A história oculta do ódio à Rússia – Como a Segunda Guerra Mundial moldou as gerações alemãs

(Joseph Praetorius, in Facebook,17/08/2026, Revisão da Estátua)

Civilians amid bombed ruins while soldiers patrol beneath a red hammer-and-sickle flag
Imagem gerada por IA

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Como explicar este ódio ao russo que faz rumar, senão à autodestruição do género humano, pelo menos ao desaparecimento de Berlim, Haia, Bruxelas, Londres e Paris?

Há um pequeno detalhe no fim da Segunda Grande Guerra. As acéfalas megeras alemãs em 30 de Abril – data em que Hitler se teria suicidado – viviam ainda como “mães da raça superior” e, a dois de Maio, acordaram como meretrizes a servirem eslavos, asiáticos e afro-americanos, por um par de meias e umas latas de conservas…

O fenómeno prolongou-se. Embora os preços tenham subido. Os alemães nascidos dez anos antes da guerra, ou dez anos depois, viveram na sombra disso. E ficaram bem marcados. E marcadas.

Estaline fez a única coisa capaz de matizar e contrariar tais traumas. Semeou as ruínas de concertos, récitas e bailado, opondo a tais abismos das existências e das almas as maiores elevações de alma até hoje conhecidas. As marcas de uma e outra coisa, porém, ficaram. A par.

O execrando ar macambúzio do execrando Merz traz disso os estigmas visíveis. Como todos os da sua geração naquela terra é um doente mental.

Merz, como Von der Leyen, estão nesta faixa etária. Merkel também estava e sabe-se como subiu na vida política, porque Kohl o contou. Era a puta a quem ele melhor pagou. (Foi o essencial de quanto disse). Esta gente ficou com a humilhação e a sexualidade infeliz cravada nas almas. 

E a Mossad construiu nesta infelicidade as bases do seu mundo. São as gerações Epstein. E o domínio dos respectivos estados. É o governo da morte. E continuará a sê-lo enquanto não desaparecer.

Trump é um alemão ressentido. A Baviera expulsou do país o avô – um refratário – e o doentio Merz não lhe suscita qualquer simpatia. Merkel também não suscitava. A Alemanha é entidade política a quem ele responderá pelo abandono, ou pela rejeição. Grosseiro e primário, também foi agarrado por Epstein. Pela braguilha, bem entendido.

2 pensamentos sobre “A história oculta do ódio à Rússia – Como a Segunda Guerra Mundial moldou as gerações alemãs

  1. O país que sofreu uma campanha de extermínio por parte da Alemanha nazi poderia ter uma atitude irrepreensível, tratar literalmente os carrascos vencidos a pão de ló que o resultado seria o mesmo.
    Numa serie documental sobre a Segunda Guerra Mundial uma mulher reconhecia com toda a candura, “estávamos furiosos com Hitler. Tinha nos prometido que dominariamos o mundo e agora não tínhamos nada”.
    Mais do que quaisquer sevícias sofridas, o que alemães como Merz, Merkel ou Van der Leyen, bem como milhões de outros lamentam e querem vingar e terem crescido num país que era apenas mais um e não no país que dominaria toda a Europa e boa parte da Ásia via conquista total da União Soviética.
    E claro que também odeiam os Estados Unidos mas não pelas sevícias que sofreram as maos da soldadesca estadounidense que sempre tratou com a maior crueldade povos de regiões subjugadas e com mais impunidade o fez na Alemanha tendo o pretexto dos crimes nazis.
    E porque este pais foi, ainda que a contragosto de muitos que até não lhes desagradava o nazismo, igualmente determinante para a derrocada da Alemanha e o fim do sonho de domínio.
    Mas agora, lembram lhes o traseiro pois contam com eles para finalmente destruir a Rússia e dominar os seus recursos.
    Porque o nazismo não desapareceu com a sua derrota.
    Continuou lá, escondido, deu ulnar de sua graça nas medidas de miserabilizacao lançadas em especial sobre a Grécia e Portugal e teve o seu esplendor nas aleivosias feitas a quem recusou ser cobaia das farmacêuticas.
    E continua agora. Os sonhos de domínio continuam lá.
    E tal como noutros tempos não se importam de destruir milhões de vida em nome desse sonho.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

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