A esta criatura política repugnante só falta mesmo achar injusta a derrota de nazis e fascistas na II Guerra Mundial

(Alfredo Barroso, in Facebook, 08/05/2021)

A justiça durante a ditadura salazarista era, para António Barreto, tão ‘mais séria’ que este sociólogo da treta, já então ex-PCP de extrema-esquerda, ‘deu às de vila diogo’, ‘bateu com os calcanhares no rabo’, pirou-se daqui para a Suiça, tornou-se “refractário”, nunca fez a tropa, voltou para Portugal, foi ministro da Agricultura pelo PS, ‘baldou-se’ e foi parar à AD (que não fez dele ministro, era o que faltava, “Roma não paga a traidores”).

 ‘Encostou-se’, é o termo, à primeira candidatura a Belém de Mário Soares – conseguindo em troca ser eleito deputado à AR pelo PS, mas apenas para completar os oito anos que lhe davam direito ao ‘subsídio vitalício’ -, e logo rompeu outra vez com o PS, acabando por se encostar a Cavaco Silva quando este se tornou PR e o pôs a presidir ao ’10 de Junho’ mais reaccionário de que há memória desde o ’25 de Abril’ (fez um discurso nojento a elogiar os feitos da tropa que ele nunca fez), foi condecorado com uma Ordem qualquer e lá se ‘rebaldou’, dessa vez rumo ao “Pingo Doce”.

 Foi presidente da fundação do ‘Merceeiro-mor’, e chegou a fazer uma vaidosíssima e bastante ridícula publicidade aos vinhos vendidos por aquela cadeia de supermercados – mas ainda conseguiu ser condecorado com a Ordem da Liberdade por Marcelo PR – e agora entretém-se a viver dos ‘rendimentos’ e a tentar dar cabo do PS, do António Costa, do actual Governo, inclusive do PPD-PSD e, evidentemente, do próprio regime democrático.

Em suma: este António Barreto (oriundo, disse ele um dia, da “pequena fidalguia da província”) continua a portar-se como um velhaco, é politicamente um poltrão e jornalisticamente um dos maiores oportunistas e troca-tintas de que há memória na Imprensa Portuguesa.

A direita ‘aproveita-o’ o melhor possível mas, lá bem no fundo, deve desprezá-lo tanto como o faz a esquerda. É apenas um pobre diabo bem instalado na vida mas julgo que ainda vai acabar a apoiar o ‘CHEGA’, como a sua hagiógrafa vira-casacas Fátima Bonifácio!

Comentário a estas miseráveis declarações de Barreto: Não me lembro dum vira-casacas oriundo da extrema-esquerda ir tão longe nas suas afirmações bombásticas, como o ‘sociólogo da treta’ António Barreto, na sua ânsia de se fazer notado (ele está obviamente, em perda muito acelerada) e de agradar à direita e à extrema-direita, as quais, pelos vistos, conhecendo já bastante bem as cambalhotas e peripécias do ‘bicho’, não confiam minimamente nele para o convidarem a ocupar qualquer posição de responsabilidade que as represente. Como dizia o Cavaco: “Livra!”…


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10 pensamentos sobre “A esta criatura política repugnante só falta mesmo achar injusta a derrota de nazis e fascistas na II Guerra Mundial

  1. AB é um individuo intelectualmente medíocre e quando se assim é, e se tem ambições de subir acima do que a inteligencia em principio permite, torna-se necessário ser moralmente complacente com muitas atitudes que podemos classificar, no minimo, de censuráveis. E, em vez de prudentemente estar calado, AB escreve, e é mesmo prolixo nessa actividade de autor de artigos de opinião que caridosamente o Público vai publicando. O problema é que nem ele próprio sabe bem o que pretende dizer e na maioria das vezes, ou contradiz-se a si próprio, ou perde o fio à meada, saltando de assunto em assunto deixando a quem lê a penosa tarefa de encontrar o propósito para o exercício.

  2. A REQUISIÇÃO EM ODEMIRA É [UM] ACTO DE TERRORISMO POLÍTICO, tags em falta: Eduardo Cabrita, Mariana Vieira da Silva, PS, governo de merda.

    PS E PSD SÃO OS GRANDES VIVEIROS DA CORRUPÇÃO EM PORTUGAL, tags em falta: PS, corrupção, José Sócrates, PSD, Pescanova, corrupção, José Sócrates, Capitão Iglo, corrupção, José Sócrates, Bacalhau Riberalves, corrupção, José Sócrates.

