(Linda J. Bilmes, in Resistir, 18/01/2024)

As guerras pós-11/Set no Iraque e no Afeganistão foram possibilitadas por uma combinação historicamente sem precedentes de procedimentos orçamentais e métodos de financiamento. Ao contrário de todas as guerras anteriores dos EUA, as guerras pós-11/Set foram financiadas sem impostos mais altos ou cortes orçamentais fora da guerra, e através de um orçamento separado.
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Já agora vai chamar coirao a quem te desovou. É, claro, ver se o mar dá choco.
Ser pro nazi e ignorar que é política ocidental invadir e pilhar os recursos dos outros. E se para isso for preciso apoiar nazis e fascistas que siga.
E se ser anti nazi é ser pro russo pois siga. No caso da Ucrânia defender os interesses da Ucrânia significaria alinhar nada mais e nada menos que com o nazismo e o fascismo. Já agora, aceitar que as suas terras fossem vendidas a companhias norte americanas. E é realmente uma chatice que, as populações a que os treteiros salazarentos chamam descendentes de russos não gostem de viver sob a pata de quem lhes chama preto da neve. E que vende as suas terras a, interesses estrangeiros.
Toda a gente tem o direito a não alinhar com fascismo e nazismo por muito que tais doutrinas sejam identificadas com os interesses dos países onde tiveram o azar de ficar na sequência das independencias que transformaram a URSS em 15 paises diferentes.
Isso não tem nada a ver com colunialismo mas com autodeterminação.
Mas para os fiteiros amantes do nazismo não querer viver sob a pata nazi e seguir os interesses da Rússia. Que não precisa desses países para nada porque já é grande que, chegue, já tem recursos que, cheguem.
Não esta é para acolher milhões de pessoas expulsas pelos nazis de terras onde sempre viveram, seja na Ucrânia seja nos países bálticos que os colunialistas suecos venderam a Rússia no Século XVIII. O colonialismo tem destas coisas.
Já agora os queridos ucronazis decidiram embarcar de vez no terrorismo agora que a guerra cada vez mais começa a não lhes correr de feição. Mas se calhar também é ser pro russo chamar terrorista a quem ataca um mercado onde os tais acusados de não seguir os interesses de uma nação terrorista faziam compras.
O problema é que qualquer um que não apoie os ucranazis e descrito pelos presstitutos como pro russo, se for preciso com direito a nome completo na lista de morte ukronazi chamada “a pacificadora”.
Qualquer um que denuncie crimes ucranazis, que começaram bem antes da tal invasão russa e rótulado de pro russo e merecedor das sete pragas do Egipto. Quando não do nome numa lista de morte é consequente morte como aconteceu ao Gonzalo Lira, tambem descrito pelos presstitutos como pro russo por denunciar crimes ucronazis e também a corrupção do clã Biden na Ucrânia.
Por isso não lhe serviu de nada a nacionalidade norte americana e até ter nascido por lá para impedir que fosse morto como um cão. Sem que nenhuma dessas supostas organizações internacionais de jornalistas desse um pio.
Também por lá tivemos um jornalista que foi chamado de pro russo e tenho cá a impressão que, tendo em conta as baboseiras ditas sobre o homem por membros do nosso Governo também ninguém se torceria se o homem caísse nas garras dos nazis e o seu destino fosse o mesmo. O carimbo de pro russo lava todos os crimes de que posam ser vítimas quem não segue o rebanho.
No caso do massacre em curso em Gaza a receita é a mesma. Quem denúncia os crimes de Israel é terrorista. Mais de 100 jornalistas já foram mortos e também ninguém pia. Um bandalho do Governo Israelita veio dizer que qualquer um que hasteasse uma bandeira ou usasse um lenço palestiniano devia ser abatido e ninguém lhe disse que incitar ao crime e coisa de terrorista. E que Israel é um estado terrorista desde que se lembraram de o criar.
Ser pro russo é todo o fiteiro que finge ignorar ser política oficial do Kremlin dar cobertura a que os russos ou descendentes de russos residentes em países tornados e reconhecidos independentes pelo colapso da URSS têm o direito de agir como nacionais e servidores dos interesses russos e não como nacionais ou residentes nesses países.
E esses coirões fiteiros, logo acrescentam serem ferozes anticolonialistas!!!
Mais um do naipe do costume:
Emmanuel Todd est décrit par Le Monde et Challenges comme un « intellectuel français prorusse » ou plus précisément pro-Kremlin. Ses positions, plus favorables à la politique de Vladimir Poutine qu’à celle de l’Occident ou de l’Ukraine, sont également relevées par des chercheurs et spécialistes de la Russie. Au début de l’invasion de l’Ukraine par la Russie de 2022, il reste un peu en retrait mais reprend une parole publique début 2023, en reprenant à son compte l’idéologie du Kremlin, selon Challenges.
