(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 24/08/2024)

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Os nazis ucranianos colocaram o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, na sua lista de pessoal a abater (Mirotvorets)!
Agora quero ver a reação dos nossos democacas locais, sobretudo os do “centrão” e esquerdalha libertária (BE, PAN e Livre), que continuam a chorar lágrimas de crocodilo e a apoiar o Zé Lêndeas e seus capangas! Veremos se têm a lata de persistirem nos beijinhos ao Sadhoka e outros como ele…!
Comentário da Estátua
E mais. Agora digam que não estão a enviar dinheiro, helicópteros e outras prebendas para nazis ou que não sabiam de nada.
E os Marcelos, os Montenegros e os Rangéis desta vida e quejandos que não falem da “democracia” ucraniana ou que “somos todos ucranianos”. Ao menos assumam que se portam como os cãezinhos bem amestrados às ordens do domador ianque e da neta de nazis alemães.
Se acham que Guterres é um dos vossos – pelo menos português ele é -, defendam-no e cortem relações com esse estado fantoche e nazi que é a Ucrânia. Mas para isso era preciso tê-los no sítio, ter a espinha e a verticalidade de princípios que vos falta.
Com cara de frete ou sem ela isso não o livrou da duvidosa honra de estar na lista de morte nazi.
O que mostra até que ponto esta gente exige lealdade e servilismo absolutos.
A velha história do tal sujeito que como faz 99 favores mas não faz 100 já leva no focinho.
Aposto que por esta o artista de certeza não esperava e deve ter ficado com uma abóbora de todo o tamanho ao ver as suas trombas na lista de morte nazi.
Mas uma coisa e certa, a sua morte não acordaria os tugas que são o povo europeu que mais engoliu as araras pro ucronazis e anti russas.
Herança dos tempos do salazarismo e dos russos que comiam criancinhas.
E conheço pelo menos um que se viu transferido para lá do Sol posto justamente por atender gente russa como devia.
Nem so de listas da morte se faz a verdadeira perseguição a quem não segue a cartilha do apoio ao nazismo.
Se o homem fosse morto seria só mais uma na longa lista de vítimas do novo nazismo ucraniano e sionista.
Não ia mudar porra nenhuma e garantidamente não mudaria nada num país que provavelmente daria a vitória a extrema direita se as eleições fossem hoje.
E a gente que temos.
Não sei se daria a vitória à extrema direita, mas já permitiu que esta aliada aos “bons alunos” e “meninos do bem” da direita marialva e centrífuga (veja-se como Montenegro anda a cooptar o discurso do Chega com alguns eufemismos e de forma um pouco mais ligeira) seja maioritária na AR, o que é sempre preocupante dadas as mentalidades totalmente limitadas e formatadas pela influência anglo-americana e sua propaganda derivada.
A verdade é que praticamente em simultâneo da estreia de Guterres na lista de alvos a abater do regime ucraniano, hoje a notícia era que Zelensky estava tão amuado (talvez menos que o João Almeida, mas isso é subjectivo) com o secretário-geral da ONU que não o queria receber no seu país. Talvez quando der jeito ir outra vez a Nova Iorque à sede da ONU logo mude de ideias, ou ensine a Guterres (nesse caso anfitrião) como ser politicamente incorrecto como hóspede.
A hipocrisia da(s agências de) comunicação social é uma coisa abjecta, vale tudo para omitir o que não interessa à narrativa oficial vigente, despejada pelos centros de poder e decisão, que estão muito, muito longe de Belém e S. Bento. Esses que lá moram são só marionetas facilitadoras desses poderes externos, com raras excepções. E neste caso isso é gritante, tanto é assim que os coristas do costume não perdem tempo a deitar achas para a fogueira.
Muito bem dito Albarda-mos. 🙂
Isto não interessa quem vota, interessa quem conta os votos. E quem faz com eles o que bem quer e entende.
E não sou assim tão optimista. Se Guterres fosse morto por nazis depressa choveriam as justificações que nos explicariam como se tivéssemos quatro anos como é que o homem insultou as vitimas ucranianas da guerra ou cosa que o valha.
Por cá ninguém acordaria pois que os tugas têm o sono mais pesado que os russos.
Talvez porque, ao contrário dos russos, a ultima vez que sofreram uma invasão armada por parte de um país Ocidental foi no início do Século XIX com as celebres invasões francesas.