    Nota. Só contextualizando a manchete acrescentaria alguma coisa, diz-se por aí que o Rui Mateus não caconselha a entrega de cheques em branco a alguém que estivesse a menos de 100 quilómetros do largo do Rato (ou que se chame Eduardo ou Barroso).

  3. Adenda. Já li a frase, surge como conclusão a uma série de perguntas/respostas (nomeadamente uma frase em que se comenta a Ana Catarina Mendes quando disse mais uma patacoada segundo a qual foi o PS quem esteve sempre na vanguarda do combate à corrupção, em Portugal mas presume-se que também em Paris…., e se acaba por concluir o óbvio: pois, mas foi o PS que também esteve sempre no primeiro lugar do pódio dos corruptos lusitanos…) e, lamento, mas não vejo ali quase nenhuma componente do Viagra do Facebook que tanto perturbou a neura do Eduardo Barroso. Mas tu, ó d’A Estátua, que sempre podes ir a correr ler o Sol online, não concordas exactamente com o quê? Umas cenas brother, yeah?

    Esta malta… sem as a alegrias da Tonicha e mais o zumba na caneca anda perdida, 🙂 !

    • Nota. Então, ó d’A Estátua, nada dizes? Estás com cagufa por dares o braço a torcer aqui à frente de toda a gente e confessares que, afinal, não tinhas lido a entrevista do António Barreto no Sol? E que depois de a leres, com um jeitinho isto vai…, até concordas bastante com o tipo? Vat lá, abre o bico que as pessoas de bem perdoam-te e assim ficas mais longe do inferno…

      Piu-piu, 🙂 ?

      • Vais de mal a pior RFC. Unha com carne com o JMT, e a tirar o barrete ao Barreto, quiçá ainda te hei-de ver a engraxar as botas ao Ventura… E depois vens chamar fascista ao outro… Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és: e as tuas “boas” companhias deixam muito a desejar.

        • Epá, deixas-me num problema: como já te disse entre o JMT e o cabrão do José Sócrates mentiroso tens o paladar avariado (eu que não tenho obrigação nenhuma de amar ou detestar o JMT, tanta água que passou por debaixo da ponte…, sei reconhecer que nos seus artigos, quando acerta, acerta em cheio e que é ele que aguenta a última página do P. pois o coninhas do Rui Tavares escreve parvarias sem pileira nenhuma em 99% dos casos); que entre as neuras facebookianas do Eduardo Barroso e uma apreciável percentagem do que escreve o António Barreto a minha escolha, óbvia!, vai para o Barreto que tem uma substancial obra publicada no campo da sociologia, reforma agrária, a actualização do Dicionário da História de Portugal, sobre a fotografia (ainda há dias consultei a sua obra sobre o Douro) e do ensaio embora seja cimoletanen (do Eduardo Barroso tenho na minha biblioteca, provavelmente comprei-o por o prefácio ser do Mário Soares…, tenho um livrinho que saiu aquando da guerra do Iraque). Portanto…

          • Onde se lê:

            cimolaten, ou assim.

            Deveria ler-se:
            completamente, queria eu dizer que não tenho de concordar completamente com o que ele escreve (em todo o caso, acrescento, o António Barreto fez uma análise inteligentissima da performanceda Ivo Rosa durante a leitura da instrução com que pretendeu salvar o pescoço do José Sócrates… Pena é que o ó d’A Estátua não a tenha partilhado pois aprender-se-ia bastante). Aproveito ainda para esclarecer que eu não como palha dalguns chefes de tribo da Esquerda com selo branco no notário, Rui Tavares e Inês Pedrosa, do género popularucho das cenas que afligem a Fernandinha Câncio, do mesmo mal sofre a Isabelinha Moreira ou, mesmo, as alarvidades do Daniel Oliveira à excepção de-de, a espingarda da Ana Gomes, o Pedro Adão e Silva e tenho por hábito dizer, na altura, o que me apraz dizer… As vantagens são óbvias já que, das próximas vezes em que ad lambidelas se sobrepõem à realidade das coisas, não fui, não sou e não serei obrigado a fazer figuras tristes, ou estranhas para dizer o menos…

            Aprende tu com quem sabe destas e doutras coisas, pois!

            🙂

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