Presidentes pedófilos e os arquivos de Epstein

(A l e x a n d r e D u g i n, in Substack, 02/02/2026, Trad. Estátua)

Alexander Dugin sobre a implosão da legitimidade ocidental e a tempestade geopolítica que se aproxima.


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A publicação de três milhões de arquivos de Epstein é um evento fundamental de tal magnitude que provoca genuína perplexidade: por que razão os meios de comunicação nacionais não lhe dão a atenção merecida? Este é um evento real — por assim dizer, um “cisne negro” – previsto, mas ainda assim chocante -, ou aquilo que a análise política designa como “divisor de águas”, uma transformação das condições do jogo.

Vamos por partes. Primeiro, a publicação dos arquivos de Epstein foi um dos elementos-chave da campanha eleitoral de Trump. Ele prometeu divulgá-los para expor uma rede de pedofilia dentro da liderança dos Estados Unidos, implicada em crimes hediondos. Até certo momento, o assunto da ilha de Epstein — com as suas orgias monstruosas, missas satânicas, abuso de menores, canibalismo e experimentação humana — pertencia apenas a círculos conspiratórios. Era tratado com leviandade, como uma teoria da conspiração, mas com o passar do tempo ficou claro que a questão era muito mais séria.

Em determinado momento, o conjunto de provas tornou-se tão substancial que o próprio Jeffrey Epstein foi preso, juntamente com a sua sócia mais próxima, Ghislaine Maxwell — filha de um dos chefes da Mossad nos Estados Unidos. O facto de Epstein supostamente ter cometido suicídio na sua cela da prisão em circunstâncias obscuras (embora haja uma forte probabilidade de que ele tenha sido eliminado) apenas intensificou as suspeitas.

Ficou claro que círculos extremamente influentes — que haviam estabelecido controlo não apenas sobre os Estados Unidos, mas também sobre as elites globais — foram atraídos para a sua rede obscura de total degeneração, povoada por maníacos, assassinos, violadores e espiões.

A princípio, apenas teóricos da conspiração faziam tais alegações; depois, os eleitores de Trump juntaram-se a eles, acreditando que, com sua ascensão ao poder, toda a verdade viria à tona. Contudo, no ano passado, após a publicação de uma pequena parte do dossiê que praticamente não continha nada, a deceção surgiu. O Departamento de Justiça dos EUA tentou satisfazer os apoiantes de Trump com uma versão “falsa”. Quando todos declararam isso insuficiente, Trump passou para a próxima etapa: começou a afirmar que o dossiê Epstein não existia, prometeu clemência para Ghislaine Maxwell e, na prática, tentou enterrar o caso.

Isso mesmo desencadeou uma divisão entre os apoiantes do movimento MAGA. A partir desse momento, começou o declínio de Trump, que agora se encontra no ponto mais baixo de seu segundo mandato presidencial. Grande parte das razões desse declínio está ligada precisamente à sua posição sobre o dossiê Epstein (que Trump acabou alegando ter sido “inventado pelos democratas”). Surgiram acusações de que o próprio Trump teria participado em orgias na ilha e, portanto, estaria a retardar o processo de publicação.

Finalmente, apesar das vergonhosas manobras políticas que se realizaram em torno desses documentos, os arquivos foram libertados. Em grande medida, figuras como Thomas Massie e Ro Khanna apoiaram essa decisão, insistindo que o caso não deveria ser suprimido.

A publicação tornou-se uma verdadeira bomba. O Departamento de Justiça, sob a liderança de Pamela Bondi, nomeada por Trump, divulgou durante várias horas um fragmento do dossiê contendo depoimentos sobre a participação pessoal de Trump nessas orgias com pedófilos e a intimidação das vítimas pela sua equipe de segurança. Fotografias de Melania Trump abraçada a Epstein foram tornadas públicas, implicando-a numa rede de tráfico envolvendo mulheres e crianças que foram abusadas e assassinadas. Embora os documentos referentes a Trump tenham sido removidos após algumas horas, os três milhões de arquivos restantes permaneceram online (possivelmente apenas uma parte deles).

