(, in A Tertúlia Orwelliana, 06/07/2025, Trad. Fernando Oliveira)

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O estado da informação, ou melhor, da desinformação em Portugal leva-nos, cada vez mais, a procurar fora do país as fontes de que necessitamos para conhecer a realidade, para ter uma opinião. Foi assim que, nessa visita regular a um canal noticioso, me deparei com a referência à publicação no jornal online The Cradle.co ao estudo de Harvard, cuja tradução passo a apresentar.
O estudo realizado por um professor da Universidade Ben Gurion utiliza análises baseada em dados e mapeamento espacial para destacar um grave declínio na população de Gaza desde Outubro de 2023.
Ler artigo completo aqui.
Bom dia para quem trabalha!
Fora do tópico.
Dois artigos, a fonte é tida por todos os que a lêem, como sendo um canal emissor dos ‘silovik’, sobre a reposição da verdade histórica. Por repor histórica fica Béria ainda de fora, além do nobre polaco Felix Dzerzhinsky na Praça Lubianka.
Não é só por cá, que Salazar é votado.
https://vz.ru/news/2025/7/7/1343606.html
“Acredito que, no contexto do SVO, é muito importante para o Partido Comunista da Federação Russa fazer uma escolha entre Vladimir Lenin e Josef Stalin. O fato é que, durante a Primeira Guerra Mundial, Lenin assumiu uma posição consistente de agitação pela derrota de seu próprio país, o desmembramento do Império Russo e a concessão da independência, em particular, à Ucrânia”, acrescentou Minchenko.
…
“Quando dizem que ‘sob a bandeira de Lenin, a União Soviética derrotou Adolf Hitler’, isso não é verdade. Porque Joseph Stalin teve que renovar a ideologia do país durante a guerra, para devolver o que havia sido recentemente profanado como exemplo de política expansionista imperialista. Foi sob ele que a Igreja Ortodoxa Russa foi legalizada novamente, e eles se voltaram para as tradições de Alexandre Nevsky, Alexandre Suvorov, Mikhail Kutuzov, Piotr Bagration”, destacou o interlocutor.
https://vz.ru/opinions/2025/7/7/1343578.html
“Bem, e em terceiro lugar – o retorno da Igreja, ainda que parcial.”
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“Depois, há as pequenas coisas. O retorno das patentes militares, o Ano Novo e a árvore de Natal, o próprio conceito de Pátria, que – nem todos sabem disso – era estritamente proibido na década de 1920, e as pessoas recebiam penas de prisão por essa palavra. Por fim, as Ordens de Suvorov e Kutuzov. Até piadas e histórias, onde o charme sombrio de Stalin nunca abandona.”
https://www.youtube.com/shorts/7yIyjXNDi_g
https://www.youtube.com/shorts/EyGOmqk_XsQ