Documentos da Pfizer comprovam os seus crimes contra a Humanidade

(Por Ciencia_y_Salud_Natural, in Resistir, 15/11/2024)

Tenho-me abstido de publicar textos sobre a presumível fraude à escala global, relativa à eficácia das vacinas mRNA contra a COVID-19, denunciando todos os malefícios por elas causados. Não porque o capitalismo, nas suas piores práticas, não pudesse albergar um crime tão hediondo, mas apenas porque, perante a enormidade de tal horror, eu achar que a sua desmontagem e alertas públicos, devem assentar em provas irrefutáveis e conclusivas, sob pena de serem qualificados de imediato como levianas “teorias da conspiração”.

Pois bem, as provas aí estão, no livro cuja capa se mostra na imagem acima, e que resulta do esforço de 3250 voluntários em todo o mundo. O artigo que se segue é um resumo da obra e revela-nos uma factualidade aterradora. Dedico-o ao Whale project, pseudónimo de alguém que, praticamente todos os dias, comenta os artigos deste blog, e que já referiu várias vezes ter estado às portas da morte devido aos efeitos secundários das vacinas mRNA contra a COVID-19.

Estátua de Sal, 15/11/2024


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O livro “Os Documentos da Pfizer: Os Crimes da Pfizer Contra a Humanidade” foi publicado há poucos dias e já é um best-seller. Trata-se de um livro que três governos (Estados Unidos, Reino Unido e Austrália) tentaram suprimir. A história de como isso se concretizou é extraordinária: 3.250 médicos e cientistas altamente credenciados, sob a liderança de Amy Kelly, trabalharam durante dois anos nos 450 mil documentos internos da Pfizer que foram tornados públicos por ordem judicial após uma ação bem-sucedida do promotor Aaron Siri. No processo, estes voluntários confirmaram o maior crime contra a humanidade de todos os tempos.

Ler artigo completo aqui.

Petição pela Rejeição do Cartão Europeu de Vacinação : Petição Pública

(Petição Pública, 24/09/2024)

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NÃO À EUVABECO, ASSINE A PETIÇÃO

Querem “chipar-nos” como fazem aos animais.

A agenda da EUVABECO prevê a implementação do Cartão Europeu de Vacinação (CVE) em 2026, que, integrado no sistema global de certificação digital da Organização Mundial da Saúde (OMS), está a ser conjugado com dois outros projectos, a saber:   Identidade Digital Europeia e Moeda Digital Europeia. O CVE surge como um instrumento de rastreamento, controlo e coerção dos cidadãos, que, se não for travado, nos conduzirá a cinco pontos de não retorno:
1 – Supressão da liberdade individual
A introdução de um Cartão Europeu de Vacinação constitui uma séria ameaça aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, tratando-se de mais um passo em direcção a uma sociedade de vigilância onde cada movimento, cada decisão de saúde, será rastreada e, potencialmente controlada, pelas autoridades. O CVE abre as portas a uma intrusão sem precedentes na privacidade dos cidadãos, transformando os dados de saúde numa ferramenta de controlo social.
2 – Risco de discriminação e de exclusão social
Tal como sucedeu com o certificado digital Covid, este cartão acarreta um enorme risco de discriminação dos cidadãos que, no exercício do seu direito de optarem por não adoptar as recomendações de vacinação impostas pelas autoridades de saúde, poderão ser excluídos de vários aspectos da vida em sociedade, enfrentando restrições, tais como: acesso a determinados serviços; viagens; ou mesmo a impossibilidade de trabalhar; etc.
3 – Perigo da centralização dos dados de saúde
O CVE centralizará uma enorme quantidade de dados pessoais sensíveis. A consolidação das informações de saúde num único documento digital aumenta significativamente o risco de ataques cibernéticos e o perigo de vazamento de dados, acarretando a sua vulnerabilidade e expondo os cidadãos a violações da sua privacidade. Para além do mais, quem garante que tais dados pessoais não serão utilizados para fins diferentes dos inicialmente previstos?
4 – Ilusão de segurança.
Os proponentes da EUVABECO e do CVE alegam razões de segurança e de protecção da saúde pública. Porém, esta segurança é ilusória, pois a promessa de uma melhor gestão das crises sanitárias e da saúde pública não pode ser feita à custa da restrição dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, constitucionalmente consagrados. A segurança não pode justificar um controlo excessivo e a vigilância constante dos cidadãos.
5 – O controlo global.
Vinculando o CVE à identidade digital e à moeda digital europeias, as autoridades europeias estão a lançar as bases para uma sociedade onde todos os aspectos da existência dos cidadãos serão condicionados pela sua submissão a supostos ditames de saúde. Este controlo totalitário sobre os indivíduos, com o pretexto da saúde, deve ser travado imediatamente.

