Omissão perante Gaza é vergonha que perseguirá Humanidade para sempre

(Wisam Zoghbour, in Diálogos do Sul, 02/05/2025)

Aqueles que apostam que o cerco e a fome os levarão à fuga ignoram que os palestinianos já enfrentaram a morte muitas vezes — e nunca renunciaram ao amor pela sua terra (Foto: UNRWA)

100 mártires por dia, crianças enterradas sob escombros, fome: nada é capaz de suscitar algo além de comunicados frios e tímidos; até quando?


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Não há nada mais horrendo do que fazer um povo inteiro passar fome para forçá-lo a abandonar sua terra. E não há nada mais evidente do que o crime que hoje se comete contra Gaza e seu povo, sob os olhos e ouvidos de todo o mundo.

O que revelou o relatório do jornal Financial Times não nos surpreendeu, nós, filhos da causa: Israel não está travando uma guerra contra o “Hamas”, como alega, mas executando um plano cuidadosamente elaborado para esvaziar Gaza de seus habitantes, abrindo caminho para um projeto de limpeza étnica sem disfarces. O cerco à água, à comida e aos medicamentos, a destruição de casas sobre a cabeça de crianças, e a abertura de “corredores da morte” para forçar os palestinos a fugir — tudo isso ocorre segundo um roteiro perverso que nada tem a ver com segurança, mas tudo a ver com colonialismo, saque e desenraizamento.

Mahmoud Al-Ghazali, que vê seus filhos morrendo de fome e de medo, não é um caso isolado. E Shadi Saqr, que jura que não partirá nem que seja por cima do próprio cadáver, representa todo gazaui que sabe que a pátria não se vende — nem que se passe fome, nem que se morra. Pedir ao palestino que escolha entre sua terra e sua vida é pedir que se suicide espiritualmente, que morra de pé em vez de se ajoelhar.

O primeiro-ministro da ocupação israelense, Benjamin Netanyahu, não se envergonha de anunciar seus planos: não quer paz, não quer “solução de dois Estados”, quer Gaza sem palestinos — uma terra vazia, pronta para ser vendida a empresas imobiliárias. E atrás dele está a fracassada administração Trump, que transformou o sofrimento das crianças em moeda de barganha, e que pressiona inclusive pela “migração voluntária” — como se fosse um passeio, e não uma deportação forçada sob ameaça de morte.

Onde está a comunidade internacional? Onde estão as Nações Unidas, que veem Gaza se transformar num “campo de morte” e nada fazem? Onde está a voz da consciência humana, que antes estremecia diante das notícias de fomes e guerras?! 100 mártires por dia, crianças enterradas sob os escombros, armazéns vazios de alimentos — e não encontramos senão comunicados tímidos e discursos frios.

Esse silêncio é cumplicidade no crime. Essa omissão é uma mancha de vergonha que perseguirá a humanidade para sempre.

O povo de Gaza não pede esmolas. Pede liberdade, direito, vida sobre sua terra. E aqueles que apostam que o cerco e a fome os levarão à fuga ignoram que o palestino já enfrentou a morte muitas vezes — e nunca renunciou ao amor pela sua terra.

Gaza não partirá. Gaza não se quebrará. E cada gota de sangue derramada sobre o seu solo jura que a Palestina não será apagada, nem será esquecida.

Fonte aqui

21 pensamentos sobre “Omissão perante Gaza é vergonha que perseguirá Humanidade para sempre

  1. Concordar com tudo significa concordar que e preciso fazer alguma coisa para acabar com a capacidade de Israel de matar.
    E sim, concordei com tudo em termos do que se pretende dizer, que só com a destruição de Israel se pode travar o genocídio como disse algumas vezes.
    De resto também fugi a polícia já no tempo da democracia e se nunca saltaste se calhar era por estares demasiado gordo.
    Ultimamente andas armado em moderador do que devemos dizer e também te queres armar em moderador de coreografias de manifestações.
    Não te mando ir ver se o mar da choco por respeito a quem viveu no tempo da outra senhora e deu uma sova num candidato a PIDE.
    Mas evita ter os mesmo tiques censorios que e o que as tuas últimas intervenções me parecem.
    Isto começa a cansar ter a seguir a uma intervenção um comentário não ao artigo mas aquilo que escrevi.
    Para isso já cá tive o Menos.
    Pelo menos ainda não nos chamas treteiros mas por esse caminho lá chegaras e e pena.

    • “e se nunca saltaste se calhar era por estares demasiado gordo”

      Muito edificante, sim senhor! Olha que já me chamaram muita coisa, mas esta, para mim, é uma estreia absoluta! E depois eu é que sou o “moderador de coreografias de manifestações”.

      Vá-se lá saber porquê, achas que podes armar em moderador de comentários meus, como lá atrás, com bocas enviesadas ao que escrevi sobre jovens acéfalos aos saltinhos e sobre a Greta Thunberg, além de outras indirectas meio ressabiadas, mas eu tenho de ficar calado quando te dá para a asneira. Ora toma que é democrático! E essa de que o direito de expressão e o salutar exercício da crítica são “tiques censórios” não lembra ao careca.

      E quando escreces que “Pelo menos ainda não NOS chamas treteiros”, não te parece assim a modos que um bocado baixo? Quem incluis no “NOS”, além de ti? Dás-me um exemplo, por favor, um só que seja? O “crowdfundista” lá de trás não conta.

  2. Sobre o meu comentário de “Maio 4, 2025 às 7:26 am” e o desconforto que parece ter provocado em alguns guardiões da imaculada pureza ideológica, tenho a dizer o seguinte:

    PONTO 1 — O objectivo foi ilustrar mais uma vez, com um exemplo julgo que elucidativo, o facto de que a agenda merdiática mainstream é a agenda dos donos disto tudo, a agenda da sacanagem, à qual o falso jornalismo (praticamente o único que hoje em dia existe) se submete com alma canina e sem um pingo de amor próprio.

    PONTO 2 — Quanto ao fenómeno Greta Thunberg (aliás ex-fenómeno, pelo motivo exposto no referido comentário), considero que o exagerado destaque que lhe foi dado há alguns anos se ficou a dever à vontade e necessidade da sacanagem de desviar as atenções dos borregos (que é como nos tratam) de questões reais, pondo no seu lugar epifenómenos complexos, para os quais os conhecimentos e estado actual da ciência e da técnica não têm ainda (e poderão nunca ter) soluções claras e exequíveis. No contexto que (me) interessa, questões como as alterações climáticas e o aquecimento global, sendo fenómenos e problemas graves e bem reais, não passam, se para eles olharmos com olhos de ver, de consequências de fenómenos mais amplos, que os sobrelevam, antecedem e determinam e que a sacanagem finge que não vê. Quanto aos borregos, não vêem mesmo, porque a sacanagem não quer que vejam.

    PONTO 3 — Sobre o chamado Planeta A, que o voluntarismo bem-intencionado mas inconsequente de Greta Thunberg acredita (ou acreditava) poder manter para sempre inalterado, ocorrem-me alguns factos sobejamente conhecidos, mas que a ortodoxia acéfala dos ferozes guardiões do dito Planeta A atira constantemente para o arquivo morto da memória.

