Da geopolítica da guerra na Ucrânia

(Agostinho Costa e Carlos Branco, a partir de 13/03/2025)

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(Vale a pena ouvir quem sabe de guerra e fala sem seguir a agenda das operações de propaganda da NATO, como acontece com o Isidro ou o Serronha. O Major General Agostinho Costa e o Major General Carlos Branco analisam a situação militar geopolítica e a atualidade Ucrânia – USA – Rússia. O estado da situação em Kursk e no Donbass, as perspetivas do famigerado cessar-fogo, o day-after e o papel da Europa. É ver o vídeo abaixo.

Estátua de Sal, 16/03/2025)


8 pensamentos sobre “Da geopolítica da guerra na Ucrânia

  1. Os demócratas da CNN, demócráticamente, proibiram o uso do vídeo. É a comunicação social livre, isenta, democrática e pluralista. Olha se não fossem !!!…

  2. E claro que quando falo em ucras não quero dizer ucranianos.
    Não aqueles que estão escondidos em casa para não serem caçados e levados para a frente a força porque também não vêem jeito nenhum em lutar numa guerra por procuração. Nunca os que resistem presos em casa contando com a solidariedade dos vizinhos para ir comendo.
    Não as famílias que estão por cá pagando a passadores para os tirar de lá para fora.
    Quem quer continuar a armar Herr Zelensky tem muita culpa disto tudo.

  3. Os ucras são realmente assassinos encartados e quem acredita na sua humanidade paga com a vida.
    Lamento pelos desgraçados que não quiseram abandonar as suas casas e agora foram encontrados a apodrecer em caves.
    E lamento que queiramos continuar a apoiar assassinos destes só porque nunca vimos os russos como iguais e queremos pilhar o que e deles.
    Os que agora morreram em Kursk seguem os que morreram chacinados por nazis na infame Operação Barbarrosa na Segunda Guerra Mundial.
    Da bem a medida do que aconteceria se a Rússia tivesse ficado a espera que eles entrassem no Donbass ou tivessem conquistado a Crimeia.
    Ou se os sonhos delirantes desta gente se cumprissem, a Rússia tivesse perdido a guerra e sofresse uma ocupação ucraniana acolitada por muitos mercenários estrangeiros porque nunca seriam eles suficientes para ocupar um território tão vasto.
    E ainda me da mais nojo as asneiras que ouvi condenando a paranóia russa que tinha obrigado 200 mil pobres inocentes a abandonar as suas casas.
    Se tivessem ficado tinham morrido sob as balas ucras como os judeus chacinados em Baba Yar.
    E e de louvar o sangue frio da Rússia que não bombardeia Kiev de ponta a ponta nem caca Herr Zelensky como o cão que e apesar de coisinhas destas.
    Alguém tem noção do que aconteceria se Estados Unidos e México entrassem em guerra e os mexicanos fizessem uma merda dessas em Miami?

    • Caro Whale, há um Jornalista, dos verdadeiros, chamado Patrick Lancaster, que tem feito a cobertura do lado Russo. É um verdadeiro correspondente de guerra, porque, ao contrário dos nossos serginhos furtados, das nossas cândidas pintos e de outros, este vai mesmo à linha da frente.
      É certo que vai incorporado nas tropas, mas não fica num belo hotel em Kiev a divulgar os press releases e as footages que o Ministério da Propaganda e do Iluminismo da Ucrânia lhe diz que são para serem assumidos como verdadeiros e absolutamente factuais. Pois bem, ainda há coisa de uma semana Lancaster constatou e filmou as atrocidades que os ukras cometaram na região de Kursk. Corpos atrás de corpos a apodrecerem em caves.
      Também recolheu testemunhos dos sobreviventes, alguns dos velhos que ficaram para trás. Sobre Bucha e outras encenações grotescas, enfim, a única fonte que temos é o Ministério da Propaganda e do Iluminismo Ucrâniano.
      Não quero com isto dizer que de parte a parte não se tenham cometido crimes de guerra. O que quero dizer é que a propanganda jornaleira ocidental tem feito um dos trabalhos mais sujos desde Joseph Goebbels. Se pensarmos bem, o que aconteceu àquele jornalista português, Bruno Amaral de Carvalho, só por dizer, tal como Lancaster o que constatava, ao vivo e cores, naquele ninho de ratos nazis infectos chamado Mariupol?
      Os outros, que precisam do dinheiro, dos awards, e que gostam de bons hotéis, fazem o que manda o guião, são putas, é o que é.

