A melhor prenda para os belicistas “otanianos” da nossa praça

(José Catarino Soares, in A Tertúlia Orwelliana, 20/07/2024) 

O artigo de Jeffrey Sachs, “A NATO quer a guerra”, ( Ver aqui ), que recomendo vivamente, está muito bem escrito e é factualmente impecável. Por isso, ninguém conseguirá refutar nenhum dos seus argumentos.

Mas não é por isso que o artigo de Jeffrey Sachs é importante. Apesar de bem escrito e não faltar à verdade, o seu artigo não contém nenhuma novidade e nenhuma originalidade. Todos os factos que evoca e todos os argumentos que desenvolve foram já evocados e desenvolvidos por muitos outros autores.

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13 pensamentos sobre “A melhor prenda para os belicistas “otanianos” da nossa praça

  1. E já agora, a Camela também já disse que e preciso reduzir população.
    E a verdade e que as vacinas do COVID tinham dado uma ajuda do caraças se a maior parte dos países do Sul Global não tivessem optado por outras ou simplesmente não tivessem dado nenhuma.
    Se as vacinas Pfizer tivessem entrado em força em África tinha sido um massacre.
    Se aqui houve muitos mortos e por alguma coisa em 2022 continuamos a ter o mesmo excesso de mortalidade que no auge do COVID,se fosse em África muitos dos sequelados que hoje estão vivos teriam morrido.
    Conheço muita gente que ficou sequelado mas justamente porque pode ser tratado continua a fazer a sua vida.
    Outros tiveram a vida virada do avesso mas estao vivos.
    Mas se vivessemos numa vila do Quénia o familiar de quem cuido teria morrido e eu teria definhado ate secar como o Rei Hussein da
    Jordânia, que vá se lá saber porque artes da resistência física se conseguiu manter de pé até se lhe poderem contar todos os ossos da caveira, e morrido sem sequer saber de que.
    Por isso não e asneira nenhuma quando pensamos em planos tenebrosos para reduzir população,coisa também defendida pelo altamente vacineiros Bill Gates.
    Chamem lhe Great Reset chamem lhe o que quiserem mas que estamos entregues a uma cambada de psicopatas que não querem propriamente que tenhamos vida longa e prospera, estamos.

    • Embora muita gente não esteja de acordo, sou um autodidata, informo-me e observo….. o que constato e o que me preocupa é que esta sociedade de LAZER (para uma elite, claro), se recusa a admitir o que está exposto para manter os seus privilégios, em detrimento, claro, dos mais pobres e do povo….
      é horrível! Tenho alguns exemplos na minha família….. debate está fora de questão! Gosto da palavra teórico da conspiração! É o argumento que me agrada muito.

  2. Esta inflação, estes juros assassinos que a boleia da guerra na Ucrânia as elites económicas nos teem infligido somos nós que as temos pago.
    Tudo bem,podemos estar a ter apenas o que merecemos por sermos crédulos,por pensarmos que mais tarde ou mais cedo vamos vencer e pilhar a Rússia como já pilhamos Iraque,
    Libia e Síria.
    Mas o estarmos a ter o que merecemos não invalida que estejamos a pagar enquando as nossas elites engordam.
    Sei que os povos flagelados pelas nossas sanções pagam incomensuravelmente mais.
    Não ponho isso em causa.
    Agora por cá quem não paga são as elites. Nos vamos pagando enquanto estamos vivos.
    Como já não está o amigo que enterrei num dia de nevoeiro e que lhe deu um badagaio por coincidência cerca de um mês depois de dar um segundo reidforço da vacina COVID.
    E se os nossos países nunca serão destruídos como foram Somália, Iémen,Iraque, Libia e assim por diante nem por isso as políticas assassinas sejam económicas sejam sanitárias vão deixar de nos fazer pagar.
    Quanto as elites, tal como os vampiros de que falava José Afonso, nada os prende as vidas acabadas. Onde quer que elas estejam.