Só isso já basta para entender que não apenas Trump, mas também Elon Musk, assim como muitos representantes do Partido Republicano e até mesmo membros de famílias reais europeias, que faziam parte desse sistema. Toda a elite ocidental foi desacreditada. Epstein funcionava como uma espécie de “departamento de pessoal” para um governo mundial. Candidatos ao poder global passavam por certos rituais e crimes ali — incluindo abuso de menores, assassinato e canibalismo —, tudo registrado em vídeo para posterior controlo.

O mundo ocidental entrou em colapso. Nenhum líder político ocidental, seja nos Estados Unidos ou na União Europeia, mantém qualquer autoridade moral. É uma revelação: praticamente todo o Ocidente global apresenta-se como uma organização satânica pedófila. É o fim de qualquer pretensão de liderança.

Agora, qualquer pessoa que faça acordos com um político ocidental precisa de entender que pode estar sentada ao lado de um maníaco e assassino (e muitos intelectuais, especialistas, cientistas e outras figuras proeminentes do Ocidente — tanto da esquerda quanto da direita — estão implicados nessa rede de pedofilia). Este é o Ocidente. Portanto, após a publicação dessas evidências, ou a humanidade destrói esse sistema, essa seita totalitária monstruosa, ou o Ocidente destruirá a humanidade transformando o planeta inteiro em algo semelhante à ilha de Epstein, que já se tornou um símbolo do Ocidente moderno como um todo.

O segundo ponto fundamental e igualmente chocante é o papel preponderante dos serviços de inteligência israelitas no esquema de Epstein. Os documentos mostram que Epstein era um representante do racismo sionista, zombando arrogantemente dos “goyim” (não judeus percebidos como “subumanos”) que participavam nas suas orgias. Perante os acontecimentos recentes em Gaza, o sionismo perdeu, mais uma vez, qualquer legitimidade moral.

Durante décadas após os horrores do Holocausto nazi, o mundo simpatizou com o povo judeu. No entanto, a humanidade está agora chocada com a forma como esse culto de reverência à memória do sofrimento judaico foi usado pelo Estado de Israel e por uma rede sionista global para construir um sistema de chantagem e governação à escala mundial. Ao racismo dos nazis, os sionistas responderam com a mesma superioridade racial em relação a toda a humanidade (mais visivelmente na Palestina). Isso é uma verdadeira explosão — um choque para a sociedade americana.

As diversas forças políticas começarão agora a manipular estes dados. Democratas que não foram afetados pelo dossiê Epstein tentarão usá-lo contra Trump. Talvez até mesmo alguns ativistas republicanos do MAGA tentem destituir Trump, entendendo que um pedófilo idoso não pode liderar a América rumo à grandeza, nem servir como um qualquer símbolo de autoridade moral. Os democratas podem sacrificar Bill Gates, Barack Obama, o casal Clinton, conhecido pelas suas práticas desviantes, e muitos outros representantes das suas próprias fileiras que estiveram envolvidos nas orgias de Epstein, ainda que apenas com o fito de derrubar Trump.

O facto de materiais que desacreditam Trump terem aparecido no site do seu próprio departamento é considerado por muitos como obra da Mossad, numa tentativa de pressionar Trump a atacar diretamente o Irão — algo que ele até agora se absteve de fazer. Mas isso são detalhes. Em termos globais, trata-se do fracasso total do Ocidente, que se transformou num braço do lobby pedófilo.

Repito: neste contexto, é muito estranho que a nossa comunicação social permaneça em silêncio, mesmo não havendo qualquer “vestígio russo” nessas publicações (além de algumas figuras insignificantes, incluindo prostitutas, bem como declarações russofóbicas de alguns indivíduos no dossiê). Dá a impressão de que alguém deu instruções para não causar problemas.

