(Vitórias da Revolução Cubana, in Facebook, 12/12/2025, Revisão da Estátua)

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Há uma dor que se arrasta pelas ruas dos Estados Unidos, uma dor discreta, mas absoluta, que se espalha como vento frio entre viadutos, avenidas largas e estações de metrô. É uma dor que não aparece nos filmes, que não vira discurso de campanha, que não rende manchetes heroicas. É o sofrimento quotidiano dos pobres, uma multidão silenciosa, invisível e esquecida, que carrega o peso de viver num país onde o sucesso é um mito vendido como destino universal, mas a miséria é uma realidade tão comum quanto o concreto que cobre as calçadas.
Nas grandes cidades, onde edifícios gigantescos tocam o céu, as pessoas tocam o chão duro com o rosto. Ali, homens e mulheres embrulhados em cobertores rasgados enfrentam noites de inverno que mordem a pele como lâminas. O vento atravessa as frestas das barracas improvisadas, como se até a própria natureza conspirasse contra quem nada tem. A chuva molha colchões sujos, sacolas improvisadas, fotos antigas que sobrevivem como tesouros de uma vida que já não existe. Cada gota que cai lembra que, nos EUA, até o céu parece indiferente aos desamparados.
A poesia da dor está naquilo que ninguém quer ver: olhos que ainda brilham, apesar de tudo; mãos que seguram papelões como se fossem muros frágeis contra a brutalidade do mundo; passos curtos, que procuram um canto seguro, onde a polícia não vá expulsá-los. E, mesmo assim, levantam-se todos os dias, com a coragem de quem tenta sobreviver sem ter o direito ao básico: nem casa, nem alimento regular, nem mesmo saúde pública.
Porque ali, saúde não é cuidado: é mercadoria. O hospital não é abrigo: é dívida. A doença não é um acidente: é um risco financeiro. Um simples antibiótico pode custar o salário inteiro de uma pessoa pobre. Uma ambulância custa mais do que muitos ganham numa semana. E um internamento, para quem vive na rua, pode significar perder o pouco que possui: roupas, documentos, lembranças. A crueldade do sistema transforma o sofrimento físico em tortura económica.
Nas esquinas, famílias inteiras seguram cartazes pedindo ajuda. Crianças aprendem desde cedo a linguagem dura da sobrevivência. Jovens, expulsos do mercado de trabalho, vagueiam sem perspetivas. Veteranos de guerra, aqueles mesmos que o país aplaudiu em tempos de combate, voltam para casa e descobrem que não há lugar para eles na paz. Muitos dormem debaixo de pontes, sem tratamento, sem apoio psicológico, sem nada. A pátria que os enviou para a frente de batalha não lhes garante sequer um colchão seco.
E, ainda assim, a narrativa oficial fala em prosperidade. Fala em liberdade. Fala em oportunidades. Mas a liberdade que não protege os fracos é apenas uma palavra bonita colocada sobre uma ferida aberta. Oportunidade que não alcança os pobres é só promessa vazia. Prosperidade que convive com milhões de famílias morando em carros, em barracas, em abrigos sobrelotados… isso não é progresso. É abandono.
Enquanto isso, do outro lado do Caribe, Cuba, mesmo pequena, mesmo bloqueada, mesmo enfrentando dificuldades históricas, escolheu um caminho diferente. Lá, nenhum ser humano é deixado na rua por falta de Estado. Lá, saúde não é mercadoria: é um direito. Lá, o médico não pergunta pela sua conta bancária antes de lhe tocar no pulso. Lá, o sofrimento não é visto como falha individual, mas como responsabilidade coletiva.
Cuba não é perfeita, nenhum país o é. Mas há uma diferença moral insuperável entre um sistema que transforma a pobreza em culpa e outro que transforma a dignidade em política de Estado.
Nos EUA, a miséria é um subproduto natural do funcionamento do sistema. Em Cuba, a pobreza existe, mas é combatida com solidariedade, com educação universal, com saúde gratuita, com políticas que reconhecem o ser humano antes do capital.
E é nesse contraste que reside a verdade: a grandeza de um país não está no tamanho da sua economia, mas na forma como trata os seus filhos mais vulneráveis. Nos Estados Unidos, os pobres são invisíveis. Em Cuba, eles são cidadãos.
