(In Blog Contracultura, 07/06/2024)

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Porque é que devemos ir votar no domingo?
Não porque a União Europeia seja uma entidade de inspiração constitucional, de fundamentos democráticos e liberais (no sentido clássico do termo). Não é.
Não porque o Parlamento Europeu seja instrumental numa ofensiva contra as elites neo-liberais que estão instaladas nas verdadeiras estruturas de poder do Velho Continente. Está longe de o ser.
Não porque uma vaga populista se mostre a curto prazo eficiente contra a maré globalista. Que se desenganem os optimistas.
Não porque alguma coisa de substancial vá de repente mudar nas políticas da agenda 20/30, no triunfo aberrante da ideologia de género ou no apoio criminoso do bloco ocidental ao regime Zelensky. Não vai.
Não porque von der Leyen seja através do voto corrida de Bruxelas para o pior buraco do inferno, que é precisamente o sítio para onde devia ser corrida. Lamentavelmente, teremos que ser pacientes.
Não porque no conteúdo destas urnas se encontrem as fundações de um regresso aos mais nobres valores da civilização ocidental, ou até os alicerces, mesmo que tímidos, que impeçam o declínio que é já incontornável do mundo em que fomos criados e dos valores morais que consideramos sagrados. Não vale a pena esperar milagres.
Não porque estas eleições sejam mais de que um processo de fachada, que tenta disfarçar o regime despótico a que fomos subjugados, nos últimos 30 anos. Não são agora nem serão tão cedo.
Não porque estas eleições constituam sequer o princípio do fim de uma era de trevas, protagonizada por líderes vis, fracos, mesquinhos, pequenos, autoritários, arrogantes, irresponsáveis e alienados. Esse momento iniciático, a acontecer, terá contornos diferentes e instrumentos diversos.
Não porque o voto faça diferença nas actuais dinâmicas de poder no Ocidente. Não faz.
Devemos ir votar pela razão mais simples, mais básica, mais óbvia, mais válida de todas as que agora são possíveis:
Para que os nossos inimigos saibam da dimensão do exército que têm que continuar a enfrentar para cumprir os seus sinistros objectivos.
Para que durmam menos bem, sabendo que estamos aqui, dissidentes, firmes, e que mesmo sabendo que a democracia é hoje, no Ocidente, um mito, um embuste de prestidigitação que esconde a tirania concreta que levantaram sobre a nossa vontade, não estamos dispostos a aceitá-la.
Para que oiçam a nossa voz, que lhes diz: Não.
Para que vivam com a nossa teimosa insistência em sermos livres criaturas de Deus.
Para que percebam que terão sempre pela frente milhões de pessoas que querem ser donas dos seus destinos.
Para que nos temam. Porque – é bom que sobre isto não restem dúvidas – eles temem-nos.
Para que o medo, que as cúpulas corporativas tanto gostam de usar contra as massas, seja agora usado pelas massas contra as cúpulas corporativas.
Sim, é para que as elites vivam no medo, que devemos ir votar no Domingo.
Fonte aqui.
Toda a gente sabe qual é o meu alinhamento em relação política, nunca escondi nada.
E para quem acompanha estas coisas não é difícil ter uma definição disto tudo.
Na minha humilde opinião,Isto não é um naufrágio, tem sido o plano desde o início.
A União Europeia é, acima de tudo, uma história de narrativa. Começou com a confusão entre “UE” e “Europa”. Depois passámos à noção de “cidadania”, depois de “parlamento”, de “soberania”, etc., que, de facto, não correspondem de todo à definição ou aos direitos/deveres que cada um tem. Trata-se de transferir o poder para os não eleitos, e da liberdade dos senhores feudais cujo feudo é a sua carreira.
Aliás,desde o fim da Segunda Guerra Mundial, toda a nossa história tem sido uma coleção de narrativas. Quase todos os vectores de informação e influência estão nas mãos de uma casta globalizada e atlantista que nos diz o que pensar, em que acreditar, o que está certo, o que está errado e até o que ver quando a realidade o contradiz. . Só nos últimos 4 anos, a nossa existência foi profundamente alterada por 4 narrativas: europeísta, atlantista, climatérica e covidista.
Comissão Europeia = poder (27 tecnocratas não eleitos – um único presidente candidato eleito).
Conselho Europeu = conselho consultivo
Parlamento Europeu = câmara de registo das directivas europeias.
