa” o exodo de milhares de portuguses emigrando para outros países, buscando onde matar a fome dos filhos e dando, ao mundo, a verdadeira imagem do país donde vinham, vivendo como bichos nos “bidon ville” de França e noutros casebres por essa europa fora e não só. É este país que a “coisa” enaltece. É este país que é a grande obra do camponês ditador? Oh “coisa” vá lá se doente para…!

  2. Salazar,um estadista do mais estúpido que há memória.
    Nem o ditador espanhol Franco foi tão estúpido como Salazar,pois Franco soube ver algum modernismo ,o que este cegueta de Salazar ou não via ou não queria ver para manter Portugal o país mais estúpido e atrasado da Europa,enquanto está Europa crescia Portugal definhava.

  3. Que maravilha, eles a espumarem de raiva!
    O Salazar é mesmo adorado!
    Só falam dele!!!
    Os frustrados a repetirem a cassete, mas ninguém lhes responde, ninguém lhes liga puto, são simplesmente ignorados!
    Eu quase caí da cadeira, quando ouvi o Otelo a dizer publicamente muitos anos após a revolução abrilenta (e diga-se de passagem, bem gay, com os capitães de florzinha ao peito😂😂😂😂😂😂, e que foi motivo de escárnio e gozo internacional), que o que Portugal precisava era de ter Salazar a governar novamente o País! Há lá coisas…
    Mas há uma promessa que aqui fica feita:
    Quando as agulhas da Historia mudarem novamente, e veja-se o que aconteceu recentemente na América de Trump ou no novo Brasil de Bolsonaro, dois presentes do Pai Natal com 44 anos de atraso irão chegar aos sapatinhos de muita gentalha e parasita, que anda aqui a levantar os corninhos: prisão perpétua e o restabelecimento da pena de morte em Portugal.
    Muitos irão ter belas vistas sobre o Tejo, pois a famosa ponte Salazar é ainda bastante resistente para aguentar bem, muito esterco.
    Assim, teremos um Portugal limpo e livre de tanta escumalha.
    Já não falta muito. Veremos.

    • Deveria haver ins
      tituições para internar, sine die, pessoas como este cavalheiro! Até parece que no tempo deste campónio ditador que nem do país saia ignorando o progresso mundal, se vivia numa terra onde jorrava o leite e o mel. É preciso ter muito descaramento e uma mente fascisante para vir a terreiro propalar estas besteiras ácerca de um pacóvio que pràticamente toda a intelectualidade mundiar desconhece a sua existenciia. E se algo conhece é de um ditadorzeco, pacóvio, camponês,, que graças a uma polícia política, mantinha amordaçado o faminto povo português. Infelizmente, continua a haver neste país muito labrego que inculcou no cérebro um arrazoado de slogans sem qualquer base de realidade. Gostaria de ver o campónio vir agora governar o país em DEMOCRACIA o que ele faria, sem a PIDE par fazer calar qualquer comentário discordante, Que pobrez!a! Com gente desta não vamos a lado nenhum!

    • Ó Alexandre !
      Não caias da cadeira antes de ires ao dentista tratar desse siso pôdre ! Lembra-te do que aconteceu ao manholas…
      A Democracia, está a fazer-te uma dôr de dentes insuportável !
      Se não te precatas, ainda vais bater com o esqueleto no Forte de Caxias, para matares saudades !

  4. Tudo maravilhoso no tempo do grande Estadista e Governante que foi Salazar, o maior Português de sempre!

    O combate ao analfabetismo e a sua descida em mais de 50% durante o Estado Novo foi notável. Na democracia liberal de triste memória da I República ela situava-se em 85%. Se bem que, o analfabetismo voltou depois do 25 de abril de 74 de triste memória!

    É só burros bem falantes que se julgavam e julgam muito evoluídos e educados com os diplomas feitos à pressão.

    Da excelente qualidade do ensino primário, liceal e universitário, e das magníficas escolas técnico comerciais e industriais, formaram-se milhares e milhares de portugueses durante o Salazarismo, gente com óptima preparação para enfrentar, evoluir e ter sucesso na sua vida profissional!

