(Bruno Amaral de Carvalho, in Facebook, 21/01/2026)

Os Estados Unidos precisam de garantir pela força aquilo que já não conseguem por outros meios e sabem que, eventualmente, este é o último momento na história em que ainda são superiores militarmente a todos os outros países.
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O primeiro-ministro canadiano tratou de assinar acordos com a China e o Catar e fez um discurso em Davos que, a ser feito por qualquer um de nós há poucos anos, levaria o carimbo de marxista. Ontem, Mark Carney anunciou que o mundo baseado em regras acabou e fez mea culpa assumindo algo que muitos de nós vínhamos denunciando desde sempre.
Em primeiro lugar, que a história da ordem internacional baseada em regras “era parcialmente falsa” e que os mais fortes se “isentariam quando lhes fosse conveniente”, que as regras comerciais eram aplicadas “de forma assimétrica” e que o direito internacional “era aplicado com rigor variável, dependendo da identidade do acusado ou da vítima”.
No mesmo dia, o primeiro-ministro belga citou o líder comunista italiano Antonio Gramsci com a mesma frase que o Professor António Avelãs Nunes cunhou o título do seu livro: “O mundo velho está a morrer, o novo ainda não nasceu. Este é o tempo dos monstros”.
O facto é que depois de múltiplas sanções, invasões, ocupações e um genocídio contra países terceiros só agora é que os líderes europeus parecem despertar. Não porque estejam preocupados com o mundo mas porque está em causa a sua própria sobrevivência. A União Europeia e os seus aliados regionais são vítimas das políticas de subordinação aos Estados Unidos e da relação supremacista com as antigas colónias.
Sejamos sinceros, os líderes europeus estão como aquele adolescente conhecido por fazer bullying aos colegas, sempre protegido pelo seu amigo mais alto e mais forte, e que agora se vê abandonado no recreio da escola sem qualquer proteção em frente às suas vítimas.
Os Estados Unidos precisam de garantir pela força aquilo que já não conseguem por outros meios e sabem que, eventualmente, este é o último momento na história em que ainda são superiores militarmente a todos os outros países.
Por isso, neste prelúdio de um mundo em guerra, os povos europeus têm de fazer escolhas. Uma delas é lutar pela sua soberania e romper com o escolho que representa a União Europeia, um instrumento ao serviço de potências como a Alemanha e a França em detrimento de países como Portugal. Outra é estabelecer relações de igualdade e respeito mútuo entre países e procurar promover um mundo onde prevaleçam as regras e não a lei do mais forte.
Naturalmente, nada disto faz sentido sem governos que trabalhem para o bem-estar dos seus povos como um todo e não para alimentar as riquezas de elites que estão subordinadas a interesses externos. A guerra que nos espreita hoje é a mesma a que alguns fecharam os olhos quando acontecia noutras regiões do planeta. O general prussiano Carl von Clausewitz escreveu a frase que é ensinada em todas as escolas militares: “A guerra é a continuação da política por outros meios”.
Nesta hora dos monstros, recordo que há muito que o Ocidente mergulhou o mundo na guerra e que muitas vezes rejeitámos os refugiados dos conflitos e das crises alimentares que o próprio Ocidente criou. Enquanto jornalista, assisti a todo o tipo de massacres que insistentemente tentaram ocultar porque eram obra daqueles que os nossos líderes financiam e apoiam. Por causa disso, prenderam e assassinaram jornalistas. Para que não pudéssemos ver o que acontecia em Gaza, assassinaram duas centenas de repórteres.
No Donbass ou no Líbano, as bombas tinham o carimbo das empresas norte-americanas e europeias. Eu vi-as, ninguém me contou. Debaixo delas morreu muita gente inocente. É este o destino que queremos para a Europa?
No outro tempo e que era bom, já sabemos.
Se não gostas de democracia tens bom remédio. Há muitas ditaduras que até são muito amigas dos States pelo que não corres o risco de morrer bombardeado.
Podes ir para a Tailândia, para a Malasia ou para a Arábia Saudita, por exemplo.
Se não gostas de gente de olhos em bico ou não podes passar sem álcool, tens a Argentina, que vai no bom caminho.
Aqui e que não fazes falta nenhuma como não faz falta o escravo que se diz alforriado.
Vão ver se o mar da tubarão branco faminto.
Dos dois estados da Nação
O degundo foi o Estado Novo
O de agora é do povo
Assim diz a Constituição.
Com minúscula designado
É único na nossa história
Soberano sem honra e glória
Por político rasca apoucado.
É um soberano esquesito
Para político pulha e ladrão
Em vez de por na prisão
Limita-se a fazer manguito.
Com bizarro comportamento
Com cleptomania bipolar
Rouba e deixa-se roubar
Através do seu orçamento.
Completamente marado
Aos súbditos extorque dinheiro
Que dá ao guloso banqueiro
A quem vai pedir emprestado.
Que grandes de democratas!!!
E o que e liberdade e não ter três para pategos como tu? Voltar ao orgulhosamente sos do tempo do Salazar? Só poder sair daqui “a salto” e levar com a trela dos patrões franceses e alemães nas obras e nas fábricas, fazendo os piores trabalhos?
Isso quando se tinha a sorte de emigrar.
A sorte de não acabar morto no caminho por um tiro de um GNR ou de um Guardia Civil espanhol.
Já que gostas tanto de histórias. Há anos, numa Repartição pública, um homem grande, na casa dos 60 anos, queria tirar o número de contribuinte português, que nunca tinha tirado.
Quando lhe pediram um documento de identificação sacou de um bilhete de identidade sueco e disse, num ódio acumulado há muitos anos “tenho este graças ao Salazar”. Tinha nascido em 1940, em Pampilhosa da Serra.
