(Daniel Vaz de Carvalho, in Resistir, 29/02/2024)

A escolha que consideramos mais crítica para os povos da UE é não se distinguirem da NATO. O que existe é uma única entidade, um bloco com vertentes económica, (anti)social e militar, colocadas ao serviço do império. Isto define as políticas fundamentais do bloco UE/NATO. Políticas que ajudaram a semear o caos à sua volta: da Líbia, à Jugoslávia e Médio Oriente, alinhando com os EUA contra a Venezuela, Cuba, etc, que poderiam ser importantes parceiros comerciais …
Ler artigo completo aqui.
Gosta da Estátua de Sal? Click aqui.

Se os nossos problemas se resumissem a uns quantos imigrantes que não trabalham, porque a maior parte deles são o litro bem dado, estávamos no melhor dos mundos.
Mas a verdade é que nos últimos dois, anos as condições de vida teem se degradado na Europa. E não poderia ser de outro modo. Deixar fora da equação uma de nove partes de toda a superfície do Planeta, que tem os recursos que nos não temos, tendo de ir buscar esses recursos mais longe tinha de dar asneiras.
A verdade é que todos pensávamos que a guerra acabaria depressa. Afinal de contas as que fizemos contra a Líbia e o Iraque acabaram depressa.
Esqueceram se que a Rússia não é só a Sibéria, como ouvi alguns atrasados mentais dizer. É um pais imenso que se prolonga por 11 fusos horários. Quando numa ponta estão a fazer o almoço, na outra quem tem de se levantar cedo já está a pensar em ir se deitar.
E em todo esse espaco há muito onde plantar e colher tudo o que é necessário para alimentar a população. Por isso esta gente se espantou quando, meses depois das, sanções do Inferno os, supermercados por lá continuavam com as prateleiras cheias e os restaurantes movimentados e bem fornecidos.
Esqueceram se que a Rússia não é um país semi desértico ou desértico como o Iraque e a Líbia. Que precisavam de nós vender o cobiçado ouro negro para, alimentar as suas populações. É, se nos cortassemos o fluxo, como cortamos, a fome em menos de nada seria uma realidade.
Mas a Rússia não precisava de nós para nada e nós depositamos demasiada esperança no poder dos oligarcas vendidos e na sua capacidade de desestabilizar a Rússia caso não tivessem onde comprar bens de luxo para as amantes.
Claro que eles não aceitariam nunca a Rússia na Nato. Muito menos na União Europeia. Para até aceitar a Rússia como igual quando poderiam destruí la e trazer tudo de graça como agora trazem da Líbia e do Iraque? E das zonas que controlam na Síria?
A verdade é que nunca nos libertamos da ideia de que temos direito aos recursos dos outros a troco de nada.
Nas Américas sacamos o que quisemos é substituímos populações. Na África o que lhes valeu foi que o clima era demasiado inclemente para que os brancos se lá quisessem fixar em grande número. Mas cerca de 20 milhões de pessoas foram arrancadas a terra e levadas a escravidão.
Na Índia aquilo também não era muito atractivo pelo que não se substituíram populações mas trataram de usar a terra para se abafecerem em detrimento das populações locais. Milhões de indianos morreram de fome.
A Rússia sofreu ao longo da história invasoes várias de polacos, franceses e alemães, durante muito tempo compramos escravos russos.
Ou seja, sempre vimos os russos mais perto dos nativos americanos, negros ou indianos do que nossos iguais. Nós Estados Unidos, filhos da Europa, são designados “White niggers”, ou seja, negros brancos.
Acontece que os russos teem mais poder de combate e capacidade de se defender do que toda essa gente que massacrados ou escravizamos.
E ao longo da história das nossas invasoes sempre mostraram que não estão dispostos a ser escravos de ninguém e estão dispostos a matar e morrer para evitar isso.
Como por cá começa a faltar juízo porque ninguém quer acreditar que o tempo da rapina acabou, isto tem tudo para correr mal.
Em Eclesiastes ( C 10, 16-18): “Ai de ti, país cujo rei é uma criança”. E quando os vassalos são também ….
Vamos ver quem tem coragem de ir à guerra??
Veremos com quem nos vamos deparar se aparecermos na Ucrânia! Parece que eles não têm memória… A Rússia não quer a guerra com o Ocidente e até se ofereceu para negociar a paz com a Ucrânia, mas aparentemente já ninguém fala de paz… Estranho! Já não há nada de bom no cinema e os bilhetes são caros, por isso não se pode ver nada de interessante!
O envio de tropas para a Ucrânia não é nem mais nem menos do que uma declaração de guerra, e não é preciso ter estudado ciências para o saber.
A guerra dá muito jeito!
Seja qual for o lado em que se esteja: designa-se um inimigo comum, o que elimina a oposição e permite manter o poder com um estado de emergência.
Se não, quem criou o Pegasus e o colocou nos telemóveis de muitos funcionários europeus? E a NSA/CIA pode dizer-nos para que serve a “cúpula” da embaixada dos EUA em Paris?