Quando cai na asneira de dar as vacinas da Pfizer não tinha a ideia de estarmos a ser cobaias de uma tecnologia até ai experimentada com resultados miseráveis em doentes terminais com cancro, gente que de qualquer forma morreria num prazo curto.
A ideia que tinha era uma coisa em cima do joelho e que como todas as coisas em cima do joelho podia muito bem não ter resultado nenhum.
Já havia alguns relatos de gente que tinha derrames e ataques cardíacos mortais dias depois de dar aquilo.
Mas a verdade e que a avalanche de informação e desinformação era mais que muita e também mordi a isca da colagem de todas as dúvidas a extrema direita.
De qualquer modo sempre pensei que se por acaso corresse mesmo mal seria uma coisa fulminante.
Não um sofrimento prolongado.
Pelo menos abri o olho quando escassos cinco meses depois nos vieram dizer que afinal essa nova tecnologia revolucionária que garantia proteção desde sempre e para sempre precisava ali de um reforço.
Por essa altura já via que quem ia dar a coisa estavam a cair como tordos ou a ficar sequelados como o familiar de quem cuido.
Estava a livrar me dos danos cognitivos que me levavam a pensar em cancro de cérebro ou Alzheimer precoce mas começava a sentir um cansaço estranho que mais tarde se revelou anemia perniciosa e me fez perder em quatro meses um quarto do peso que tinha.
Os leucócitos também estavam lá em cima, em resumo, tive a leucemia por um triz.
Depois foi o esforço para voltar a ganhar um tamanho que não fizesse toda a gente que me conhecia pensar que eu tinha uma “coisa ruim”. Ninguém dizia nada a não ser por vezes perguntar “o que te aconteceu?”. Mas os olhares diziam tudo.
Não foi fácil não ir dar reforço nenhum. Ate Bolsonaro me chamaram. Mais uma vez a colagem a extrema direita.
Dessa vez tive juízo e depois toca a reconverter um adepto de coisas moderadas como caminhar ou ir lavar as banhas ao mar o ano todo em praticante de musculação.
Coisa que não e fácil e me faz pensar que mais valia a vida toda a frango mas ter saúde e não este viver sem nunca ter a certeza de que porra me meteram no corpo nem se o raio do veneno já saiu mesmo todo quanto mais não seja em suor.
Porque o pior não são os treinos que as vezes nos fazem azedar e chamar bandalho a quem de certeza não nos mandou dar isso, e mesmo não ter a certeza que a coisa não nos fará mais mal.
Uma incerteza que não podemos dizer a médico nenhum sob pena de ainda nos mandarem para o psiquiatra.
Por isso a ideia de um mundo dominado por esta gente e assustadora. E ainda bem que há quem resiste pois que se outra coisa destas aparecer e bom ter para onde se possa fugir.
Quem disse que a vida era fácil não sabia mesmo o que estava a dizer.
Cuba ganha mais medalhas olímpicas que Portugal. Por lá o desporto é política do Estado.
Por cá é o privado que decide, e as medalhas têm sido quase todas assim: emigrante de pele escura, recém nacionalizado, mal sabendo falar português, não tem apoios do Estado, mas tem um APARELHO político no Estado que lhe dá muitos abraços e beijinhos após conquistar medalhas “para Portugal”.
O português branco nativo, ou é um fora-de-série como os das canoagem, ou fica sem desporto Estatal mas assim que acaba o ensino secundário. Querem continuar a praticar desporto depois dos 18 anos? Paguem a um ginásio privado 40€ por mês, corram à noite depois de 10 horas de trabalho (graças ao FASCISTA banco de horas), e comam na sopa dos pobres, pois aos 18 anos só arranjam estágios não remunerados…
Portugal é um país falhado, dependente, oprimido por um império Facho-Liberal, com a imposição (não pela força, mas pela lavagem cerebral colectiva via MainStreamMedia aka FakeNews) de uma ideologia extremista, que engloba várias sub-ideologias: USAtlantismo, EUropeísmo, NeoLiberalismo, Sionismo genocida, e apoio descarado a todos os fascistas e terroristas e nazis que se voluntariem para sacrificar os seus países no altar de Washington DC.
