(Gerry Nolan, in canal do Telegram, Sofia_Smirnov74, 11/03/2025, Revisão da Estátua)

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Washington pisca o olho primeiro: pequenos passos para Moscovo, mas a Rússia tem todas as cartas.
O enviado de Trump, Steve Witkoff, indo a Moscovo não é uma negociação, ainda não. É um choque de realidade. O Império sabe que está a perder, mas precisa de encenar a retirada, para fazer a sua derrota inevitável parecer uma recalibração estratégica em vez de um colapso humilhante.
Porque sejamos honestos: Moscovo venceu esta guerra antes mesmo de ela começar. A NATO está esgotada, a Ucrânia é um cemitério, a UE está falida e o bloco BRICS+ está a expandir-se a cada minuto. O tabuleiro do xadrez global está a mudar da fantasia unipolar para a realidade multipolar. Mas Washington não se pode dar ao luxo de o admitir abertamente, nem aos seus vassalos, nem à sua imprensa e, certamente, nem ao público americano que já está a ferver devido a outro desastre imperial.
Então, qual é a jogada? Salvar a face. Os EUA precisam de uma maneira de sair da Ucrânia sem parecer que estão a ser expulsos. Eles vão exigir “concessões” sem sentido a Moscovo para salvar a sua face política. Mas a Rússia não precisa de lhes dar nada. Esta guerra termina nos termos da Rússia, no campo de batalha, não na mesa de negociações.
Já vimos esse script antes:
• Vietname, 1975: Os EUA perdem, mas fingem que foi uma “causa nobre”.
• Afeganistão, 2021: Os EUA perdem, mas Biden culpa Trump.
• Ucrânia, 2024-2025: Os EUA perdem, mas Zelensky leva uma facada nas costas.
E a NATO? A grande “aliança defensiva” que não conseguiu nem defender os seus próprios stocks de munições? Este é o momento da Crise do Suez, um ponto de viragem irreversível onde o mundo inteiro vê o poder ocidental como ele realmente é: um Império em declínio a tentar controlar o futuro com ameaças ultrapassadas.
Entretanto, a Rússia tem todo o tempo do mundo. Ela está militarmente, economicamente e diplomaticamente mais forte do que nunca. O Kremlin não está a correr para uma paz menos que perfeita, está a esperar a realidade afundar. Porque quando os EUA vierem a rastejar para um acordo real, eles não estarão a ditar os termos do mesmo.
Não se trata de negociações. Trata-se de Washington lentamente aceitar que perdeu.
E quando o fumo se dissipa, o mundo multipolar avança para a próxima batalha.
Sim, eu sei que dizem que houve para aí um milagre de São Hitler que acabou com o nazismo que antes todos sabiam existir na Ucrânia Ocidental.
O problema e que eu não acredito nesse santo e muito menos em que não e possível ser nazi lá porque se e judeu que até renegava a sua origem quando lhe dava jeito, como e o caso de Herr Zelensky.
Que chegou a dizer que ser judeu era só um dos seus muitos defeitos.
Enfim, coisas da vida…
Whale, Whale… então não ouviu dizer que o nazismo ucraniano, certamente por milagre divino, acabou quando a guerra começou? Ai, ai!
Sim linda. Nazismo, banderismo, aquilo que queiras.
Nazismo ucraniano?
Entretanto o nazismo ucraniano decidiu dar uma prova de vida e lançar o maior ataque com drones desde o início da guerra contra a população civil de Moscovo.
Não e tão difícil como parece bem grande proeza tendo em conta a relativamente pequena distância entre a capital russa e a Ucrânia Ocidental.
Foi juntar o que ainda há e lançar.
Os nossos comentadeiros que continuam a tentar convencer nos de que a vitória ucraniana e possível devem ter tido um orgasmo mas resta saber agora o que fará a Rússia.
Ha quem queira deitar lhes para cima mais umas avelãs.
O que e certo e que os nazis ucranianos estão a mostrar a sua verdadeira natureza de assassinos.
Se a defesa anti aérea russa não fosse boa teria sido um massacre maior que o do Crocus City Hall que certamente teria merecido o aplauso e a compreensão desta canalha toda.