  4. Pois, uma grande vitória que acabou com os ucras a serem corridos depois de sabe Deus quantos mortos.
    So se grande vitória e terem conseguido que aquilo ficasse tudo partido para os russos terem de reconstruir.
    Vitória foi sim a da resiliência russa que quando viu que as hordas eram demasiado grandes para conter sem sofrer muitos milhares de baixas tratou de evacuar a população de cerca de 200 milhões de pessoas que lá vivia.
    Isso privou os ucras de reféns e lembro me da raiva dos comentadeiros quanto isso aconteceu.
    Diziam os javardos que a soldadesca ucraniana não ia maltratar ninguém, pelo que não valia a pena evacuar.
    Como se não tivessem visto as valas comuns supostamente encontradas pelos ucronazis na ofensiva nos arredores de Kharkiv em 2003, cujos corpos eram recentes e até incluiam professores que tinham dado aulas segundo o programa curricular russo. Para os ucras uma traição a merecer a morte.
    Como se não tivessem visto as pessoas amarradas a postes com a cara pintada de verde Schelle em Kherson.
    Nessa altura os russos apelaram a fuga, quando viram que só manteriam a cidade com pesadas baixas a que saissem e fugissem para o outro lado do rio, especialmente os professores. São as vossas vidas.
    Sabiam o que os ucranianos já tinham feito nos arredores de Kharkiv.
    Por isso desta vez evacuaram praticamente toda a gente, exceptuando uns velhos teimosos que foram assediados por soldados ucras.
    Isso permitiu que os russos fossem caindo em cima deles com tudo por não haver civis a poupar.
    Se os houvesse talvez a aventura em Kursk tivesse durado ainda mais tempo.
    Mas definir uma sangueira desatada destas como uma grande vitória mostra o desprezo que esta gente tem pelas vidas ucras e pelas vidas dos mercenários, a que chamamos voluntários, que para lá mandamos.
    Vão ver se o mar da choco.

  5. Na verdade, estes são os dois únicos analistas que passam nas nossas televisões que sabem da poda. O cabo isidro e o furriel serronha são duas das peças mais incompetentes que as nossas Forças Armadas alguma vez pariram.
    Como é que um chegou a major-general e o outro a tenente-general diz muito dos motivos que nos trouxeram ao atual beco sem saída, até porque não são os únicos; os incompententes proliferam um pouco por essas FA Europeias e Americanas, veja-se por exemplo Ben Hodges, ex chefe máximo das FA dos EUA, um fulano que em 2023 dizia que iria passar férias na Crimeia.
    Cambada de mentecaptos. Bastava terem seguido quem da poda sabe, como o britânico Alexander Mercouris, o Australiano Willy OAM (esse fez uma tour no terreno a doer de seis meses como voluntário do lado ucraniano) e outros, como Brian Berletic, former US Marine, que logo perceberam e não tinham enganado a malta toda.
    Às tantas, acreditaram e continuam a acreditar na sua própria propaganda e agora estamos assim, nós, os Europeus, sem rei nem roque.
    Ainda hoje ouvi o Rogeiro, outro que tem a mania que sabe e não passa de um ignorante encartado, a dizer as coisas mais absurdas, tais como Kursk é uma grande vitória para a Ucrânia.
    A guerra está perdida, não há coalition of the willing, ou melhor coligação dos inúteis que nos safe. Penso que Portugal, os nossos representantes, discretamente, deviam começar a abandonar o barco. Que afinidades, comerciais, culturais, religiosas, linguísticas temos com a Ucrânia? Zero, fora os 600 milhões de euros que para lá já mandámos grátis em material de guerra que um dia nos pode vir a fazer falta.
    Toscos, dos poliqueiros aos jornaleiros, não percebem que devemos sair de fininho, que muitos dos nossos interesses estão nas Américas e nas Áfricas e não no Leste da Europa. Que até uma eventual entrada desse projecto falhado chamado Ucrânia na UE seria para nós uma catástrofe económica. Enfim, a continuar assim vai ser lindo.

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