E a “educação” do povo é Hollywood, Netflix, MTV, reality shows, futebol, novelas, e a bolha de percepções falsas criada pelas redes sociais dos EUA, tods controladas por seres da estirpe de Musk ou Peter Thiel: bilionários para quem os humanos pobres não passam de gado.
Em Cuba o povo recebe educação real, não morre à porta de urgências fechadas, não é cobaia da Big Pharma, não sofre lavagem cerebral dos Zuckerbergs e companhia, não dorme na rua sem teto, não apoia nazis na Ucrânia, nem dá prémios Nobel da “paz” a fascistas assassinas, nem dá armas a terroristas da Al-Qaeda na Síria e arredores, nem apoia colonialistas/sionistas genocidas em “israel”, nem obedece q uma única ordem dos monstros e demónios que habitam Washington DC e Londres e Bruxelas.
O povo é bem formado em geopolítica e política económica. Ninguém lá os tenta dividir com a divisão de farsa entre Wokes com bandeiras arco-íris e ultra-conservadores com Antigos Testamentos nas mãos.
O povo debate realmente a política de forma séria e vota em verdadeiros representantes, que são gente comum em cada bairro ou círculo eleitoral.
Cuba consegue muito mais, mesmo estado sob ataque terrorista económico (sanções ocidentais e bloqueio dos EUA), do que aquilo que Portugal consegue mesmo sendo uma província protegida do império e a receber os tais dos “fundos europeus”, que na realidade não são uma ajuda, mas sim uma indemnização parca em troca daquilo que abdicamos: soberania política, soberania monetária, e soberania industrial, e não só.
Em Portugal abanam-se bandeiras que simbolizam fascismo (Chega), terrorismo (“nova” Síria), nazismo (a vermelha e preta da Ucrânia), colonialismo e genocídio (“israel”), dependência (UE), e imperialismo assassino (EUA/NATO).
E festejam-se medalhas ganhas por Pichardos e Dongmos e Obikwelos, como se fossem medalhas “portuguesas”.
Em Cuba abanam-se bandeiras de independência, liberdade, anti-fascismo, anti-imperialismo, paz e decência.
E o Estado garante apoio para a formação desportiva, profissional, e humana, dos próximos N Pichardos, todos realmente Cubanos, e futuros vencedores de medalhas olímpicas realmente Cubanas.
É esta a diferença. E assim sendo, eu também preferia a “ditadura” de “comer frango durante um ano” e os hospitais do Estado sempre abertos para me ajudar a manter a saúde, do que ter a “escolha” de me envenenar com McDonalds e BurgerKings e PizzaHuts, etc, e a “liberdade” de precisar de um seguro de saúde privado para poder pagar a conta na clínica privada, porque o SNS está em PDEC: Processo de Desmantelamento Em Curso.
E entre ouvir o excelente Presidente democraticamente eleito, Diaz Canel, a falar de paz, ou ouvir uma vergonhosa “Presidente” NÃO eleita, Úrsula von der Leyen, de outra nacionalidade e mais parecendo uma agente/traidora ao serviço do Complexo Militar Industrial de Washington DC, a falar de “guerra até ao último ucraniano”, a minha escolha, enquanto ser humano decente, é óbvia.
Morte ao império e ao seu nazi-fascismo terrorists e genocida!
Prisão para todos os vende-pátrias na Europa!
E que a revolução para ressuscitar o 25-Abril esteja mais perto do que longe.
Viva Cuba!! Viva o povo Cubano!! E vivam todos os amigos de Cuba: Venezuela e China e Rússia e companhia!!
Só há liberdade se houver anti-imperialismo!!
E só há Democracia se houver pátria soberana!!
E por fim, continuo a ser dos poucos ocidentais que nunca aceitou ser cobaia da Pfizer e companhia. Perdi completamente a confiança no sistema de saúde ocidental.
Quando meia dúzia de oligarcas em Wall Street é quem decide o que entra nas veias dos cidadãos (que esses oligarcas vêem como mero gado), e a classe política obedece (e fica com os bolsos cheios, e chama-lhe “lobby legal” em vez de CORRUPÇÃO), e a MainStreamMedia cria o consentimento de forma sufocante, então está tudo dito sobre a natureza do regime em que vivemos.
O nosso veneno injectado era importado.
A vacina Cubana é a Soberana.
Os não eleitos da UE fizeram contratos SECRETOS bilionários com a Big Pharma.
Cuba salva vidas.
