Imperialismo agrícola na UE

(Michael Hudson, in Resistir, 19/06/2024)

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Desde a Segunda Guerra Mundial, os estrategas comerciais dos Estados Unidos têm baseado a sua política internacional no controlo de dois produtos fundamentais:   o petróleo e os cereais. Em termos económicos, têm sido o pilar da balança de pagamentos dos EUA, as principais categorias de excedentes de exportação (juntamente com as armas), especialmente à medida que a economia americana se desindustrializou.

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2 pensamentos sobre “Imperialismo agrícola na UE

  1. O problema não e esta gente querer ter hegemonia. O problema e tanta gente achar normal que a tenham.
    Gente que acha que se a Rússia fosse dividida em vinte via sanções e guerra por procuração na Ucrânia e a China fosse via Taiwan e guerra comercial reduzida a miséria do tempo das Guerras do Ópio todos viveríamos bem e que nem uns nababos. Por isso bora lá lutar contra esses sub humanos,bora lá armar nazis,fascistas, fundamentalistas contra eles e depois tudo será leite e mel.
    Não me perguntem em que azinheira essa gente bateu com os cornos porque eu também não sei.
    Muitos desses são anti vacinas e gabam se de que foram espertos o suficiente para não irem dar nenhuma.
    Reconheço que foram mais espertos que eu que ainda fui dar as primeiras, raios partam a Pfizer, e perdi a vontade de voltar a chamar peixe espada subdesenvolvido a alguém.
    Mas se esta gente tivesse hegemonia como é que era?
    Eu digo vos como era. Não haveria especialistas em migrações do bacalhau para nos dizerem que aquilo e uma maravilha e quem diz que não e porque é um fascista até nos quer matar a todos.
    Ninguém perderia tempo com argumentos nem esperaria que medidas de corte das nossa vidas fizessem efeito. Seriam caçados na rua, amarrados a macas e mamavam com a injeção.
    Perante uma doença nova toda a gente investiu em vacinas.Mas nos fomos os únicos onde se decidiu aproveitar uma doença nova para testar uma tecnologia ainda não testada.
    E os meios coercivos foram mais ou menos duros consoante as populações fossem ou não mais carneiros.
    Na Alemanha foi simplesmente terrível,as empresas podiam despedir sem apelo nem agravo, nem nos supermercados queriam deixar os desgraçados entrar. Houve quem apanhasse mais de uma década de cadeia por alegadamente ter contagiado e morto outros por não estar vacinado.
    Não interessou nada que o morto estivesse vacinado,sendo que se a vacina fosse eficaz certamente não morreria.
    A coisa só parou porque os sequelados começaram a ser demais para ser escondidos.
    Isto pode estar a ser bater no ceguinho mas a verdade é que esta gente ultrapassou um monte de linhas vermelhas expondo toda a população a um risco semelhante ao de uma guerra.
    Uma guerra para onde até crianças de seis anos foram mobilizadas.
    A sorte é que o risco da vacina,tal como o da doença,aumenta com a idade, por isso as sequelas em crianças não foram muitas,felizmente. Tendo contudo sido as suficientes para se deixarem disso.Ja havia quem falasse em vacinar bebés.
    Mas dos 40 anos para cima foi aquilo que se viu.
    Por isso comecem a ter cuidado com o que desejam.
    Porque uma nova doença vai vir e se esta gente mandar mesmo em todo o mundo podem muito bem morrer amarrados a uma maca ou uns meses depois de lá terem sido amarrados.
    Esta gente tem um desprezo total pelas nossas vidas.se conseguir hegemonia as nossas vidas vão valer tão pouco como as dos palestinianos.
    Por isso tenham cuidado com o que desejam e vão ver se o mar da choco.

  2. Além disso, dominam várias indústrias (sector secundário) e empresas (sector terciário), muitas vezes muito bem empacotadas numa espécie de complementaridade entre a produção e a comercialização dos produtos ou serviços, nomeadamente tecnologia informática (hardware e software), indústria cinematográfica e de animação, indústria do armamento e aeroespacial (“o braço armado”, mas também os outros sectores industriais o são nos seus campos, a saber, informação e propaganda)…
    E ainda temos os negócios obscuros do narcotráfico (o controlo dos campos de papoilas no Afeganistão não era um mero hobby recreativo), da lavagem de dinheiro internacional, do tráfico de influências, e isto a um nível interno, da política estadual e federal dos EUA, e depois a um nível mundial…
    Portanto, os tentáculos do poder ainda são muitos e a sua adaptabilidade e capacidade de acção vão continuar, por muito que haja convulsões internas ou obstáculos intrasponíveis e revezes a nível internacional… também não seria a primeira vez, e no entanto a busca pela hegemonia continua.

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