Quanto á verdadeira invasão por meios económicos sofrida no tempo da troika que também custou vidas, ainda quase toda a gente acha que só tivemos o que merecemos.
E as justificações já começam a surgir quando temos u deputado da Naçao a dizer que o homem “manchou Portugal” por causa do seu encontro com Putin.
Por isso a sua morte não salvaria Portugal porque Portugal está para além de qualquer salvação. Temos a cabeça demasiado dura para que lá entre algum bom senso.
Alguns até diriam que o Guterres tinha sido vítima de si próprio…
Outros diriam que tinham sido os russos ou um jihadista islâmico…
A direita sentiria entre indiferença e embaraço, tentando lamentar sem parecerem demasiado cínicos… a extrema-direita festejaria mais ou menos discretamente.
Claro que as altas figuras de Estado lá diriam umas palavras, a bandeira nacional a meia-haste, luto de 3 dias, devido aos cargos políticos nacionais e internacionais, e a sua visibilidade mundial…
Mais uma semaninha ou duas e voltava tudo à “normalidade demo-crática”…
Agora resta fazer figas e esperar que Guterres tenha em breve o destino que os Nazis do Mirotvoretz querem para ele. Calma, eu já passo a explicar.
Não desejo a morte dele, mas se a sua morte servir para abrir os olhos dos Europeus, para Portugal deixar de ser um dos vassalos mais irresponsáveis e com uma das “elites” mais corruptas, que colocam o país cegamente ao lado de nazis numa agressão proxy a uma potência nuclear (imaginem o estado de Lisboa depois do Rangel enviar um dronezito contra Moscovo…), e ao lado de colonos ilegais e genocidas de “israel”, então ao menos seria uma morte com utilidade para a humanidade.
Uma tragédia para a família Guterres, mas um abre olhos para milhões de pessoas, tal e qual como o assassinato de Maria Dugina serviu para alguns Russos iludidos com a “liberdade e democracia” do Liberalismo Ocidental deixarem de ser ingénuos e fáceis vítimas da propaganda ocidental que, até muito recentemente, a Rússia ainda permitia no seu próprio território apesar de ter estado 2 anos a ver os seus canais de NOTÍCIAS censurados pelo nazi-sionismo genocida ocidental.
Diz o órgão de propaganda ocidental, a pública Politico, que dos 32 membros da NATO, há 7 que são contra a entrada da Ucrânia. EUA, Espanha, Alemanha, Hungria, Turquia, Eslováquia, e Eslovénia.
Portugal é um dos vassalos/corruptos que pelos vistos quer mandar jovens homens portugueses morrer numa trincheira ao lado de bandeiras vermelhas e pretas da UPA/OUN, ou, como já falei antes, chegar ao topo da escalada, e levar com uma bomba nuclear bem no meio dos cornos.
Se por um lado ver a tal ogiva acertar na testa do Montenegro, do Marcelo, da Mortágua, do Ventura, etc, até seria um momento de uma certa vindicação, por outro lado era capaz de aleijar também uns quantos inocentes.
Portanto a minha lógica para a frase inicial é esta. Se uma morte puder evitar tudo isto e salvar Portugal, então será uma morte útil. Não a desejo, mas há que ser pragmático na análise, mandar o politicamente correcto às favas, e não deixar nada por dizer.
Mas, bem por perto de Guterresz andam umas bestas que mereciam mesmo deixar de gastar oxigénio. O Blinken debaixo de sete palmos de Terra seria um maravilhoso bom começo. Um “11 de Setembro” numa convenção/angariação de fundos da AIPAC não seria terrorismo, seria justiça divina.
Infelizmente já vivi o suficiente para saber que a justiça não existe na humanidade (ou é tão rara como ganhar a lotaria), portanto só os inocentes é que vão continuar a morrer, e os maiores assassinos em série à face da terra vão continuar soltos e a lucrar. Um deles até tem o prémio Nobel da “Paz” em casa… Um prémio que foi dado por uma alegada Academia de alegadas Ciências, pelo “mérito” das suas promessas na corrida à Casa Branca.
A continuar assim, qualquer dia dão o Nobel da Literatura ao Fernando Rocha.