Temos até de importar as pouquíssimas medalhas olímpicas que “ganhamos”.
Cuba faz os seus próprios campeões.
Se um embaixador dos EUA em Lisboa não gosta de um negócio no porto de Sines, o Procurador “português” faz cair o governo, e o povo, anestesiado, nasa diz.
Cuba sai massivamente à rua para apoiar o seu governo, criticar a agressão imperial, e para gritar: PÁTRIA OU MORTE!
Portugal endivida-se para dar armas a nazis e prolongar guerras proxy da NATO.
Cuba apela à paz e a única coisa que envia para outros países são médicos em missões humanitárias.
Em Portugal temos a “liberdade” de sermos expulsos das casas em que moramos, devido à especulação.
Em Cuba todos vivem a “opressão” de ter o Direito Constitucional EFECTIVO a um tecto.
O regime português apoiaria que os EUA fizessem a Cuba o que fizeram ao Vietname, ao Iraque, à Palestina, à Ucrânia, e se preparam para fazer à Venezuela.
O governo Cubano nunca apoiaria que tal estupidez fosse feita contra Portugal.
Portugal tem o “pluralismo” de uma “esquerda” mediática (desde o Daniel Oliveira, à Ana Drago, passabdo pelo Rui Tavares e Mariana Mortágua e companhia) que condena o regime Cubano e celebraria um golpe em Havana para repor a “democracia à la ocidental”… A Esquerda real, anti-fascista, anti-imperialista, está censurada ou cancelada na comunicação social.
Cuba tem a “opressão” de permitir manifestações da minoria de parvos que, desesperados com as consequências das sanções e bloqueio, repete slogans fabricados em Washington DC.
A bandeira de Portugal, nas fachadas das instituições do Estado, é apenas uma no meio de muitas: UE, NATO, etc. Portugal tem de pedir autorização a burocratas em cidades estrangeiras antes de decidir ou dizer o que quer que seja. E agora já nem nem poder de veto em relação aos 3.3 mil milhões que teremos de pagar quando a UE forçar a Bélgica a roubar os activos Russos.
A bandeira de Cuba vale por si só, e naquela ilha ninguém precisa de pedir permissão a estrangeiros para falar ou decidir.
Portugal olha para a base das Lajes, ocupada pelos EUA desde a ameaça de invasão durante a Segunda Guerra Mundial, e chama-lhe “cooperação com um aliado”.
Cuba olha para Guantánamo, e chama o boi pelo nome: ocupação ilegal, gulag de tortura e violação de direitos humanos. Algumas das vítimas nesse gulag, CIVIS INOCENTES RAPTADOS PELOS EUA, passaram pelas Lajes e pelo espaço aéreo português…
Portugal, ou melhor, o regime português sem a participação de qualquer gente do povo, celebra o Dia da EUropa a 8-Maio ao lado de nazi-fascistas. A nossa “história” é reescrita segundo a vontade dos propagandistas do regime.
Cuba continua a celebrar o Dia da Vitória a 9-Maio, a vitória dos Aliados contra os nazi-fascistas. A história real é lembrada tal como aconteceu.
Cuba não é perfeita, podemos e devemos criticar o que corre mal.
Mas não é possível ser-se uma pessoa decente se se estiver do lado do império nazi-fascista terrorists genocida ocidental em vez de se estar com Cuba!!!
Nota final: estão a ver aquela bandeira às riscas, com um triângulo e uma estrela? Significa a libertação perante os colonialistas/imperialistas e fascistas/nacionalistas espanhóis.
E há mais bandeiras com essa configuração, uma delas é a da República Independente da Catalunha. É a mesma luta. E é por isso que a “democracia e liberdade” ocidental enviou polícias de Madrid dar cargas de porrada nas ruas de Barcelona no dia do referendo e dias seguintes, e mandou a Interpol perseguir e prender Puigdemont na Alemanha.
A tal de “liberdade e democracia” significa apenas uma coisa: obediência e submissão à ordem colonial/imperial da oligarquia ocidental. A “rules based world order”, que não está codificada em lado nenhum, e é a maior e mais sistemática violadora da Carta da ONU e dos Direitos Humanos.
É por isso que os “democratas” ocidentais não reconhecem o DIREITO HUMANO à Auto-determinação do Sahara Oeste, nem da Palestina, nem do Donbass e Crimeia, etc.
