(Por Brás Cubas, in Página Um, 25/12/2024)

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Com o espírito irreverente e mordaz de Brás Cubas, esta entrevista imaginária com o Pai Natal é um mergulho numa sátira mordaz ao estado do mundo. Num diálogo que oscila entre o humor ácido e a crítica social, o velho símbolo natalício revela uma visão cada vez mais desanimada sobre o presente e o futuro, mas sem nunca perder a centelha de esperança que carrega no seu mítico saco, excepto a partir de momentos em que lhe falam dos seus conflitos em terras eslavas. A partir de um optimismo, embora cauteloso, garantindo que o seu saco está cheio – nem que seja de esperança –, rapidamente a conversa descamba…. Eis uma conversa que desafia o riso e o desconforto, expondo verdades universais sob o véu da sátira. Uma leitura natalícia para quem ainda acredita – ou quer acreditar – na magia da bondade humana.
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Isto é tudo uma cambada e a conversa para pategos continua.
Hoje o Jornal Público tem uma entrevista com um historiador supostamente francês mas de apelido polaco, um tal de Olivier Wierworka que diz que foram cometidos os mesmos erros quando a Rússia anexou a Crimeia em 2014 como os que se cometeram quando se tentou apaziguar Hitler em 1938.
Ou o historiador chumbou a História ou quer continuar a enganar os borregos.
Os polacos odeiam os russos desde muito antes da era soviética, por razões religiosas e de se acharem superiores. Levaram séculos a fazer incursões na Rússia pilhando, matando e fazendo escravos ate que a Rússia os conquistou e não os tratou propriamente com beijinhos.
E e a sua incapacidade de seguir em frente que faz com que sujeitos destes sejam paridos.
Aqui, no cu da Europa, e que não devíamos ter nada a ver com isso.
Para começar, por muito que nos digam, Herr Zelensky está mais para Hitler que Putin.
Em segundo Hitler foi invadindo terras que nunca foram parte da Alemanha a pretexto de conseguir um espaço vital enquanto que a Crimeia nunca foi ucraniana e nem a Ucrânia sequer existia quando a Rússia conquistou o território que servia de ponta de lança para turcos e tártaros caçarem cidadãos russos que vendiam como escravos, ate para países da Europa Ocidental.
E, por amor ao santo protector dos cachalotes.
O homem está mesmo a dizer que, por conta da anexação da Crimeia devíamos ter atacado a Rússia em 2014?
Mas o homem bateu com os cornos onde? Acha mesmo que venceriamos?
A Rússia podia não ter os quebra nozes que fizeram esta gente ver que a destruição da Rússia não era tão fácil como parecia mas já era uma grande potência nuclear.
Acham mesmo que aceitaria que as nossas hordas entrassem em Moscovo sem dar luta?
Tenham juízo, tenham vergonha no focinho e aceitem de uma vez que esta guerra não pode ser ganha sem que boa parte de nós não saia vivo do ano que agora entra e se calhar nem assim.
Quanto a quem da voz a gente desta que vá ver se o mar da megalodonte.