Mudando de assunto, mas sem midar de tema, já começou a tentativa de golpe “Maidan” feita pelo império ocidental na Geórgia.
Isto na semana em que um político da Geórgia revelou que o ocidente lhe sugeriu começar mais uma guerra contra a Rússia, aguentar 3 ou 4 dias, e depois receber “ajuda” como o Zelensky…
O que irá na mente dos atrasados mentais que ainda acreditam na propaganda do Ocidente e neste momento estão nas ruas de Tbilisi a agitar bandeiras da UE, dos EUA, e da NATO?
É a mesma coisa que vai na mente dos Portugueses que votam nesse sentido.
Uma droga poderosa. Caisa perda total de inteligência. Chama-se: propaganda do império anglo-americano nazi-sionista genocida.
Depois não se esqueçam de dizer (e partilhar textos de quem diz) que proibir canais, “jornais”, e redes sociais ocidentais é “censura” e “autoritarismo”.
Quem ainda é cego o suficiente para dizer tal asneira em 2024, deve estar com vontade de ver Lisboa a arder, ou um buraco a fumegar no lugar onde antes havia uma Lisboa. De ver soldados Portugueses mortos às carradas, e cemitérios cheios de campas novas e com bandeiras nacionais, como acontece na Ucrânia.
A propaganda e a mentira dos regimes NÃO faz parte da liberdade de expressão e de imprensa! É fundamental protegermo-nos disso. Não o fazer, é como ir para um campo de batalha a pé, desarmado, e nú.
A lei anti-agentes estrangeiros da Geórgia, pode bem ser o que vai salvar aquele país do desaparecimento, de se transformar, a mando de Washington e Londres e Bruxelas, num segundo cemitério de carne para canhão desta guerra por procuração do capitalismo supremacista branco ocidental (do qual Obama é uma das principais caras) contra todos os povos do Mundo que se recusam a ajoelhar.
A este propósito, a propaganda, interferência, corrupção, e manipulação eleitoral na Moldávia, tudo feito pelo Ocidente que depois (mesmo atingindo o resultado pretendido, projecta os seus crimes em acusações completamente sem provas contra a Rússia), pode levar ao resultsdo oposto.
Na menos má das hipóteses, o fim da independência daquele país, e quiçá até na anexação por parte da Roménia. Na pior das hipóteses, uma reactivação da guerra contra o povo da Transnistria e quiçá também o da Gagaúzia.
Para já, os fascistas Moldavos comprados pelos dólares/euros do culto fanático e genocida Liberal, conseguiram transformar 45% em 67% num passo de magia.
Primeiro, abriram urnas a mais na UE, para o voto por correspondência e voto de gente de cérebro completamente lavado e de gente que nunca na vida voltará a viver no seu país.
Depois, fecharam as mesas de voto na Rússia (onde há centenas de milhares de Moldavos) para suprimir o voto dessa gente. Provavelmente os EUA deram assessoria visto serem experts nesta prática.
Assim, a minoria de 45% de residentes na Moldávia a aceitar a UE, passou a ser por magia um total de 51%.
Depois, esses 51% são usados para alterar a CONSTITUIÇÃO, algo que à partida necessitaria de dois terços.
Et voilà, transformaram 45% em 67%.
Melhor que isto, só mesmo em França (e nem vou falar do sistema eleitoral completamente anti-proporcional i.e. anti-representativo = anti-democrático), onde o DITADOR Macron com 15% de apoio popular, fez um governo da terceira coligação mais votada (os Liberais) com o apoio dos quartos classificados (Republicanos).
Assim, nem governam os vencedores (Esquerdas) nem sequer os que ficaram em segundo (Nacionalistas).
Brilhante!
Nem o fascista Cavaco se lembrou desta em 2015…
Ah, o tal anão político com 15% de apoio popular, é um dos “líderes” europeus mais vocais em relação à escalada na guerra contra a Rússia, na adesão da Ucrânia à NATO ainda com a guerra proxy a decorrer, no envio de tropas ocidentais para aquelas trincheiras, na entrega de mais armas, na recusa de negociações de paz, e já agora no apoio cego aos nazi-sionistas genocidas e na repetição do “direito à defesa” como forma de definir o extermínio sistemático de mulheres e crianças, i.e. GENOCÍDIO.