Mas se for preciso, enviam tanques e aviões de guerra para impor a “independência” de Kosovos e Taiwans e das putas todas que os pariram!
De cada vez que aceitamos perder tempo a votar num regime assim, estamos a dar legitimidade a quem não a tem nem a merece.
E estamos a auto-condenar-nos a uma alternância cada vez com menos significado, e a impedir uma real e necessária mudança.
Portanto deixem os votos em paz. É papel sem significsdo nem poder nenhum nos dias que correm no ocidente.
Pequem antes nas chaimites e nos cravos! Uma greve geral é positiva, mas não belisca o regime. É preciso novamente limpar o esterco, devido ao estado a que isto chegou outra vez!!
Mais um mega-evento “made in USA” (breaking news CNN, ou CNN alerta):
“Várias pessoas baleadas em tiroteio nos EUA”
“Pelo menos dois mortos em tiroteio nos Estados Unidos”
“Tiroteio em Universidade nos Estados Unidos”
“Polícia continua no local à procura do suspeito”
“Universidade pediu aos alunos que permaneçam abrigados”
“Polícia monta operação de caça ao homem nas ruas”
(“Suspeito fugitivo continua a monte”) Esta acrescento eu…
Tiago André Lopes: “este é o 17.º tiroteio nos EUA (em 2025), em 2023 foram 42…”
Donald Trump, Yankee Capitol HillBilly: “Armas… Armas everywhere…”
Ursula von der Leyen, Kaja Kallas, Tóni deu à Costa: “Rearm Europe…”
Povo português: “Quem com ferros mata, com ferros morre…” – esta é uma expressão popular, gerada muito antes da suprema criação da “inteligência artificial”…
Entretanto nunca mais se ouviu falar da Mogherini…
LKM KLM
O KuLto Mortal
Clamor social – ALARME SOCIAL – resposta governamental – Problem Reaction Solution : é preciso o reconhecimento facial, o rastreio digital com recurso à “sacrossanta” e “moderada” INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, na “defesa dos nossos valores e da demo-cracia”…
É com cada patego, que até parecem uma centena ou duas…
Baú-guarda: “em 2023 foram registados 47000 mortos por armas de fogo nos Estados Unidos”…
Isto do apologista do Rearm Europe que faz de saco de pancada e “cheerleader” da Sollérias…
Pivot: “8 dos feridos estão em estado crítico”…
“Eles estarem a defenderem os nossos valores e a demo-cracia…”
“Somos Todos Israel… Atlantistas!”
Conheço um sujeito cubano ainda jovem que veio há pouco tempo. Mestico como quase todos os cubanos, tirou um curso de dentista e hoje e ajudante de dentista por cá.
Tivesse nascido no Haiti e com sorte seria trolha se não fosse recambiado.
Queixa se, nunca teve a pouca vergonha de se queixar a mim. Garante que esteve um ano a comer frango.
Pois se o dissesse a minha frente eu teria de lhe dizer que preferia estar a vida toda a frango a cuidar de um sequelado de uma experiência cientifica sinistra e ter de encarar treinos de musculação. E restrições alimentares próprias de quem vai ao ginásio para ganhar tamanho e não para o perder.
Porque Cuba não transformou os seus cidadãos em cobaias.
Também fez as suas vacinas para a COVID. Mas ficou se pelo velho método com provas dadas do vírus desactivado.
Tal como fizeram países como a Rússia ou a China.
No caso deste artista devem ter funcionado melhor que o veneno Pfizer pois que está cá há três anos e COVID foi bicho que nunca lhe entrou.
Só este Ocidente tão livre e tão próspero e que fez esta barbaridade que muitos de nós pagamos até hoje.
Quando cá chegou no Aeroporto queriam lhe enfiar uns vacina da Pfizer. Recusou, esteve dois dias detido mas acabaram por o deixar entrar. Não podiam mandar de volta um cubano ficando esteva saber que afinal de contas liberdade por aqui é uma palavra que só serve para atacarmos quem não nos faz fretes.
Afinal de contas o sujeito não confiava assim tanto no Ocidente.
Hoje admirasse de tanta gente se ver grego para ter acesso a cuidados médicos. Diz que em Cuba não e assim.
Pois, se calhar mais vale comer frango.