    — Apregoa-se a ameaça (de que não duvido) da subida gradual do nível dos mares, resultante do aquecimento global e da fusão de glaciares e gelos polares, o que provocará a deslocação de milhões de pessoas que habitam zonas costeiras.

    — Mas não ocorrem a esses zelotas factos cientificamente mais do que comprovados, como as implicações da Tectónica de Placas e Deriva dos Continentes, com a descoberta de fósseis de animais marinhos no alto da serra da Estrela e nalguns pontos dos Himalaias, por exemplo, a provar que tais locais já estiveram, há muitos milhões de anos, no fundo dos mares.

    — Esquecem também descobertas arqueológicas de regiões anteriormente habitadas por humanos e que hoje se encontram submersas, em zonas costeiras ou ribeirinhas.

    — Esquecem ainda que o planeta a que arrogantemente chamam Planeta A, como se, baptizando-o, se convertessem em seus donos, tem a provecta idade de 4,5 mil milhões de anos, enquanto o Homo sapiens sapiens não terá mais do que 350 mil e o também nosso antepassado Neanderthal terá surgido, no máximo, há uns 470 mil.

    — Esquecem que a costa ocidental de África e a costa oriental da América do Sul já estiveram unidas no centro de um continente único que as antecedeu. Esquecem que na Antárctida gelada já houve florestas tropicais. Esquecem que o deserto que ocupa a maior parte da Austrália também já foi floresta tropical. Esquecem que o planeta já passou por várias eras glaciares, intercaladas por eras de aquecimento. Esquecem que as alterações climáticas existem desde que a Terra existe, há 4,5 mil milhões de anos. Esquecem, no fim de contas, para que servem os neurónios que a evolução lhes deu.

    — Mas o que os zelotas se esforçam mesmo, ferozmente, por esquecer é o elefante no meio da sala, com o qual nenhum deles sabe como lidar.

    — Tendo o Sapiens surgido no Planeta A aproximadamente há 350 mil anos, calcula-se que tenha atingido o número de 515 milhões de cabeças no ano de 1600. 300 anos depois, o número era de ± 1590 milhões. Ou seja, em 300 anos apenas, o número de humanos no planeta cresceu para o triplo do que crescera em 348 mil anos. Cem anos depois, em 2000, éramos mais de seis mil milhões. No dia de hoje, 5 de Maio de 2025, já com cálculos bastante rigorosos, vamos nos 8221 milhões. Ou seja, nos últimos 425 anos atingimos um número 16 vezes superior ao que demorámos 348 mil anos a acumular! É esse o elefante na sala. Como é evidente, o elefante precisa de comer, precisa de se abrigar, precisa de se aquecer no frio e arrefecer no calor. Não sendo vegetariano, o nosso paquiderme precisa também de carne, o que implica, antes da transformação em bifes e costeletas, um acréscimo brutal de metano em peidos vacuns para a atmosfera, com o correspondente agravamento do efeito de estufa. Precisa ainda de se iluminar no escuro, de se vestir e de se deslocar de e para o trabalho, em veículo próprio ou colectivo, com inevitáveis gastos de energia que contribuem igualmente para o aquecimento global. Enfim, não há saltinhos juvenis de borreguinhos acéfalos, muito alegres e contentinhos, sempre preocupados com o enquadramento televisivo, que consiga tirar o bendito elefante da sala.

    — O que está a ser feito para combater as alterações climáticas é o que pode ser feito, que não é muito. Por mais que se avance na transição para a mobilidade eléctrica, os resultados serão sempre escassos e insuficientes. A única “solução” eficaz seria a “solução final” para pelo menos nove décimos da humanidade, ou seja, uma guerra mundial, um holocausto nuclear que eutanasiasse nove décimos dos habitantes do planeta, “solução” que, mesmo assim, nos deixaria ainda com quase o dobro do que éramos em 1600. Aposto o tomatinho direito e metade do esquerdo em como o retomar da evolução, a partir daí, não seria diferente, mas enfim, caso perca, já cá não estarei para que me cobrem a aposta. Estranhamente, ou talvez não, há entre os 4 ou 5% que comem à conta dos restantes 95 quem sonhe com esta “solução”. Claro que, eutanasiados os que antes trabalhavam para lhes encher a mula, teriam de ser eles a vergar a mola para pôr comida no prato, mas muitos desses valentes visionários, ansiosos por dar bom uso aos seus bunkers privados, vêem-se a si próprios como pioneiros, desbravadores de um novo mundo de horizontes sem fim. Uns românticos! Romantismo que lhes passaria rapidamente, quando se apercebessem de que as explosões nucleares provocariam apagões monstruosos que durariam meses ou anos. Se a transição para a mobilidade eléctrica já estivesse então completa, havia de ser bonito, com a maior parte dos execrados veículos a combustão (automóveis, camiões, autocarros, etc.) na sucata e sem a possibilidade de recarregarem as baterias dos popós eléctricos. E quando percebessem que uma das primeiras medidas dos beligerantes, numa guerra total, seria a eliminação dos satélites de comunicações dos adversários, cabos submarinos, etc., quando se apercebessem de que GPS, Starlink, Galileu, Glonass e outros tinham entregado a alma ao Criador, ai mãezinha, nem quero imaginar o arrependimento!

    Enfim, rezemos (quem souber fazê-lo, que não é o meu caso) para que o pirilau pianista de Kiev não nos arraste para esse destino.

  3. E quem cairia na asneira de fazer o tal crowdfunding? Certamente nenhum dos que aqui vem regularmente.
    Todos sabemos que isso não se vende no Lidl.
    Todos sabemos a tecnologia que e preciso para mandar uma coisa dessas e que não havia qualquer possibilidade prática de um grupo guerrilheiro o fazer.
    agora não me convidem para sonhar com agentes da Mossad infiltrados porque quando eles quiserem fechar um blog como este fecham e acabou como já fizeram com muita coisa. Não preciso de ter trabalhos destes porque toda a gente que já foi cancelada foi cancelada com muito poucas explicações. A acusação de antissemitismo serve para tudo.
    E claro que eles sabem o que a gente escreve sem ninguém precisar de vir para cá escrever.
    Quanto a provocações. Nunca precisei de nenhuma para continuar o que sempre tenho dito.
    Que a criação do estado de Israel não teve nada a ver com sentirem se culpados pelos crimes de Hitler ou também os ciganos teriam tido direito a uma terra em vez de serem até hoje os bodes expiatórios de bandalhos como o Ventura ou a extrema direita do Leste Europeu.
    Na Romênia, após a caótica execução de Ceausescu houve 30 massacres de ciganos só no primeiro ano.
    Dar lhes um bocado de terra do tamanho que se deu a Israel talvez tivesse evitado coisinhas destas.
    Tenho dito que os israelitas são gente com uns religião cruel e homicida e isso sei por ter lido o raio do Antigo Testamento quando não tinha idade para ler uma barbaridade daquelas e a coisa me ter dado pesadelos.
    Nunca precisei de provocações para dizer que tal estado deveria ser destruído porque nos seus quase 80 anos de existência apenas trouxe aquela parte do mundo morte e destruição a níveis inimagináveis.
    Sei que tal e impossível e que o mais certo e que essa nação homicida receba toda a ajuda de até precisa para arrasar os vizinhos.
    E mais fácil que aqueles fanáticos messiânicos destruam a Europa com o seu arsenal nuclear clandestino para vingar perseguições do passado, dado que a sua religião lhes diz que se podem vingar até que passem 70 gerações, do que caia sobre eles a destruição que merecem.
    Mas se vou deixar de escrever o que penso com medo de cancelamentos o que resta?
    Porque a minha consciência está tranquila. Discurso de ódio e o que vomitam os dirigentes israelitas e comentadeiros como a Ferra Aveia todos os dias.
    E os primeiros não se ficam pelos discursos. Promovem a destruição, a morte e a tortura.
    A haver animais, estão do lado de Israel e quem me acusar de discurso de ódio e para o lado que eu durmo melhor.
    E vão chamar antissemita ao diabo que os carregue.

