Quando uns destroços irritam Rangel e o põem a falar grosso como ministro que é

(Por oxisdaquestão in Blog oxisdaquestao, 21/12/2024, revisão da Estátua)

A verdade é que os militares russos sempre tiveram a noção de que, se não atacassem a embaixada do nosso país não podiam derrotar a NATO e o regime nazi de Kiev seu adjacente! Portanto a embaixada ganhou um valor estratégico fundamental embora as suas instalações não valessem o custo de produção e lançamento de um míssil de alta precisão! Mas o estado-maior russo tem destas idiossincrasias e não haverá nada a fazer…

E são teimosos. Obtidas as coordenadas, lançou-se o míssil com elas registadas, rua tal, nº tal, andar x, traseiras. Lá veio o engenho e, para nojo de Rangel, os seus destroços, depois de abatido, atingiram o edifício em questão; valeu que foram só os destroços e por isso o prédio não desapareceu e está pronto a receber meia dúzia de trolhas que o vão recuperar com minúcia de restauro da arte antiga. Um primor: depois dos bombeiros, a malta do cimento e do tijolo!

Os russos sabiam que, de cá, tinham seguido toneladas de roupa velha roída das traças: quatro tanques de guerra cheios de chips gringos, duas prestações de milhões de euros para serem surripiados à chegada a Kiev e promessas de levar o ex-Zely a chegar à morte do “último ucraniano” como a NATO deseja.

Tanto bastou, e não é pouco, para os russos porem em mira a embaixada que servia de cérebro a todas estas ocorrências que, se sabe, visam prolongar a guerra bem para além de Biden e talvez além de Trump na Casa Branca e nos relvados de golf de Las Vegas.

Pura retaliação ou destruição da capacidade lusa de apoiar nazis? Ou simples imitação dos sionistas que bombardearam mesmo a embaixada de Teerão em Damasco? Pelas falas do Rangel, furiosas e com baixo grau, nunca saberemos, tanto mais que os tempos são de “o que nós fazemos está sempre bem, nem que seja por intermédio de terroristas; o que eles fazem está sempre mal, é de bradar aos céus, merece Conselho de Segurança e notícias de espantar em todos os meios de comunicação do mundo…”.

A Rangel, como ministro, além de barafustar contra os ex-soviéticos, resta montar uma fábrica de destroços de mísseis ao contrário e mandar a sua produção para os telhados das nossas embaixadas em países em guerra, patrocinada pela NATO e apoiada por ele, Paulo, e pelos trolhas que vão desfazer os estragos que o enfureceram supinamente, e que correram contra a ordem baseada em regras que as oligarquias vão inventando, a modos de direito internacional.

Rangel não sabe, porque lhe é interdito saber, que os mísseis da defesa antiaérea nazis quando falham o alvo, e é quase sempre se vão contra mísseis russos, caem como tordos e pode dar-se o caso de atingirem edifícios, quaisquer que sejam ou automóveis nas ruas, parques de relva e escadórios a celebrarem a suástica de Hitler.

Resta saber onde estavam os verdadeiros alvos dos mísseis russos. Seriam, por informações tendenciosas, o edifício do estado-maior nazi e o dos serviços secretos que comandaram o atentado contra o general russo que manejava a informação dos laboratórios biológicos gringos em solo ucraniano e que eram 28 como admitiu Nuland, a norte-americana do Maidan e sujeira subsequente, ao seu Congresso.

Por fim: quem pense que só a embaixada lusa foi atingida, engana-se; outras embaixadas de países minúsculos tiveram a mesma sorte, por estarem num edifício daquela rua onde os destroços aterraram como tordos, destroçados pela defesa aérea.

Valha a Deus!

7 pensamentos sobre “Quando uns destroços irritam Rangel e o põem a falar grosso como ministro que é