No entanto, tudo isso parece absolutamente insignificante em comparação com a dimensão do abismo que se abriu — comparável em magnitude aos crimes revelados nos julgamentos de Nuremberga contra criminosos de guerra nazis.

A única diferença é que, para condenar os criminosos de hoje, a humanidade teria que, na prática, conquistar o Ocidente coletivo. Esses pervertidos jamais se arrependerão. Prefeririam recorrer a uma provocação global, a uma guerra nuclear ou, no mínimo, a uma explosão no Capitólio, uma operação de falsa bandeira, para ocultar as provas.

Na prática, este é o fim do Ocidente. Ao publicar os arquivos de Epstein, esta civilização assinou a sua própria sentença de morte. Contudo, se nós — toda a humanidade sã — não derrotarmos agora essa elite satânica, ela continuará a governar-nos.

Fonte aqui.


16 pensamentos sobre “Presidentes pedófilos e os arquivos de Epstein

  1. No meu caso concreto podem ter a certeza que as vítimas ocupam tanto os meus pensamentos como ate os meus pesadelos, os maiores inimigos de um sono descansado.
    E também por isso que vou escrevendo por aqui. Escrever exorciza muita coisa.
    Assim pudessem todas as vítimas encontrar um pouco de paz e ser vingadas.
    Porque há aí muito carrasco a merecer cadeia.

  2. Estamos a chafurdar no pântano do sionismo-satânico, albergue dos maiores e mais famosos que se reuniam na ilha dos sangrentos prazeres hodiosos, certo?
    Mas então e as vítimas inocentes? Que é feito delas? Quem são? Onde param? Não merecem uma reparação condigna? Sequer um ínfima palavra de ternura? Um ténue apoio? Porquê? Porquê só há holofotes para a corja imunda de onde escorre o infecto muco mais asqueroso?
    Não basta apeá-los dos seus altares construídos sobre o sofrimento alheio. Não basta aplicar o devido tratamento a quem se entregou a tais atrocidades continuadas, se é que tal alguma vez acontecerá.
    Temos sim de resgatar as vítimas, acolhê-las, compensá-las, tratar as suas profundas feridas. O facto de não haver uma única palavra sobre isso, mostra bem as qualidades da sociedade que temos formado. A redenção já deixou de ser possível.

  3. O terrorismo que é muito antigo começou a ser teorisado por Mao Tse Tung e também por Cuevara. Tem sido utilizado por grupos, estados, etc. Todos aqueles que se encontram sitiados (inclua-se Palestinianos) tem o direito de utilizá-lo contra os sitiantes. Faz parte da doutrina da Mao. O sitiado não tem a possibilidade do sitiante para acabar com a situação. A ação do Hamas foi uma sortida. O sitiante pode parar quando quiser. Quem no começo do seu discurso fala em dois lados mente na sua análise.

  4. Eles estarem a defenderem os nossos valores da civilização judaico-cristã e a demo-cracia.
    Estas carolas direitolas não páram… e o escravo que se diz alforriado só não andou lá porque ainda não passa de um escravo.
    Mas havia alguma dúvida que existe um culto perverso de morte que reúne muitos actores e actrizes da Nova Ordem Mundial? Um culto a Baal, a Moloch (Molek)? A seita KLM? Sacrifício de crianças, escravatura e abuso sexual, tortura, controlo mental? Quantas vezes falei dela aqui? Que é apenas um braço, ou tentáculo, da dimensão real do problema.
    E Trampas está metido nisso até à ponta dos cabelos. Veremos até onde vai a hipocrisia de quem o apoia.

    • Círculos secretos, agendas obscuras, sementes plantadas, golpadas orquestradas, manobras de distracção, operetas negras… da próxima vez que elogiarem a Mossad, o MI6 e a CIA, não se esqueçam do que fazem e do que são capazes. Para certos sectos insidiosos e gananciosos, não há limites para a desonra e a maldade, e a podridão é imensa, contagiante, pior que o vírus do Ébola ou da Covid, e infecta e contamina e corrompe tudo, a lente, o espírito eca carne.

