(BPartisans, In Fórum da Escolha, in Facebook, 04/08/2026, Revisão da Estátua)

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Algumas mentiras acabam por se tornar tradições europeias. Schengen é uma delas. Oficialmente, as fronteiras internas desapareceram. Na realidade, estão a germinar mais rapidamente do que as ervas daninhas.
A Alemanha controla agora quase todas as suas fronteiras terrestres. A França está a prolongar os controlos fronteiriços até 31 de outubro. Os Países Baixos, a Polónia, a Suécia, a Noruega e muitos outros estão a fazer exatamente a mesma coisa. Cada país cita a sua desculpa favorita: imigração ilegal, terrorismo, crime organizado, tráfico humano, segurança nacional… A este ritmo, a única fronteira que se mantém completamente aberta é aquela que separa a retórica de Bruxelas da realidade.
No entanto, a Comissão Europeia continua a repetir o seu mantra: de acordo com o Código de Fronteiras Schengen, estes controlos devem manter-se excecionais, temporários e de último recurso. Isso é admirável. A exceção já dura há anos, é renovada a cada seis meses e, eventualmente, torna-se a forma normal de funcionamento. Até George Orwell acharia o cenário algo inverosímil.
O mais revelador não é o regresso das barreiras, mas sim o que isso significa. Nenhum governo europeu confia mais no seu vizinho para proteger as fronteiras externas da União. Esta é a verdadeira crise. A bela retórica sobre a “solidariedade europeia” evapora-se assim que um ministro do Interior precisa de prestar contas aos seus eleitores, em vez de aos conselheiros de comunicação de Bruxelas.
Schengen tornou-se um zombie administrativo. Legalmente, ainda respira. Politicamente, está em estado terminal. As instituições europeias continuam a organizar o funeral… enquanto explicam que o paciente está em excelente estado de saúde.
E enquanto Bruxelas afirma que tudo está perfeitamente sob controlo, os Estados-membros estão a restabelecer postos de controlo fronteiriço, um após outro. Um feito burocrático, digno dos maiores ilusionistas: conseguir demonstrar que as fronteiras já não existem… enquanto milhares de polícias são mobilizados para elas.
Em última análise, Schengen resume na perfeição a União Europeia contemporânea. Quanto mais um sistema falha, mais os seus líderes celebram o seu sucesso. Quanto mais fronteiras reabrem, mais se fala de livre circulação. Quanto mais os Estados-membros reivindicam a sua soberania, mais Bruxelas proclama a integração.
O mais irónico é que ninguém parece disposto a pronunciar as palavras que se tornaram tabu: Schengen está morto. Oficialmente, está simplesmente a beneficiar de uma “prorrogação temporária devido a circunstâncias excecionais”. Na linguagem europeia, isto ainda é considerado um sucesso.
“passeggeri in arrivo dalla spagna”
Schengen morreu de COVID.
Já se esqueceram do fecho de fronteiras, um após outro, a pretexto de nos protegerem de uma doença?
Se isto foi feito a pretexto de nos protegerem de uma doença e ninguém piou, claro que iria continuar, a pretexto de outra treta qualquer.
50 mil presos políticos na Ucrânia, 150 mil pessoas processadas por deserção, 300 mil que já tiveram vísitas domiciliarias do SBU, a PIDE lá do sítio.
Quem apoia gente desta numa guerra contra o vizinho e capaz de tudo. Ia agora dar a plebe a possibilidade de andar por onde lhe apetece sem ninguém chatear.
Vao ver se o mar da Kraken. Raios partam a Ucrânia.
Honestamente e muito, por mim o Shengen e a corrupta UE-OTAN morriam já hoje.
Seria um grande alívio precisamente por já não beneficiarem ninguém dos nativos, salvo raras excepções.
Bruxelas há décadas que fala por outras palavras mas traduzidas para português no seu vernáculo, os europeus que levem no c*.
O empobrecimento, o desaparecimento da cultura, o desemprego a subir, a insegurança a aumentar a olhos vistos, a instabilidade cada vez mais presente e a diminuição económica, política ou geopolítica se preferirem, acrescentando ainda a redução do peso industrial na região da UE perante o mundo de hoje fazem com que não possa existir orgulho na bandeira da UE. Bem pelo contrário.
Quem te viu e quem te vê fica cada vez mais estupefacto perante medonha visão actual.
Portanto p*** que par** essa corrupta UE-OTAN.