  1. E mais uma coisinha. Um terrorista árabe pro israelita varreu uma multidão em Magdeburgo e a extrema direita já cavalga fazendo m*rda nas ruas, exigindo deportações e o raio que o parta.
    O Ocidente levou décadas também a alimentar gente desta. Traidores da sua religião e dos valores culturais do seu povo.
    Adoradores autoflagelantes dos seus inimigos.
    Agora mostram se perplexos, a extrema direita cavalga e ninguém fará as perguntas obvias.
    Este não e o primeiro caso em até um terrorista usa um carro para matar.
    Por isso em muitas aglomerações, mesmo por cá, há blocos de cimento e outros obstáculos que impedem que se possa usar um carro para matar gente.
    Numa altura em que está tudo em em ebulição não seria de supor que as forças de segurança tomassem as devidas precauções tendo em conta que Magdeburgo e uma cidade onde há muita extrema direita mas onde também muita gente se manifestou contra o genocídio perpetrado por Israel?
    Porque e que os blocos de cimento não estavam lá?
    Talvez o que se pretende seja mesmo que haja um grande atentado que se possa atribuir a muçulmanos de forma a justificar este cego apoio a um genocídio.
    Não estavam decerto a contar com um terrorista pro israelita mas talvez devessem.
    Israel já há muito ameaça atacar aqueles a quem chama antissemitas onde quer que se encontrem.
    Não quero com isto dizer que ache que Netanyahu telefonou ao renegado saudita a encomendar este trabalho.
    Mas se fosse um iraniano muçulmano a fazer isto de certeza já estaríamos a culpar o governo iraniano.
    Este foi o primeiro atentado terrorista pro israelita em solo europeu.
    Mas as autoridades alemas recusam se a classificar isto como terrorismo se calhar porque sabem que foi mesmo em nome de Israel que o renegado saudita agiu.
    Israel expulsou os britânicos da Palestina recorrendo ao mais brutal terrorismo.
    Israel não tem limites porque para eles nenhum povo vale nada e devem ser todos votados a destruição.
    A soldadesca israelita dedicasse agora a destruir símbolos cristãos na Siria e hoje foi a cruz que há décadas estava no cimo do Monte Hermon.
    Que mais é preciso acontecer, quantas mais vidas teremos de ver ser sacrificadas para percebermos que aquele estado e terrorista e não tem limites para o mal que pode fazer?

  2. ‼️🇷🇺🇷🇺👉🇵🇹🇺🇦🏴‍☠️ Damage to the building of the Portuguese diplomatic mission in Kyiv was caused by the work of the Ukrainian air defense. Accusations against Moscow distort the facts. This was stated by the Russian Embassy in Lisbon.