O papel do “parlamento” europeu é VALIDAR os textos emitidos pela Comissão Europeia (que detém o monopólio) em relação aos Tratados europeus.
Giscard, um dos seus fundadores, afirmou: “O ‘parlamento’ europeu não tem praticamente nenhum poder político.
A UE é a contrapartida política da NATO, o instrumento do império americano, para defender os seus interesses e seguir as suas políticas. A Europa tem sido dinâmica e poderosa devido à sua diversidade. A UE está a destruir a diversidade, a democracia e o dinamismo. Com a UE, união significa fraqueza e subserviência.
EUROPA FEDERAL: Os resultados!
Vejamos então o que a União Europeia trouxe aos países que a compõem. A ruína das suas economias; a restrição da sua liberdade individual; a perda da sua soberania; a ausência de democracia com funcionários a decidir tudo; a guerra contra a Rússia e a ameaça da sua aniquilação. É um feito e tanto ter conseguido tantas catástrofes num espaço de tempo tão curto. E eu só enumerei os principais. Assim, perante um registo tão catastrófico, os traidores e incompetentes responsáveis por ele defenderão uma fuga para a frente: ainda mais federalismo. Se os povos da Europa não resistir dentro de 3 anos não restará nada. Tudo terá sido varrido e a Europa tornar-se-á o continente da pobreza e do subdesenvolvimento.
Para além das políticas de austeridade que têm sido postas em prática (moeda/critérios de Maastricht) ou das “falhas” democráticas das instituições da UE,
o problema fundamental é que a UE – apesar de todas as suas iniciativas (por exemplo, para aumentar a competitividade ou investir na inovação e nos chamados sectores económicos de “crescimento” ou de “ruptura”) – não está a funcionar onde deveria: na frente económica!
Veja-se como estamos a ficar atrás dos EUA e da China a todos os níveis (PIB, investimento, inovação, produtividade).
Um único indicador “revelador”: a taxa de crescimento muito baixa do PIB na Europa nas últimas duas décadas (crescimento lento)…
Alguns períodos são milagrosos, e as pessoas trabalharam até ao tutano, divorciaram-se dos pobres, adoeceram gravemente, etc., só para pedir mais. Que se lixem todos, agora estamos a tentar espremer as poupanças que se ganharam com muito esforço e apenas alguns milhares de euros, no máximo. Quantas pessoas têm milhões ou mais? Escondidos em paraísos fiscais ou nos emirados, etc.? Nem sequer contribuem quando o princípio da distribuição e da redistribuição é a pedra angular de uma sociedade e de uma economia sãs.
Tudo o que querem é pilhar os recursos e monopolizá-los num grupo pequeno e seleto, e são essas mesmas pessoas e decisores que colocam a pressão sobre os trabalhadores e as populações, por isso abraçamos novas e mortíferas políticas de imigração e tudo se repete. Já não acredito em nada, dizem, estou enojado e cansado de tudo e já não quero fazer o mínimo esforço. O contexto é alarmante, nem nos contentarmos com os resultados e agradecermos e encorajarmos as pessoas em causa a permanecerem para continuarem a aventura humana que estamos a viver. É um verdadeiro naufrágio.
Como as mesmas causas produzem os mesmos efeitos, a situação é a mesma no Porto Lisboa,etc,etc e em algumas outras grandes cidades europeias, que foram esvaziadas dos seus habitantes devido a uma inflação insana, esvaziadas das suas almas e esvaziadas da sua (verdadeira) cultura. A gastronomia típica local desapareceu em benefício de uma comida turística vistosa, de qualidade inferior e a preços elevados.
A moeda única, não é muito preocupante, penso eu, é antes a livre circulação de capitais e a abertura à concorrência que prejudica (excepto os chamados serviços de interesse económico geral , “isentos” )
O resultado é uma faca de dois gumes: é inegável que alguns países europeus viram o seu nível de vida aumentar com o acesso a capitais (sem reembolso) que nunca teriam tido antes, enquanto outros países estagnaram, mas os países fundadores pagaram uma grande parte do preço e isso não os torna mais resistentes à Europa. É mais uma corrida para o fundo do poço.
Aplicaram preceitos teóricos, sem qualquer experiência e, sobretudo, sem qualquer feedback (nunca ninguém tinha feito um mercado único com tantas disparidades sociais e fiscais entre países!)