E em casa, gosta muito de NeoLiberalismo, austeridade, desigualdade, cargas policiais contra grevistas, cortes de pensões, etc.
Uns 15% de burgueses nojentos ainda o apoiam, e valem por 100%. Enquanto 85% do povo contra ele nada vale.
Enfim, é a “Democracia” Liberal em todo o seu esplendor. Ou como Marx muito bem a designou: a DITADURA da burguesia. Por isso é que percebeu (concordem ou não com os exemplos) que a única coisa que se lhe opõe realmente é uma “ditadura” do proletariado.
Há uns anos atrás eu não percebia isto.
Felizmente estamos sempre a aprender.
(Eu continuo a preferir uma Social-Democracia proporcional representativa onde o poder da burguesia esteja bem castrado (através de instrumentos como o Sistema de Ghent ou a trela curtíssima para os lobbies), como acontecia no Modelo Nórdico até há uns valentes anos atrás. Mas se insistem em atacar e desmantelar e até ilegalizar tal coisa, se calhar um dia destes merecem levar com umas foices e martelos na cornadura. E assim sendo, venha daí a liderança Mundial da China!)
«Qualquer dia dão o Nobel da Literatura ao Fernando Rocha» – 😂
O “vídeo indisponível” acima era de Guterres com Putin na recente reunião dos BRICS. Desconheço o motivo da mensagem, mas aqui vai nova tentativa:
https://youtube.com/shorts/Gge7hPB1jeo?si=jdRf60f7BiOBzrGO
Não há dúvida: eles andem aí! Eles andem aí e não dormirem na forma!
Usei agora e está a funcionar.
Tens razão, acabo de confirmar, mas apenas quando clickamos em “Ver no YouTube”.
Repare-se no servilismo e nos sorrisos extasiados de António Guterres na presença do corrupto senil Joe Biden ou da cavalgadura boçal Donald Trump e compare-se com o focinho de desagradável sacrifício que faz questão de exibir na presença de Vladimir Putin. Já tinha feito a mesma coisa depois da sua primeira eleição para secretário-geral da ONU, com os votos favoráveis dos EUA e da Rússia, na visita de agradecimento que fez a Putin, em 2017. A expressão corporal da criadagem não engana. Criadagem fina, vá lá, mas apenas criadagem. Aliás, muito longe de enganar, a intenção é mesmo transmitir uma mensagem: “Os queridos Biden e Trump são cá dos meus e adoro a sua companhia. Quanto ao malandro do Putin, reúno com ele por dever de ofício, mas a minha cara fechada serve para que toda a gente perceba que o faço com sacrifício, apenas por obrigação institucional.”
A duvidosa “honra” que lhe é dada pelo Mirotvorets confirma apenas o que há muito se sabe: Roma não paga a traidores e toda a criadagem é descartável.
António Guterres, um seu criado.
https://youtube.com/shorts/jtj4uMtnoDA?si=Orjyopzc2B7hrOJb
https://youtu.be/j7E8NHY_efU?si=P299JNsxlPJHTRAj
Pois as sanções teem dado um jeito do caraças a Rússia e também ao Tio Sam. Já a Europa e sempre a descer e a afundar no fascismo mas para esta corja de vendidos assim e que estamos bem.
Quanto a crueldade de quem vive há três mil anos atrás já não me espanto nem que esses cães mostrem um desgraçado crucificado. Parece que e mesmo só o que falta.
Mas para esta corja de vendidos, a apoiar gente dessa e que estamos bem.
A única democracia do Médio Oriente:
https://www.swentr.site/news/606358-israeli-military-soldier-cross-grave-dispute/
E venham mais sanções:
https://www.swentr.site/business/606344-russia-fourth-biggest-economy-ppp-imf/
Nos últimos oito anos os nossos valorosos agentes policiais mataram 13 pessoas.
Contra coisinhas dessas nem um pio.
Mas já temos toda a gente a dizer que deixa vir aí novas eleições e a volta que isto vai dar quando “aquele que é tropa” ganhar as presidenciais.
Efectivamente que esta cambada de pategos só tem aquilo que merece no dia em que isto virar uma Argentina.
O problema e a pouca malta que ainda está acordada também as vai comer.
Depois falamos contra o “regime” russo mas queremos um estado policial aqui. Faz sentido.
