(In Facebook, mural Venezuela en Tiempo Real, 28/03/2026, Trad. Estátua)

Num quadro mundial onde os tambores de guerra não param de tocar, a Espanha acaba de dar um golpe de grande efeito que poucos previramr. Enquanto o Estreito de Ormuz, a artéria vital por onde flui o petróleo do mundo se fecha para as grandes potências, Madrid conseguiu luz verde.
Não é coincidência. O Irão foi claro: enquanto mantém o cadeado para os EUA e seus aliados mais próximos, permite o trânsito para navios com bandeira espanhola. Porquê? Porquê? A resposta é tão simples quanto profunda: a firmeza de uma postura. A Espanha manteve-se do lado da diplomacia, rejeitando a escalada bélica e as intervenções que só prometem mais caos.
Durante anos, disseram-nos que alinhar cegamente com as políticas de confronto de Washington era o único caminho. Hoje, a realidade dita outra sentença. Ao marcar uma distância crítica com a narrativa belicista de figuras como Donald Trump, a Espanha não só protegeu a sua segurança, como ganhou relevância diplomática que hoje se traduz em benefícios tangíveis.
Este “passaporte livre” em Ormuz não é um facto isolado. Faz parte de um design maior:
- Liderança Moral: A Espanha posiciona-se como a ponte necessária num mundo dividido.
- Segurança Energética: Enquanto outros sofrem bloqueios, o comércio espanhol respira.
- Independência Real: Fortalecer os laços com nações-chave como a China e a Argélia demonstra que há vida (e muita prosperidade) além das bases militares estrangeiras.
Este é o início de uma Espanha que finalmente decide o seu próprio destino sem esperar por ordens externas? Estamos testemunhando o sucesso da “via diplomática” contra a força bruta?
A estratégia de Madrid demonstrou que a paz não é apenas um valor ético, mas um instrumento económico e geopolítico de primeiro nível. Enquanto outros ficam encalhados na costa, a Espanha avança.
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Espero que em Julho do próximo ano os espanhóis tenham mais juízo que nos e não apostem num fantoche dos americanos como as sondagens até agora parecem indicar.
Agora Sanchez que redobre a segurança pois que não está livre de um “lobo solitário” que lhe dê o fim que ia tendo Robert Fico.
Esta gente já provou que não recua perante nada.
Viva a coragem porque bem precisamos dela.
O Sanchéz conseguiu embaraçar não só os direitolas espanholitos, como os “grandes líderes” europeus, e ainda o pequeno “hermano” Montepardo Spinumvivas / Casa de Espinho. Até andam mais sossegados, já não falam à boca cheia nos milhares de milhões que vão destinar à NATO e ao Rearm Europe roubando os seus povos, nomeadamente a sociedade civil. O Sanchéz não só disse logo que não ia alinhar com as exigências do hiPOpoTamUS cor-de-laranja, cortando-lhe as vasas, como ainda está a tentar contrariar a inflacção, subsidiando e abatendo impostos à sociedade civil espanhola, nos combustíveis e nos bens essenciais. Cada um tem as suas prioridades, e o Sanchéz não vai com a carneirada direitola… nem alinha com os sionistas e seus crimes de guerra, que controlam o Grande Irmão através de um grande lóbi e dos ficheiros Epstein, e por sua vez o resto dos estados vassalos.
Agora imaginem que “são todos iguais”, e viva na realidade paralela em que a extrema-direita controla tudo, não só Israel, não só os EUA…
Entretanto Pedro Sanchéz anunciou que o espaço aéreo espanhol, além das bases que já tinham sido interditadas, está vedado aos aviões de guerra ecde reabastecimento norte-americanos, porque “a Espanha é um país soberano e não participa em guerras ilegais”.
Vá lá que não “são todos iguais”… que não são todos servis e sabujos direitolas.
Para ir para o terreno e preciso coragem pois que toda a gente sabe que os jornalistas são os alvos prioritários dos assassinos messiânicos.
Claro que a maior parte dos jornalistas ocidentais não a teem.
Podiam era pelo menos dizer isso mesmo, denunciar essa cambada de assassinos e não dizer besteiras.
Há os “jornalistas” que papagueiam os comunicados das IDF ou o que diz o Trump e há os outros que vão para o terreno:
29 de março, no Estreito de Ormuz:
Mais do que irem atrás de um psicopata pedófilo e homicida como Trump o que mais me arrepia nisto tudo e a sobrevivência a Israel.
Esses trastes odeiam nos a todos, este ano os cristãos da Cisjordânia estão a ser impedidos de celebrar cerimónias religiosas, o porco genocida Netanyahu comparou Cristo a Gensis Khan entre outros improperios e esta cambada ainda acusa de antissemita quem não acha nada disso normal.
Ainda há quem defenda Israel com unhas e dentes.
Parecem aqueles cães que quanto mais o dono lhes bate mais o lambem.
Gente sem espinha, sem honra e sem vergonha.
Os ficheiros Epstein não podem explicar tudo.
Cá para mim e medo do arsenal nuclear clandestino de Israel e a certeza que aquela gente tem mesmo uma crueldade de há quatro mil anos e acredita na destruição do mundo como caminho para a sua salvação.
Não se devem esquecer de quando aquele porco gordo do Sharon ameaçou que Israel destruiria o mundo antes de afundar.
Quem permitiu que um bando de assassinos messiânicos que já tinha corrido com os ingleses da Palestina mediante atentados sangrentos tivesse armas nucleares tem muita culpa neste cartório.
Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.
É a Missa da Páscoa, são as luzinhas de Natal… este ano vai ser “sabático”… estas carolas direitolas não páram…