Fizeram quase tudo ao contrário, na década de 2000, a Comissão propôs-se bloquear o monopólio dos futuros GAFAMs, resultado 0… por outro lado, mataram monopólios estatais que funcionavam bem em alguns muitos países europeus e permitiram que o capital fluísse sem controlo (apesar de os tratados conterem mecanismos de controlo do fluxo de dinheiro para fora da UE – por exemplo, a crise grega, que aplicaram pela única vez desde Maastricht).
É evidente que a sua única solução é criar mercados ainda mais especulativos (mercado da energia, mercado das quotas de carbono, futuro mercado único de investimento, etc.), não perceberam 2008…
O Tratado da União Europeia não está adaptado ao futuro… e contradizem-se cada vez mais, por exemplo, devido à Covid, flexibilizaram as suas regras de concorrência com os Estados que deviam financiar/assistir o seu sector económico. As suas leis são completamente obsoletas e não antecipam nada, os EUA fizeram a IRA… A Europa está à espera, a olhar para si própria, tanta lentidão, precisam de 10 anos para uma lei importante… insustentável.
Precisariam de uma maioria absoluta no Conselho para lançar uma revisão, e penso que nem mesmo a maioria qualificada definida pelo Tratado de Lisboa o permitiria. Por isso, vão acumular leis/directivas que serão muito difíceis de aprovar, uma vez que os países rejeitam cada vez mais tudo o que vem de Bruxelas, à exceção dos subsídios….
Penso que também vale a pena lembrar (quando se fala de solidariedade europeia usando o exemplo da covid) que a UE, se funcionasse, teria sido capaz de financiar o desenvolvimento e o fabrico de vacinas europeias. No final, a UE significa endividar-se em conjunto para comprar noutro lado o que já não conseguimos fabricar na UE, porque o sistema destruiu uma grande parte da indústria e do sistema de saúde.
Dado o descontentamento global. A extrema-direita arrisca-se a governar o parlamento e a desacreditar-se com uma sociedade de risco e depois com o federalismo por volta de 2007. A UE está a planear impostos como os que incidem sobre os muito ricos e as empresas globalizadas e o imposto sobre o carbono.
Compreendendo as razões de quem está farto disto tudo, eu vou votar.
E vou votar porque não quero contribuir para amanhã ter aqui o senhor capelao a, dizer que finalmente a extrema esquerda tuga foi corrida dessa grande casa da liberdade vacinada que é a Unido Europeia.
Compreendo as razoes de quem acha que isto so vai lá a cacetada mas a verdade é que tal é impossível.
As populações fanatizadas e cegas pela propaganda mais depressa iriam engrossar as fileiras do genocida exército Israelita que se levantariam contra esta corja.
E se realmente esta gente decidir mandar os nossos soldadinhos de chumbo para a Ucrânia os opositores serão menos dos que escolheram o exilio para não ir malhar com os costados na guerra colonial.
A realidade é esta, a propaganda funciona e os maus são os russos e os palestinianos. Se fossem todos mortos o mundo voltaria a ser lindo, deixaria de haver poluição e perturbações climáticas e até voltaria a chover decentemente no Sahel.
E sim, mesmo que tivéssemos 90%de abstenção, os bandidos comporiam o ramalhete com o que fosse escolhido e os comentadeiros teriam boas razões para justificar essa abstenção ainda mais elevada do que das outras vezes.
Não havendo espaço para revoluções, se alguém acabar fuzilado com cinco minutos de julgamento fajuto, será quem se opõe ao apoio à nazistas e nazionistas e não quem, cego pela propaganda acha isso normal.
E ver a raiva com que os acólitos de Van der Pfizer e os bofias de Macron partem cabeças e lançam gás lacrimogeneo contra manifestantes pacíficos.
O que é que os impede de ir mais além se por via da abstenção a malta que é do contra, do contra que eles temem, o contra de esquerda, que o de direita fará o frete as elites como o fez na Alemanha Nazista e na Itália Fascista, que já é cada vez menos por via da propaganda, for ainda menos?
Se teem muita pena de quem leva com um banho de tinta ninguém terá pena nenhuma se os apoiantes do terrorismo e amigos da Rússia acabarem encarcerados ou sofrerem uma cura radical.
A nossa biologia é a mesma dos que iam assistir a autos de fe e depois iam para casa contentes porque almas tinham sido salvas e a comunidade dos crentes tinha sido salva.