Quanto ao Bloco de Esquerda fala em “putinismo” mas certamente não vai ter nada a dizer sobre isso de Portugal ter tido a duvidosa honra de ter um seu cidadão na lista de morte ucraniana.
Mais um pois que certamente pelo menos o Bruno de Carvalho também lá deve estar.
Essa gente que se diz de esquerda não teve uma única palavra de condenação contra o nazismo ucraniano mas sabe falar dos perigos de uma aliança entre a China e a Rússia.
Com esquerda destas, quem precisa de direita?
E quando e que processam o Ventura por incitar ao ódio?
Muito bem, whale.
Quanto ao nosso apoio a nazis pois ele continua e continuará mesmo que Guterres acabe morto.
O homem já está na lista negra dos nazis sionistas agora está também na lista dos herdeiros de Hitler.
Não há como sermos queridos por tudo quanto e “boa gente”.
Por razões que não vêem ao caso já desejaram a minha morte.
Disseram mo na p*ta da cara, quem o disse era demasiado velho para eu não perder a razão se lhe fosse ao focinho. Mas eu sabia que havia mais.
Saber que desejam a nossa morte e uma sensação estranha. Não e medo, e outra coisa, e um não saber porque. O sentirmo nos despojados da nossa humanidade, equiparados a animais.
As razões pelas quais os nazis ucranianos querem a morte de Guterres são pelo menos tão fúteis como eram as dos que queriam a minha morte.
Guterres explicou que esteve lá porque lá estavam países que representavam metade da população mundial.
E o protocolo manda que se nos dirigimos a alguém mais baixo que nos tentemos arranjar maneira de entrar em contacto visual com ele em vez de nos armarmos em candeeiro contra jarra.
Quem agora ataca Guterres sabe isso mas quer criar um caso.
Quer ter razões para continuar a apoiar os trastes ucranianos mesmo que Guterres sofra um atentado.
Ate porque agora há dois que podem passar a culpa um ao outro. Os nazis herdeiros de Hitler e os nazis sionistas.
E claro que esta gente vai continuar calada que nem ratos como já ficaram quando israelitas tiveram a pouca vergonha de pedir a destituição de Guterres e um traste se apresentou com uma estrela de David. Ou quando consideraram o homem persona non grata.
E o homem nem lhes chamou o que eles são.
Canalhas, assassinos genocidas, ladrões, cruéis e gente que vive há três mil anos atrás.
Continuem a apoiar assassinos, ladrões, nazistas, quem queiram. Mas não digam asneiras.
Agora há medo por uns autocarros incendiados. Já imaginaram então o que e viver em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano, na Síria, no Donbass?
Vão ver se o mar da megalodonte.
Isto no dia em que o Professor da República, que tal como o antecessor, nunca se engana e raramente tem dúvidas, mas em versão popularucha beijoqueira, recebeu a senhora Zelensky com protocolo de estado, apresentada como “primeira dama” da Ucrânia, isto quando o mandato para o qual Zelensky foi eleito já caducou, e depois de proibir vários partidos (e perseguir os seus militantes e simpatizantes) cancelou as eleições.
Essas personagens sim têm legitimidade para os direitolos e outros bartolos de esquerdal, como outrora teve o Guaidó, etc… já o Guterres, esse “golpista anti-democrático”, que “manchou a honra do Estado português”, qualquer dia também é mais um “putinista, comunista e extremista-terrorista”…
É para esconder estes e outros golpes de rins, ou melhor, para os exibir à descarada perante a pategada como “narrativa oficial”…
…mas quem se deixa iludir por jogadas destas, não merece melhor do que o que temos. Não pode ser só a clientela que come da mesma manjedoura, tem de haver muito lorpa para ir em cantigas destas, e outros a ultrapassá-los para a direita, a apelar ao “dispara primeiro, mata, e identifica e pergunta depois…
Da crueldade desta canalha já nada me espanta. Eles vivem há três mil anos atrás.
O que me espanta e que ainda haja quem defenda esta gente.
Deviam ser todos mandados para Gaza. Cambada.
Muito bom. Que tenha coragem!
Só o nome do protocolo já deixa “uma pulga atrás da orelha”…
Depois de deixar “os mosquitos por cordas”… usam os “mosquitos” sobreviventes como “escudos humanos” para tarefas operacionais militares e de exploração táctica.
