Excelente entrevista a Pacheco Pereira

jpp

Devo sublinhar nesta entrevista dois detalhes que são normalmente raros na televisão portuguesa. A qualidade do entrevistador e a qualidade do entrevistado. Sobre o mundo, o país, as ameaças, o cenário internacional, as sanções, Durão e a Goldman, os refugiados, a Turquia, e tudo o mais que nos vai cercando e preocupando. Aconselho a visão da peça, para quem não viu em direto.O link para acesso está no fim deste texto.

P.S. Fico a aguardar o comentário do costume do critico do JPP do costume que frequenta regularmente este blog. (Não identifico o comentador, o próprio sabe de quem falo). E deixo-lhe uma “dica”, já agora, o que prova que também ando acordado e que, apesar de achar que a acção atual do JPP é mais que meritória, não me deixo adormecer por canções, sejam de embalar ou do bandido: quando o Coelho for “esfolado” teremos o JPP a candidatar-se a líder do PSD?

Estátua de Sal, 20/072016


http://tviplayer.iol.pt/programa/21-hora/55d74f360cf2cfab91830ad8/video/578fec810cf2edf5f6b5b6da

 

 

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5 pensamentos sobre “Excelente entrevista a Pacheco Pereira

  1. Excelente de facto. Instrutivo, elucidativo, inteligente. Grande lição de geopolítica, onde Pacheco Pereira revela saber muita coisa em assuntos históricos, vai buscar explicações perfeitamente racionais sobre tudo o que vai acontecendo nos nossos tempos tão angustiantes. Tem uma visão alargada daquilo que surge a cada momento…e a actualidade está repleta de eventos novos e assustadores (O impensável Trump, o Erdogan dictador, os aprendizes de feiticeiro que são os Hollande, Moscovici, que vão fazer sair da cartola a Marine Lepen, a indignidade de Durão Barroso etc.etc.etc…)

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  2. Caro estatuadesal,
    Pois, nota-se a vasta sabedoria de jpp para descrever o passado denotando a sua condição de historiador atento ao seu tempo e até como salienta algumas causas passadas que deram origem ao nosso presente europeu.
    Contudo, note-se, como faz de gato em telhado de zinco quente quando trata das causas originais da existência actual do ‘estado islâmico’ e da bagunça perigosa em que se transformou aquela região e acerca da recente actitude tomada por durão barroso de ir ‘trabalhar’ para o banco mais mafioso do planeta. E porque durão barroso é o elo forte que liga ambos os casos e liga igualmente ambos os casos a pp pelo apoio incondicional e subserviente que este sempre deu ao correligionário chefe do seu partido. Naquele tempo os ditadores do Iraque e da Síria não eram chefes de partido laicos de cariz socializante que estabilizavam a área mas sim, para pp, odiados e aberrantes ditadores que tinham os países cobertos de armas de destruição maciça do tipo nuclear ou gás letal.
    Também agora, jpp, insurge-se e bem contra o facto de homens de governos de uns países emitirem opiniões político-econónicas acerca de outros países contudo, aceitou que certos países, entre os quais o seu, fossem invadir países estranhos para unilateralmente os derrubar e impor uma ‘democracia’ pelas armas.
    Só num acto de desespero político é que jpp se canditará à chefia do PSD. Homens como jpp, vpv, mst, jmf e outros intelectuais opinadores bem aboletados nos media preferem e gostam, sobretudo, de ter e usar o poder de opinião que, no nosso meio de literacia política medíocre, são muito apreciados pelos basbaques que os citam e recicam. Ainda assim, jpp, foi o que mais se embrenhou e deu a cara partidariamente, contudo, quando quis fazer carreira no interior do partido através da distrital de Lisboa acabou desistindo após umas eleições desastrosas.
    Jpp não tem qualquer apoio quer na massa ‘rústica’ da carne assada quer na massa oportunista dos pequenos negócios e muito menos no pequeno meio dos grandes empresários de ‘massa grossa’ que pagam as campanhas e desconfiam sempre, sempre da imprevisibilidade dos intelectuais.
    Caso o rio ou outro saído desta velha linha mais ou menos democrata cavaquista apareça, após a derrocada dos pafiosos, logo jpp se agarrará a ele com mão, dedos, tinta e língua com fartura para zurzir no Costa ou outro que seja adversário.
    Penso eu.

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  3. Caro estatuadesal,
    Pois, jpp como historiador informado e atento ao seu tempo faz uma explanação sobre o passado recente e actualidade presente. E dá algumas explicações causais para fundamentar a actualidade, contudo, no que concerne à existência hoje de um ‘estado islâmico’ e ao facto de durão ir servir o banco mais mafioso do planeta esquece os fundamentos e passa pelos assuntos como gato sobre telhado de zinco quente a escaldar. E percebe-se porquê. Na presente exposição defende a primazia da estabilidade na região assegurada pelos estados laicos e ‘socializantes’ dos ditadores sírio e iraquiano mas antes defendeu a invasão porque se tratavam de países carregados de armas de destruição maciça de tipo nuclear e gás letal.
    E acerca de durão, diz que a sua atitude de hoje lança um novo olhar sobre o seu passado. Ó ironia triste de tal constatação pois, essa mesma atitude de durão lança igualmente novo olhar semelhante sobre o antigo jpp.
    E note-se também que jpp se insurge hoje, e com razão, sobre os pronunciamentos politico-económicos que uns ministros fazem acerca de outros países mas, antes não se insurgiu contra a invasão de outros países para lhes impôr a democracia pelas armas.
    Só um caso de insuportável desespero levaria jpp a candidatar-se a chefiar o PSD. Homens como mst, vpv, jmf, jpp e mais alguns bem aboletados nos media preferem, sobretudo, o poder de influência pela opinião que, num país de leteracia política medíocre, é muito apreciado, citado e recitado ampliando fortemente o opinador mesmo que opine por frete. Ainda assim jpp, foi o que mais deu a cara partidariamente mas, quando quis fazer uma carreira política no interior do partido através da distrital de Lisboa acabou num fracasso completo.
    Jpp não tem apoio na grande massa rústica da carne assada, nem na massa de xico-espertos dos pequenos negócios porque não pactua com oportunismos e muito menos na pequena massa dos empresários da ‘grande massa’ que pagam as campanhas visto que estes desconfiam sempre, sempre da imprevisibilidade dos intelectuais.
    A regra geral, desde sempre, tem sido a de usar os intelectuais como fazedores de opinião dominante para que reis da realeza ou reis da democracia possam dominar mais fácil e obedientemente.
    Penso eu.

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    • E pensa muito bem. Subscrevo o sue comentário na totalidade. Sobre a dica da candidature do JPP a líder do PSD foi uma “maroteira” minha. Você analisou a hipótese com grande gabarito. Um abraço. 🙂

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