Compreendendo as razões de quem não quer ir votar, eu vou votar.
E ainda mais iria depois de Ursula van Der Pfizer ter tido a pouca vergonha de cá vir dizer nos em quem ir votar.
O meu voto é contra a bandida que me fez um dia ter medo de acabar os meus dias atrás do sol posto para não sucumbir a uma experiência. Contra a bandida que apoia um genocídio numa canhestra tentativa de limpar o cadastro do seu povo e numa submissão grotesca ao poder do dinheiro e que contra a Rússia tenta prosseguir o sonho de conquista do avô morto na Ucrânia.
Um sonho tão molhado que a criatura não se conteve sem ir buscar a odiada Rússia quando foi confrontada com manifestantes contra um genocídio que não está a ser cometido pela Rússia nem com armamento russo.
Contra o ódio, contra o apoio a nazismo e sionismo, contra as experiências em seres humanos, por todos quantos morreram nas ditas experiências, por todos quantos morreram e morrem no Donbass, nas zonas de fronteira entre a Rússia e a Ucrânia, na Crimeia, em Gaza, no Líbano, na Cisjordânia, na Síria, no Líbano, eu vou votar.
Cada um fará o que entender porque democracia é isso.
Mas não será por mim que Van der Pfizer crescerá.
Não sei se não ir votar resolve alguma coisa, ou tem mais efeito que ir lá pôr um voto (seja ele qual for, branco ou nulo incluídos).
Ainda para mais, esse apelo é dirigido e tem mais apelo a quem não se revê e se opõe à actual linha, representada pela “toda-poderosa” Comissão Europeia (CE), que é quem decide, presidida por Ursula von der Leyen (em parte, sim, e por ela ainda mais totalitária seria, por outro lado, nem por isso, o seu poder executivo arbitrário não tem legitimidade democrática, é corrupto, usa demagogia e propaganda à Goebbels…), pelo que fará aumentar a diferença entre os votos nas forças centristas e de direita que suportam e se submetem ao sistema e os votos dos partidos que defendem outros rumos e linhas de acção, principalmente à esquerda (o corporativismo, o “estado central semi-federal”, o aparelho de poder não-democrático e sujeito a lobbys financeiros, militares e farmacêuticos, são algumas das coisas que incomodam e repelem pouco ou nada a extrema-direita).
Mesmo que a abstenção fosse muito elevada (penso que as eleições para o parlamento europeu costumam ser as menos participadas no nosso país), imaginemos que de 75% para cima, mais coisa menos coisa, seriam os 25% dos eleitores participantes que decidiriam as duas dezenas e tal de deputados portugueses eleitos, levando a que a representatividade dos partidos submetido aos mandos e desmandos da CE, coniventes com todas as suas manobras (ou quase, veja-se o pacto das migrações e os embaraços dos representantes de PS e PSD a abordá-lo, compactuando mas com “ressalvas de consciência” que na prática não mudam nada e são coniventes, o mesmo na destruição e genocídio de Gaza, e mais haverá), e estas políticas não são certamente de esquerda, por muito que os propagandistas agora vejam esquerda em todo o lado, até no Partido Democrata, mas não consigam ver nazis nos banderistas ucranianos e mercenários internacionais que ao seu lado combateram e combatem, ou o carácter segregativo, exclusivo, repressivo, assassino do colonialismo zionista (e os europeus foram descolonizando os continentes onde não conseguiram exterminar e reduzir quase por completo a população autóctone precisamente pela consciência da ocupação indevida e das injustiças sociais, ao mesmo tempo que o colonialismo zionista na Palestina se foi impondo com uma aura de legitimidade bíblica).
Voltando ao ponto, não sei se a resposta mais “revolucionária” será a abstenção, mas cada um fará o que entender. Se houver uma participação alta, a distribuição de votos até poderá manter-se, os resultados são imprevisíveis, mas certamente haverá menos gente a votar nos partidos críticos do actual rumo, e que propõem soluções diferentes, menos corporativas, menos controladas pelos lobbys industriais, militares, do armamento, dos fármacos, alimentares, etc…
Quanto à revolta tipo Revolução Francesa, bom… isso é outra conversa e muito haveria a dizer, mas convém notar que, quanto às eleições, hostilizar as mesas de voto ou boicotar ou até destruir urnas e boletins de voto, aqui e ali, não vai dar grande élan à causa e provavelmente até jogaria contra si. Se até os banhos de tinta indignam as “sensibilidades” de mui boa gente, ao ponto de sentirem compaixão pelos “banhados”, imagine-se confrontos e violência e destruição e caos contra anónimos cidadãos comuns que só estão a cumprir o seu direito cívico (e dever, no entender de muitos).