“Terminologias”…
PARA MEMÓRIA FUTURA (II)
“É melhor que sejam os palestinianos a explodir”. Soldado das IDF admite: Israel utilizou civis como escudos humanos em Gaza
CNN , Mick Krever, Jeremy Diamond e Abeer Salman
Hoje às 13:19
Uma fotografia partilhada pela Breaking the Silence, uma organização que proporciona um fórum para os soldados israelitas falarem e verifica os seus testemunhos, mostra um soldado a guardar um prisioneiro palestiniano com as mãos atadas. Imagem desfocada na fonte (Breaking the Silence via CNN Newsource)
Os militares israelitas forçaram os palestinianos a entrar em casas e túneis potencialmente armadilhados em Gaza para evitar colocar as suas tropas em perigo, segundo um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF) e cinco antigos detidos que disseram ter sido vítimas desta prática.
O soldado, que afirma que a sua unidade tinha dois prisioneiros palestinianos com o objetivo explícito de os utilizar como escudos humanos para sondar locais perigosos, diz que a prática era comum entre as unidades israelitas em Gaza.
“Dissemos-lhes para entrarem no edifício antes de nós”, explica. “Se houver armadilhas, elas explodem e não nós.”
Era tão comum nas forças armadas israelitas que tinha um nome: “Protocolo do mosquito”.
A escala e o âmbito exatos da prática dos militares israelitas não são conhecidos. Mas o testemunho, tanto do soldado como de cinco civis, mostra que a prática era generalizada em todo o território: no norte de Gaza, na Cidade de Gaza, em Khan Younis e em Rafah.
O soldado explica que, no início, a sua unidade, que na altura se encontrava no norte de Gaza, utilizava procedimentos padronizados antes de entrar num edifício suspeito: enviar um cão ou abrir um buraco no lado do edifício com um tanque ou um bulldozer blindado.
Uma fotografia partilhada pela Breaking the Silence, uma organização que proporciona um fórum para os soldados israelitas falarem e verifica os seus testemunhos, mostra um soldado a guardar um prisioneiro palestiniano com as mãos atadas. Imagem desfocada na fonte (Breaking the Silence via CNN Newsource)
Mas um dia desta primavera, o soldado reparou que um oficial dos serviços secretos apareceu com dois detidos palestinianos – um rapaz de 16 anos e um homem de 20 – e disse às tropas para os usarem como escudos humanos antes de entrarem nos edifícios. O oficial dos serviços secretos garantiu que os jovens estavam ligados ao Hamas.
O soldado lembra que, quando questionou a prática, um dos seus comandantes lhe disse: “‘É melhor que sejam os palestinianos a explodir e não os nossos soldados’”.
“É bastante chocante, mas depois de alguns meses em Gaza [tendemos a não] pensar claramente”, refere o soldado. “Estamos apenas cansados. Obviamente, prefiro que os meus soldados vivam. Mas, sabes, não é assim que o mundo funciona”.
O soldado lembra que, em conjunto com os seus camaradas, se recusaram a continuar com a prática ao fim de dois dias e confrontaram o seu comandante superior sobre o assunto. O comandante, que primeiro lhes disse para não “pensarem no direito internacional”, afirmando que as suas próprias vidas eram “mais importantes”, acabou por ceder, libertando os dois palestinianos, disse o soldado.
O facto de terem sido libertados, continua, deixou claro para ele que não eram filiados ao Hamas, “que não eram terroristas”.
A CNN foi contactada pelo soldado através da Breaking the Silence, uma organização que proporciona um fórum para os soldados israelitas falarem e verifica os seus testemunhos.
A Breaking the Silence forneceu à CNN três fotografias que mostram os militares israelitas a utilizar os palestinianos como escudos humanos em Gaza. Uma fotografia assombrosa mostra dois soldados a incitar um civil a avançar num cenário de devastação no norte de Gaza. Numa segunda, dois civis usados como escudos humanos sentam-se amarrados e com os olhos vendados. Uma terceira mostra um soldado a guardar um civil amarrado.
Em comunicado, o exército israelita disse à CNN que “as diretivas e orientações das IDF proíbem estritamente a utilização de civis detidos em Gaza em operações militares. Os protocolos e as instruções relevantes são rotineiramente esclarecidos aos soldados no terreno durante o conflito”.