    • “E quem cairia na asneira de fazer o tal crowdfunding?”, perguntas tu. Talvez um tipo que lá atrás, às 6:58 pm, escreve “Maria e Anti-nazi. Concordo com tudo”, o que significa que concorda com o “revolucionário” crowdfunding.

    • Dizes também: “Já agora, muitos desses jovens sabiam bem o que estavam a fazer e quanto a saltinhos melhor era que gente jovem não se mexesse enquanto pode. Se não for a alegria da juventude quem nos pode valer?”

      Caso não saibas, aproveito para te informar que também já fui jovem, participei em muitas manifestações quando significavam alguma coisa e era arriscado fazê-las, fiquei com o lombo bem marcado das cassetetadas que levei numa delas (1° de Maio de 1973) em que “não me mexi enquanto pude”, ou seja, não consegui escapar a tempo. Mas nunca andei aos saltinhos. Nem eu nem nenhum ou nenhuma dos que comigo participavam. Garanto-te que nós, sim, sabíamos bem o que estávamos a fazer. E o que sentíamos e nos motivava não era a alegria da juventude. Era indignação por tudo o que não podíamos dizer nem fazer, era preocupação, era raiva pelos que nos agrediam e pelos que os controlavam.

  4. <“Crowdfunding para comprar armas nucleares” é capaz de ser uma ideia tão desprovida de sentido (ou seja, idiota, cretina mesmo, de tão absurda) que suplanta a própria eficácia duvidosa de ficar calado, quanto mais de “apenas escrever textos bonitos”, acusando quem o faz de “não querer o fim do genocídio”.
    Estas lógicas de combater genocídio de uns com genocídio de outros só colhem em mentecaptos com tendências… genocidas. (…)

    ________________________

    Grande Albarda-mos! Nem mais, tiraste-me as palavras da boca! Ou melhor, disseste-o com palavras mais claras, sentidas e eficazes do que aquelas que poderiam porventura ocorrer-me. À nossa amiga Estátua, atrevo-me a sugerir, este texto poderia merecer destaque.

    Apenas uma observação (ou um alerta, se preferirem): o inqualificável “comentário” em análise poderá resultar do “desespero de um bem-intencionado idiota”, mas a mim parece-me idiotice a mais, cheira-me mais a provocação. E as provocações têm objectivos. Por um lado, uma pesca à linha para criação de um ficheiro de idiotas que caíssem na esparrela de se dispor a “crowdfundar” a parvoeira. Ficariam “crowdfodidos” e seria muito bem feito para eles. Por outro lado, a publicação de textos destes poderá dar um pretexto aos mafiosos para fechar o blogue, com o pretexto de “discurso de ódio”, “apologia do terrorismo”, “financiamento do terrorismo” ou coisa que o valha. O cardápio da sacanagem é variado e se não têm desculpas inventam-nas. E isto é também um alerta à Estátua. Não me admiraria, sequer, que a bosta provocatória tivesse sido engenhariada por um mossadezinho qualquer na embaixada do país genocida, ou que tenha sido parida pelo bestunto voluntarioso de algum amigo “gentio”, ansioso por agradar ao supremacismo nazionista. Porque de uma coisa não duvidem: este blogue, e mais uns poucos que mijam salutarmente fora do penico, é acompanhado diariamente pelos “serviços” nacionais encarregados de analisar o que os mafiosos entendem como ameaças às suas regras e ao seu domínio.

  5. Eu não comparo os desesperados por tanto crime que vêem ser cometido com os assassinos que os cometem.
    Aqui só há uns assassinos e esses são os israelitas.
    Ninguém desesperado pelas suas ações merece ser comparado com tal corja por muito que defenda soluções definitivas ou impossíveis, como essa do crowdfunding para comprar armas nucleares como se elas estivessem a venda no Lidl.
    Ninguém merece ser comparado a uma corja homicida como são os israelitas desde que todos acharam boa ideia despeja los em terras onde há petróleo.
    Se fosse deste lado do mar que houvesse petróleo descansem que era cá que esses trastes achariam que Deus lhes tinha dado a terra da promessa no Século XXI. Eles e quem os patrocinou.
    Quem defende a sua destruição não tem meios de o fazer. Eles continuam a sua obra de destruição neste preciso momento.
    Para vergonha de todos nós que também apoiamos nazismo na Ucrânia.
    Por lá a guerra vai acelerar porque o velho Golum sonha com as terras raras da Ucrânia e vai dar a Herr Zelensky, outro professante da religião supremacista, tudo o que ele achar que precisa para destruir a Rússia.
    Estamos metidos num belo sarilho e ninguém precisa que o comparem com assassinos e uma corja cruel que vive há quatro mil anos atrás.

  6. Pois, mas como se põe juízo e sentido de humanidade numa população que defende o genocídio dos outros porque a sua terra lhes foi dada por Deus?
    Como levar uma gente racista e supremacista a reconhecer qualquer humanidade nos povos vizinhos?
    Ao longo deste mais de um ano assistimos a israelitas a manifestar se pela libertação dos reféns mas nunca contra o genocídio.
    Soldados filmaram se a torturar e matar e até vestidos com lingerie de mulheres assassinadas.
    Crianças israelitas cantaram canções a louvar o genocídio e destruiram ajuda humanitária.
    Snipers visaram a cabeça de crianças e trabalhadores humanitários foram enterrados vivos.
    Milhares de corpos continuam debaixo de escombros e dois milhões de pessoas estão a ser impunemente mortas a fome.
    Por isso volto a dizer, aquela nação não tem o direito de existir e devia ser destruída.
    Porque representa o mal absoluto. Uma crueldade antiga, digna dos tempos em que o antigo testamento foi escrito.
    Infelizmente tal e impossível no estado actual do mundo mas compreendo o desespero que atinge pessoas a ponto de proporem soluções impossíveis até porque as armas nucleares não estão a venda ao virar da esquina.
    E a destruição desse estado com décadas de crimes hediondos as costas não se trataria de genocídio porque os professantes da nação judaica teriam muito mundo para onde ir e muito dinheiro para que fossem recebidos com todo o luxo graças a rica diáspora que cala e persegue os dissidentes.
    Ao contrário dos palestinianos.
    A destruição de Israel não seria um genocídio mas impediria a continuação de um.
    Infelizmente tal não acontecerá e resta nos assistir impotentes a sua barbárie pedindo para pelo menos não acabarmos presos ou processados por dizer coisas destas como já aconteceu a muita gente.
    Mas temos o dever de compreender o desespero de quem há décadas assiste a barbaridade israelita.
    E nunca os comparar com os assassinos israelitas.
    E vão chamar anti semita ao diabo que os carregue.