A guerra na Ucrânia está perdida para o Ocidente, mas continuará enquanto forem fornecidas armas e os ucranianos tiverem de se sacrificar. Na UE, a guerra económica está perdida, mas vai continuar graças à russofobia. A solução seria procurar uma solução pacífica e não enviar um fluxo constante de armas. Se fosse divulgada informação nos nossos países sobre o que está realmente a acontecer, os cidadãos da Europa Ocidental compreenderiam finalmente por que razão os seus países estão a entrar em colapso enquanto outros estão a ir muito bem. Esta situação é o resultado de decisões absurdas tomadas pelos nossos governantes e o clima de russofobia perpetrado pelos nossos meios de comunicação social, sob ordens, não deve desaparecer.
O objetivo da NATO, ou melhor, dos EUA, na guerra é a guerra…….
Que esquisitos, digo-vos…
1) A Transnístria tem o maior depósito de munições da Europa (protegido por 1.500 soldados russos).
2) Os recursos mineiros ucranianos encontram-se nas actuais zonas de combate.
3) As zonas agrícolas, vendidas ao Ocidente, estão nas zonas de combate e estendem-se para além delas: daí o previsível avanço dos russos. A outra zona situa-se a sul da Bielorrússia.
Estamos a afundar-nos!
Tansnístria, que não é apenas uma região rebelde.
É uma região separatista de língua russa que tem o seu próprio governo há 30 anos.
Nos últimos dois anos, a Ucrânia e a NATO têm estado de olho num enorme stock de munições (soviéticas) na Transnístria.
Por razões geopolíticas e/ou de segurança, a Transnístria acaba de pedir ajuda urgente aos russos e a sua anexação.
Um problema por resolver, tal como Odessa, antes de mais.
Os britânicos estão lá para atacar a frota russa no Mar Negro (drones navais, mísseis), com receio de uma ação anfíbia associada ao poder aéreo, que seria provavelmente arriscada e exigiria recursos, mas não demoraria tanto tempo como por terra.
A Moldávia está a estrangular economicamente a Transnístria e, mesmo sem uma ação russa, a Transnístria não durará muito tempo, daí a urgência da situação.
As tropas ucranianas concentradas em Odessa ainda estão no local ou reforçaram a linha da frente em Donestk?
É mais provável que Macron inicie uma guerra civil em França do que entrar em guerra com a Rússia.
Ainda temos de encontrar pessoas para ir combater na guerra.
mesmo que entrássemos em modo de indústria de guerra agora, não haveria nada de concreto durante pelo menos 3 a 5 anos.
A Rússia já tem um exército de centenas de milhares de soldados profissionais (ou terá em breve)… e fábricas e stocks.
O ocidente não consegue manter uma pequena frente e está a sonhar com uma grande guerra?
Macron é apenas um sapo a tentar fazer-se passar por grande como um boi. Ele pensa que pode assustar Putin! Este Ocidente com um cérebro danificado recusou todas as mãos estendidas de Putin a favor de negociações de paz. Fazem de Putin um imperialista e beligerante, que sofre de todas as doenças imagináveis, quando, de facto, são eles os doentes mentais: querem que a Rússia implore por misericórdia! Não acredito numa explosão nuclear, desde que Putin mantenha o controlo dos acontecimentos: é um homem sensato. Mas ele está a enfrentar um bando de lunáticos satanistas que querem a guerra. Muitos na europa já pensam em livrar-se desta gente, e toda a classe política com cara de parvos .
O discurso de Macron provocou indignação em Pequim.
A China não está longe dos problemas e que não apoia claramente a Rússia como fazem os Estados Unidos e os europeus, o Irão, a China, a Coreia do Norte, a Argélia, a Venezuela, Cuba e outros países vão mostrar a sua posição clara, nítida de apoio total à Rússia como fazem os europeus e os Estados Unidos.
A Europa nasceu de uma ideia, a ideia de um projeto comum, que gerará interesses comuns, que serão defendidos coletivamente por todos os membros desse projeto, o erro foi não integrar a Rússia nesse projeto, que teria sido a verdadeira imagem de uma Europa reunificada, O único problema da história é que o nascimento de um tal pólo teria eclipsado os Estados Unidos, e é provavelmente por isso que o pedido de adesão de Vladimir Putin à NATO e à Europa foi rejeitado.
Macron e a sua camarilha fariam melhor em lidar com os problemas internos de França, o abandono da indústria e dos hospitais,, o declínio dos serviços públicos, a crise na agricultura e nas pescas, etc. A lista continua
O país mais tributado do mundo, onde nada funciona bem, exceto para os acionistas especuladores
Um país falido, com uma enorme dívida pública, segurança social, comércio externo… em constante défice.
Para onde vai o dinheiro? Demasiada assistência social, demasiadas pessoas que não trabalham ou que não trabalham o suficiente, demasiados imigrantes que vêm apenas pelos
benefícios.
Muito bem!