(…) levando a que aumentasse a representatividade dos partidos submetido aos mandos e desmandos da CE (…)
Todo o acordo a Carlos Marques… NÃO IR VOTAR.
Votar é dar legitimate a quem não a tem. Os nazi-fascistas genocidas e vassalos dos EUA, aka os “Europeístas do centro moderado da democracia liberal”, vão usar cada voto como uma vitória sua contra a abstenção e como prova da “legitimidade” deste regime: o império genocidal naZionista ocidental.
O texto descreve na primeira metade muito bem porque é que NÃO devemos votar nas Europeias, nem nas Nacionais, já agora. O tempo da cruz no papel já passou. É tempo da forca e da guilhotina. Cada dia que passa com estas “elites” vivas, é um insulto a quem fez o 25-Abril.
Quanto ao tamanho do “exército”, é minúsculo. Mais de 95% do povo Português está totalmente de cérebro lavado pela propaganda. Não há legitimidade absolutamente nenhuma nos resultados de uma votação nestas condições.
Viva o povo pró-Russo do Donbass e da Crimeia que celebra o 9-Maio, dia da vitória contra o nazismo.
Morte aos nazi-fascistas genocidas de Kiev, Bruxelas, Londres, Washington, e Telavive.
Qual voto, qual carapuça?! Tenham noção!! Isto só se resolve pela bala!!!
Num país onde houve ZERO dias de luto por quem fez o 25-Abril, mas houve dia de luto pelo racista fascista corrupto Navalny, já está tudo perdido. Num país onde se repete as nauseam a propaganda de Washington, Kiev, e Telavive, mas se censura a RT e Sputnik, numa censura que é obediência a Bruxelas e em violação da Constituição de Abril, já não há esperança. A podridão é total.
Quem for votar nestas eleições, sabendo disto que aqui se escreveu, é cúmplice deste regime e dos seus crimes. Cada voto nas eleições NaziNATOpeias (chamar-lhes Europeias é logo em si uma mentira) é um prego que se adiciona ao caixão onde estes nazi-fascistas USAtlantistas naZionostas genocidas já enterraram o 25-Abril, a liberdade, a democracia, a paz, e a decência.
A nossa obrigação é deitar fogo a estas urnas de voto. Mas como isso dá prisão e eu não desejo mal a quem está do lado certo da história e da humanidade, então pelo menos fiquemo-nos pela abstenção.
Cada cidadão que recusar votar, é ele sim um soldado da paz e da decência, da democracia soberana, e um soldado que, sem disparar qualquer tiro, ajuda a matar este regime.
Viva a resitência legitimamente violenta da Palestina, que luta pela sua terra, pelas suas casas, pela sua família, pela sua história, pela sua existência!!!
Morte aos naZionistas todos!
Como pode ser legítimo o voto de quem houve todos os dias que isto é uma “guerra Israel-Hamas” em nome dos “reféns”, quando na verdade isto é um genocídio naZionistas-Palestina em nome dos invasores ilegais e reservistas do IDF que o Hamas muito bem fez prisioneiros de guerra?!
Como pode haver legitimidade numas eleições onde quem bombardeia o Iémen e a Síria, destruiu a Líbia e a Sérvia, matou centenas de milhares no Iraque e Afeganistão, terraplanou com napalm o Vietname, Laos, e Camboja, e tenta matar à fome com sanções ilegais os Cubanos, Iranianos, Venezuelanos, e tenta fazer golpes fascistas anti-democracia em todo o lado a todos a hora, e já promove mais guerra no Kosovo, Srpska, Arménia-Azerbaijão, Abecásia e Ossétia, Taiwan, Myanmar, Sudão, e vai até ao ponto de apoiar terroristas islâmicos no Sahel, no Tajiquistão, no Curdistão, etc, é apresentado como sendo o lado “bom” que defende a “democracia e a liberdade”, sendo esta manipulação feita por uma máquina de propaganda esmagadora que convence mais de 50% nos países com povos educados, e até 95% nos países com povos ignorantes?