    • “E nunca os comparar com os assassinos israelitas.”

      Pois…

      “Querem o fim do genocídio? Então façam um crowdfunding para comprsr armas nucleares para o Hamas e o Hezbollah e os Houthis.

      Se não fazem issoz então não querem realmente o fim do genocídio. Só querem descarregar a consciência com textos bonitos…”

  7. “Crowdfunding para comprar armas nucleares” é capaz de ser uma ideia tão desprovida de sentido (ou seja, idiota, cretina mesmo, de tão absurda) que suplanta a própria eficácia duvidosa de ficar calado, quanto mais de “apenas escrever textos bonitos”, acusando quem o faz de “não querer o fim do genocídio”.
    Estas lógicas de combater genocídio de uns com genocídio de outros só colhem em mentecaptos com tendências… genocidas. Portanto, para combater genocidas temos que nos tornar genocidas. É por isso que volta e meia surgem os supremacistas de extrema-direita, com as costas quentes, e lhes dão carta branca para chacinar, muitas vezes através do voto, como aconteceu na Alemanha Nazi, ou no Estado Sionista de Israel. Não, não é assim que se resolve o problema, mantendo o genocídio mas invertendo os alvos. Isso é a lógica dualista que querem impingir à sociedade, os puros contra os impuros, os eleitos contra os rejeitados. Aceitar esta lógica é compactuar com… sociopatas genocidas.
    A ideia é absurda por demais, basta pensar o seguinte: quantas vezes foi posta em prática? Nenhuma. Porquê? Porque, simplesmente, é absurda. Ninguém faz crowdfundings para comprar armas nucleares e entregar a outrém, não existe isso, talvez numa realidade paralela, gerada pelo desespero de um bem-intencionado idiota, pois de boas intenções está o Inferno cheio, como se costuma dizer. Quando muito existem Estados que investem parte dos seus Tesouros, das suas Finanças Públicas (seja qual for a sua origem) em armamento nuclear.
    Não, essa não é a solução, desencadear um conflito nuclear, tão do agrado de eugenistas e outros adeptos de “soluções finais”! Nesse conflito, morreriam ainda mais civis, mulheres, crianças e inocentes palestinianos, além de todos os israelitas que eventualmente pudessem ser atingidos por “armas nucleares com origem em crowdfunding”! E isto tem de ser dito, reafirmado, e realçado, sem qualquer tipo de pruridos ou condescendência com “boas intenções anti-sionistas ou anti-nazis”! A Alemanha Nazi não foi derrotada com armas nucleares, a Índia não reconquistou a sua independência do Império Britânico com recurso à luta armada, sequer! Quanto mais a armas nucleares!
    O que é preciso é ganhar momentum, com a força da consciência, do bom senso, da razão, da compaixão, da dignidade Humana! Alertar e despertar consciências, criar movimentos cívicos, de defesa dos Direitos Humanos, fazer as populações e povos do mundo compreenderem que hoje são os palestinos, amanhã poderão ser eles a próxima vítima do supremacismo, do racismo, da exclusão, da opressão, da perseguição! É precisamente para contrariar isso que tanta omissão, desinformação e propaganda é produzida e divulgada nos orgãos de comunicação social ocidentais (sobretudo nestes), e não só, que tanta pressão é feita para silenciar a resistência dos Palestinos, que tantas vezes se repete o “direito à defesa de Israel” omitindo o “direito à defesa, e à existência antes, dos palestinos”, mesmo por parte dos “grandes líderes ocidentais”! São estes que têm de começar a ser penalizados, seja em eleições, seja com protestos, greves, evitando tudo aquilo que promovem ou impingem, fazendo o oposto do que pretendem. Só assim, e com a força dos números a nível local, regional, nacional e mundial é que serão forçados a parar, e a retroceder neste caminho de desrespeito pela Humanidade toda, ao pretenderem o extermínio e a eliminação de uma parte dela. É assim que se defende a Humanidade, a Vida. toda a Humanidade, toda a Vida e não apenas uma parte dela. Outros sacrifícios poderão ser necessários, por vezes até o confronto, na defesa de um bem maior comum, válido para todos. Mas sem a força dos números, sem a divulgação da realidade, em vez de ideias absurdas, mais que distópicas, irrealistas, combatendo a propaganda do extermínio e a desinformação da limpeza étnica dirigida, será muito difícil. E não é com idiotices e com vaidades de “iluminados” cuja resposta para o problema é a proliferação de “cogumelos nucleares” através de “crowdfunding” que lá vamos. Desculpem-me, mas isto tem de ser realçado. Desçam à realidade. Não é tornando-nos iguais aos genocidas que livraremos o mundo de genocídios, limpezas étnicas. ecocídios, etc…

    E sim, Gandhi é um bom exemplo, não que a situação seja parecida ou semelhante, se bem que hoje as técnicas de opressão, perseguição, assédio, assassínio selectivo ou em massa estejam muito mais desenvolvidas e sejam muito mais eficientes. Até à Inteligência Artificial os israelitas recorrem para definir alvos, mas matando indiscriminadamente quem estiver perto deles e não seja um “alvo prioritário”. Mas soube faze-lo como poucos, guiando primeiro alguns, depois muitos, depois quase todos, insistindo na força da mobilização e não na mobilização à força, e só assim a força dos números foi agregada, crescente e venceu a brutalidade indiscriminada e a ocupação inglesa, conquistando a independência da Índia.

    Quanto às únicas duas bombas atómicas que até hoje foram lançadas, sobre Hiroshima e Nagasaki, pelos americanos, não foram elas que resolveram a II Guerra no Pacífico, que já estava encaminhada e decidida, com algumas bolsas de resistência e sem que o Imperador do Japão tivesse ainda apresentado a rendição. Pode apenas ter acelerado isso, mas também deixou uma mancha indelével sobre quem utilizou a bomba atómica. Ainda hoje esses dois bombardeamentos são recordados como actos hediondos, e até houve polémica no ano passado à conta disso, é só pesquisar, entre Japão e EUA. Se querem copiá-los, então querem ser iguais a eles…

