O apagão de ontem levanta questões essenciais

(Joana Amaral Dias, in Twitter/X, 29/04/2025)

Imagem gerada por IA

 Não podemos continuar a vender Portugal a retalho. A opção política de encerrar as centrais térmicas nacionais (a carvão e a gás), seguir um modelo energético das renováveis e importar eletricidade matou a segurança energética de Portugal.

Agora temos que importar eletricidade de Espanha! Vendemos a REN – Redes Energéticas Nacionais e a EDP aos chineses que continuam com lucros gordos enquanto os portugueses não conseguem pagar a conta da luz! Basta de vendilhões! Basta de mercadejar a nossa soberania. Temos que defender os interesses dos portugueses.

Venho há muito tempo alertando para a fraude verde e para como a descarbonização ou “transição energética”: é um poço onde querem afogar-nos. Ontem tivemos uma amostra. Isto foi um crime económico e energético.

Há que combater os globalistas que querem tudo centralizado e uma única governação mundial. Eu luto há 25 anos contra esta globalização assassina, que é contra os povos e contra as pessoas. Portugal é nosso e só será nosso se tudo for descentralizado, com localização aqui da economia e autossuficiência regional. O globalismo enfraquece-nos. O local fortalece-nos. Tudo o que seja pequeno negócio, pequena e média produção nacional etc., tem que ser protegido com unhas e dentes.

Contem comigo!

Temos que defender o dinheiro físico, as notas e moedas. Sou a única pessoa em Portugal que vem, desde 2020, a alertar para a importância do dinheiro em papel e metal. Viva o dinheiro vivo!❤

Quando os sistemas falham, como ontem, quem  vai pagar os danos e perdas do povo, desde a arca congeladora às horas de trabalho que sumiram? E se na próxima for mais tempo?

Sem defender Portugal e sem dinheiro físico não há sobrevivência ou liberdade. Sem liberdade, não há democracia.

Sou uma mulher portuguesa, mãe de três filhos, humanista e defensora do povo. Vou lutar até ao fim! Portugal tem de voltar a ser dono da sua energia, da sua moeda, da sua liberdade. Temos que resgatar o nosso país! Vamos, Portugal!

Ativista Política 

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11 pensamentos sobre “O apagão de ontem levanta questões essenciais

  1. Claro que sim, João Martins. E muito gostaria eu que isso acontecesse.
    Infelizmente, também não tenho assim tanta fé na pureza ética/moral do PCP e menos ainda do Bloco, dado a quantidade de vezes que acabaram por beneficiar a direita só para tentar sacar votos ao PS (na câmara de Loures não houve, até, uma aliança PCP/PSD contra os xuxas?)
    Quanto ao Livre, este é tão europeísta e seguidista que, quanto a mim, perde toda a credibilidade como força de mudança.
    Aliás, penso mesmo que qualquer partido que alcance o, chamado, “arco da governação” estará, inevitavelmente, sujeito a ser infiltrado e influenciado pelos DDT. A pressão pode ser exercida de várias formas, desde corrupção à chantagem ou ameaças.
    Não é que me dê muitos abalos ao pífaro, mas para não me chamarem “teórico da conspiração” aconselho, por exemplo, um livro que explica alguns dos processos usados por elementos ligados ao FMI para encurralarem políticos e que tem como título “As confissões de um mercenário económico” (se bem me lembro) da autoria de John Perkins.
    Como não acredito que, para já e neste contexto geopolítico global uma maioria de esquerda consiga ser obtida excluindo o PS, o meu objetivo preferencial é ir anulando eleitoralmente as forças mais nocivas à direita. Depois, poderíamos preocuparmo-nos com o PS e a necessária purga de personagens como o Seguro, o Francisco Assis, o Carlos César, o Carneiro, o Medina, a Ana Gomes etc, etc. Poucos sobrarão, é verdade.
    Sei que não é o ideal, mas tenho votado no menos mau, no que põe alguma vaselina para não doer tanto. E a estupidamente apelidada de “geringonça” deu resultados bastante positivos que, para um povo salazarento como o nosso, se desenvolveram num ambiente ideológico progressista e democrático, a favor da causa/coisa pública.
    Porque soluções à la Sciriza vimos no que deu: A direita no poder, o Varoufakis a dar palestras e o Tzipras… (boa pergunta: e o Tzipras?) Até deu direito a incêndios com mortos para saltarem mais depressa do governo.
    Não sei se estou a ser pragmático, se “naïf”-ou mesmo equivocado- mas, mesmo não sendo a retórica mais fácil de defender, é assim que interpreto o que considero a “big picture”, vista através do prisma de um macaco nú que já assistiu a muitas manobras desde que ganhou alguma consciência política, por alturas do 25 de Abril.
    Portugal não está (nem nunca esteve) isolado do resto do mundo, ou imune à pressão de interesses de corporações e potências globais.
    Por isso, Whale, digo que isto anda mau de choco neste pátiozinho de betão à beira mar plantado.

