A destruição olímpica de Paris

(João Augusto-Silva, in VK, 26/07/2024)


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O triste Petit Roi garantiu que NÃO haverá novo primeiro-ministro francês até DEPOIS das Olimpíadas.

O Petit Roi é agora oficialmente conhecido em toda a França como um incendiário político: incendiando a nação para manter a sua carreira liberal totalitária e apoiada pelos Rothschild.

Ele ordenou a limpeza das ruas de Paris para os ricos, os convidados e diversos atletas de “elite”. O centro da cidade de Paris só pode ser acedido com códigos QR especiais – apenas para convidados. Os restaurantes foram barricados por cercas de ferro em toda a cidade, não acessíveis fora da “Zona”.

Os sem-abrigo foram removidos e levados para campos fora da cidade: limpeza social aprovada não só pelo Petit Roi mas também pela terrivelmente medíocre maire “socialista” de Paris, Anne Hidalgo.

Os estudantes também foram removidos – instruídos a sair por um tempo – pela tecnocracia.

Quarenta e cinco mil policiais e militares invadiram Paris, provando que a cidade NÃO é segura, NÃO é pública e só é habitável dentro de zonas de segurança altamente vigiadas.

Paris transformou-se numa distopia neoliberal tóxica – com o Petit Roi como o Raj local da satrapia: essa é a sua “visão” da sociedade civil.

O único aspecto positivo da ausência de um PM é que o Petit Roi está agora totalmente estabelecido como a VERDADEIRA face da Paris suja, desagradável e desfigurada.


10 pensamentos sobre “A destruição olímpica de Paris

  1. Pois, os QR code para poder andar por onde sempre se andou.
    Alguém se lembra dos QR Codes de que precisávamos a comprovar que estávamos vacinados ou testados para podermos viajar, comer num restaurante, ir a um teatro, um cinema, um evento desportivo, enfim, viver?
    Sempre disse que muitas destas restrições a pretexto de nos tratar da saúde iam abrir caminhos a outros atentados a nossa liberdade. E eles viriam.
    As restrições covideiras permitiram afinar instrumentos de controle e depressão e levaram nos a normalizar as mais absurdas restrições a nossa liberdade.
    A censura de discursos anti restrições ou anti vacinas abriu caminho a que toda a gente achasse normal a censura dos canais russos.
    A profusao de certificados digitais levou a que agora se ache normal os QR Codes em Paris.
    As restrições covideiras foram só o começo. Chamem lhe teoria da conspiração mas muitas destas restrições visaram justamente testar a nossa capacidade de ser bovinos e afinar mecanismos de controle, nunca proteger a nossa saúde.
    E sim, se e para emigrar o melhor é mesmo sair do Ocidente.
    Por exemplo, durante anos passei as minhas ferias na Alemanha, fazia uns biscates e pensava seriamente em mudar me para lá.
    Parecia me uma terra segura e onde os sistemas de saúde funcionavam.
    Hoje agradeço a não sei que força que me impediu de o fazer.
    As pessoas amigas para cuja casa ia iam morrendo porque, para manter os empregos,foram obrigados a dar quatro vacinas para o COVID. A mulher apanhou uma anemia perniciosa que a deixou as portas da morte e o marido um cancro raríssimo.
    Eu só dei a chamada vacinação primária e passei as passas do Algarve.
    Se me tivessem obrigado a tomar quatro para manter o emprego teria morrido como vi morrer tanta gente.
    Por isso só posso desejar sorte ao Carlos Marques para onde quer que vá. Que seja melhor tratado do que esta gente trata as pessoas da terra para onde va e a sua própria gente.

  2. E não são só os russos que se teem de queixar. Os chineses são massacrados com controles anti doping todos os dias e a qualquer hora do dia ou da noite, numa clara ação desestabilizadora que provavelmente visa afectar o desempenho dos atletas de modo a que não ultrapassem os Estados Unidos.
    Mais uma razão para não vermos tal coisa. Esta gente perdeu de vez a vergonha no focinho.
    E claro, deixar os ir Israel com a sua medonha bandeira e o seu hino que e um insulto a quantos morreram as maos dos nazis enquanto os russos são indecentemente humilhados e outro bom motivo para mandar todos esses senhores ir ver se oar da megalodonte.

  3. Os Franceses dizem que a “França procuram todos os dias um primeiro ministro”.

    Penso que isto não vai correr nada bem,e ninguém vai parar a agenda de destruição política do Macron.

    Os franceses serão inscritos no Livro de Recordes do Guinness como os “recordistas da paciência”.

    E pensar que a França quer dar lições de democracia a Putin e outros….

    Seja como for a Roménia que faz parte da Nato lançou fogo contra drones Russos,uma autêntica declaração de guerra.