(Texto obtido do site Resistir).

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O fim da picada

(Joana Amaral Dias, in Diário de Notícias, 22/01/2023)

(Nos tempos do auge do Covid, a Estátua decidiu não ser negacionista e, apesar de existirem histórias muito mal contadas, não aderir às “teorias da conspiração”. Só que, factos mais recentes provam que há muita gente a esconder “verdades incovenientes”, seja o nosso governo, seja a Comissão Europeia e a senhora Von der Leyen. Será que a campanha de vacinação não passou de uma manobra para encher de milhões os bolsos das farmaceuticas, arriscando-se a vida dos cidadãos por os ensaios clínicos existentes serem cientificamente inconclusivos? Se não é assim, porquê tanto segredo e mistério? O que se quer, então, esconder da opinião pública? Quem não deve, não teme.

Estátua de Sal, 23/01/2023)


A DGS diz que a compra das inoculações covid está sob investigação e por isso não revela os respectivos contratos, no valor de 675 milhões. O jornalista Pedro Almeida Vieira requereu ao Ministério da Saúde a divulgação desses documentos, o caso seguiu para o Tribunal Administrativo de Lisboa mas agora, perante a intimação, Graça Freitas diz que há uma auditoria aos procedimentos e que existem cláusulas secretas que não podem ser reveladas. Será que a Justiça vai nessa cantiga ou o dinheiro dos contribuintes – que pagaram duas vezes estes produtos (para se desenvolver a investigação e depois na aquisição), – é nosso, é de todos, logo, deve ser alvo de transparência e escrutínio?!

A cessante directora não explica que irregularidades estão em causa e quem mandatou a investigação. Espera-se é que não se trate de mais um truque obscurantista das autoridades.

Apesar da obrigatoriedade na lei portuguesa de colocar todos os contratos públicos no Portal Base, o ofício de Graça Freitas – agora condecorada – alega que além da auditoria existem obrigações contratuais pelos estados-membros da UE que impedem que seja facultado o acesso à informação pretendida, posto que as compras foram centralizadas.

Acontece que os contratos assinados entre a Comissão Europeia e as farmacêuticas estão afogados em polémica noutros países. Mais.

Em Setembro, o tribunal de Contas Europeu divulgou um relatório acusando a Comissão de se recusar a revelar os termos das negociações com a Pfizer, não disponibilizando os registos das discussões com a farmacêutica, quer sob a forma de actas, nomes de peritos consultados, termos acordados. No mesmo sentido foram as acusações do provedor de justiça europeu e as do promotor público europeu que tem poderes legais e abriu uma investigação aos contratos.

Agora, já em Janeiro, o comité covid do Parlamento Europeu decidiu convocar Von der Leyen a depor sobre o contrato feito com a Pfizer à porta fechada e por SMS privadas com o respectivo director executivo Albert Bourla. Será que a baronesa que, a propósito do Qatargate e outros casos, tanto apregoa o combate à corrupção, vai recusar-se a depor?

De resto, a narrativa oficial covid continua a ruir como castelo de areia. Em muitos órgãos de comunicação social mainstream, como a CNN EUA ou a BBC RU, já se discute abertamente a fraude na classificação “óbitos de covid” (indiferenciada de mortes com covid), a mortalidade excessiva e as reacçoes adversas.

Também os Twitter Files continuam a rolar sem que a generalidade dos media portugueses revelem o mais pálido interesse. Há já provas que foram as farmacêuticas a escolher quem devia ser censurado nas redes sociais – bastaria um e-mail para o conseguir. Entretanto, também se soube que falsos médicos relataram experiências covid extremas, apelando a medidas drásticas, manipulando opinião pública e publicada.

Perante todo este quadro de miséria, resta perguntar de que estão à espera os demais órgãos de comunicação social em Portugal. Ou a nossa Justiça? E o Assembleia da República aguarda o quê para cumprir as suas funções e exigir prestação de contas? O último grito das crises de Saúde Pública? Que chegue a próxima?

Psicóloga clínica. Escreve de acordo com a antiga ortografia


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