  3. Diga mos que as elites não pagam.os povos pagam, e com lingua de palmo.
    Na crise de 2008 fomos nós que tivemos de pagar desmandos e vigarices várias.
    O musico grego desempregado que se atirou do alto de um prédio arrastando com ele a mãe, mulher de 92 que estava a seu cargo, não pagou?
    A quantidade de gente que se suicidou por nao ver alternativas, por estar desempregado e não ter o que comer, não pagaram?
    O médico grego que viu o seu filho suicidar se por desespero de não ver futuro, o filho que se suicidou, não pagaram?
    A minha mãe, morta de infeção hospitalar porque corria o ano de 2013 o hospital estava feito um pardieiro pois que até lixívia faltava,não pagou?
    Eu a quem a vacina da COVID levou 19 quilos, deu anemia perniciosa, tendo conseguido recuperar alguma coisa a conta de ganhar massa muscular por andar a malhar a maluca não paguei?
    O familiar que meses depois de ter dado a dose de reforço, por pressões ilegais e ilegítimas no trabalho, teve uma trombose massiva e anda as voltas com uma doença auto imune não pagou?

  4. Chícera, penique, chapéu de côque! Não conhecia o currículo da alimária, mas é possível que a “reciclagem” lhe dê um lugarzinho à direita de Deus-pai! Haja Deus… e pai… e mãe, já agora, que sem ela(s) não existiriam filhos da mãe! Oremos! Ou talvez não, tanto faz.

  5. Em resumo, mais um bandalho arauto da mais nefasta teoria económica do nosso tempo, o neoliberalismo.
    A lei da selva em termos económicos que destroi nacoss inteiras e cria exércitos de deserdados e miseráveis. E que custa muitas vezes tantas vidas como uma guerra.
    Jeffrey Sachs percorreu o mundo espalhando esta teoria económica nefasta e destrutiva.
    Quando a coisa corre o pior possível para as populações claro que a culpa nunca e deles mas das populações e das autoridades que lhes compram as suas teorias porque não fizeram o suficiente.
    Quando tal remédio nefasto foi aplicado na Grécia a culpa também foi das pessoas que não fizeram o suficiente.
    Segundo a bandida Lagarde a culpa de crianças desmairem de fome na escola era dos seus pais não pagarem os impostos.
    Grande cabra,grande vaca, se não tinham dinheiro para dar um pequeno almoço aos filhos como e que teriam dinheiro para pagar impostos?
    A culpa é sempre das autoridades que sao corruptas e das populações que não aprendem a viver a alpiste.
    Nunca de uma teoria maldita, nascida no Século XVIII e que devia ter morrido nesse século.
    Tal como estes bandalhos que nem deviam ter nascido.
    O bandalho viveu de levar a destruição ao mundo,agora tem medo da destruição do mundo.
    Construa um bunker e va ver se o mar da caravela portuguesa.
    Um obrigado ao João Catarino por nos ter dito quem era o bandalho que nos brindou com uma prosa longa,chata e com verdades a
    Monsieur de
    La Palisse.

  6. Na minha opinião faz parte do Grand Reset,ou agenda 2030.

    Neste caso,a resposta da Rússia será terrível. Há uma aceleração dos acontecimentos, estamos a entrar na terceira guerra mundial a um ritmo acelerado É preciso estar preparado onde quer que se esteja. Os europeus pagarão o preço das suas posições e ações.

    • Deixa-te de teorias da conspiração e de wishful thinking em relação ao que os Russos vão (ou conseguem) fazer. Só perdes o teu próprio tempo com isso.

      É tudo muito mais simples do que essa ideia tola do Great Reset (e não “Grand” Reset): interesses (ou ganância) e ignorância (que resulta em xenofobia e ódio).