Dois palestinianos utilizados como escudos humanos sentam-se amarrados e com os olhos vendados no norte de Gaza (Breaking the Silence via CNN Newsource)
O direito internacional proíbe a utilização de civis para proteger atividades militares ou para envolver à força civis em operações militares. O Supremo Tribunal israelita proibiu explicitamente esta prática em 2005, depois de grupos de defesa dos direitos humanos terem apresentado uma queixa sobre a utilização de civis palestinianos pelos militares para baterem à porta de suspeitos de serem militantes na Cisjordânia. Na altura, o juiz Aharon Barak considerou a prática “cruel e bárbara”.
Há muito que Israel acusa o Hamas de utilizar civis em Gaza como escudos humanos, instalando infraestruturas militares em zonas civis – alegações que o Hamas nega. Há muitas provas disso: armas localizadas dentro de casas, túneis escavados por baixo de bairros residenciais e foguetes disparados desses mesmos bairros no território densamente povoado.
Os militares israelitas citam frequentemente estas práticas ao culparem o Hamas pelo extraordinário número de mortes de civis em Gaza, onde Israel tem lançado bombas sobre essas mesmas áreas residenciais. Os ataques israelitas mataram mais de 42 mil palestinianos em Gaza desde outubro do ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde da Palestina. As Nações Unidas afirmam que a maioria dos mortos são civis.
“Vimos o Hamas utilizar os palestinianos como escudos humanos”, diz o soldado. “Mas para mim é mais doloroso com o meu próprio exército. O Hamas é uma organização terrorista. As IDF não devem usar práticas de organizações terroristas”.
Protocolo do mosquito
As entrevistas com cinco antigos detidos palestinianos em Gaza coincidem com o relato do soldado. Todos descrevem terem sido capturados pelas tropas israelitas e obrigados a entrar em locais potencialmente perigosos à frente dos militares.
No início deste ano, os ataques aéreos israelitas obrigaram Mohammad Saad, de 20 anos, a abandonar a sua casa em Jabalya, no norte de Gaza. A partir da sua casa improvisada perto de Khan Younis, entre cobertores pendurados em traves, Saad conta que foi apanhado pelos militares israelitas perto de Rafah, quando tentava obter ajuda alimentar para si e para os seus irmãos mais novos.
“O exército levou-nos num jipe e encontrámo-nos no interior de Rafah, num campo militar”, revela, acrescentando que esteve detido durante 47 dias e que, durante esse período, foi utilizado em missões de reconhecimento para evitar pôr em risco os soldados israelitas.
“Vestiram-nos com uniformes militares, colocaram-nos uma câmara e deram-nos um cortador de metal”, recorda. “Pediam-nos para fazer coisas como: ‘mova este tapete’, dizendo que estavam à procura de túneis. ‘Filma debaixo das escadas’, diziam-nos. Se encontrassem alguma coisa, diziam-nos para a levar lá para fora. Por exemplo, pediam-nos para tirar os pertences de casa, limpar aqui, mudar o sofá de sítio, abrir o frigorífico e abrir o armário”.
Os soldados tinham medo, explica, de explosivos escondidos.
“Normalmente, eu usava o uniforme militar, mas para a missão final, levaram-me em traje civil”, diz Saad. “Fomos para um local e disseram-me que tinha de filmar um tanque deixado para trás pelo exército israelita. Eu estava aterrorizado e com medo de o filmar, por isso bateram-me nas costas com a coronha de uma espingarda.”
As balas soaram quando se aproximou do tanque, e Saad garante que foi atingido nas costas. Milagrosamente, sobreviveu e foi levado para o Soroka Medical Center, em Israel. Quando foi entrevistado pela CNN, duas semanas mais tarde, em Khan Younis, levantou a camisola para mostrar a ferida onde a bala entrou pelas costas.
Uma fotografia mostra dois soldados a empurrar um palestiniano para a frente, num cenário de devastação no norte de Gaza (Breaking the Silence via CNN Newsource=
Nem todos os palestinianos utilizados eram adultos. Mohammad Shbeir, 17 anos, diz que foi levado em cativeiro por soldados israelitas depois de estes terem matado o seu pai e a sua irmã durante uma rusga à sua casa em Khan Younis.