    O ensino pós – 74 é igual a zero, medíocre, reles, que previligiou a quantidade à qualidade.

    É bem verdade que a instrução deve ser dada aos mais capazes, o lugar aos mais competentes e trabalho para todos, sem parasitagem!

    Só que misturar incapazes e dar-lhes licenciaturas, com aprovações automáticas -tudo para iludir a UE e cumprir critérios estatísticos -, só penaliza as futuras gerações e hipoteca o País.

    Os lugares são dados e merecidos aos mais competentes, e não aos parasitas paridos em abril de 74, que se alaparam na vagabundagem dos partidos e no palratório nacional, a comerem à custa do Estado! Por isso é muito mais, é que este Portugal está completamente falido! A modernidade apregoada de um Portugal livre e democrático, não passa da história da carochinha, é sim, um País que penhorado, com uma dívida pública gigantesca, elevado défice público, farto desemprego, a agricultura, pescas e indústria destruídas, criminalidade em todas as esquinas, assaltantes banqueiros e políticos do sector económico e financeiro.
    E finalmente, como não somos todos iguais, uns vão para trolhas e paneleiros (como o reviralho abrilento e proxeneta que aqui merdeia), e os outros vão para médicos, advogados, engenheiros, técnicos qualificados, professores que eram a prática corrente nesses belos tempos memoráveis do Estado Novo!

    Como, “orgulhosamente sós”? São tão ignorantes que nem sabem – porque são os tais incapazes néscios -, citar o depoimento de Salazar e o seu respectivo enquadramento! Portugal na década de 60, “estava tão só”, que era nada mais nada menos, membro das maiores instituições e organizações internacionais! Nunca ninguém defendeu um Portugal isolado da comunidade internacional, e, muito menos Salazar, que era admirado e elogiado pelos líderes democráticos das maiores potências mundiais, tal era o seu enorme prestígio e o prestígio de Portugal!
    Apenas dois rebuçados para os aziados, que confirmam os factos históricos e inegáveis:a visita oficial a Portugal da rainha Isabel Ii de Inglaterra, em 1957 (por sinal bem sorridente e muito alegre sentada num sofá à conversa com Salazar), e a visita oficial do presidente americano Dwight Eisenhower em 1960, profundo admirador de Salazar, da sua política e da sua grandiosa Obra ao serviço de Portugal!

    Cai por terra as mentiras divulgada sobre o analfabetismo (hoje ainda são muitos mais), e foi durante o Estado Novo que mais escolas, institutos, faculdades escolas profissionais, comerciais e industriais se construiu, mais campanhas de alfabetização se promoveram, maiores taxas de sucesso no ensino se alcançaram, maior avanço houve cede forma exponencial na cultura, na ciência (até com um prémio Nobel na Medicina, Egas Moniz), na música, nas artes, na música, literatura, desportos, etc, Ao contrário do regime abrileiro, tudo miserável, sem o mínimo de qualidade, rigor, competência e sabedoria!

    A economia e as finanças como todos sabem, foi um sucesso estrondoso alcançado por esse génio Catedrático de Coimbra, contas em ordem, robustas, equilibradas, enorme desenvolvimento, progresso, que até deu para acumular centenas de toneladas de ouro, como almofada financeira do Estado!

    Ora, com tão grande desenvolvimento, elogiado repetida e sobejamente na Europa nos EUA, na Ásia e em África, Portugal alcançou como nunca antes e depois do Estado Novo, um nível muito acelerado de rápido crescimento em todos os sectores e domínios da vida nacional no continente e no ultramar, com milhares e milhares de Obras públicas (sem esmolas estrangeiras…), orçamentos exactos e sem derrapagens, tudo executado a tempo e horas como planeado, ao invés do Portugal abrilento, onde abunda o caos, as vigarices, os desvios de dinheiros, as derrapagens, a falta de qualidade das obras, etc.!