      Os interesses do império são manter o império.
      A ganância da oligarquia do império é continuar a dominar (e a explorar/roubar) os outros.
      A ignorância do povo (e até de alguns líderes) é terreno fértil para a propaganda do império.
      A xenofobia e o ódio (contra Russos, imigrantes, Muçulmanos, pobres, Palestinianos, sindicalistas, Chineses, etc) são portanto resultados expectáveis.
      Com a divisão da sociedade, a oligarquia conquista.
      Com a xenofobia e o ódio latentes, a máquina de propaganda (Comunicação Social Mainstream) tem os ingredientes certos para manipular e criar o consenso para cada um dos conflitos, seja em guerras de tarifas, sanções, bloqueios, censura, ou guerras de facto (por enquanto apenas proxy, i.e. por procuração, e não directas).

      Genocidas sempre os houve. Que um ou outro chegue a posições de poder (em governos ou na sociedade civil) é inevitável e acontece permanentemente. Que os restantes sigam as ideias dos maluquinhos é que, felizmente, já é menos provável.

      E também ninguém quer crises económicas, muito menos uma repetição da Grande Depressão. Simplesmente esses momentos são cíclicos na história da economia Mundial. Estão bem estudados, e há quem se prepare para isso. Depois, como grande parte do valor económico é virtual, em bolsas de valores ou dívidas impagáveis, há quem especule com isso. Há os short sellers (que lucram com os momentos de perda), há o diz-que-disse, há os maluquinhos das criptomoedas que querem que outros se juntem ao esquema em pirâmide de zero valor real de forma a poderem lucrar entre cada rebentamento da bolha.

      Há gente má, há gente mal intencionada, há gente mentirosa, há gente criminosa, há gente de todo o tipo, até gente que não é gente. E há gente que parece decente, mas não passa disso mesmo, de uma aparência, e por vezes nem é por mal.

      Por exemplo, o marido e mulher que trabalham numa fábrica USAmericana de armamento, cujos salários que pagam a comida e a casa e o seguro de saúde e a educação dos filhos, é garantido pela existência de guerras e de propaganda da “NATO” (=EUA) para a corrida ao armamento (made in USA, claro). Essa gente não quer guerra, mas também não quer ficar desempregada.

      Ou o desgraçado que trabalha numa gasolineira pela salário mínimo. Como pode ele querer saber das energias alternativas e dos carros com combustível menos poluente, se o seu emprego depende do petróleo e da destruição das condições ideais de vida no Planeta a médio/longo prazo? Esse trabalhador não é mau, simplesmente quer ter o que comer quando chegar a casa.

      Ou por exemplo o “jornalista” que por estes dias publica a notícia do assassinato da Iryna Farion, uma ex-deputada da Ucrânia, NAZI da cabeça aos pés, até mais NAZI do que alguns membros do batalhão Azov! E essa “jornalista” até nem gosta de mentir, até gostava de poder noticiar factos, mas precisa de pagar a renda e as contas, portanto, para continuar na redação do Expresso (órgão de propaganda do nazi-fascismo genocida do império ocidental), tem de escrever sobre essa prostituta Ucrâniana que se trata somente de uma “antiga deputada da Ucrânia e conhecida pela sua cruzada para promover a língua ucraniana”. Uma NAZI, do partido nazi-fascista Svoboda, glorificadora de Stepan Bandera (genocida colaborador de Hitler), é descrita no Expresso como alguém que “promove uma língua”…
      Se a jornalista escrevesse a verdade, depois ficava com a dispensa vazia e não tinha como pagar a renda de casa. Hoje em dia já não é preciso PIDE, é assim que se faz, com “liberdade económica” para o patrão-ditador.

      E o patrão (e o editor amiguinho do patrão) têm esta atitude porque é essa a posição que actualmente lhes abre as portas. As portas dos patrocínios, das sinergias, das colaborações, dos exclusivos, e dos contactos certos. Não há teoria da conspiração nenhuma. Simplesmente há seres humanos que olham para o seu umbigo antes de olharem para os outros seres humanos.
      Convém que os seus canais repitam a narrativa dominante no império também ele infelizmente ainda dominante, antes que lhes aconteça como aos canais de notícias Russos.

