Como manter os vassalos felizes

(Daniel Vaz de Carvalho, in Resistir, 23/07/2025)


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Quando Trump diz que os EUA gastaram 350 mil milhões com a Ucrânia e o próximo armamento a fornecer será pago por países da NATO, os vassalos europeus há muito que não se sentiam tão felizes. Tão felizes que não se dão conta que aquele dinheiro mais o da UE/NATO desapareceu numa guerra em que nem sequer foram capazes de obter uma posição minimamente favorável em negociações, tendo como única estratégia mais milhares de milhões para continuar uma guerra perdida num país destroçado.

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O que está por trás das palavras de Trump sobre o dólar fraco?

(Valentin Katasonov, in Resistir, 23/07/2025)


O “avião” do dólar pode entrar em crise e cair no chão a qualquer momento.


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Muitas pessoas dizem que o 47° Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um político bastante excêntrico e imprevisível. Algumas de suas declarações podem ser expressas com uma fórmula bem conhecida:   “A execução, não pode ser perdoada”. E Trump muda constantemente o lugar da vírgula nesta frase.

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E a matança prossegue

(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 22/07/2025, Revisão da Estátua)


Prossegue a matança pelas bombas e pela fome. Ao contrário de genocídios do passado, nomeadamente o dos judeus entre 1942 e 1945 e a sua prequela arménia de 1915-1917, este é documentado diariamente e os seus mandantes e executantes conhecidos.

 Em cada dia que passa, são mortas 30 crianças, correspondendo a uma turma de escola, morre uma centena de adultos, ou seja, dois autocarros e são feridos com gravidade 150 palestinianos, o que equivalerá a um bloco de apartamentos de oito pisos. 

O mais fascinante neste vórtice de horror é o facto de as livrarias estarem cheias de obras de ficção intituladas O Jardineiro de Auschwitz, O Bibliotecário de Auschwitz, A Rapariga de Auschwitz, O Carteiro de Auschwitz, O Bebé de Auschwitz, O Clube de Xadrez de Auschwitz, A Violinista de Auschwitz, O Nadador de Auschwitz,  O Rapaz de Auschwitz, As Gémeas de Auschwitz, A Parteira de Auschwitz et. al. e do genocídio do presente, aquele que pode ser atalhado, não haver um só título.

Depreende-se que será insignificante o valor dado pelos ocidentais àquela gente. A alienação relativamente ao tema e ao processo será passível de muitas interpretações, se bem que as duas mais claras sejam um notório racismo e um servilismo desavergonhado ante os genocidas.

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