  8. Maria e Anti-nazi. Concordo com tudo.
    Em resumo, a criação do estado genocida de Israel foi um crime contra a humanidade porque nunca houve coitadinhos entre os sionistas.
    Já nos campos de concentração esses trastes designavam como “muçulmanos” os que estavam a morrer de fome.
    Os muçulmanos eram para eles gente que morria a fome e por isso podiam e deviam ser exterminados para que eles tomassem as suas terras.
    Era com isso que sonhavam se sobrevivessem e foi isso mesmo que fizeram com a ajuda de outros judeus que viveram sempre fora da Europa, nomeadamente nos Estados Unidos e não tinham qualquer memória de grandes perseguições. Como a psicopata homicida Golda Meir.
    Eu tenho alguma coisa contra a religião judaica. Contra uma religião que diz que os seus crentes são superiores a toda a humanidade, eleitos de Deus, e nos chamam gentios.
    Contra uma religião que diz aos seus crentes que houve terras que lhes foram dadas por Deus e por isso eles teem o direito a exterminar quem lá vive.
    Se alguém dessa religião diz que as coisas não são bem assim tudo bem mas a verdade e que eles sao poucos. Como foram poucos os que na Alemanha nazi se opuseram a Hitler. Foram irrelevantes e não impediram nenhuma das atrocidades do nazismo.
    E esses judeus “bonzinhos”são irrelevantes.
    Infelizmente não bastaria dar armas nucleares aos guerrilheiros que com coragem infinita combatem o estado genocida dada a tecnologia envolvida no lançamento e transporte dessas armas.
    Mas países como o Paquistão, a Rússia e a China, que teem tais armas teem a obrigação moral de destruir aquele estado que ainda por cima tem armas nucleares e cuja loucura messiânica pode fazer com que sejam lançadas contra qualquer um que os seus cérebros de psicopatas homicidas acham que e seu inimigo.
    Se não o fazem são cúmplices e escusam de andar com estéreis palavras de condenação.
    E não, isso não seria um genocídio, não causaria o extermínio dos professantes da religião judaica que estão espalhados pelo mundo.
    Mas iria impedir los de ter uma plataforma para matar outros.
    E essa dos “dois estados” e treta. Seus um castigo obrigar os palestinianos a viver lado a lado com os assassinos das suas famílias sem saber quando lhes passaria pela cabeça usar um pretexto real ou inventado para voltar a atacar.pk
    E quem hoje continua no estado de Israel e homicida e genocida. E cúmplice. Vive em terra ocupada e colhe os frutos do genocídio. Mesmo que venha para a rua protestar ou mostrar se cheio de peninha dos palestinianos.
    Um genocídio que começou muito antes de Outubro de 2023. Apenas agora está a ter um momento de aceleração semelhante ao que aconteceu na criação do Estado genocida de Israel onde a defunta União Soviética também teve muitas culpas no cartório.
    Em resumo e isto. Israel deve ser destruído.
    Não e possível dado o estado podre do mundo mas seria a única maneira de trazer a paz a uma população martirizada há quase 80 anos.
    E vao chamar anti semita ao diabo que os carregue.

  9. Sendo verdade o que afirmam os comentários acima, e isso é factual, importaria, creio, olhar a problemática em torno do povo palestino de uma perspectiva mais abrangente. Os factos citados e a continuação da sua execrável ocorrência não pode deixar de constituir um tremendo peso na consciência do ocidente e levar o resto do mundo (que não faz parte da bolha) a considerar os líderes que operam nessa bolha como gente, instituições e grupos que merecem o maior desprezo, a maior desconfiança, o maior nojo e repúdio sob todos os aspectos. É assim perfeitamente compreensível que um crescente nº de nações anseie por distanciar-se desse pântano imperial e procure com toda a legitimidade construir um outro mundo onde o respeito pela soberania, o princípio da não ingerência e a prevalência de relações pacíficas entre os povos seja a sua matriz. É por isso que os BRICS+ se têm vindo a afirmar como o caminho a seguir. Claro que o império anglo-americano, seus vassalos submissos e seus media corporativos se afadigam em denegrir essa inicitiva, mas sem resultado.

  10. EU VENHO GRITAR QUE É URGENTISSIMO FAZER COM QUE OS E.U.A. E ISRAEL ACABEM COM A CARNIFICINA QUE DECORRE DESDE OS ANOS 50 SOBRE O POVO DA PALESTINA!… NÃO É HORA DE VIR EXPLICAR COMO CHEGÁMOS AQUI!!! É HORA DE ACTUAR!!! DE TRAVAR O GENOCIDIO QUE FOI PROGRAMADO E ESTÁ A OCORRER, ABSURDAMENTE (!) DESDE OUTUBRO 2023!!!…

    O SILÊNCIO DO MUNDO – DE TODOS SEM EXCEPÇÃO! – É UMA ABSOLUTA VERGONHA! É OBSCENO!!!
    … E TEMOS MEDO DE QUÊ?… A TRAGÉDIA É QUE NEM SEQUER É MEDO!?!… É A “NÃO REACÇÃO A NADA”, A QUE OS PODERES POLITICOS NOS CONDUZEM DESDE O INICIO DO SÉC. XXI!!!
    COM A GLOBALIZAÇÃO, OS PODERES DO OCIDENTE – isto é a força do dinheiro, gerido pela “elite judaica(!!) dos E.U.A – ATINGIRAM O OBJECTIVO : DOMINAR O MUNDO, AFRONTANDO TODOS OS QUE SE LHES OPOSUREM – ou a bem, ou a mal – EM QUE O SER HUMANO É UMA PEÇA DESCARTÁVEL!?! NÃO HÁ LEI NEM REGRAS PARA ALÉM DAS QUE ELES “PRECISAM ” PARA “ESMAGAR” A “ESCUMALHA HUMANA” …!

    NADA TENHO CONTRA A RELIGIÃO JUDAICA!… MAS É O FANATISMO RELIGIOSO QUE VENCE DESDE FINAIS DOS ANOS 40!… É SÓ CONHECER A HISTÓRIA DO MÉDIO ORIENTE, BOLAS!

    Eu sou ANTI-SIONISTA!… E custa-me muito ver como a “classe politica” judaica se está a vingar !

    E espero que este comentário seja divulgado. Porque pode ser que o “grão de areia” que sou eu, possa alavancar uma iniciativa de protesto… E que o rastilho de protesto consiga chegar a tempo de PARAR A CARNIFICINA CONCRETA DOS PALESTINIANOS!!!

