(Craig Murray, in Resistir, 21/10/2024)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

Não há literalmente nenhum ato tão vil que o Reino Unido, os EUA e a Alemanha não possam apoiar se for perpetrado pelo Estado terrorista de Israel.
Ler artigo completo aqui.
(Craig Murray, in Resistir, 21/10/2024)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

Não há literalmente nenhum ato tão vil que o Reino Unido, os EUA e a Alemanha não possam apoiar se for perpetrado pelo Estado terrorista de Israel.
Ler artigo completo aqui.
Após mais de um ano de bombardeamentos contínuos nos campos de concentração de 365 km² na Faixa de Gaza, onde 2.300.000 habitantes tentaram sobreviver sob bloqueio durante quase 18 anos, a sorte foi definitivamente lançada. A colónia sionista chamada ‘Israel’ revelou ao mundo inteiro toda a fealdade da sua ideologia que nada tem a invejar dos piores regimes que já se sucederam em vários locais do planeta.
Se olharmos bem, poderíamos mesmo dizer que esta colónia é a soma cumulativa de todas as falhas, de todos os excessos e do pior de que o ser humano é capaz quando a impunidade o deixa abandonado aos seus instintos mais baixos. E o capital de simpatia que este regime acumulou de alguma forma entre certas pessoas será definitivamente liquidado.
Sem restrições, sem ética, sem respeito mínimo pela condição humana. Em vez disso, assassinatos em massa; bombardeamentos indiscriminados conhecidos como “ataques direcionados”; crimes de guerra e crimes contra a humanidade; a utilização das armas mais sofisticadas contra uma população civil privada de tudo, incluindo alimentos, água e cuidados de saúde; uma fúria destrutiva contra todos os estabelecimentos de ensino e todos os vestígios do passado arqueológico palestiniano, tanto muçulmanos como cristãos; o incentivo aos pogroms por parte dos colonos completamente congelados e protegidos pelo exército do regime; o uso generalizado de tortura psicológica e física; engenharia sórdida que utiliza dispositivos de comunicação difundidos na sociedade civil para matar e incapacitar qualquer pessoa, incluindo crianças inocentes; em suma, um extermínio absoluto cuidadosamente orquestrado por assassinos de colarinho branco… que só uma mentalidade profundamente racista e genocida pode animar.
É absolutamente desumano o que consta do relatório das Nações Unidas relatado pelo autor. Nos últimos dias, após o assassinato do líder do Hamas, as vozes dos mais altos responsáveis desta Europa que veste a capa dos direitos do homem manifestou o mais desavergonhado desprezo ou o mais descabido júbilo pela vida dos mártires resistentes da Palestina, de Gaza e do Líbano, Em entrevista dada ontem ao canal francês LCI, do grupo TF1, um antigo primeiro-ministro da França vomitou, com a maior convicção, rodo o ódio contra os palestinos e o apoio incondicional ao genocídio que os israelitas estão a realizar há mais de um ano. Nem um “mas”, nem um pequeno assomo de humanidade pelas dezenas de milhar de vítimas inocentes, nem uma palavra de reprovação pela eliminação intencional de socorristas, de médicos, de humanitários, de funcionários das Nações Unidas, de mulheres e crianças a morrerem à fome ou soterradas nos escombros da destruição infernal dos assassinos do TSAL. Hoje, na mesma estação televisiva, essa entrevista foi elogiada como a única posição decente, ao passo que se exibia uma outra entrevista do Bernard Kouchner que, timidamente, mesmo invocando o direito de defesa de Israel, acrescentou que o genocídio é desproporcionado e contrário ao direito internacional. Pois a ilustre banda dos comentadores de serviço e as histéricas apresentadoras do programa descarregaram imediatamente sobre Kouchner o anátema de antissemitismo vergonhoso (note-se que Kouchner é descendente de uma família judaica e foi fundador de organizações humanitárias como os Médicos sem Fronteiras). Qualquer adversativa, nos tempos que vão correndo e nestas agências de propaganda ocidental, são pretexto para uma cabal destruição da honra de qualquer cidadão decente.
Como escreve o Whale no comentário anterior, “vão chamar antissemita ao diabo que os carregue”
Animais, assim se referiu a camarilha assassina que lidera Israel as suas vítimas de há décadas.
A haver animais eles estão do lado de Israel. Ou melhor, são algo abaixo de animais.
Nenhum animal seia capaz deste grau de crueldade.
Uma crueldade selvagem, uma crueldade antiga, uma crueldade incompreensível por quem quer se ache um ser humano.
O que e que provoca esta crueldade? O sentimento de supremacia que lhes dá uma religião que lhes diz que são a nação e raça escolhida por Deus? Talvez.
De qualquer forma esta e uma crueldade capaz de dar a volta as tripas a Atila o Huno.
O que e simplesmente incompreensível e como gente que se diz democrata e respeitadora dos direitos humanos pode apoiar tal tipo de monstros. Em pleno Século XXI.
Será que o petróleo vale isso tudo?
Esta gente não mata só o corpo, mata a alma. Ninguém que sobreviva fisicamente a um tratamento cruel como este poderá funcionar como um ser humano normal.
Esta gente, esta nação, são o mal absoluto. E não interessa agora os poucos por lá que são decentes e que sao tão irrelevantes como foram os poucos alemães decentes no tempo do nazismo.
Segundo relatos de sobreviventes nem os nazis fizeram disto.
Esta gente parece ter um especial gozo pela perversão sexual.
Pode ser só o querer humilhar crentes numa religião que abomina perversões sexuais. Mas não há dúvida que sentem prazer em faze lo.
Como é que podemos apoiar uma gente destas?
Como é possível que o chanceler alemão venha a público dizer que o seu país não é neutro e mande encher de polícia o centro da capital do país, como se fosse uma zona de guerra, para impedir manifestações contra estas barbaridades?
Como é possível que lhes deiamos armas, que os trastes dos americanos tenham navios a guarda los, para fazerem estes e outros trabalhos vis com toda a segurança, que até Portugal tenha exportado para lá mais de um milhão de euros em armas de Outubro de 2023 a Marco deste ano?
Como é possível que estejamos do lado de uma nação de pervertidos?
O petróleo vale isso tudo? As vidas, a dignidade de tanta gente?
Esta gente perdeu qualquer sentido da decência e da humanidade.
O antigo presidente do Irão Amedinejad foi vilipendiado porque teria dito que Israel deveria ser varrido do mapa
Eu digo mais, quem colocou Israel no mapa merecia que houvesse Inferno e que lá, para além do fogo ardente lhes fossem aplicadas todas as torturas que os cérebros degenerados da soldadesca israelita inventaram para os palestinianos.
E vao chamar antissemita ao diabo que os carregue.
Excelente, Whale.