(Carlos Esperança, in Facebook, 03/02/2026)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

O direito internacional e o multilateralismo foram, durante muitos anos, a garantia de um módico de previsibilidade e segurança nas relações internacionais, razão por que a ONU, a mais prestigiada das organizações internacionais, seja agora desprezada por quem pretende sobrepor a força ao direito e resolver pela guerra litígios entre nações.
A força moral da ONU e a capacidade de evitar conflitos estão hoje muito debilitadas por falta de financiamento e desprezo deliberado a que a votam líderes irresponsáveis e autocratas de pendor populista.
A extrema-direita internacional e aventureiros de vários matizes esforçam-se a destruir a sua autoridade e a impedir os seus esforços na defesa da paz. Não tarda que lamentemos a perda de poder e influência que deliberadamente lhe foram retirados.
Em termos simbólicos constituiu desprestígio a presidência que ontem lhe foi imposta, a da primeira-dama dos EUA, Melania Trump. Enquanto escalava o conflito que o marido e Netanyahu levaram ao Irão, Melania presidia à reunião onde se discutiram os impactos das guerras sobre crianças, tecnologia e educação em zonas de conflito. Terrível ironia!
Não se discute a qualificação da primeira-dama dos EUA para representar o país a quem coube a presidência, embora nenhum português imaginasse a D. Gertrudes Tomás em tão elevado cargo, o que podia ter sucedido quando o almirante Tomás era o homem de mão de Salazar, se acaso o regime permitisse então às mulheres serem diplomatas e Portugal a designasse como sua embaixadora.
Melania Trump pode ser uma personalidade com talento e qualificação para o cargo, mas a maioria das pessoas não lhe conhece outra formação fora da Academia Epstein.
É por isso que a sua presidência foi um ultraje à ONU, apesar da presença agradável à vista. Mas o mundo já não é o que era!
Presidiu à sessão, ou cedeu à pressão?
Deve ter sido uma retaliação
O filme da Melania teve má recepção
fiasco panfletário que causou grande melão…
E agravou ainda mais uma fálica recessão*
*(ou recessão do c@%@!#º em bom alemão)
Mandar uma das p*tas de Epstein presidir a uma sessão nas Nações Unidas só mostra o total desprezo que o homem tem pelo mundo.
Um desprezo que todos os presidentes dos Estados Unidos tiveram e que Hugo Chavez definiu bem.
Quando Obama foi eleito o clima era de endeusamento da criatura e aí de quem dissesse o contrário que até de racismo era acusado.
Só houve três excepções a tanto entusiasmo.
o então primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi, que falou num senhor muito bronzeado e acabou acusado justamente de racismo, Vladimir Putin que soltou a frase seca e lapidar “as grandes esperanças sucedem se as grandes desilusões” e foi acusado de frieza e Hugo Chavez que disse logo que não esperava grandes mudanças e apenas pedia “respeito pelo mundo”.
Sabemos hoje que não o teve, desde a promessa de encerrar o campo de concentração de Guantanamo que ainda está aí, aos drones assassinos que faziam as crianças afegãs rezar a pedir dias nublados, a destruição da Libia, ao início da destruição da Síria e a designação da Venezuela como ameaça excepcional a segurança dos Estados Unidos.
Mas tudo isto vinha na capa do respeito por uma tal ordem internacional baseada em regras, direitos humanos, liberdades, essas tretas para enganar pategos.
Agora este cerdo e simplesmente pornográfico, já disse que se esta nas tintas para o direito internacional, as instituições internacionais e que apenas segue o que lhe vai na alma de assassino.
E já disse da ONU o que Maomé não disse do toucinho retirando o seu país de quase todas as organizações.
Por isso mandar a sua p*ta por conta, uma criatura sem quaisquer qualificações, a não ser sexuais, presidir a uma reunião na ONU foi mais uma forma de mostrar o seu desprezo pela organização e as suas instituições.
Aqui mesmo ao lado o bandalho ameaça a Espanha com tudo por ter sido o único pais da União Europeia cujo Governo recusou ceder o seu território para uma grosseira violação do direito internacional e um crime hediondo.
O nosso Governo, tão solidário com Espanha na questão catala não tem agora nada a dizer.
Já agora meus bandalhos, onde está a solidariedade, o respeito pela soberania dos países que justificaram o nosso apoio cego ao nazismo ucraniano?
Não se podia bombardear o povo ucraniano para o libertar do nazismo mas podesse agora destruir o Irão para o libertar da república islâmica dando lhe a liberdade de uma nova monarquia absoluta?
Mais uma vez se prova que a solidariedade desta gente também tem cor. “Estão a matar as crianças de olhos azuis”, lamentava um jornalista no início da intervenção russa.
Certamente nenhuma das meninas mortas na escola em Minaj tinha olhos azuis.
Alguém devia ter mesmo conseguido dar um tiro naquela abóbora.
Vao ver se o mar da um cardume de tubarões brancos cheios de larica.
Susan Sarandon, uma mulher a sério, a ilustrar bem a diferença entre uma mulher e uma Barbie! Linda por fora e linda por dentro, o que é que se pode pedir mais?
https://youtu.be/nXVCx4RF1n4?si=uL1efw8jv8cByYm8
Excelente comentário. Mas eu gostava de conhecer as tarifas do passado e ninguém fala disso!
Quais tarifas?
A ONU está acabada, pois vai ser impossível eleger um novo secretário-geral.