(Carlos Matos Gomes, in Facebook 15/03/2024)

A notícia do dia em termos internacionais é a reunião de um trio europeu constituído pelo presidente francês e os primeiros-ministros da Alemanha e da Polónia para discutirem a ajuda europeia à Ucrânia para esta vencer a Rússia. A História não ensina a decidir o presente, mas pode acontecer que existam antecedentes que aconselhem cautelas. As mais fortes tentativas da Europa Ocidental ir desafiar o urso russo à sua toca foram as de Napoleão em pessoa, no século 19 e a de Hitler, através do seu marechal de campo Ernest Paulus repetirem o desastre no século 20. Napoleão, o grandioso derrotado, repousa nos Invalides, em Paris, Paulus, o triste derrotado alemão, que se rendeu e depois foi julgado em Nuremberga acabou por morrer em casa e está sepultado em Baden Baden.
Nem Macron, nem Schulz, nem Trusk são cromos repetidos. Nem querem atacar a Rússia. A Rússia e o apoio à Ucrânia para a guerra de desgaste da Rússia são apenas pretextos para cada um dos membros do trio jogar os seus interesses. A França quer disputar com a Alemanha o papel de potência líder na Europa, um papel que os Estados Unidos, o mestre do jogo, atribuiu à Alemanha e que esta, queira ou não, tem de representar. A Polónia conhece a fraqueza da França – sempre magnificamente derrotada -, que na Segunda Guerra foi incapaz de cumprir o compromisso de defender a Polónia em caso de ataque alemão. A Polónia conhece o interesse da Alemanha pelo domínio do seu território e da sua economia, e tenta compensar o apetite alemão com a França e, fundamentalmente, com o apoio dos EUA.
Os milhões de euros e os milhões de munições para a Ucrânia são fichas lançadas para a roleta em que a França e a Alemanha estão a jogar. Sendo certo que o dono do casino são os EUA.
O palavreado agressivo contra Putin e as eleições que os órgãos de propaganda utilizam são reveladores da fraqueza dos jogadores. A Europa está a dar muito mais importância à Rússia do que esta dá à Europa, que para a Rússia deixou de contar.
Em resumo, a Europa está reduzida ao papel dos cães que ladram muito à porta de casa e fogem mal são ameaçados.
Quanto aos cidadãos europeus, vão pagar munições que um dia lhes podem cair sobre a cabeça. Para já, têm conseguido enviar as suas máquinas de guerra para serem transformadas em sucata na Ucrânia… O trio dos ponta de lança da Europa quer passar a uma fase seguinte, lutando entre si, fingindo que estão a lutar contra a Rússia…
É um número arriscado para os cidadãos europeus. Os três dirigentes europeus são representantes de três grandes derrotados… Estão como a cavalaria polaca a atacar blindados com uma carga a cavalo de sabre desembainhado…
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Um mais longo e outro mais curto, dois comentários que chamam a atencao para a grande patranha e o grande sarilho em que estamos metidos.
O problema desta gente é que nunca abandonou a mente colonialista. Quando chegavam a uma terra e achavam que podiam fazer tudo o que quisessem das terras e das gentes.
Nessa altura a desculpa era a necessidade de civilizar aquela gente que se comeriam uns aos outros se não fosse a nossa providencial chegada. Não interessava nada que, tão como nós tivessem vivido, com mais ou menos guerras, sem se comerem uns aos outros.
Em pleno Século XXI foram dois os países destruídos em nome da democracia e dos direitos humanos para sacar recursos, o Iraque é a Líbia. Saímos impunes.
Por isso não queremos acreditar que com a Rússia será diferente.
Acho que já ninguém duvida que se a Rússia não atacasse seria a Ucrânia a fazê lo. Talvez com as armas nucleares que o corrupto Zelensky garantia que teriam no Verão.
Podíamos ter vivido decentemente, comprando e negociando com lisura. Escolhemos o caminho da pilhagem, o caminho que seguimos desde os Vikings as Descobertas.
Temos mais tecnologia mas a mentalidade é a mesma.
O problema é que com a Rússia já tentamos pelo menos quatro vezes, suecos, polacos, Napoleão e Hitler, e correu sempre mal.
Agora com a tecnologia que temos hoje pode correr mal de vez. Porque para a Rússia cair na miséria negra e ser pilhada não é opção.
