Acerca do declínio imperialista

(Daniel Vaz de Carvalho, in Resistir, 25/01/2024)

Os Estados Unidos da América estão em estado de declínio. Declínio social, económico e mesmo militar. O desemprego real é de 11,15 milhões (mais 17,4% que em 2020), com 27 milhões de trabalhadores apenas com tempo parcial; a pobreza atinge 43,37 milhões de pessoas (mais 6,3% que em 2020). 

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2 pensamentos sobre “Acerca do declínio imperialista

  1. As alegacoes do estado genocida fazem lembrar aquela história do leão que acusa o cordeiro de estar a sujar a água que ele está a beber. É diz o desgraçado, “sr leão como é que, eu posso estar a sujar a sua, água se o senhor está mais próximo da nascente?”.”Se não fosse tu foi o teu pai”. E imediatamente mata o bicho.
    Ora, que os israelitas querem acabar com os palestinianos desde que lhes começaram a roubar as terras todos nós sabemos. Que há 75 anos que os massacram, lhes tornam a vida miserável, os tratam como cães também só não sabe quem não quer.
    Agora vêem os trastes dizer, quase quatro meses, após 7 de Outubro, que funcionários da Agência de Apoio aos Refugiados da ONU, mais de 100 dos quais já foram mortos, teriam participado nesses ataques. E pelo menos 10 dos países ocidentais que mais teem apoiado os genocidas nos últimos meses trataram de fechar a torneira não interessa se as alegacoes são mentira redonda. Desejando estão eles de um bom motivo para abandonar os palestinianos e quem os apoia, até porque, na sua perspectiva, os nazis ucranianos precisam mais e merecem mais. O que estamos a dar aos “pretos da areia” faz falta aos que combatem os “pretos da neve”, pensarão lá na deles.
    Sabem muito bem que isto é mentira de gente podre danada pelo Tribunal Internacional de Justiça da mesma ONU, apesar de não ter mandado os bandalhos parar os bombardeamentos, ter reconhecido práticas que configuram o genocídio.
    Gente podre que já tinha dito que não queria lá a tal agência.
    Lá vieram os trastes, mais uma vez, com a cantiga da perseguição aos judeus, do antissemitismo, do raio que os parta.
    Ficaram danados por ter caído por terra a ladainha do pobre povo perseguido e que, agora bem pode matar a vontade os animais dos vizinhos. Porque as tais perseguições lhes deram um seguro de vida para cometer todos os crimes que bem entenderem.
    A esse preço também os ciganos podiam cometer todas as aleivosias de que os acusa o Ventura porque foram outro povo perseguido desde sempre. Desde a Inquisição que os queimava por bruxaria, aos ingleses que até condenavam a morte quem coabitasse com um cigano ao Hitler que jurou que os exterminaria.
    Entendasse de uma vez por todas que Israel é um estado como qualquer outro e deve ser responsabilizado se cometer atrocidades, como qualquer outro. Os mortos no Holocausto não podem ser um álibi justificativo para trastes cometerem genocídio. Aqueles homens, mulheres, velhos, crianças merecem melhor que isso.
    Os trastes acham, claro, que não estão a cometer genocídio nenhum porque estão simplesmente a matar animais. Porque é assim que eles vêm os palestinianos e já era assim que os viam antes de 7 de Outubro. E como tal os trataram sempre, inviabilizando qualquer forma de resistência pacífica. Até manifestações de gente sentada eram corridas a bala.
    Só na Cisjordânia ja tinham morrido quase 300 palestinianos em 2023, centenas de casas tinham sido destruídas para lá meter colonos e milhares de pessoas tinham sido enfiadas em masmorras.
    7 de Outubro, que deixaram acontecer para garantir a solidariedade destes trastes sem vergonha, so lhes permitiu acelerar o processo.
    Nada mais que isso e todos sabiamos isso porque Netaniahu disse claramente ao que ia quando se sentou mais uma vez na cadeira do poder do estado genocida. Mas mesmo assim fizemos as tais romarias de solidariedade à capital do estado genocida e ainda andamos a falar de reféns quando mais de uma centena de pessoas são mortas todos os dias.
    E os nossos presstitutos, pela sua, rica saúde, parem de falar em guerra Israel Hamas porque sabem muito bem que a guerra de Israel é feita contra tudo e contra todos visando o extermínio e a expulsão.
    E já que uns não querem e outros não podem parar esses trastes o Egipto que lhes faca a vontade e deixe os desgraçados passar.
    E que desta vez, alguém fixe de vez as fronteiras do estado genocida que nunca foram fixadas nem por eles nem por ninguém.
    Para que nunca mais aconteça uma atrocidade destas. Para que, quem teve a desdita de eles os ou seus ascendentes terem nascido na terra que aqueles criminosos acham que lhes foi dada por Deus tenham finalmente paz e dignidade humana. E que ninguém mais lhes chame animais.
    Por isso não sei se o imperialismo esta em declínio, mas a vergonha na cara desta gente, se alguma vez a houve, jaz morta sob os escombros de Gaza.