      E na UE, fazem essa lei da censura porquê? Porque são gente de uma determinada classe social nascida e criada em pleno império anglo-americano, nem se dão conta da estupidez, parece-lhes a ordem normal das coisas. E se repetirem as palavras chave certas, recebem tachos e tachinhos que lhes garantem a vidinha. Encomenda a vacina certa, encomenda o míssil certo, e tens um think-tank ou um outro tacho qualquer com salário principesco. E todos te elogiam e adoram. E quem não o fizer, é porque é “populista”, “extremista”, ou “putinista”. Foi assim que aprenderam na missa, pois então é assim que rezam… É o efeito psicológico da chamada “peer pressure” ou pressão de grupo.
      Cantam vivas ao individualismo, mas têm medo de ser diferentes dos outros. Também aqui é simplesmente uma característica humana.

      Não há Great Reset nenhum. É apenas business as usual. É a natureza humana. E esta natureza não é nada bonita de se ver. É a coisa mais porca e indecente no planeta terra. A história da humanidade é violência, ódio, matança, guerra, violação, limpeza étnica e genocídio. Não é preciso um teórico engravatado em Davos para fazer um plano maquiavélico. Basta a humanidade continuar a ser humana. Os ignorantes vão continuar a odiar, e os genocidas vão continuar a matar. Todos querem pertencer ao grupo, e ninguém quer perder a chance de ser rico. E os momentos de mudança e progresso reais (que podem mudar muito, mas nunca mudam a natureza humana), só se dão nas revoluções, entre as quais o 25-Abril pacífico é apenas uma exceção que confirma a regra da violência.

      Portanto faço-te já uma previsão para este século: a NATO e a UE até podem desaparecer, o nazi-fascismo actual pode ser derrotado, o projecto colonial de “Israel” até pode ser interrompido, e o império anglo-americano até pode colapsar, mas a natureza humana que originou tais males continuará na mesma. A Rússia que derrotou o Nazismo e libertou campos der concentração, é a mesma do Stalinismo e dos Gulags. A Europa que fez a paz e que abriu fronteiras é a mesma que mata imigrantes no Mediterrâneo após estes fugirem das guerras dos países da NATO. Os EUA da Constituição que define que todos os homens são iguais, é o mesmo país que chama “defesa legítima” ao genocídio dos Palestinianos. A China da diplomacia multipolar é a mesma que envia barcos de guerra para disputar atóis no território das Filipinas. A Venezuela do anti-imperialismo Bolivariano é a a mesma que quer anexar a região de Esequibo do país vizinho. A igreja dos valores tradicionais e familiares é a mesma que protege padres pedófilos. E a ONU da Carta dos Direitos Humanos é a mesma que condena a intervenção Russa para defender os direitos humanos do povo do Donbass e Crimea mas não condena os Nazis que os queriam/querem violar.

      Finalmente, os Europeus vão pagar o preço das suas posições e acções? Quem to garante? Quando é que os Turcos pagaram o preço pelo genocídio Arménio? Quando é que os da NATO pagaram o preço pela destruição da Sérvia e da Líbia? Quando é que os Portugueses pagaram o preço pelo Colonialismo e pela Guerra Colonial? No momento em que falamos, os Europeus bombardeiam alvos civis no Iémen. Vão “pagar o preço” dessas acções tal como “pagaram o preço” pelas invasões do Iraque, Síria, e Afeganistão, e pelo apoio à ocupação e genocídio na Palestina.
      Na história da humanidade, não há justiça nem karma. Há apenas a lei do mais forte. E apesar de tudo, a Europa é forte e tem armas nucleares. Não pagará o preço de coisa nenhuma. É aliás com base nesse ensinamento histórico que as actuais elites actuam. Sabem que só as esperam o luxo e a impunidade. Foi sempre assim em toda a história e sempre assim será. Repara que nem sequer o exemplar 25-Abril levou os fascistas e as elites suas amigas a julgamento ou a pagar o que quer que fosse. Há até famílias (em Portugal, em França, e nos EUA, só para dar 3 exemplos) cuja riqueza actual ainda é resultado dos tempos da escravatura! E nunca terão de pagar um cêntimo!! E o povinho pobre só tem pena, ou inveja, de não terem sido eles a lucrar.