Se não há verdade, não há legitimidade.
Se não há legitimidade, o voto não é uma arma do povo, é apenas ilusão usada pela elite genocidal para reforçar a manipulação da percepção do povo.
É insultuoso que quem sabe disto ainda assim se atreva a apelar ao voto.
Apele-se à revolta, à manifestação, à revolução, à independência, à mudança de regime, à auto-determinação, à resistência armada, e ao apoio corajoso ao lado certo da história.
Mas apelar ao voto? Num regime assim? Nunca!
Quase parecem os parvos fascistas fundadores do PSD, Balsemão e Sá Carneiro, a apelar ao voto nos “independentes” durante a “primavera Marcelista” da ditadura fascista, só para poderem ser eleitos e assim reforçar a “legitimidade” de tal regime em vez de apoiar a única solução digna: a revolução anti-fascista, anti-colonialista, anti-belicista.
Portanto acabo com uma pergunta: vocês vão votar em rebanho bem mandado para legitimar o Salazarismo, Franquismo, Mussolinismo, e Hitlerismo do século 21 e todo o neo-colonialismo, belicismo, e genocídio que lhe está subjacente, ou vão reforçar o verdadeiro exército da oposição contra esta podridão? O exército da abstenção que impede os podres de gritarem na noite de Domingo alarvidades como: “sucesso de participação”, “vitória da UE/NATO”, e “legitimidsde reforçada de Leyen e companhia”?!
Estás “elites” imperialistas naZionistas genocidas ocidentais não têm medo de 5% de votos em partidos Comunistas, ou sequer em 20% de votos em partidos anti-sistema. Do que eles têm medo é do momento em que a ilusão da aparente “legitimidade” lhes sai de debaixo dos pés. Se não há um MFA que nos salve, comecemos por nós salvar da forma que podemos. E é assim, cuspindo em quem organiza esta farsa eleitoral, não é com cruzes num papel.
PS: acabei de ler num órgão da propaganda do império naZionista genocidal ocidental, num link para a Executive Digest (um megafone de Washington) no portal SAPO (um megafone do complexo militar industrial da NATO e dos naZionistas), que a China está a acumular ouro e matérias primas, porque se prepara para “invadir” e “anexar” Taiwan…
Imaginem agora que na China havia órgãos da propaganda a dizer que é preciso enviar os seus navios de guerra para o Atlântico porque Portugal está prestes a “invadir” e “anexar” a ilha da Madeira…
É este o nível de mentira lunática a que chegámos. Como pode um povo assim enganado e encaminhado para o penhasco da Terceira Guerra Mundial, poder dizer o que quer que seja através do voto?
ACORDEM!!?
PS2: na Geórgia, a maioria patriótica, votou uma lei contra a interferência externa no seu país, que permite identificar o financiamento externo de agentes de propaganda de outros regimes. Como resposta, um responsável da UE, em estilo mafioso, avisou a liderança da Geórgia que lhe podia acontecer algo como aconteceu o Robert Fico da Eslováquia. E os EUA já preparam pacotes de sanções contra a Geórgia.
Para esta “elite” podre deste império criminoso, só é “liberdade e democracia” quando um povo vota de acordo com o que eles querem, quando um povo se deixa manipular pela sua propaganda, quando um país é vassalo de Washington, Londres, e Bruxelas.
Aí de quem se atreva a resistir contra o império genocidal naZionista ocidental.
Quando um Georgiano vota nas eleições a favor de traidores corruptos pro-Ocidente (ou de facto agentes do Ocidente, como é o caso da Presidente), a única coisa que está a fazer é a dar legitimidade a quem não a tem.
Em Portugal, votar nas Europeias, é o equivalente a ser um Georgiano financiado pelas NGO ocidentais, a abanar a bandeira da UE, dos EUA, da NATO, e a dizer nas ruas que é contra a lei que daqui para a frente protege a Geórgia da interferência externa.
No final, esses cidadãos que pensavam estar a exercer a sua cidadania, nada mais fazem do que servir para o reforço
da narrativa do império genocida, e da “legitimidade” de quem os quer f*der em vez de representar.
ABSTENHAM-SE!!!
Benvindo Carlos Marques já tinha saudades suas,e dos seus bons escritos,independentente de estar de acordo ou não!
PS:Não estar de acordo,não quer dizer que o post foi mau escrito!
Todos contra Ursula nazi van Der Pfizer.