    https://t.me/ZandVchannel/138213

  3. Obrigado pelo esclarecimento.
    Já não vejo mainstream desde 2011 mas das manchetes nas bancas dos jornais e dos destaques de pesquisa na Google não me livro.
    E não conseguia perceber a razão que levaria a Rússia a atacar a embaixada de um país minúsculo quando havia outras tão mais prováveis como as dos grandes mentores desta guerra e os grandes fornecedores de armas ao regime nazi de Kiev.
    Não que não ache que países que movem uma guerra de destruição total contra outro não merecem a embaixada atacada e muito mais que isso.
    Portugal só não faz mais pelo regime ucraniano e pela destruição da Rússia porque somos um miserável cagalhao no cu da Europa, um país pobre e não podemos.
    As nossas sanções visaram mesmo isso mesmo. O desespero do povo e o desmembramento do país como está a acontecer na Síria. A sorte da Rússia foi ser um pais imenso e um dia poucos que tem aintossuficiencia alimentar.
    Ou já teria o Sul nas maos de jihadistas e o resto nas maos de um vendido sem prestimo estilo Ieltsin.
    Ou o Ocidente já teria o que pretendia. Uma multidão enfurecida, liderada por oligarcas feridos nos seus negócios a invadir o Kremlin ante o colapso das forças de segurança, como aconteceu na Síria, e a matar Putin.
    Já agora, duvido muito que seja Putin a mandar tenebrosos agentes que os fazem cair das janelas. E que conseguem iludir todas as seguranças e desaparecer sem deixar rasto.
    Aposto mais em quem apostou neles para destruir Putin.
    Na perspectiva desta cambada de psicopatas, os oligarcas deviam ter usado o seu dinheiro para armar exércitos de mercenários e terroristas que destruíssem Putin.
    A ideia não era de certeza que agarrassem no seu dinheiro e viessem gozar uma boa vida do lado de cá.
    E os oligarcas tomaram essa opção talvez por saberem que se tinham alguma coisa na Rússia o deviam justamente a Putin.
    Porque se lá estivesse um vendido pro ocidental tudo o que tinham estaria em maos americanas, alemães, inglesas ou francesas e eles já teriam sorte se fossem lá empregados.
    E que se calhar não manteriam nem dinheiro nem porra nenhuma se Putin fosse empalado as portas do Kremlin como e o sonho molhado de muita gente a Ocidente.
    Por isso agora estão a pagar com a vida até porque e muito fácil por todas as mortes nas contas daquele ente diabólico que e Putin.
    Que se tivesse de andar aí a mandar agentes matar alguém teria outros alvos muito mais prováveis.
    Por muito que tenhamos um certo almirante convencido de que so o heroísmo da nossa Marinha impediu uma grande invasão do Sul da Europa pelos pretos da neve.
    As asneiras dos nossos governantes sao mais que muitas e agora temos um regime abertamente racista como se tem visto nas heróicas intervenções policiais em zonas racializadas.
    O Martim Moniz teve a honra de receber duas grandes intervenções policiais em dois meses onde so não foram mortas pessoas porque aquilo e gente trabalhadora e pacífica que não tem armas.
    Já as redadas policiais dão visibilidade sim mas é a desordem e a intimidação.
    Por mim penso no que sentirao as crianças que ali vivem se crescerem ao ritmo de intervenções de gente encapuzada e armada ate aos dentes.
    Será que e mesmo a sua radicalização que queremos quando copiamos algo das intervenções policiais israelitas na Cisjordânia?
    Felizmente ainda sem sangue mas o que e que sentirao as crianças que vêem os pais a serem juntos como gado e encostados a parede?
    Se e assim que querem garantir a segurança e que as comunidades muçulmanas não se radicalizam podem ir ver se o mar da megalodonte. Porque parece que o que pretendem e mesmo isso para bem cavalgarem a onda da islamofobia.
    Porque não lhes chega a anti russa que andam a cavalgar já muito antes do escalar da guerra na Ucrânia que já dura desde 2014.
    E os basbaques acreditam mesmo na necessidade de termos a polícia a aterrorizar a gente das comunidades islâmicas para impedir actos terroristas ou seja lá o que for.
    Como se ateus e anti islâmicos não fossem capazes de os fazer como bem sentiram os desgraçados que estavam no Mercado de Natal em Magdeburgo.
    E eu estou a prever um cenário muito negro.
    Uma segunda volta entre o quarto Pastorinho da Ventura e o Almirante do Mondego.
    Já tenho escrito que nas eleições americanas não sairia de casa para votar num nem noutro.
    E o que farei no meu país numa segunda volta que oponha estes dois.
    O que me arrepia e que para os sírios acharem boa ideia o abandono do seu país a bandos de jihadistas foram precisos mais de 10 anos de guerra e roubo de recursos que causaram fome generalizada levando muita gente a achar que nada podia ser pior como pensavam as ucranianas que acabavam em casas de putas.
    Claro que pode ser pior pois que os curdos vão continuar a roubar petróleo dado que agora e a única maneira de garantir que aqueles de quem foram cúmplices não os abandonem a fúria do sultão turco.
    Mas isso e outra história.
    Nos vamos cair pelo nosso voto nas garras de verdadeiros jihadistas anti russos, anti islâmicos, anti direitos sociais e anti direitos do povo a ter uma vida decente.
    E a nossa burrice que leva o lisboeta típico a achar que não consegue arrendar nem comprar casa por causa dos migrantes e não pela praga do alojamento local que invadiu desde as grandes cidades a mais remota aldeia do interior e da especulação imobiliária que se dirige a estrangeiros ricos estando se os especuladores nas tintas para se na terra não há dinheiro para pagar meio milhão de euros por um T2.
    Mas se há coisa que não se pode tirar da cabeça das pessoas e a burrice.
    A estupidez grosseira que os leva a votar em fascistas.
    Mas quando tivermos o almirante ou o Pastorinho na presidência, as redadas policiais se estenderem a todo o lado e quem vier para a rua gritar for barbaramente agredido pela polícia como já sao os que em países como a Alemanha e França se manifestam contra o genocídio em Gaza vão se queixar ao Papa.
    Que já deve estar na lista de antissemitas por ter dito e bem que matar crianças em bombardeamentos não é guerra, e crueldade.
    E de muitas crueldades se vai fazendo este mundo cao nesta quadra natalícia verdadeiramente tenebrosa.
    No meio disto tudo ainda há quem deseje um Natal de paz e amor.
    Vao ver se o mar da megalodonte.

  4. A Rússia quando soube que o Almirante Gouveia Marmelo se vai fazer à pista para Presidente da República, já com o trauma de ter sido ele a repelir toda uma frota russa no Atlântico impedindo as suas operações malévolas de desembarque e anexação de territórios ultramarinos, quiçá podendo ser ele a mudar o rumo dos acontecimentos se tal acontecer, fazendo deslocar o centro de gravidade da geoestratégia para os seus arredores e periferia, o que iria desequilibrar além do Kremlin, o próprio Putin, de choque.
    Por isso se anteciparam e miraram a embaixada portuguesa em Kiev, perdão, Kiyv, e por acaso atingiram outras quantas embaixadas e consulados, os danos colaterais de tal ataque de precisão preventivo e de aviso à navegação (que anda por águas bastante turvas, cá na Pategónia, diga-se de passagem, sendo o figurante Rangel apenas mais um cretino entre muitos outros, mas daqueles que gosta de se pôr em bicos de pés falando de valores e bons costumes, e moralismos).

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