      É triste, é até deprimente, mas é esta a verdade inconveniente sobre a humanidade. O único “Great Reset” real que alguma vez acontecerá a esta humanidade, será o de um meteorito que nos faça o mesmo que aconteceu aos dinossauros: extinção. Dezenas de milhões de anos mais tarde, outros seres pisarão esta terra, e em vez de uma natureza humana em particular, será apenas a continuação da natureza das espécies em geral: a violência da lei do mais forte. Uns comem e violam para se reproduzir, outros são violados e/ou comidos. É só. Não há mais nada. Até com os planetas e os sistemas solares, buracos negros e galáxias, se passa a mesma coisa. Não há justiça nem plano divinos, deus não existe. É apenas um conjunto de acasos sem significado. Se uma bala acerta em cheio na cabeça ou só de raspão numa orelha, absolutamente nada muda.

      • Estátua amiga, o negro mas lúcido pessimismo do nosso amigo Carlos Marques, magistralmente desenhado e pintado neste texto, parece-me merecer o destaque do teu quadro de honra. Lucidez “equivalente” obriga-me a reconhecê-lo, ainda que patologicamente optimista eu ainda seja e queira continuar a ser.

      • Nada muda? Muda, sim. Tudo muda.
        O que não falta são portugueses retornados a maldizer o 25 de Abril por causa de tudo o que tiveram de deixar para trás (privilégios, propriedades, etc)… claro que as perdas não foram iguais para todos, como nunca são, nem num julgamento de dois crimes idênticos as sentenças e a “justiça” é igual, há inúmeras variáveis, os advogados, o juíz, o estatudo do arguido/réu, as circunstâncias, o clamor mediático… agora imagina no mundo real (que não podemos pensar que compreendemos e conhecemos por inteiro, muita da ciência é ainda meramente TEÓrica.

        O texto começa bem e concordo no geral com ele, com a ideia dos defeitos humanos, da violência, da natureza degenerada que é reforçada pela ignorância, tudo isso está correcto para mim (falta saber destrinçar a racionalidade humana que, para o bem e para o mal, nos diferencia dos outros animais, e o instinto não cria sociopatas nem psicopatas, é mesmo uma doença do foro mental, e também há animais que não comem outros, chamam-se herbívoros).

        Mas a partir do “finalmente” transforma-se num ensaio subjectivo, e perde toda a objectividade. São apenas lugares comuns, nada mais que isso, e alguns disparatados – porque precipitados e simplistas, erróneos e errados.

        Mas não podemos pensar que não há karma ou justiça divina porque aos nossos olhos não há igualdade, quando até acaba por haver, de certo modo, nas principais etapas ou processos vitais – todos passamos pelo nascimento, todos respiramos, todos temos funções biológicas, metabólicas, e depois todos envelhecemos (alguns não, morrem à nascença, outros mais, outros menos) e morremos.
        Então, como podemos nós julgar ou avaliar aquilo que não entendemos (nenhum de nós morreu, mas pelos vistos só existe a realidade consciente, a inconsciente faz de conta que é o mundo onírico dos sonhos, onde existem unicórnios e pégasos, etc), reforçando com TEOria astrofísica que os buracos negros, as galáxias e as estrelas são todas iguais e fazem o mesmo, sendo que só algumas vão subsistir – no entanto a própria teoria considera que existem biliões de estrelas, milhões de galáxias milhares de buracos negros, etc, e que o universo até pode estar em expansão infinitamente)…

        Enfim, fiquemos-nos pelas observações objectivas e deixemos as conclusões subjectivas – e pouco científicas, já agora, além de algumas serem redutoras ou até sem sentido, que aparecem a partir do parágrafo começado com “Finalmente…”