    MARIA DA GUIA PRATA MENDES SILVEIRA MANTEIGAS

  11. Sim, o braço do nazionismo e longo também graças ao fabuloso poder econômico dos sionistas que controlam vastos sectores da economia mundial.
    Mas claro que dizer isto também e anti semitismo e uma teoria da conspiração.
    A rica diáspora judaica actua em várias frentes. Promovendo o cancelamento dos dissidentes e também enviando combatentes para ajudar nas tarefas de genocídio.
    Desde sempre jovens judeus com nacionalidade europeia e americana iam fazer uma perninha no exército de Israel, colaborando em actividades de matança e tortura e depois voltavam calmamente para o conforto da segurança e vida no “mundo civilizado” longe do cheiro dos “pretos da areia” que tinham ido ajudar a matar.
    Na recente ofensiva israelita muitos viajaram a Israel e voltaram com toda a segurança depois de terem cometido crimes contra a humanidade e aí de quem se atrevesse a dizer que deviam ser tratados como os combatentes que se juntaram ou se pretendiam juntar ao Estado Islâmico.
    Quanto a Greta Thunberg começou a ser cancelada antes porque o seu activismo já estava a incomodar demasiada gente.
    Era acusada por muita gente acefala de “querer que vivamos todos como no tempo dos Cro Magnons” e muita gente garantia que o seu único problema era não ter uns pais capazes de lhe dar um bom para de açoites a antiga.
    Os posts de ódio nas redes sociais sucediam se e ate já havia doutos psiquiatras a passarem a miúda atestados de insanidade atribuindo esse activismo ao facto de ser autista.
    Depois de ter acesso a Cimeira do Clima nos Estados Unidos onde deu um discurso contundente acusando muito boa gente de se estar a preparar para deixar a sua geração um planeta inviável ou quase já não teve entrada no evento seguinte, o tal onde Biden bateu uma sorna, segundo um douto comentador de rua “para não ir para lá dizer asneira”.
    Os confinamentos selvagens a boleia do COVID foram também fundamentais para acabar com este e outros activismos.
    Se os jovens foram enfiados em casa e impedidos até de ir a escola como fazer greve climática?
    Já agora, muitos desses jovens sabiam bem o que estavam a fazer e quanto a saltinhos melhor era que gente jovem não se mexesse enquanto pode. Se não for a alegria da juventude quem nos pode valer?
    Mas o confinamento selvagem acabou com isso e até se deixou de falar em crise climática em todo o lado.
    Dizia se até que o travão a fundo na actividade económica tinha resolvido muitos problemas desses, era o tempo em que se garantia que se tinham avistado golfinhos em Veneza e se atribuia a primavera chuvosa que se estava a viver no Sul do país a isso mesmo.
    Acabada a selvageria das restrições sociais era impossível recuperar o activismo perdido até porque as forças censorias, bem afinadas durante a crise COVID estavam lá para impedir novas greves climáticas e outros desvios subversivos da juventude.
    Quanto ao facto de Greta Thunberg ser hoje, hoje na casa dos 20 anos, activista da causa palestiniana só prova que tinha efectivamenre, no seu activismo climático, a cabeça e o coração do lado certo.
    Não engolindo a treta propagandística de Israel como o grande promotor dos direitos das mulheres desde que não sejam palestinianas ou árabes e dos palestinianos maltratadores de mulheres e perseguidores de homossexuais que por isso mesmo merecem tudo o que lhes está a acontecer e muito mais.
    E também esta ideia mentirosa e nefasta que faz de muita gente com mais idade para ter juízo ferozes defensores do estado genocida de Israel especialmente se, como Greta, fizerem parte da metade da população que não tem picha.
    Que seja cancelada não admira tal como estão a ser cancelados todos os que se opoem ao genocidio israelita graças ao longo braço economico do sionismo mundial.
    Isto e tudo uma cambada e Itália e Malta já teem provas dadas em canalhice na sua perseguição aos barcos que escolhem refugiados no Mediterrâneo. Turquia e Tunísia fazem o que o Tiranossauro mandar e de certeza ele já mandou deixar o barco afundar para que quem se atrever a tentar ajudar Gaza saiba bem que até corre risco de vida.
    Por cá o Governo cavalga o racismo deportador para ver se saca uns votos dos acéfalos que atribuem aos imigrantes todos os males do país, os basbaques aplaudem e ninguém pergunta quem e que vai pagar os voos de deportação para sítios tao longínquos como a India, o Nepal ou o Paquistão.
    Não serao certamente lucros da Spinunviva e as avenças pagas a Montenegro a pagar tais voos de efectivamente se concretizarem. Serão os nossos impostos que além de pagarem armas porque a não ser assim vêem aí os russos vão pagar deportações desviando se ainda mais dinheiro de onde ele faz mesmo falta.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  12. A “democracia” e “liberdade” ocidentais são isto. Genocídio sem consequências.

    Querem o fim do genocídio? Então façam um crowdfunding para comprsr armas nucleares para o Hamas e o Hezbollah e os Houthis.

    Se não fazem issoz então não querem realmente o fim do genocídio. Só querem descarregar a consciência com textos bonitos…

    O genocídio só pára quando parar o que causa o genocídio: a ditadura racista (Apartheid) do projecto colonial chamado “israel” cuja existência depende da ocupação ilegal e limpeza étnica.

    Enquanto existirem israelitas, existirá genocídio.

    Uma arma nuclear apontada a Telaviv, outra a Haifa, e está o assunto arrumado.
    Ou os invasores genocidas voltam para os seus países de origem, ou essas armas serão diaparadas.

    No espaço de dias, o assunto fica resolvido e acaba-se o “conflito no médio oriente”, que é uma daquelas expressões cheias de manipulações e desonestidade nojenta, mas que na máquina de propaganda do império GENOCIDA ocidental, aka a “democracia”, é repetida ad nauseam.

    É como aquela da “guerra israel – Hamas” que as PRESStitutas ocidentais repetem diariamente a troco da avença da USAID, NED, AIPAC, etc.
    Três mentiras em três palavras. Deve ser record!
    Não é guerra, é GENOCÍDIO.
    Não é de “israel” apenas, mas de todos os porcos nazis sionistas desde a Casa Branca até aos seguidores da NATO na Finlândia, passando por Lisboa e arredores.
    E não é contra o Hamas, mas sim contra o povo Palestiniano: civis, mulheres e crianças, inocentes e indefesos.

    Vamos parar o genocídio?
    Então vá, tudo a contribuir lara o crowdfunding para dar armas nucleares ao Hamas, Hezbollah, e Houthis.
    Ah, e toca a pegar em armas para deitar abaixo os porcos sionistas genocidas que estão no poder no ocidente.
    O 25-Abril não se fez com textos e cartazes. Esta revolução também não.
    Ou pegamos em armas para derrotar o mal, ou somos cúmplices devido ao CRIME de inacção perante um genocídio.

    Há 2 anos eu não pensava assim, mas hoje concordo nisto com Netanyahu: não é possível uma “solução” de 2 Estados.
    Ou vive na Palestina quem é Palestiniano, ou um dia destes passa a existir só a colónia invasora ilegítima chamada “israel” após a Palestina ter sido toda apagada do mapa.

    Aqueles que exterminam, e aqueles que apoiam/toleram o extermínio, e ainda aquele que falam mas nada fazem contra o extermínio, em nada se distinguem daquele grupo de cidadãos germânicos que construíram e operaram em Auschwitz.

    Quantos de nós estão incluídos aqui? A esmagadora maioria.
    É assustador, mas o ser humano é mesmo o pior vírus à face da Terra.
    Os israelitas, os ucranazis, os NATOfans, os EUrocornos, e os USAmerdicanos, são simplesmente as estirpesais recentes, após as anteriores: hitlerianos, salazaristas, colonizadores, monárquicos absolutistas, inquisição e outros terrorismos religiosos, romanos, etc.
    Desde que há história escrita que ainda não se registou qualquer tipo de evolução na natureza humana.
    São 8 mil milhões de macacos bípedes que aprenderam a disparar balas em vez de só atirar pedras, paus, e caca…

  13. GRETA THUNBERG. Alguém se lembra dela? Alguém se lembra daqueles excitantes e comoventes tempos em que, com o “Planeta A” à beirinha do peido final, Greta Thunberg era um modelo para toda a gente, não só jovens mas também adultos? Alguém recorda aquelas gloriosas “greves climáticas”, em que milhares de jovenzinhos acéfalos, aos saltinhos por esse angustiado Planeta A afora, exibiam entusiasticamente os doces focinhitos e (como quem não quer a coisa) esticavam estrategicamente os pescocinhos para não falhar o enquadramento televisivo, enquanto guinchavam clichés e banalidades cujo sentido lhes escapava? Alguém se lembra do orgulho com que os paizinhos dos menininhos e menininhas se babavam nos ecrãs, derretidos com a militância e as proezas revolucionárias dos rebentos? Eu por acaso ainda me lembro, mas é uma memória longínqua pra caraças!