      • *a mente, o espírito e a carne

        A Maçonaria está infiltrada por esta gente, que por sua vez apregoa e incute o “Atlantismo Iluminado”, que bajula a América do Destino Manifesto e da Nova Ordem Mundial (“baseadavem regras”), braço ocidental do Sionismo para o qual trabalhavam Epstein, Maxwell e muitos outros, sob comando da Mossad, que deste modo corrompia e chantageava quem caía no logro de se envolver com esta gente, e a luxúria e a depravação que facilitavam e forneciam. Ilusões de autoridade e poder, controlo mental e físico de chefes de estado, famílias reais e altos representantes políticos (embaixadores, ministros, etc), passando a controlar não só os abusados, como também os abusadores.
        O povo tem a expressão: “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”. Pena que na comunicação social de massas só se lembrem dela quando é para zurzir e humilhar a arraia miúda. Porque “a autoridade”, “coiso e tal”…

  5. Este artigo de Dugin revela grande capacidade analítica, disciplina de espírito para o enquadramento político e sociólogo rigoroso dos factos.
    Whale Projet, que me rotulou de fascista, também comenta com rigor e analogias aceitáveis. Uma vez que falou em Fidel de Castro, lembro que Rafael Garcia Marques contou que ele ficou apavorado quando da entrada em Havana com aqueles que, facilmente, saltavam para cima do caixote para acusar, sentenciar, etc. Há para aí muito fascistóde encoberto.
    Quanto ao sr. Alforriado que me rotulou de comunista, considerando que se trata daquilo que é comum e que o comunismo é tão velho como o mundo, é possível que haja qualquer coisa daí. No entanto existem muitas condições para abraçar a causa. Fico-me pelo seguinte: a minha ideologia ( se é que a tenho) curva-se perante a hierarquia e a liberdade perante a autoridade.
    Cuevara foi herói e morreu novo como compete e Fidel um grande líder que consolidou e legitimou a autoridade. As novas mãos que receberam a autoridade eram bem melhores que as anteriores. Um patriota que defendeu a sua Pátria contra bandidos poderosos.

    • Consta que a ilha do Epstein era frequentada por altas autoridades… nem por isso isso abona a favor da tal ilha, ou das próprias autoridades. Autoridades da treta
      Cuja moral de sarjeta
      Só um patego aceita
      E o mal anda à espreita.
      Dedico-lhe esta quadra, por ter uma costel(et)a comunista e as restantes CUmunistas.

