Fernanda Câncio e a tragédia de Sócrates

(In Blog Um Jeito Manso, 08/05/2018)

É certo que Sócrates congrega ódios e paixões pelo que não me custa a imaginar que uma mulher como Fernanda Câncio, toda ela igualmente temperamental, depois da rotura amorosa, possa ter passado da paixão ao ódio. Mas, lembrava-a eu, nessa altura, há sempre mais vida para além da morte de um relacionamento e que o melhor é seguir com a bola para a frente. Ressentimentos e desejos de vingança nunca foram bons conselheiros.

Continuar a ler aqui: Um jeito manso: Fernanda Câncio e a tragédia de Sócrates: ou quando uma mulher usa a sua condição de jornalista para ajustar contas com o ex-namorado

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4 pensamentos sobre “Fernanda Câncio e a tragédia de Sócrates

  1. O que vocês estão a fazer, mais uma vez sob anonimato, não é apenas a chafurdar cada vez mais na lama, porque nisso se especializaram depois de todo o sofrimento a que foram sujeitos, mas desde ontem n’A Estátua de Sal, pelo menos, passaram ao estádio superior em que tentam conspurcar as fatiotas e as calcinhas de cotim de quem passa por aqui, mesmo que seja inadvertidamente e que garanta ser inocente.

    Que vergonha e que falta de dignidade até na morte, Manuel G…

    Nota, a propósito. Ontem à noite, um ignoto Jesus qualquer coisa que anda à procura de rebanho porque percebeu que os clientes estão em fuga se os teve algum dia, fartinhos que eles andavam dos salmos típicos das missas em honra dos fiéis defuntos (e nem farei piadas sobre a sua alcunha, verdadeira?, e de como ela nos conduz facilmente até ao estilo literário canhestro por si exibido…), referia-se aos ratos e, num excesso de bom-gosto de quem está lá na barraca!, rememorava as ratas da sua aldeia.

    Ora, houve alguém que seguiu tudo em directo. Que se antecipou, portanto, e por mim o juro que assim verdadeiramente se passaram os últimos dias por ali e por aqui.

    ______

    Edward John Smith, melodias de sempre (actualização).

    State of the art, ontem.

    «Pouco tempo depois Valupi começou a compreender a enormidade do que estava prestes a ocorrer, já que não havia botes para todos a bordo e a tripulação não tinha a menor experiência em evacuações de emergência. Ele aparentemente ficou paralisado pela indecisão…O capitão não deu nenhuma ordem para evacuação, não disse para seus oficiais preencherem os botes, não organizou a tripulação e negligenciou informações cruciais, algumas vezes dando ordens ambíguas ou impraticáveis.», porra!»

    State of the art, hoje.

    «O ângulo do Aspirina B começou a aumentar rapidamente já que a água estava entrando em partes anteriormente intactas… O aumento súbito do ângulo criou uma onda que varreu a parte dianteira do convés dos botes, jogando várias pessoas na água… A popa se ergueu no ar enquanto a proa ficou submersa, com sobreviventes afirmando terem ouvido um enorme estrondo vindo de dentro da embarcação. Após mais um minuto as luzes do Aspirina B piscaram e se apagaram completamente, deixando todos na escuridão.», porra!

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