E que um país onde há reformas de 200 euros pagas a gente com 30 anos de descontos e uma vergonha de enterrar a cara que, num Governo em vias de ver a porta da rua ainda cá dar dinheiro para continuar a armar nazis e desperdicar vidas humanas.
«Portugal vai contribuir com 100 milhões de euros para o programa europeu de apoio à Ucrânia. Servem para comprar um milhão de munições» – Observador
Ainda dizem que não há dinheiro para escolas, hospitais, habitação, etc.! Se Portugal ainda der mais qualquer coisinha, talvez António Costa venha, para honra do país, a ser Secretário-Geral da NATO, que ele agora, políticamente, está desempregado!
O morcão declarou guerra à Russia na ultima quinta feira.
Disse:”ESTAMOS EM GUERRA COM A RUSSIA”!
Está a custar-nos uma fortuna. Não se trata de parar este processo frenético e suculento, apenas de eliminar os mais pobres, falidos, rabugentos e resistentes. A guerra é óptima. Voltamos a pôr o dinheiro na caixa, mantemos os vencidos no comando, impomos um recolher obrigatório geral. E lá vamos nós, de volta aos negócios, que nunca pararam de facto com a Rússia. Livramo-nos da classe média e abrimos as portas a uma nova população. Acabou-se o passado, arrasámos as aldeias e abrimos espaço para os bobos e os gogos entre os pequenos.
Os partidos que têm direito a debater, e só eles, os que votaram a favor da política geral do governo para a Ucrânia, são os únicos autorizados a participar na festa.
Soberanistas e outros libertários, avancem, a censura privada está-se a ver.
Poucos cidadãos estão ainda conscientes da catástrofe. Vão acordar com as mãos no triturador.
Putin fala de paz quando está em guerra e o Morcão fala de guerra quando estamos em paz.
O que está por detrás de tudo isto senão os interesses de certas pessoas?
Não havia ninguém para informar o Morcão sobre a realidade desta guerra:
– 600.000 homens de cada lado numa frente de 1.000 km, pelo que um corpo de 10.000 homens não tem capacidade para 80 a 200 km, mas apenas 16 km
– as tropas treinadas para a contraofensiva ucraniana eram 70.000 e mal conseguiram romper a primeira linha de defesa durante alguns quilómetros
– 3.000 projécteis ucranianos por dia, 10.000 projécteis russos; o que representam 100 projécteis franceses?
– 75 canhões Cesaer são as perdas de artilharia de um ou dois meses de combates e o que dizer da produção de tubos de reserva, que se desgastam muito rapidamente ao ritmo dos disparos na frente?
– E quantos tanques foram construídos? Nenhum. A linha de produção foi encerrada há anos e o seu substituto ainda não saiu da prancheta germano-francesa.
Podem continuar assim durante muito tempo. Serão necessários anos, se não décadas, dependendo das decisões e das restrições orçamentais, para que as tropas europeias possam enfrentar os russos; e não contem com os americanos, cujos efectivos são os mais baixos desde 1940 e estão espalhados por todo o mundo ….
Sim, os nossos interesses vitais estão ameaçados… por o Morcão!
Esta classe política está abaixo de tudo.
Então não haverá nenhum deles com a coragem de dizer que este tipo é tão louco?
Pergunta disparatada: tem a certeza de que, quando os rapazes chegarem ao teatro de operações, ainda terão gasóleo suficiente para manobrar? Se Putin organizar uma escassez, mesmo que temporária, os rapazes serão a presa ideal para o grande moedor de carne…
Isso é dizer muito! Vai haver muita carne para canhão !
Este tipo travou uma guerra contra um vírus para que os Franceses não morressem, e agora quer que morram por uma guerra que só ele pode imaginar. Procurem o erro.
O Ministério da Defesa russo publicou dados sobre os mercenários estrangeiros mortos durante a operação especial
Um total de 13 387 pessoas chegaram à Ucrânia;
Ao mesmo tempo, foi confirmada a morte de 5.962 mercenários estrangeiros até à data;
O líder indiscutível em termos de número de militantes mortos é a Polónia (chegados – 2.960, mortos – 1.497);
Da Geórgia chegaram 1.042 militantes, dos quais 561 foram mortos;
Os 1.113 “soldados da fortuna” que chegaram dos Estados Unidos perderam 491 vidas;
Mais de 40% dos mercenários canadianos foram mortos (422 em 1.005);
Dos 822 militantes que chegaram da Grã-Bretanha, 360 foram mortos;
784 mercenários chegaram da Roménia, 349 foram mortos;
Da Alemanha – 235 e 88, respetivamente;
A França, que nega a todos os níveis a presença dos seus mercenários em território ucraniano, já perdeu 147 dos 356 militantes que chegaram.