  4. Olha, mais um motivo para me borrifar para os JO. Hoje em dia quase nada ligo às competições desportivas, vejo uns jogos dos meus clubes preferidos nesta ou naquela modalidade mas é na TV, e já nem tenho o mesmo entusiasmo ou sofro como antes. E até foi um ano bom para as minhas cores e clubes preferidos em vários países (Portugal, Itália, Escócia, NBA, etc).
    O desporto transformou-se num meio de propaganda, ou distracção da realidade. Ssempre foi, mas agora está a níveis absurdos, com a indústria em que se tornou, promovendo alienação, lavagem cerebral e de dinheiro, maus exemplos – a vitória a todo o custo, a batota, o doping, a corrupção, o agravamento do fosso entre o trabalhador médio e o desportista de alta competição e todos os parasitas ao seu redor, agentes, fundos, etc…
    Basta ver nas TVs, rádios e jornais o tempo de antena e o espaço que é dedicado ao futebol, acima de tudo, mas também à F1, ao rali, e outras modalidades. E eu sempre me interessei pelo desporto, e pratiquei a nível amador, e normalmente até era dos preferidos ou “favoritos” para jogar na equipa escolhida a dedo, mas isto é doentio.
    A mercantilização do desporto, neste modelo neo-liberal de sociedade desequilibrada que temos hoje em dia, copiado do show business dos EUA, contribuiu para a degradação dos verdadeiros ideais desportivos.
    Depois uma pessoa lê isto e vê a vergonha em que tudo isto se tornou.
    Menos um espectador dos JO, por muito marketing e publicidade que lhes façam, e por muito tempo de antena que tenham.

  5. O NeoLiberalismo (a versão NeoLiberal do Capitalismo) é tão mau quanto o Fascismo tradicional.
    Simplesmente usam-se bandeiras arco-íris em vez de botas cardadas.
    As redes sociais usam “regras” para calar quem antes só era calado pela máquina de censura do regime.
    Mandam sempre os mesmos, mas em vez de partido único às claras, há um partido único disfarçado de várias cores. Qual é mesmo a diferença entre votar BE ou Chega ou qualquer outra bosta pelo meio? Vão todos ajoelhar em Washington e Bruxelas e e todos dão o traseiro em Kiev…

    O incómodo dos Parisienses não me incomoda. Não são, na sua generalidade colectiva, gente de bem. São apoiantes cegos da €URO-ditadura, vassalos do imperialismo belicista USAmericano, apoiantes de genocidas Sionistas, colaboradores de Nazis Ucranianos, e muitos deles eleitores ora do Fascista NeoLiberal (Macron), ora da Fascista Nacionalista (Le Pen).
    Porque é que eu haveria de ter pena deles? Nem deles, nem dos restantes Europeus Ocidentalistas. É tudo escumalha, ou cegos que votam em escumalha. Já desisti deles todos. Não há salvação.

    A única coisa que tenho a dizer sobre os Jogos da Vergonha Olímpica, é que estão convidados todos os imperialistas, belicistas, criminosos de guerra, fascistas, nazis, e genocidas. Mas os Russos ou estão impedidos de lá entrar, ou só podem entrar aceitando humilhar-se ao vestir cores neutras e ao não poder usar a própria bandeira nem cantar o próprio hino.
    Para mim, esta dualidade de critérios, esta mistura de política com desporto, esta hipocrisia, e esta violação de Direitos Humanos, é o que conta.
    E se se fizer uma sondagem nas ruas de Paris ou nas de Lisboa, a maioria da burralhada da estupidocracia concorda.

    Tenho princípios. Por isso boicoto os genocidas e não vejo competições/eventos onde se convidam criminosos de guerra, nazis, e companhia, mas se castigam Russos e por vezes até Bielorrussos.
    Estou farto de burros e de estúpidos. Por isso, depois de já ter saído de Portugal, preparo-me agora para sair completamente do Ocidente. До свидания.

    Quando Portugal voltar a ser um país independente e onde se cumpre a sua Constituição, quando os valores do 25-Abril forem ressuscitados, quando a Europa voltar a ser um continente com a sua próprio estratégia e onde em vez de federalismo imposto, há colaboração voluntária, quando a NATO for dissolvida e os imperialistas recambiados para os EUA e UK, quando as instituições forem representativas e proporcionais (aka democráticas), quando nos media se falar a verdade dos factos, quando se celebrar novamente o Dia da Vitória ao lado dos Russos em vez do dia “da EUropa” ao lado dos corruptos, quando interessar mais o que sentem os trabalhadores do que o que sentem os bilionários em Davos, quando se tomarem medidas para reverter o golpe Maidan e desnazificar aquele país (e não só, pois outros vão pelo mesmo caminho), quando se cortarem relações com os genocidas de Israel, e quando perceberem que cabemos todos no Mundo (Portugueses e Russos, Cubanos e Iranianos, Palestinianos e Chineses, Venezuela e África do Sul, etc) mas que para tal os imperialistas belicistas e genocidas não podem continuar a ser sequer tolerados, então nesse dia volto para vos visitar.

    Vivam os movimentos da legítima resistência armada do Donbass, Transnistria, Palestina, e Iémen, entre outros. Vivam os que os percebem e ajudam. Viva quem está do lado certo da história, da Humanidade. O resto que se f***!

    PS: vi nas notícias que em Portugal se “debate” quem desce mais, melhor, e mais depressa, o IRS. Num país de salários miseráveis, quase sem sindicalismo, onde o NeoLiberalismo já levou quase tudo, um dos mais desiguais do Mundo, obviamente a prioridade é baixar impostos a quem ganha mais… E a “esquerda” (PS+Livre+BE) entretém-se já a debater uma aliança alargada para ver se ficam com a Câmara de Lisboa e a Presidência, pois obviamente é com isso que os trabalhadores se preocupam… E o povão em geral continua a confiar cegamente nas presstitutas dos bordéis da RTP, SIC, TVI, NOW, CMTV, etc, onde o pró-paz PCP é “extremista” e “putinista” mas onde os Nazis da Ucrânia “lutam pela nossa liberdade” e os genocidas de Israel são “a única democracia do Médio Oriente”… Nunca mudem, burros do car****!

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