    A dívida pública e o défice público, assim como a inflação e o desemprego praticamente eram iguais a ZERO durante o Estado Novo do grande Salazar; Já no regime abrileiro dos capitães panascas e gays, veja-se a “inteligência “ e a “competência” destes “iluminados dotores sem u”, cá do burgo: as troikas em Lisboa comandadas por funcionários de 5a categoria enviados de Bruxelas, para supervisionar as contas públicas portuguesas falidas, hipotecaras e necessitadas de intenso crédito, apesar dos muitos biliões recebidos da UE, vulgo fundos comunitários, para um País com uma casta politiqueira de merda, frustrada, corrupta e altamente ignorante e incompetente!!!

    Notícias recentes da comunicação social, dão conta que só na última década, mais de 500.000 portugueses deixaram este País dito “moderno “, “democrático” e “europeísta”, para a emigração, ou seja, tinham tanto emprego aqui e tão grandes salários, que decidiram fugir para o estrangeiro para viverem pior, se calhar! Sado-masoquistas!

    Felizmente, nos gloriosos tempos de Salazar, havia emprego para toda a gente! Só meia dúzia de parasitas é que não trabalhavam, e optaram por fazer umas campanhas contra Portugal no estrangeiro, mas ninguém lhes deu importância porque eram tão insignificantes que viviam atolados como ratos numa sarjeta imunda, e que de vez em quando vinham à tona! Os cães que ladraram foram sempre muito muito poucos, e o que é certo é que a caravana Salazarista passou sempre, apoiada, elogiado e amada pela esmagadora maioria dos Portugueses, diria mesmo, de toda a Nação lusa, sempre alegre, cantando e rindo!

    Se dúvidas ainda subsistem no espírito de certas almas decadentes, faça-se muito simplesmente um Referendo a nível nacional, perguntando aos portugueses, quem entre os políticos vivos e mortos eles escolheriam para bem governar o país e liderar a Nação!
    Ponha-se o voto popular nas urnas, e depois verão o que o povo ditará e ordenará!!!!

    Viva Salazar!

    A e

  5. Há ainda a questão da alegada “fome” que os mal paridos abrileiros (muitos deles ainda não tinham sido cagados pelo reto das suas mamãs…) fazem alardear a mentira, que não pega…

    Dizem que Portugal era um país rural, e depois, qual é o problema?

    Na década de 30 e 40 teve que se apostar e dar prioridade na total reabilitação do sector primário e secundário, de tão arruínado que estava a produção nacional herdada da I República demo-liberal!

    E o mérito de tal sucesso deve-se inteiramente às políticas de Salazar.

    O povo que trabalhava na agricultura, pescas, silvicultura, etc,. comia e bebia muito bem, porque produzia para o sustento da casa e muitos excedentes que eram vendidos nas praças e nos mercados locais aos comerciantes, recebendo bom dinheiro.

    Ou alguém acredita que as famílias trabalhavam e produziam para passar “fome” , para fazer “dieta”…?

    Aí seus abrileiros mentirosos e desonestos, a cegueira é tanta em atacar ridículamente Salazar, que nem se apercebem na estupidez que proferem, a bota não dá com a perdigota!!!!

    Tanta abundância de bens essenciais para todas as famílias portuguesas, que os casais anda se davam ao luxo de ter muitos filhos!

    Hoje em dia, desde 74, os casais deste Portugaleco provinciano, paupérrimo e falido, nem dois filhos ou três podem ter, quanto mais 6, 8, 10 ou mais, como no Estado Novo, rico e desenvolvido!

    E quanto à PIDE, esta sofreu tormentos e torturas do reviralho, que tentou à boa maneira do paizinho soviético aterrorizar a ordem, a paz e a tranquilidade dos portugueses, destruir o poder político legitimo, as instituições do Estado, mas felizmente sem qualquer sucesso! O fracasso foi total, acho até que a PIDE foi extremamente branda nos seus métod e modos de actuação para com essa cáfila de abutres desmamados, e devia ter seguido o exemplo das SS alemãs.