Mas para além disso
Diz-se que os regimentos europeus estão a caminho da Roménia, à espera de serem destacados para a Ucrânia contra o exército russo, nomeadamente em Odessa.
A realidade é que a frente está a manter-se firme a oeste das regiões de língua russa (sabem, aquelas regiões onde a Ucrânia estava a massacrar civis que se tinham levantado contra as decisões russofóbicas de um parlamento mafioso). Os mapas falam por si e são fornecidos pela própria Rússia. A Rússia quer países relativamente neutros para servirem de tampão à Rússia, o que é uma geoestratégia clássica: países fracos entre duas regiões que não têm interesse em confrontos.
Os tolos nesta história, desde o início, têm sido os EUA e a UE. Desde 1989/1991.
Talvez não demore muito até que os comissários políticos e a pide venham à nossa procura, mesmo nas profundezas do norte.
Entretanto, existem e existiram, obviamente, muitas outras soluções, mas seria preciso não querer esta guerra.
A Rússia apercebeu-se da chegada de espiões e de equipamento dos Estados Unidos à sua porta e antecipou o envio dos invasores americanos. Putin fez assim recuar a fronteira até ao rio, que é difícil de atravessar… Putin não tem, sem dúvida, qualquer intenção de conquistar países falidos…
Invadir a União Europeia, esse saco de bosta?
Os dirigentes da Rússia não são assim tão estúpidos.
É uma contradição flagrante repetir que as forças russas são incapazes de romper a frente ucraniana e fazer-nos temer que essas mesmas forças invadam a Europa! A posição do Morcão é um verdadeiro logro.
Além disso, precisam de um pouco de estratégia. Se os russos não estão a avançar mais ou menos depressa, é porque não querem ultrapassar a barreira linguística, não porque são impotentes.
E voltamos à razão da intervenção da Rússia na Ucrânia: proteger o povo ucraniano de língua russa, que é tratado como sub-cidadão e massacrado no seu próprio país, a Ucrânia.
Quem é que espezinhou os acordos de Minsk? Quem interveio para quebrar o acordo de paz entre russos e ucranianos em março de 2022?
O Morcão começou com duas mentiras:
*Desde 2014 que a Rússia está a atacar a Ucrânia (o que é obviamente o contrário),
*Desde 2014, a Europa tem feito tudo para evitar a guerra, o que Merkel e Hollande admitem não ser verdade.
Quando ouvi estas primeiras palavras, os meus braços caíram.
Tudo o resto era do mesmo género, este homem é um mentiroso, louco e megalómano, vai começar a 3ª Guerra Mundial!
Associado a um ego desmedido, a sua psicopatia corre o risco de nos conduzir a um conflito mundial. Em todo o caso, esperam-nos dias negros. Sem esquecer a enxurrada de taxas (impostos, não impostos) que nos esperam depois das eleições europeias.
Esta guerra é a guerra da NATO contra a Rússia através da Ucrânia. A Rússia tem direito à autodefesa: as populações russas do Donbass (anexado à Federação Russa pouco antes da Operação Especial, por referendo) têm sido bombardeadas pelos tatus desde 2014, após o golpe dos EUA e a instalação do russofóbico Poroshenko. A Rússia está a travar uma guerra de desgaste contra o exército ucraniano . A Rússia está a lutar economicamente (em equipamento e homens) e não tem necessidade de embarcar na conquista da Ucrânia: a derrota da Ucrânia será mais do que suficiente, Putin apresentará o acto de capitulação a ser assinado no final da página.
A Rússia é mais forte em todos os aspectos do que todos os países da NATO juntos. Os EUA compreenderam-no e estão a retirar-se, dando aos países da UE (vassalos de Washington) um mandato para continuarem a assediar a Rússia, a fim de a “enfraquecer”. A posição de Zelensky é suicida, uma vez que não tem qualquer hipótese de ganhar nada, tem tudo a perder, excepto ganhar dinheiro ao ficar com uma fatia do bolo constituído pelas ajudas ocidentais. Mas arrisca-se também a levar um tiro na cabeça.