  2. Desde o dia em que o homem lançou a celebre atoarda de que “a vida das pessoas não está melhor mas o país está melhor” e “o ajustamento e para continuar doa a quem doer, custe o que custar e quem está mal mudasse” que só não viu quem não quis que o homem não tinha vergonha nenhuma, já para não falar de humanidade e respeito pela vida.
    Mas parece que o tuga só não faz o mesmo em termos de negociatas porque não pode e por isso secretamente admira a Chico espertice.
    Só isso explica que tal exemplar va a frente nas sondagens e em vias de averbar um melhor resultado que nas últimas eleições.

  3. Agora o Spinuvivas na declaração de interesse colocou mais sete (7!) empresas a que está associado. Deixem o Luís trabalhar, pá! Com empreendedores destes, em breve governar será apenas um hobby ou um part-time, para juntar mais uns trocos aos milhões das negociatas.
    Depois ainda vem dizer que faz o que qualquer português faria, o desavergonhado sem ética.

  4. Esquerda o PS? O mesmo que meteu o socialismo na gaveta, que arrancou com as primeiras privatizações, que mandava correr manifestações a bastonada e ate uns tirinhos pelo meio?
    O mesmo que começou com as nefastas taxas moderadoras dando a entender que havia quem fosse ao medico só para se entreter? Que no primeiro projecto até queria aplicar as malfadadas taxas ao internamento como se alguém fosse internado por pedir ao médico uns dias de férias?
    Preferia cortar a barbatana direita a votar PS, já agora.
    E e só porque dizes coisas muito acertadas que não te mando ir ver se o mar da choco por fazeres propaganda de tal gente.

  5. Isto está a loucura! Nos programas de opinião, nota-se a discrepância entre a opinião do Povo e a dos paineleiros do costume. Parece que mobilizaram todas as comentadeiras de serviço para anteciparem as críticas do Pedro Nuno Santos no debate.. para estes corruptos de merda o resto da esquerda desapareceu e viraram as baterias contra o PS a ver se controlam a narrativa a favor dos vendilhões da AD.
    Percebo que haja animosidades em relação ao PS (eu, por enquanto, ainda vou votando nos xuxas), mas precisamos deste partido, quer gostemos ou não, para voltar a criar uma maioria de esquerda e despachar os filhos da puta da direita para o colo dos que os sustentam.
    Desculpem a propaganda mas, ao contrário de um amigo que dizia “Na merda não há graus”, eu digo que prefiro pisar um cagalhão do que enfiar um balde cheio dela pela cabeça abaixo.

  6. Deixem-me salientar a sanha dos mérdia, TODOS, a tentar controlar os danos eleitorais da incompetência do governo. Temos as duas rádios mais ouvidas, TSF e Antena1, privada e pública a quererem minimizar as críticas, dizendo que é politiquice eleitoral, a fazer comparações com a pandemia e os incêndios de 2017.
    A propósito, ninguém se lembrou de comparar a atuação dos ditos mérdia em relação ao governo na altura. E o Marcelo não pediu a cabeça de nenhum ministro?
    Vale a pena ouvir a palhaçada nas rádios para perceber qual a força política que agrada aos DDT, já que falamos das privatizações do PS.
    Da tão elogiada prestação das rádios durante o apagão, digo que as entrevistas a taxistas e passageiros do aeroporto, comentários acerca do caos no trânsito, ou nos supermercados (relativamente minimizados), não passou tudo de entretenimento para proteger o governo.
    Agora temos uma procissão de comentadores a defender a AD e a dispersarem as culpas pelas instituições do estado e governos anteriores.
    Olha se fosse o PS?

  7. Joana A. Dias tem razão no que fala. Só podia, como disse J. Camacho, não ser tão vaidosa na questão do dinheiro vivo, medir com mais cautela as palavras. Mas, as questões que levanta são sérias e devemos tê-las em conta. Só que, enquanto estivermos debaixo da bota neonazi da Comissão Europeia, nada podemos fazer. Temos que esperar que outros nos libertem…e viver das “esmolinhas” dos vizinhos espanhóis que aos poucos vão tomando conta disto por que os políticos portugueses autorizam e ainda gostam das “luvas” que recebem. Querem vender tudo o que é de todos nós, do Estado. No final vendem-nos a nós para carne para canhão como já estão a tentar fazer e o povo leva as latas de conserva e o papel higiénico na mochila e vai para a guerra naquele Frankenstein (ou será Golen) que é o que restará da ucrani…. É bom que todos se lembrem que tem sido o PS (e também o PSD) que tem vendido Portugal ao desbarato, como se prova aqui:
    https://rr.pt/noticia/economia/2021/03/23/venda-de-seis-barragens-da-edp-qual-a-razao-da-polemica/231567/

  8. “Sou a única pessoa em Portugal que vem, desde 2020, a alertar para a importância do dinheiro em papel e metal.”

    Palavra de honra? Quando for à praia peço a esta ilustre “mulher portuguesa” que me empreste o seu magnífico umbigo, para usar como toldo, e nunca mais apanho uma insolação.

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