  6. Muito do que esta nos ficheiros de Epstein fazem “os 120 dias de Sodoma”, a obra maldita do Marquês de Sade parecer um livro para toda a família.
    Noutros tempos condutas desviantes não eram punidas com demissão ou simples perda de títulos. Quando tinha o azar de ser apanhado pois que as elites eram praticamente impunes e isso permitia muita coisa.
    Mas Sade caiu na asneira de escrever o que realmente lhe ia na alma pelo que foi apanhado e sofreu destino muito pior.
    Não estou a dizer que os que participaram em orgias de fazer uma pessoa que ainda se preza de ser normal vomitar as tripas devia ser tratada com a crueldade com que foi tratado o Marques de Sade que por ser acusado de chicotear criadas acabou enfiado num manicómio onde foi torturado durante quase duas décadas até a morte.
    Mas que muitos mereciam acabar os dias na cadeia, isso de certeza.
    Sade deu o nome ao prazer na crueldade mas também ele sofreu crueldade extrema por parte de uma sociedade que era toda ela cruel.
    Mas na segunda metade do Século XIX e no Século XXI dizíamos que as nossas elites eram modernas, esclarecidas, iluminadas, solidárias, em resumo, muito melhor que isto.
    Acreditávamos numa “aldeia global” em que seriamos todos vizinhos uns dos outros e sabíamos o que eles andavam a fazer.
    Não sabiamos porra nenhuma.
    Agora cabe perguntar quantas das crianças que nos anos 80 e 90 desapareceram na Europa não acabaram na Ilha de Epstein ou outros antros semelhantes.
    Cabe perguntar quantas ilhas dessas haverá.
    Cabe perguntar quantas crianças estão ainda a esta hora a ser violadas, torturada e mortas.
    Epstein chegou a dizer que a morte de Fidel Castro lhe tinha aberto muitas possibilidades. Sabemos agora a que possibilidades se referia.
    A verdade e que os ficheiros Epstein explicam muita coisa.
    Explica porque e que as nossas elites continuam a achar normal que se ataquem países para sacar recursos não importa quantos morram, tal como no tempo de Sade.
    Explica porque querem fazer os direitos dos trabalhadores regredirem ao tempo de Sade com a treta que isso e liberdade e modernidade.
    Explica porque assistiram de camarote a um genocídio.
    Explica porque Trump diz a cara podre que quer voltar a mergulhar o Irão numa monarquia absoluta sob o comando de um demente e ninguém se indigna.
    Explica a crueldade dos anos da troika.
    Explica a nossa transformação em cobaias com resultados terríveis para muitos.
    Explica porque e que um ministro disse a gente que ficou sem casa que usem o ordenado de Janeiro para reconstruir dado que e suposto esperarem até ao fim de Fevereiro por uns apoios que ninguém sabe bem quais são.
    E porque a diferença entre as nossas elites e as do tempo de Sade e apenas tecnológica.
    E e também o acesso a tecnologia que faz a plebe que somos nós viver melhor e viver mais tempo que na Idade Média ou no tempo de Sade.
    Mas a mentalidade dessa gente não mudou e e por isso que comeram barbaridades e e também por isso que nenhum vai para onde merece, a cadeia.
    Não são só os sionistas que desprezam todos os outros povos.
    Para as nossas elites também não valemos uma casca de alho e por isso crianças acabaram na Ilha de Epstein.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  7. A sanita entupida, que tem sido o Ocidente das últimas décadas, acabou por rebentar mas parece que ninguém quer saber, vá lá alguém explicar isto… George Galloway, como já é hábito, foi dos poucos a queixar-se do cheiro:

  8. Diz Dugin:
    “Os documentos mostram que Epstein era um representante do racismo sionista, zombando arrogantemente dos “goyim” (não judeus percebidos como “subumanos”) que participavam nas suas orgias.”

    Deixando de lado o facto de que, agora tudo é passível de ser racismo, tal como é tudo anti-semitismo, mesmo quando se trata de anti-sionismo, ou simplesmente de crítica a Israel, sendo crimes em muitas jurisdições.

    Duas modas, uma querida à esquerda ‘comentadeira’ de sofá, a outra a tudo o que é sionista puro e duro.

    Já o racismo contra os ‘goym’, leva-me a perguntar, se posso e devo incluir, o genro do Trump, Jared Kushner, já que está casado com uma ‘goym’.

    Sobre a questão do casamento de judeus, cito daqui:
    https://culturahebraica.blogspot.com/2019/12/judeus-podem-se-casar-com-nao-judeus.html

    “A fonte primária sobre a qual se baseia a proibição de um judeu casar-se com não-judeu encontra-se na Torá (Devarim 7:3): “Não casarás com eles (os não-judeus, sobre quem a Torá fala nos versículos anteriores), não darás tua filha ao filho deles e não tomarás a filha deles para teu filho.”
    Tem mais e é de ler, porque nem só de Torá (Torah), vive um judeu.

    Deixando de lado este assunto de lana-caprina, vamos ao link para um vídeo de Jacob Cohen e a sua explicação do que é ser ‘sayanim’ (plural) ‘sayan’ (singular).

    • E os cartazes do CU, não os vais colocar? Ah pois não, com este temporal, é para apostar tudo na blogosfera… os cartazes que vão os escravos que ainda não foram alforriados arranjar. Tudo pelo CU, nada contra o CU…

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