O Morcão não passa de um desmiolado que está a expor a europa à ruína ao obedecer cegamente às ordens dos EUA. O tema da ameaça da Rússia de conquistar a Europa é um absurdo inventado para assustar pessoas ignorantes, esmagadas sob a pressão da propaganda mentirosa. A Rússia não representa qualquer ameaça, a menos que a provoquemos para se defender contra nós. Não provoquem demasiado o urso: ele pode matar-vos com um golpe da pata.
O que é lamentável é que a Rússia era um parceiro fiável e leal com quem não tínhamos qualquer desavença. As mãos estendidas de Putin foram tratadas com desprezo, e a Rússia já não precisa de nós, quando devíamos estar em boas relações com ela.
Os EUA estão a retirar-se porque ganharam num ponto: a Europa está separada da Rússia, o seu parceiro histórico. Esta é uma vitória para eles, e os nossos líderes da UE recusam-se a admiti-lo: a classe política é completamente obsoleta e traiçoeira. O Morcão é o epítome desta situação e está constantemente a agravá-la, mas há muitos outros que não são melhores.
Excelente comentário.
Sim. O destino dos últimos que tentaram ir roubar o que havia na Rússia foi merecido e duro. Napoleão pode estar pelo menos em Paris mas morreu na Ilha de Santa Helena, no meio do mar a centenas e centenas de quilómetros de porra nenhuma, em sítio com tão bom clima para a saúde que até então nenhum ilhéu tinha alguma vez ultrapassado os 45 anos.
Se o mandatado por Hitler acabou por morrer em casa por os russos do Século XXI terem tido mais consideração pela vida que apesar de tudo continuava a ser humana, outro tanto não aconteceu ao próprio Hitler que acabou por dar um tiro nos cornos e ninguém arrisca onde pode estar o que restou dele depois de os seus terem tentado incinerar o corpo.
Por isso esses três são mais prudentes e trataram de fanatizar um povo na fronteira e despejar lá ao longo de pelo menos oito anos tudo quanto foi arma.
Quando o urso acordou com as atoardas do pequeno Hitler e a concentração de banderistas as portas do Donbass continuamos a despejar para lá armas e também homens, embora essa última parte nunca seja reconhecida.
O problema deste belo plano é que o facto de a Rússia ter os tais recursos considerados inesgotáveis e que por isso mesmo queremos pilhar lhe permitiu estar se nas tintas para as nossas sanções do Inferno e, sem cometer um genocídio, ir derretendo os homens e máquinas que para lá mandamos e os nossos trolhas e putas, leia se ucranianos, que achamos boa ideia transformar em carne para canhão. Depois de anos a derrete los na construção civil e nas casas de putas.
Entretanto a luta continua e o nosso Governo de saída ainda vai ter tempo de torrar cem milhões de euros dos nossos impostos em munições para a Ucrânia. Que serão produzidas na República Checa que assim também vai usando esta guerra para mitigar um pouco a grande miseria que aquele povo tem.
Esta guerra interessa a muita gente e vai continuar porque a Rússia não tem pressa. E que gente resistiria a tentação de ver o circo pegar fogo a gente que toda a vida os viu como inferiores e os tentou invadir. É o plano agora era dividi los em pelo menos cinco e dar lhes ainda mais miséria negra que nos anos Yeltsin. Enfim, a sua extinção como nação e como povo. Antes das grandes invasões dos meia lecas Napoleão e Hitler já suecos e polacos tinham tentado. Os polacos acabaram conquistados pela Rússia e a Suécia chegou a se um dos países mais pobres do mundo.
E não me venham com a história de que Zelensky não pode ser nazi porque é judeu. O que se está a passar na Faixa de Gaza e as atoardas horrendas dos dirigentes israelitas provam bem que as duas coisas não são incompatíveis.
Só um nazi continuaria esta guerra, recusando qualquer compromisso, apesar dos custos para o povo ucraniano.
Quanto a Faixa de Gaza, o massacre prossegue e o ataque terrestre a Rafah, onde se juntaram cerca de um milhão e meio de habitantes de Gaza que acreditaram nas garantias dos nazis judaicos de que ali era seguro já foi aprovado pelas FDI. Não tenho nada contra a sigla desde que signifique Forças Demoníacas de Israel.
Pode o lamentável Manu Morcon esticar esforçadamente o pescocinho e rugir virilidades sortidas, pensa ele de que, mas o que se ouve é apenas o cacarejar em falsete de um pobre garnisé sem tintins.