A demência como estratégia militar

(José Goulão, in AbrilAbril, 21/11/2024)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

Aaprovação pela Administração de Washington e imediata execução pelo regime nazi de Kiev do lançamento de mísseis tácticos de produção norte-americana conhecidos por ATACAM contra território russo é um sinal do desespero que atravessam a NATO e o mundo ocidental perante a perceptível derrota militar, mais uma, agora no território ucraniano.

Ler artigo completo aqui.

8 pensamentos sobre “A demência como estratégia militar

  1. Para ver Telejornais deixei de ter estômago apos a performance do Paulo Dentinho a tentar convencer nos que a malta de Tripoli não saía das suas casas, ou das ruínas das ditas após seis meses de bombardeamentos dessa aliança defensiva que e a NATO porque estava muito calor e não porque estavam cagadinhos de medo dos libertadores que lhes jogamos para cima.
    Só voltei a ver a performance igualmente asquerosa do Rodrigues dos Santos em Atenas no final de 2014 porque estava em casa de outras pessoas e parecia mal levantar me e por me na alheta.
    Mas admiro quem ainda tem estômago para ver e ouvir essas trastes porque e sempre bom saber o que essa gente anda a ruminar.
    Por isso fico a espera das “traducoes” de quem tem um estômago mais comprido.
    Mas que o sacana Biden não e o único por aí que está demente e a viver uma realidade paralela de certeza que não e.
    Essa gente parece mesmo acreditar nas aldrabices que diz.

  2. Oh! Jaquim, Telejornal com letra grande, como escreves ou telelixo, com letra pequena ?Aguenta lá esta bengalada minha, qué pra aprenderes!🥸

    • Não te percebo, pá. Os nomes dos programas, como os títulos de livros ou de filmes, os nomes de pessoas, povoações ou países, por exemplo, escrevem-se em caixa alta, goste-se ou não deles ou delas. O facto de o Telejornal da RTP-1 ser comprovadamente telelixo, tal como telelixo são o Jornal da Noite da SIC e o Jornal Nacional da TVI, não invalida essa regra. Pelo que me toca, acharia ridículo e mesquinho se o caga-mísseis Rogeiro ou o recauchutado Milhazes desatassem a escrever Rússia, Irão, Coreia do Norte, Putin ou Khamenei em minúsculas. Como é que escreves Ucrânia?

      • Professor Jaquim:
        Se não me equivoco, escrever-se em caixa alta, por exemplo, o nome de um programa televisivo, significa escrever-se o nome desse programa todo em letras maiúsculas, ou seja, TELEJORNAL e não, apenas, a primeira letra do nome, como acontece em Telejornal, sendo que neste último caso a maiúscula no início do nome se justificará para lhe dar um caráter distintivo ou, se quiseres, importante.
        Ora, como lhe não reconheço distinção ou importância alguma, fico-me por telelixo, tudo com letras pequeninas!🫠

      • Amigo Chico, regras não inventadas por mim mandam pôr Telejornal apenas com a letra inicial em caixa alta porque se trata do nome de baptismo de um “jornal televisivo”, assim baptizado por vontade (legítima) dos paizinhos. O mesmo vale para Chico ou Francisco, que não escreves CHICO nem FRANCISCO. Os jornais televisivos das 20:00 da SIC e da TVI chamam-se, respectivamente, Jornal da Noite e Jornal Nacional, e não JORNAL DA NOITE e JORNAL NACIONAL. SIC vai toda em caixa alta porque se trata de uma sigla e cada letra é uma inicial (Sociedade Independente de Comunicação). TVI, por exemplo, corresponde a Televisão Independente e, em princípio, o V deveria (ou poderia) ser em minúsculas. Foi, porém, registada comercialmente como TVI (opção legítima de quem a criou) e, como se usa frequentemente TV como sinónimo de televisão, é perfeitamente aceitável grafar tudo em caixa alta. O mesmo se aplica a RTP, presentemente Rádio e Televisão de Portugal, registada aquando da sua criação como Radiotelevisão de Portugal, o que poderia ter dado RP ou, se lhes tivesse dado na mona, RtP. Outro exemplo de regras não inventadas por mim: o avião russo MiG surge frequentemente registado como MIG, mas o correcto é mesmo MiG, que resulta da aglutinação de “Mikoyan” com “Gurevich” (Mi + G), “Mikoyan and Gurevich Design Bureau” em inglês, não me perguntes como é em cirílico. Optaram por MiG, poderiam ter escolhido MiGu, MiGur ou outra treta qualquer, garanto-te que na decisão não meti prego nem estopa. O mesmo para Sukhoi, que pariu os Su-24, Su-35 e Su-57, por exemplo, e não SU qualquer coisa.