    E agora a pergunta do dia: alguém reparou que há uma carrada de meses, subitamente, Greta Thunberg desapareceu? Esfumou-se, desvaneceu-se, deixou de existir, não há noticiário que se lembre dela! O Planeta A continua a caminho do peido final, em progressão geométrica acelerada, mas já ninguém liga pêva! Sabeis porquê, companheiros e companheiras, caros e caras, baratos e baratas? Eu ospilico: Greta Thunberg, de lenço palestiniano ao pescoço, abraçou de alma e coração a causa palestiniana e tem participado, incansavelmente, em manifestações contra o genocídio em Gaza, não só na Suécia natal mas também noutros países, como Reino Unido e Alemanha, tendo já sido presa várias vezes, nomeadamente no IV Reich de D. Ursula. Portantes, queridos e queridas, Greta Thunberg tornou-se leprosa, não há redacção da esterqueira merdiática que pegue nela, de exemplo a seguir passou a tabu, doença infecciosa e perigosamente contagiosa.

    Nos últimos dois dias, porém, isso mudou. Os bandidos nazionistas entusiasmaram-se “um pouquinho” e atacaram com dois drones, em águas internacionais, ao largo de Malta, muito longe da costa israelita, um navio da Freedom Flotilla Coalition (chamado “Conscience”), que tencionava levar ajuda humanitária a Gaza sem respeitar o bloqueio ilegal e criminoso decretado pelo genocida Benjamin Nazinyahu. Desta vez, por mais golpes de rins e cambalhotas que tentassem, seria impossível, aos róseos bacorinhos da pocilga merdiática, ignorar mais esta heróica proeza da “única democracia do Médio Oriente”. Ora acontece que Greta Thunberg era (e continua a ser) uma das activistas que se preparavam para embarcar no navio, a caminho de Gaza, pelo que a criadagem lá foi obrigada a falar dela. Consigo imaginar, porém, as úlceras que a coisa lhes terá provocado.

    Entretanto, o longo braço do nazionismo “eleito” continua a não brincar em serviço. Assim, a bandeira do navio, que era de Palau, foi subitamente cancelada, sem qualquer explicação, poucas horas antes do ataque, o que, entre outras coisas, fez com que tanto o navio como os tripulantes e activistas embarcados ficassem privados de seguro. Apesar de o “Conscience” ter sofrido graves danos, estar a meter água e correr perigo de afundamento, o Governo de Malta, violando regras há muito estabelecidas, e vinculativas, da Lei do Mar, não só proíbe a sua entrada em águas territoriais maltesas, para tentar chegar a um porto e ser reparado, como impede outros elementos da Freedom Flotilla Coalition de nele entrarem para ajudar a avaliar os estragos. Continuando a violar a Lei do Mar, um navio da Marinha de Guerra de Malta não só impede o “Conscience” de entrar em águas maltesas como impede, ainda, a retirada da ajuda humanitária a bordo, que corre o risco de ir para o fundo com o navio. Os governos da Grécia, Turquia e Tunísia também proibiram o “Conscience” de entrar nas suas águas e o comandante do navio, que é do Azerbaijão, foi ameaçado com cancelamento da sua licença e eventual prisão, pelo governo do seu país, o que o deixaria impedido de trabalhar no futuro. Não há dúvida, é realmente longo e eficiente o bracinho do nazionismo.

    Sobre este assunto, ver:

    https://youtu.be/GjrfGP4P-AY?si=xEE9LWovZoxI9wU- (Middle East Eye)

    https://youtu.be/V3wgUbUOSCw?si=dPL1nnGNXKY1dx7W (Democracy Now. Entre outros, depoimentos de Ann Wright, coronel reformada do exército americano, da organização americana Code Pink, e Greta Thunberg, que fazem parte dos activistas que se preparavam para entrar no navio)

    https://youtu.be/Mvs9J-4PhqQ?si=qiB1lmP_zFDthv_V (France 24)

    https://youtu.be/fiBNxnrhLN8?si=Nq0B9TZayUmH-D5B (TRT World)

    https://youtu.be/ck9VzdhwBms?si=liOW2Xsu8bDw7yb7 (CNN News)

