Jeffrey Sachs: O Irão é o cemitério da hegemonia americana

(Jeffrey Sachs, in canal do Youtube de Glenn Diesen, 25/03/2026)


O Prof. Jeffrey Sachs argumenta que Trump está se tornando cada vez mais irracional e que os erros de cálculo na guerra contra o Irão revelam os problemas de uma hegemonia decadente. É ver o vídeo abaixo, em português, no canal do Youtube do Prof. Glenn Diesen.


4 pensamentos sobre “Jeffrey Sachs: O Irão é o cemitério da hegemonia americana

  1. Aqui também há quem não sabuje. Poucos, mas ha.
    Noutros paises europeus há quem tenha perdido até empregos por não se curvar ao nazismo e ao sionismo. Mas esses não teem lugar nos grandes meios que não estão aqui para informar mas para nos enfiar patranha e propaganda pela goela abaixo.
    Alguns já foram corridos por isso mesmo.
    Mas Mark “eutanásia” Rutte e mesmo um sabujo da pior espécie.
    O homem não tem um pingo de humanidade, de vergonha ou decência.
    Pobre da mulher que carregou tal coisa nove meses. Se tivesse feito um aborto não se perdia nada.

  2. A referência ao servilismo sabujo de Mark Rutte (Ri-te) ao Grande Irmão é a cereja no topo do bolo desta excelente entrevista.
    Por oposição às reportagens encomendadas dos canais de informação e dos seus respectivos telejornais nos canais generalistas, nada como ver uma cidadão norte-americano culto, inteligente e que abomina sabujos e lacaios do presidente do seu país. Por cá até se babam para ir ao beija-CUs do hiPOpoTamUS cor-de-laranja…

  3. Do Nilo ao Eufrates, o projecto Grande Israel e assustador. Significa a obliteração total de dois países e a amputação de mais quatro.
    Hoje pode parecer impossível tendo em conta as dificuldades dos trastes em simplesmente chegar ao Litani mas e isso que essa gente quer.
    E se a Europa não entender que, tal como Hitler essa gente tem de ser parada, que não podemos continuar a dar lhes armas nem deixar que as suas empresas as produzam na Europa, não há ICE europeu que detenha a avalanche de refugiados que nos baterão a porta.
    Porque essa gente cruel sabe esperar. E essa gente não permitira que ninguém partilhe o seu espaço vital.
    Tal como há quatro mil anos, segundo o seu mito fundador, teria morto todos os habitantes da terra de Canaã.
    Só restará a fuga e isso será o caos na Europa.
    Se palestinianos ainda permanecer em territórios ocupados e porque ninguém os acolhe em lado nenhum e pelo entranhado amor a terra que faz muita gente preferir aguentar uma crueldade intolerável.
    Uma crueldade bíblica, uma crueldade de há quatro mil anos atrás.
    Mas muitos preferiram a fuga e a diáspora palestiniana e numerosa.
    Na Jordânia até a mulher do rei e palestiniana.
    Mas se todos os países vizinhos forem passados na mão grande e os refugiados se contagem por mais de uma centena de milhão para onde e que acham que eles vão?
    Poucos aceitarão a vida sob crueldade bíblica.
    E este não e o único problema. Ou acordamos para ver onde e que está o verdadeiro perigo ou isto pode mesmo correr ainda pior.
    Porque estamos a lidar com assassinos bíblicos que acreditam ter o direito a vingar se de quem lhes fez mal até a geração 70.
    Sendo que aquela canalha define uma geração como um período de 20 anos essa canalha ainda acha ter muito tempo para se vingar das fogueiras da Inquisição e das conversões forçadas. Mesmo que nenhum de nós lá tenha estado e mesmo que muitos sejam agora estupidamente pro israelitas.
    Tudo por não gostarem da indumentaria das mulheres muçulmanas e de gente que não bebe uma cerveja como os homens a sério.
    Em resumo, era boa ideia obrigar assassinos bíblicos que deliberadamente atacaram escolas e hospitais a desfazer se do seu arsenal nuclear.
    Ou o cogumelo poderá vir de onde menos se espera.
    Mas claro que ninguém terá coragem para fazer isso e se alguém o propuser, disser que essa gente e perigosa, leva com o labeu de antissemita e já tem sorte se puder ir trabalhar no outro dia.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

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