“Estava algemado e só tinha os boxers vestidos”, recorda. “Usaram-me como escudo humano, levando-me para dentro de casas demolidas, locais que poderiam ser perigosos ou conter minas terrestres.”
O médico Yahya Khalil Al-Kayali, de 59 anos, foi como tantos outros deslocados vezes sem conta depois de ter sido forçado a abandonar a sua casa na cidade de Gaza. Acabou por ficar a viver perto do Hospital Al Shifa, outrora o maior complexo médico de Gaza, juntando-se a milhares de civis deslocados internamente que ali se abrigaram.
Em março, os militares israelitas cercaram pela terceira vez aquele complexo médico, alegando que o Hamas o utilizava como centro de comando – algo que o Hamas negou. Um grande número de homens foi apanhado no ataque de duas semanas, que deixou o hospital destruído e inoperacional. Al-Kayali estava entre eles.
“O líder do grupo, o soldado, pediu-me para vir”, recorda Al-Kayali, da zona de Mawasi, em Khan Younis, junto a um acampamento de tendas de praia. “Estava a falar comigo em inglês. E pediu-me para sair do edifício e procurar buracos ou túneis abertos debaixo do chão.”
Ao longo de uma fileira de prédios de apartamentos, os soldados disseram repetidamente a Al-Kayali para entrar em todas as divisões de cada apartamento e verificar se havia militantes ou armadilhas. Os canhões dos tanques israelitas estavam prontos a disparar, prossegue, caso os combatentes do Hamas fossem descobertos.
“Estava a pensar que ia ser morto ou morrer em poucos minutos”, recorda. “Estava a pensar na minha família. Porque não há tempo para pensar em muitas coisas. Mas também estava preocupado com os meus filhos, porque os meus filhos e a minha família estavam no edifício.”
Para seu alívio, os edifícios estavam vazios e foi libertado. No final, aponta, foi obrigado a verificar 80 apartamentos.
Todos os palestinianos entrevistados pela CNN acabaram por ser libertados depois de terem sido usados como escudos humanos, e o soldado diz que os detidos pela sua unidade também foram libertados.
Mas depois de o soldado ter deixado Gaza, ouviu dos seus camaradas que o chamado “protocolo mosquito” havia sido retomado naquela unidade.
“Os meus próprios soldados, que o recusaram no início, voltaram a utilizar esta prática”, lamenta. “Não têm a força que tinham no início.”
Tareq Al Hilou e Mohammad Al Sawalhi em Gaza contribuíram para esta reportagem
Temas:
Não tenham esperança que os direitolos mui patriotas venham sequer repudiar o facto de António Guterres, cidadão português ex-primeiro-ministro e actual secretário geral da ONU, constar nessa lista negra dos esbirros e assassinos do regime de Zelensky.
Ainda agora vi o deputado da AR do “ressuscitado” CDS-PP, João Almeida, dizer na CNN logo a abrir o painel, que tinha vergonha e se sentia vexado pelo comportamento de António Guterres nesta visita diplomática à Rússia, que se “curvou perante Putin”. Vejam bem! Que crime hediondo!
Portanto, segundo estes “bons alunos” e “gente de bem”, o secretário geral da ONU devia ter permanecido “firme e hirto”, qual “homem estátua” (no pun intended), e quando Putin lhe estendesse a mão, ele devia ter escondido a sua?
Ou não podia ir à Rússia, ficando impedido de exercer a sua função de diplomacia internacional equidistante? Devia ir só à Ucrânia como fazem os “defensores dos nossos valores e da demo-cracia”?
Ou deveria sim prostrar-se perante Netanyahu em Israel e implorar que o tratassem abusivamente como fazem aos prisioneiros de guerra palestinianos, para expiar os seus pecados?
Não se esperava outra coisa, dos neonazis ucranianos, e não só!
Também estão por cá, outros que não o são, e que têm estado ao lado/serviço do Zelensky e companhia!
Uma pequena observação, assembleia da republica , e o presidente ainda não tomaram posição! Porquê?
Não é por acaso que existem alguns tumultos em zonas , que era suposto não a ver!!!
Mas a maioria da comunicação-social, ao serviço do imperialismo (EUA/UE), está calada como ratazanas de esgoto!
Porra , digam alguma coisa de verdade!