  14. Os Estados Unidos sempre foram assim, desde a sua criação. Uma nação de gente inculta, fanática religiosa e racista.
    Mas sempre conseguiram, mercê de uma propaganda brilhante apresentar se, especialmente perante os burros europeus, como os únicos garantes da liberdade e da democracia.
    A realidade e diferente fora das elites latino americanas dado que aqueles populações sempre sofreram intervenções a pretexto de defender os direitos humanos ou em nome da defesa contra o comunismo que se saldou em ditaduras sangrentas.
    Em muitos esta perfeitamente enraizado o ódio ao ianque.
    Mas também há por lá muito burro porque a propaganda é forte e populações incultas são presa fácil.
    Não e só a miséria que explica as levas de migrantes que continuam a demandar os Estados Unidos apesar dos riscos terríveis que a empresa sempre teve e que agora atingem níveis de uma crueldade intolerável.
    E mesmo muita gente continuar a ver um sítio onde os sem abrigo se amontoam nas ruas como uma terra de leite e mel.
    Na realidade, a sociedade americana divulgada pelos filmes de Hollywood nunca existiu.
    E se alguma coisa parecida com isso de mulheres emancipadas, minorias respeitadas, vida com dignidade para todos, a celebre formula, casa própria e bonitinha, dois carros, tres filhos e dois cães existe ou existiu foi nalgumas bolsas em grandes cidades como Nova Iorque que por isso mesmo era a Meca dos adoradores dos deuses americanos.
    Na realidade a sociedade americana, em especial após a queda da União Soviética e uma sociedade altamente desigual, desumana, onde os trabalhadores enfrentam uma precariedade que os obriga a dar 15 dias de aviso ao patrão mas eles podem ser despedidos de um dia para o outro e daí a tal caixinha de papelão com os objectos pessoais dado que nem uma semana de prazo teem para de lá os irem tirando aos poucos.
    Um inferno laboral na terra onde coisas como férias não são um direito mas um “benefício” que as empresas dão se lhes apetecer.
    A pouca lei de proteção laboral que lá existe só obriga a dar 11 dias após seis anos de trabalho na mesma empresa.
    Licenças de parto resumem se a 15 dias e ninguém fala em mudar isso porque a estúpida população está plenamente convencida de que se assim não for nenhum patrão contrata mulheres em idade fértil.
    Sistema de saúde não existe e quem não tem seguro de saúde está sujeito a um tal de Medicare, um serviço assegurado por alguns carolas e instituições de caridade.
    O acesso depende da avaliação de assistentes sociais sem qualquer formação médica a quem cabe decidiu se o desgraçado está suficientemente doente ou e suficientemente pobre para merecer acesso ao serviço.
    A liberdade de expressão tem dias como bem estão a sentir na pele os críticos do genocídio israelita.
    Ou como noutros tempos sentiram as vítimas de um tal de Comitê de Actividades Anti Americanas.
    Ou como sentiram os familiares do enorme cortejo de activistas pelos direitos civis assassinados muito por culpa da deficiente proteção de uma polícia que quando se tratava de malhar manifestantes já era extremamente eficaz.
    Ou, mais recentemente, o longo calvário de Julian Assange.
    Ou o caso do Gonzalo Lira, cidadão chileno-americano abandonado a morte numa masmorra ucraniana.
    E até aqueles filmes sobre atrocidades em prisões mostrados como prova de que aquele país não se importa de mostrar os seus podres sao tudo menos isso.
    As atrocidades sao retratadas justamente porque a desumanizada população acha aquilo normal.
    Por isso eles sabem que ninguém irá protestar. Aquela gente vê gente acorrentada a trabalhar em estradas e campos e acha normal.
    As pessoas vão a julgamento acorrentadas e vestidas de cor de laranja e aquela gente acha isso normal.
    E ainda dizem que vivem em democracia e liberdade e no melhor país do mundo, tendo direito de impor este inumano modo de vida a todos nós.
    Por isso não admira que apoiem o apartheid israelita e o genocídio desde a primeira hora tendo sido os garantes da segurança dessa nação de assassinos desde a sua criação.
    Agora entreteem se a bombardear o Iémen por os houthies terem atacado atacado o estado genocida de Israel.
    O Tiranossauro simplesmente carregou no acelerador.
    A União Europeia, gente que partilha o mesmo racismo e tem total falta de honra, vergonha na cara e espinha claro que “abana o rabo”.
    Perseguindo os críticos do genocídio, dispersando manifestações a bastonada, fazendo detenções, ameaçando com deportações se forem estrangeiros e ainda não começaram a expulsar os seus cidadãos de estudos e empregos como se faz do outro lado do mar mas lá chegaremos.
    E, claro, brandindo sem vergonha nem decoro a alegação de antissemitismo.
    Vejamos uma coisa.
    Pessoalmente sou anti judaísmo na parte em que se apresenta como uma religião supremacista e racista que defende o homicídio puro e simples de quem estiver nas terras ocupadas que acreditam que lhes foram dadas por Deus e nos chama gentios.
    Se alguém conseguir ultrapassar essa parte, tudo bem e alguns judeus conseguem.
    Quanto a sionismo, estamos conversados. Equiparados ao nazismo com quem aprenderam muita coisa.
    Agora, sendo que essa canalha mata semitas a torto e a direito eles e os seus infames defensores vão chamar antissemita ao diabo que os carregue.
    Antissemitas são aqueles que acham normal que uns semitas, os judeus, matam outros semitas, os árabes, sejam muçulmanos ou cristãos porque os bombardeamentos indiscriminados não perguntam religião.
    O exército sionista tem se dedicado a destruir símbolos cristãos, tanto em Gaza, como na Síria e no Líbano e esta gente nem pia.
    Será porque sabem que os dirigentes israelitas sao suficientemente loucos e desumanos para nos despejarem em cima o seu arsenal nuclear que ninguém se atreve a dizer que existe.
    As vezes parece me que desumanidade e racismo não chegam para justificar a indiferença perante esta orgia de morte.
    Que vai continuar tendo o genocida mor convocado dezenas de milhares de reservistas para acelerar os trabalhos de limpeza que visam transformar Gaza num projecto imobiliário.
    Mas vendo gente que, noutra frente, acha que a Ucrânia sai beneficiada por ter aceite o saque dos seus recursos em troca de meios para continuar uma guerra que está a causar a sua destruição talvez seja só mesmo de desumanidade e racismo que se trata.
    Porque só a desumanidade e racismo puro pode achar normal a continuação da destrutiva guerra na Ucrânia. Que só não é pior porque Putin não é Netanyahu nem Trump.
    A imagens de homens ucranianos a serem metidos a força em carrinhas ou a fugir aos recrutadores sao terríveis mas esta gente está tão imbuída no sonho de vingar Hitler que acham que esta barbaridade tem de continuar.
    Vão ver se o mar da Kraken, bicho que segundo a lenda tinha especial atração por barcos de piratas.
    E vao também chamar Putinista ao diabo que os carregue.

  15. Impressionante como um corrupto como Netanyahu, pronto a ser julgado, condenado e afastado, provavelmente preso, consegue manter-se no cargo desenvolvendo o genocídio e a limpeza étnica, arrasando escolas, hospitais, zonas habitacionais, onde a maior parte das vítimas são inocentes, mulheres e crianças. Os jornalistas são alvos, os médicos, os socorristas, os distribuidores de ajuda humanitária. Ordem para matar e destruir tudo o que desafia a húbris e insanidade do carniceiro corrupto. O que um sociopata sem escrúpulos não está disposto a fazer por auto-preservação no poder!
    Uma série de “grandes líderes acobardados” não mexe uma palha, enquanto enche a boca com “valores e princípios”, mesmo os que desprezam ostensivamente a ética e vulgarizam os direitos humanos, empolando o seu direito à hipocrisia, à jactância e à falta de vergonha. Reconhecer o Estado Palestino para eles é reconhecer o “direito à defesa” dos Palestinos, daí o evitarem a todo o custo, enquanto constantemente apregoam o “direito à defesa” de Israel, que é justificação para a matança indiscriminada de gente “sem estado e sem direitos”, párias na sua própria terra. Mesmo que a solução defendida seja um único estado, laico e plural, em vez do apartheid genocida actual, é necessário e premente reconhecer a existência de um povo oprimido, perseguido, espoliado, desalojado, com direitos humanos consagrados na Declaração Universal (que também caiu em desuso e poucas referências lhe fazem, tal o carácter e a sabedoria dos “grandes líderes” actuais).
    Quanto a Trump, herdeiro e representante de uma América WASP supremacista e racista, inculta e preconceituosa, ela própria construída à custa de massacres, deportações, genocídios e ecocídios, não é de admirar que dê tanta ou mais cobertura que a administração democrata Biden/Blinken a um crápula como Netanyahu, que já de si colaborava empenhadamente com ele, presença assídua em Washington qualquer que seja a administração, e à vontade para exigir o que quiser – talvez tenha sido a inspiração de Zelensky quando lá foi também fazer exigências. A questão não se limita às lideranças actuais, mas elas simbolizam e identificam-se na perfeição com os interesses e ideais em vigor, o supremacismo, o belicismo, o (pros)elitismo, o sionismo, o anti-semitismo na verdadeira acepção da palavra.
    O “farol das liberdades e da democracia”, que os “atlantistas” tanto apontam e referem, é afinal um foco de apoio a psicopatas e genocidas sem respeito pela própria Humanidade, quanto mais pela Vida na Terra? O exemplo da resistência dos Palestinos, despojados de tudo e com pouco apoio dessas grandes “luminárias” de vocação (pretensamente) moralista, ao contrário dos seus opressores e algozes, expõe o quão cobardes são os que aprovam, apoiam e minimizam o genocídio.

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