E a isso que queres voltar vil escravo?
Proveito te faça.
Vocês da direita e que não pensam peja cabeça .
Não sabem o que e solidariedade, humanidade, empatia.
Querem viver sob o jugo de um qualquer homem providencial e não teem vergonha nenhuma no focinho.
Tu decididamente não tens nenhuma. Passas aqui os dias a insultar uns e outros. Não te cansas?
Vai colar cartazes do CU e desampara a loja.
Escravo que se diz alforriado, por mim o Costa já foi tarde tal como para muita gente que se sentiu apunhalada pela criatura.
E vocês fascistas não querem o fim da União Europeia por nada de bom.
Mas para que os países fiquem isolados, as populações desesperadas e mais prontas a aceitar “salvadores”.
Lamento que a União Europeia se tenha transformado nessa coisa pouco democrática e sem nenhum respeito pela vida dos seus cidadãos.
Mas também sei que não é por respeito nenhum pela vida e a dignidade humana que vocês não gostam dela.
Vocês sempre tiveram medo de um bloco que fosse capaz de dizer não aos vossos deuses do outro lado do mar.
E sabem que paises isolados são ainda mais permeáveis a doutrinas nefastas e gente nefasta como o teu CU.
E nem saber que a União Europeia se tornou um bloco de estados vassalos nos descansou.
Por mim a União Europeia precisa de um banho de democracia, de respeito pela vida humana e deixar de se racismo contra a Rússia e até contra os povos do Sul como se viu nos anos da troika.
Mas ninguém precisa de voltar a ter de ter um passaporte para ir ali ao lado a Espanha e enfrentar filas intermináveis em controles de fronteira só porque a gasolina e mais barata do outro lado.
Vai ver se o mar da choco que os homens do tempo não dão chuva para hoje.
“…Lamento que a União Europeia se tenha transformado nessa coisa pouco democrática …”
Quando é que a UE foi democrática?
Quando é que os seus decisores foram escolhidos em eleições, eleições como aquela que há-de escolher o PR, se escolher bem é a eleição burguesa mas, serve por enquanto, enquanto o Partido não toma o Viagra, ou eleições falcatruadas se escolher mal, não é assim?
É. K7!
“… se tenha transformado…” LOL rir até mais não.
Foram e hão-de ser cooptados entre o bando de mafiosos que são governantes de cada país.
Agrada-te o artigo 8º da CRP.
De joelhos e a rezar.
Não queres ser dono do teu destino, por isso és de esquerda. Que te faça bom proveito a coleira e a trela, com que és manietado.
O de pé ó vitimas … nunca foi para ti.
Escreve o patego que trabalha e se humilha para beijar o cu ao CU, que é “bom aluno” do bom aluno da troika e da Comissão Europeia, Passos Coelho.
Se queres ser um idiota (in)útil, sê um artolas direitolas, e despoja os teus semelhantes em prol do grande capital, que como recompensa ainda há-de vir-te aos bolsos para uma qualquer intervenção de resgate ou reestruturação de uma antiga privatização. Despesas públicas, lucros privados… e ainda choram por causa das SMS da Protecção Civil… és pouco patego, és.
A estupidez e a hipocrisia do Ocidente atingiram um nível obsceno, pode resumir-se assim a conversa entre Jeffrey Sachs e George Galloway, dois adultos na sala. Sachs fala sempre bem, mas esta é capaz de ser mesmo a mãe de todas as suas entrevistas:
“… os povos europeus têm de fazer escolhas. Uma delas é lutar pela sua soberania e romper com o escolho que representa a União Europeia, um instrumento ao serviço de potências como a Alemanha e a França em detrimento de países como Portugal … ”
Fim da USE (união soviética europeia), concordo.
Como intercalo o adjectivo “soviética”, por causa da semelhança entre a Comissão Europeia mais o seu “presidente”, ‘compagnon de route’ da esquerda portuguesa, por quem aqui se chorou baba e ranho, quando ele se escapuliu em busca do Eldorado, abandonando os que deixaram de fazer greves, porque agora eram Poder, com o Soviete Supremo da URSS, a pequena orca-vermelha latiu logo.
Os cães ladram e a caravana avança, mais depressa do que o jornalista talvez pense, a UE dá o traque.
Dá o traque, mas a dívida fica para pagar, mas não vai ser como foi, com o fim da URSS, que a Rússia assumiu as dívidas da URSS e perdoou as dívidas à URSS.
Por isso é que é importante, eleger gente que pense em Portugal primeiro e não ‘apparatchiks’ abençoados por Davos, Bilderberg, Maçonaria ou as cabeças ‘pensantes’, de uma ‘intelligentsia’ bacoca, que se acha detentora por direito divino da verdade.
Já te contaram a história do primeiro-ministro que vendia banha da jibóia, que tinha vários ministros que vendiam banha de anaconda, e tinha um rival, também ele da “escola passista da vida”, que vendia banha da Surucucu? E que era conhecido por ser o CU (candidato único), que ao mesmo tempo era candidato a presidente da república e era rival do Seguro, e já tinha aparecido em todos os cartazes nas eleições autárquicas, espalhados por centenas de autarquias, ao lado dos candidatos locais, por esse país afora?
Se há candidato que pode agradar a toda a gente seja na União Europeia, seja em Davos, ou no Bilderberg, na Maçonaria e até na Opus Dei é o CU. A abundância de parangonas, cartazes e operações de charme e de marketing é suficiente para aferir todo o suporte de que goza. Ainda por cima é dos que vai ao beija-cu ao Trump.
E ceder aos monstros nunca foi boa ideia. Mas parece que e o que a Rússia se prepara para fazer. Os nazis vão ter uma trégua para tomar fôlego e voltar a atacar porque essa gente nunca desiste.