Esta história do “orçamento famtasma” peca por não mencionar os efeitos da crise Madoff de 2008, e não mencionar o resultado positivo destas guerras na economia por conta dos “contractors” para o desenvolvimento das mesmas no durante e pós, com as dividas contraidas para reconstrução.
A Europa que mais uma vez afunda no extremismo fascista e no extermínio.
Um jornalista alemão, de seu nome Tobias Huch, tambem político e activista da Iniciativa Liberal lá do sitio disse com as letras todas a um jornal judaico que havia uma responsabilidade colectiva da população de Gaza sendo uma amarga verdade que lá não havia civis inocentes. Ora isto só com uma tapada de m*rda no focinho.
Temos aqui um voltar a doutrina nazista que também não encontrou civis inocentes na vila Checoslovaca de Lidice quando membros da Resistencia Checa executaram Reinhardt Heidrich. Mais de seis mil pessoas foram assassinadas e a vila foi terraplanada.
Na Grécia, os nazis matavam 50 civis por cada alemão que fosse morto pela resistência. Em todas as terras ocupadas as populações civis eram chacinadas sempre que a resistência atacava.
Daí que um alemão em pleno Século XXI, que até nem é militante dos partidos considerados de extrema direita abra hoje a boca para dizer uma atrocidade destas. E se activistas a favor da Palestina já foram espancados pela polícia e detidos por apoiar o terrorismo, a este bandalho não aconteceu nada.
Para quem acredita na fábula que o nazismo morreu na Alemanha aqui fica mais uma prova que tal não aconteceu.
Agora somos capazes de saber porque é que a Alemanha embarcou nesta de apoiar um vellhacouto de nazis chamado Ucrânia Ocidental. Porque o sonho de vergar a Rússia não morreu. Isto nunca foi sobre comunismo, tanto na Alemanha como noutros países ocidentais onde o apoio aos nazis também era forte.A começar pelos Estados Unidos e daí a sua pouca vontade de entrar na guerra. Os nazis eram considerados muito eficientes em exterminar comunistas que, para eles, era qualquer um que não fosse de extrema direita ou de qualquer modo questionasse o capitalismo selvagem.
Tudo isto foi sempre sobre rapina e extermínio. Nunca foi sobre diferenças ideológicas. Por isso os dirigentes russos que se seguiram a União Soviética até tiveram ideias peregrinas como o país aderir a Nato. Putin foi um deles. Levou tempo para acreditar no nosso racismo. Na nossa rapacidade.
Os crimes de Israel radicam numa versão sionista e genocida da religião judaica mas também nesse nazismo, na rapacidade e no extermínio. Em Gaza, como na Rússia, há recursos e por isso interessa exterminar quem lá vive enquanto jornalistas e outros do lado de cá lançam teorias nazistas como a tal responsabilidade colectiva que destruiu Lidice e permitia as tropas nazis matar 50 gregos, não sei quantos russos e cerca de 12 franceses e italianos por cada soldado nazi que fosse morto.
Em Gaza a conta já vai em mais de 20.
Por cá também tudo bem e há uma marcha extremista contra a islamizacao marcada para o Martim Moniz no sábado do próximo dia 3 de Fevereiro. Sendo que o artigo da Constituição que proíbe partidos fascistas ainda não foi revogado e caso para perguntar onde para a polícia. Já agora, se alguém quisesse fazer uma marcha antisionista frente a embaixada de Israel, contra a contaminação pelo sionismo que permitiu a medonha bandeira genocida a ondear no Castelo de São Jorge tenho a impressão que as autoridades não ficavam sentadas a espera que acontecesse.
Entretanto as comunidades islamicas que por lá andam já pensam em fechar as lojas nesse dia e estão compreensivelmente com medo. Será que vamos ter, para ainda mais vergonha da nossa cara uma “tarde de cristal”?.
A extrema direita de hoje sabe o que lhe convém e por isso é anti islâmica e pro Israelita. Assim tambem pode conseguir fundos judaicos e não arriscar os carrascos do Kidom. O que prova que está gente são também uma cambada de cataventos, oportunistas e que na realidade não teem ideologia nenhuma a não ser o frete feito aos mais ricos no sentido de tirar direitos a quem trabalha e afundar nos a todos no medo e na ignominia.
Por isso no próximo dia 10 de Março vamos lá ver o que é que queremos da vida, sejamos mouros ou cristaos. Pode correr muito mal para todos.
Muito bem dito.
A derrota do Ocidente: vitória da Rússia suicídio da Europa
(anáise do livro de Emmanuel Todd publicado na passada quinta-feira)
https://youtu.be/RH5nj1W1BEg?si=Bxvw4srKHs2Vav58