        • Os portugueses que não eram colonos, pelo contrário, não perderam nada de especial com a descolonização, o que até faz sentido… apesar de serem grande parte dos soldados do exército português no “Ultramar”, eram a carne para canhão (aí ficaram a ganhar, deixando de ter que ir para lá), e também terem de fazer algum esforço para acomodar os portugueses e imigrantes que vieram das colónias (aí não foram só rosas, mas pior era o esforço de guerra)…
          Crês que o karma foi igual? No fundo tudo acabou por se compor, os colonos tornaram-se portugueses da metrópole com os mesmos direitos e deveres, mesmo que temporariamente (e nem sempre) partindo em desvantagem económica (aqueles que chegavam com uma mão à frente e outra atrás, outros trouxeram mais qualquer coisa, e houve os privilegiados do costume, não digo que não, mas até a esses um dia pode “acontecer justiça”, se é que não aconteceu já no momento em que plantaram as sementes do fruto que irão colher.
          Uma “parábola”:
          Um homem ofereceu um cavalo magnífico ao seu filho, ele transformou-se num exímio cavaleiro e arqueiro, mas um dia caiu do cavalo e partiu a perna, ficando manco, e o cavalo fugiu. Isto foi bom ou foi mau?
          Um mês depois houve um alistamento para uma nova guerra contra uma nação rival, mas como ele estava com a perna feita num 8 foi poupado e ficou em casa.
          Outro mês passado e o cavalo que fugira retornou e trazia com ele mais 2 éguas.
          Isto foi bom ou foi mau?
          Quando os recrutadores voltaram àquelas bandas, vendo que agora tinha 3 cavalos, levaram-lhe o alazão com que aprendera a cavalgar, a égua mais forte e deixaram-lhe a mais fraca…
          Isto foi bom ou foi mau?
          A égua mais fraca estava grávida do alazão e deu-lhe um potro estupendo.
          (etc)
          (o original é mais sintético, tem o mesmo ponto de partida, mas tomei a liberdade de o modificar q.b. e de o estender no tempo)

          Caguem-se nas TEOrias dos buracos negros (salvo seja, não confundam os buracos…), estamos a discutir política e não astrofísica… ou será que os quasares e as nebulosas e as estrelas de quarks também são “animais políticos” e têm ideologia e sentido de voto?

      • A ideia do “Grand Reset” (em francês) não é minha,nasceu dos mais ricos, dos que tem poder,de Davos.

        Era preciso dizer a verdade às pessoas,e a verdade está aqui neste comentário de Carlos Marques… Passámos o ponto de não retorno.

        De facto, ser político é uma boa condição para ser actor, e não há dúvida de que os actuais profissionais das assembleias passaram pelo universidade de teatro.

        Seria risível se não fosse tão triste confiar o nosso futuro a estes acrobatas que só estão interessados no seu próprio sucesso .

        Infelizmente, são muito poucos os que têm consciência disso, o que significa que esta situação vai continuar por algum tempo, apesar da minha máxima.

        Falta falar também da redução da população mundial,como a ideologia do governo mundial,que essas são verdadeiras…

        Em suma, na minha opinião “Grand Reset” economico e monetário deve chegar ainda este ano ou no primeiro semestre 2025,com guerra ou sem guerra,embora a guerra é inevitável,com Trump,ou sem Trump.

        As dívidas publicas é uma vontade e não uma consequência voluntária!

        “Pão e circo” mas ainda não é novembro.

        Teremos a introdução do euro digital,ascenção dos Brics+e a sua possível moeda única,o possível banco mundial dos Brics+,etc,etc.

        Seja como for, tens razão o mundo vai mudar,e vamos assistir ao fim deste sistema capitalista.

        Vivemos dias interessantes…

        PS:Segundo, Florian Philippot a Nato tem um plano militar de enviar 800.000 tropas da NATO contra a Rússia!

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