        Ver aqui:

        https://pt.wikipedia.org/wiki/MiG?wprov=sfla1

        https://en.wikipedia.org/wiki/Sukhoi?wprov=sfla1

        https://en.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1dio_e_Televis%C3%A3o_de_Portugal?wprov=sfla1

        https://en.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Independente_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o?wprov=sfla1

        https://en.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o_Independente?wprov=sfla1

        São regras não inventadas por mim, como escrevi acima, mas não vejo qualquer inconveniente em que, por esta ou aquela razão, sejam violadas, torcidas ou retorcidas à vontade do freguês, dependendo apenas da motivação e objectivo do escrevinhador. “Portantes”, se queres escrever Telejornal em caixa baixa, nada tenho contra, ainda que uma das razões que apresentaste

        (“escrever-se em caixa alta, por exemplo, o nome de um programa televisivo, significa escrever-se o nome desse programa todo em letras maiúsculas, ou seja, TELEJORNAL e não, apenas, a primeira letra do nome, como acontece em Telejornal”)

        não tenha cabimento.

        As minhas desculpas se a explicação te deixou com os bofes na boca, mas fui revisor durante 28 anos e sofro de alguma “deformação profissional”. Não é bem uma doença, são “apenas” preciosismos que Saramago retratou, com rigor e empatia, em “História do Cerco de Lisboa”. E o rigor que tento aplicar em tudo o que faço, digo ou escrevo foi a escola da revisão que mo ensinou e mo colou à pele.

  3. Meus e minhas, acabei gorinha mesmo de ver o Telejornal de ontem, da RTP-1, e, ouvindo perorar sobre Ucrânia, Putin, Biden, Trump, etc. os dois admiráveis mancebos que dão pelos nomes de Miguel Poiares Maduro e João Soares, fiquei inicialmente com uma dúvida: serão eles extraterrestres ou simplesmente doidos? Esta, repito, foi a minha dúvida inicial, rapidamente desfeita. Quanto ao Poiares Maduro, um tipo comprovadamente inteligente (com)provou, mais uma vez, que é também bué da estúpido (é possível, sim senhor, não há contradição). Porquê? Fácil: a estupidez leva-o a defender futuros absolutamente impraticáveis, com a inteligência, porém, de quem sabe que, sem tal manifestação de estupidez, os salões por onde hoje rebola a peida e as prebendas de que presentemente goza lhe estarão, no futuro provável (se lá chegarmos), respectivamente vedados e cortadas. Quanto ao Soares júnior, mais fácil ainda, já que a transparência é total: o homem é um perfeito idiota, salvo de um mais do que merecido anonimato apenas por ser filho do Soares sénior. Isto por um lado. Por outro, voltou a provar que é também um experiente atleta olímpico, sem rivais à altura na modalidade de cambalhota sem barreiras.

    Tocou-me também muitíssimo a comovida atenção e o alargado tempo que os referidos admiráveis mancebos dedicaram ao genocídio em curso em Gaza e na Cisjordânia, que o nazionismo democrático e humanitário se esforça incansavelmente por alargar ao Líbano. Se o meu cronómetro não mente, foram exactamente… zero segundos. Ufa, até eu fiquei cansado.

    A quem tiver dúvidas, sugiro que faça como eu e veja o dito Telejornal.

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.