    No entanto, a PIDE deu uma grande alegria aos portugueses, quando em 1965 foi noticiada o infeliz falecimento desse generaleco borrado de medo, que de tanto oportunismo, vigarices e filha da putices que fez contra o seu País, fugiu como uma virgem puritana e cobarde para Espanha, e deu-se mal com os ares “franquistas”, e nem a puta brasileira que estava com ele, o salvou do pecado eterno….!

  6. Ó Alexandre !
    Não caias da cadeira antes de ires ao dentista tratar desse siso pôdre ! Lembra-te do que aconteceu ao manholas…
    A Democracia, está a fazer-te uma dôr de dentes insuportável !
    Se não te precatas, ainda vais bater com o esqueleto no Forte de Caxias, para matares saudades !

    • E olha, ó Alexandre !
      Com a cegueira de que sofres, que te faz negar a História de 48 anos de fascismo em Portugal, vê lá se vais a um bom oftalmologista ! E de caminho, consulta um bom neuro-cirurgião, que corte o tubo de purga que liga o teu cérebro…ao intestino grosso !
      Vais ver como ficas com muito melhor qualidade de vida !
      E não digas que eu… “não me preocupo com a tua saúde”…

  7. Está pouco animado este espaço!
    Aviso já que não leio, como nunca li, os outros comentários de outros participantes, seja a dizer bem ou mal, das verdades factuais que escrevo, mais que demonstradas históricamente!
    É um princípio que tenho, e portanto, peço desculpa pela minha falta de tempo e interesse pelos posts de outros participantes.
    Em tempo de Ano Novo e de festejos para um 2019, novamente recheado de corrupção e falências em catadupa, aqui vai para alegrar a malta da vida airada, um cheirinho a Brasil tropical, com sotaque genuíno, isento e descomprometido, do grande Osvaldo Aranha, um dos mais ilustres ministros das relações exteriores do País irmão:
    “ O Brasil continua com os olhos postos em Portugal. Estamos identificados com o seu destino e com o seu grande Chefe: SALAZAR!”. (Fim de citação)
    Para os admiradores das democracias, dois belos exemplos vindos da Europa, moderna, evoluída e avançada: França e Inglaterra.
    Das terras gaulesas, artigos da imprensa como, por exemplo, o “L’ Eclaireur”, o famoso cronista J. Hubert, expressara o sentimento colectivo da classe política, social e financeira do seu País, sobre Portugal. Escreveu o seguinte:
    “O prestígio e a alta autoridade moral de Portugal, impoêm-se hoje à Europa dilacerada. A opinião francesa, que admira a obra de Salazar, regista, com satisfação, a reeleição do Presidente Carmona. Ela é o sinal da continuidade desta política portuguesa que representa, no Mundo, a Sabedoria, a Razão, a Harmonia, a Ordem, a Paz e a Prosperidade!” (Fim de citação).
    Mas o diário francês “Aujourd’hui” foi mais longe, na consolidação dos milhares de rasgados elogios ao Homem providencial e chefe do governo de Portugal:
    “Com rara coragem moral, SALAZAR afirmou que o comunismo constitui o maior problema humano de todos os tempos, representando uma ameaça particularmente grave para a civilização cristã. Quem, antes de Salazar, teve esse heróico desassombro?” (Fim de citação)
    O famoso “Times”de Inglaterra, é claro como a água, e dá conta do pensamento do governo britânico e da sua posição face a Portugal:
    “Salazar é muito objectivo, austero e completamente desprendido de tudo o que o possa desviar do seu método. Nos seus ideais há uma ausência completa de ambição pessoal. O Dr. Salazar é um Grande Português, seguindo a tradição do Santo Condestável, do Infante D. Henrique e de outros grandes construtores do Império Português. Por isso ele ultrapassa os limites de Portugal, pela sua visão de grande Estadista, em qualquer tempo e em qualquer País!” (Fim de citação).
    Dos EUA, a admiração, os elogios, o respeito da democracia americana e do poder político de Washington é incondicional e ilimitado, sobre o Estado Novo Português e o seu Chefe:
    “Consideramos Salazar o primeiro Estadista da actualidade!” (Senador Willkie Wendel).
    É pois, em Salazar que se encontrou e se encontra o modelo do Governante competente, a mais luminosa, excelsa e sublime encarnação do ideal do perfeito Homem de Génio, do verdadeiro Estadista de dimensão mundial!!!!