  2. Não sei se o imperialismo está em declínio mas garantidamente o que já morreu por todo o Ocidente foi a vergonha na cara.
    Já podemos dar de barato o armamento de nazis na Ucrânia visando destruir a Rússia e saquear os seus recursos para compensar o tal declínio nas condições de vida que se tem registado nos últimos anos pelo facto de os americanos sim, em especial os mais ricos, terem vivido décadas muito acima das suas possibilidades e quererem continuar a fazê lo.
    E podemos também dar de barato o apoio ao estado genocida de Israel fornecendo todas as armas de que necessitam para cometer um genocídio que se orgulham de cometer e até atacando quem ataca barcos ao serviço dos genocidas. Que a única coisa que pede para cessar os ataques é o fim do genocídio.
    Agora temos ainda melhor, o estado genocida de Israel decidiu acusar funcionários da ONU, da Agência de Apoio à Refugiados da ONU, de apoio aos ataques do Hamas. De cumplicidade com o Hamas. Uma boa atoarda para justificar o facto de os trastes genocidas já terem morto mais de uma centena de funcionários dessa organização nos seus bombardeamentos assassinos sobre Gaza.
    E o que fazem estes trastes. Estados Unidos é Austrália cortam os fundos agora que essa agência precisa mesmo deles porque a palavra de assassinos genocidas vale para eles mais que todas as palavras ditas por quem tenta aliviar a miséria dos assassinados. É até Portugal pede a ONU uma investigação rigorosa sobre as alegacoes dos genocidas.
    Quando todos sabemos muito bem que a corja que manda em Israel, toda ela é corrupta e quando dizem uma verdade cai lhes um braço, sendo que todos ainda teem os dois.
    Na Ucrânia a conversa é a mesma. Há um dia na RTP “Kiev reconhece que avião caido em Belgorod podia transportar prisioneiros”. Ora não é aviao caído, é avião abatido, abatido pelos trastes nazis a quem demos os nossos únicos tanques operacionais e até cuecas camufladas para as mulheres serem carne para canhão com todo o conforto. E que não gostam nada de gente que se rende. É já tinham feito um trabalho semelhante atacando uma prisão onde estavam combatentes do Azov que se tinham rendido. Por essa altura houve quem acusasse os russos de usar, essa maneira rebuscada de matar prisioneiros, desta vez ainda houve quem ainda não soubesse bem.
    No meio disto tudo, temos os americanos a voltar a estacionar armas nucleares no Reino Unido e mirabolantes preparações para uma guerra.Porque esta gente sem vergonha na cara e sem humanidade não se convence que saquear a Rússia não é como daquear o Iraque, a Líbia ou a Síria. Mas como sabem que não serão os filhos deles quem derramada o sangue, siga para bingo que um dia o que é da Rússia será nosso. Afinal de contas, os “pretos da neve” não são mais que os “pretos da areia”.
    E se pelo menos esta gente se calasse e não tentasse justificar o injustificável dava jeito.
    Se alguma coisa declinou no Imperio foi a vergonha na cara, estão se olimpicanente nas tintas para as consequências das suas ações de apoio à genocidas da Ucrânia a Israel e já nem fazem segredo das atrocidades que cometem.
    Ganhem vergonha no focinho! Presstitutos, ganhem vergonha na tromba!

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