    Feliz passagem de ano, e cuidado com as borracheiras para tentarem esquecer estas verdades….o melhor mesmo é beberem água das pedras, e pedirem na farmácia clisteres e muitas rennies para as azias😂😂😂😂!!!!

    • … «históricamente», o advérbio com acento?!

      Nota. Pois deverias ler alguns dos outros, pá, talvez assim não escrevesses bacoradas.

    • E diz o alexandre, estúpido e tão aldrabão que nem uma bota da tropa : “Está pouco animado este espaço!
      Aviso já que não leio, como nunca li, os outros comentários de outros participantes, seja a dizer bem ou mal, das verdades factuais que escrevo, mais que demonstradas históricamente!”
      ENTÃO, Ó CAVERNÍCOLA ! SE “NUNCA LÊSTE” OS COMENTÁRIOS, COMO É QUE SABES QUE “ESTE ESPAÇO ESTÁ POUCO ANIMADO” ?
      É o que eu digo ! Vai a um neuro-cirurgião que corte a ligação directa que vai do teu cérebro ao intestino grosso !
      Vais ver que te sentirás muito melhor…

  8. Novo ano, vida nova.
    Regressado de umas mini-férias sempre com Deus no meu espírito, a minha Pátria no coração e a minha família no pensamento e na acção. E claro, com Salazar como referência do mais excelso e ilustre Português de toda a História do nosso Portugal, celebrado, elogiado, apoiado e louvado por praticamente 10 milhões de portugueses, exceptuando, como em qualquer tempo e lugar, meia- dúzia de antros de escumalha, que são uma minoria tão insignificante, que merecem nada mais nada menos que dúzia e meia de valentes safanões!
    Vamos ao País da liberdade, igualdade e fraternidade, à fonte primária do pensamento francês, traduzido e muito bem pelo grande intelectual e escritor Sebastien Bijon, e pelas suas sábias palavras:
    “ Salazar, homem de pensamento e de acção, que em poucos anos conseguiu uma notável obra de ressurgimento político, económico e financeiro, fez de Portugal um Estado nacional-cristão, que poderá vir a desempenhar grande papel na elaboração da paz” (Fim de citação).
    E o célebre Cônsul brasileiro, Perilo Gomes dá o mote sob a batuta brasileira:
    “Considero Salazar a figura central da política europeia. Se fosse permitido fazer chegar até cá fora os segredos das chancelarias, poderia fazer-se uma ideia justa da complexidade e das delicadezas da política de guerra fria feita pelo Governo Português: Sábia, Oportuna e Clarividente” (Fim de citação).
    Ainda da América latina, o grande diplomata Anzematienzo também carrega na mesma tecla:
    “Salazar é um Homem realmente extraordinário que coloca novamente Portugal na linha histórica do Mundo moderno” (Fim de citação).
    Mais tarde, dedicar-me-ei a escrever algumas das mais belas páginas do Príncipe da Diplomacia Mundial, o que Portugal e tantos estrangeiros devem a um só Homem de génio!

  9. Desisti de le continuar quando li que nesse tempo viviam à luz da vela. Só isso diz tudo sobet o autor e a sua intenção de vigarizar com uma comparação **directa** emtre os tempos de hojje com aqueles em que muitos países na Europa viviam de forma idêntica.
    Na democrática Suíça, era à luz da vela que as famílias, ao serão, em casa, pintavam os mostradores para os relógios que as fábricas lhes encomendavam. Foi em 1974 que no mesmo país as mulheres foram permitidas de votar. SAIBAM DO QUE FALAM para evitarem de mostrar aquilo que são, mentirosos e falsários. Não li mais, respondo apenas sobre o que li, antes de perder o interesse.

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