(In À Descoberta de Portugal, canal do YouTube, 13/03/2026)

(Este artigo é muito interessante. Parece que já fizemos aquilo que o Irão está hoje a fazer: controlar o estreito de Ormuz.
É ler, ver o vídeo e reflectir sobre as lições da História.
Estátua de Sal, 16/03/2026)
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Hoje, o mundo fala diariamente do Estreito de Ormuz. A instabilidade no Médio Oriente e o conflito envolvendo o Irão voltaram a colocar este estreito no centro da geopolítica internacional. Por aqui, passa uma parte significativa do petróleo transportado por via marítima no planeta, e qualquer ameaça à navegação nesta passagem estratégica tem impacto imediato na economia mundial.
Mas poucos sabem que, há cerca de cinco séculos, este mesmo estreito esteve sob o controlo de uma pequena potência europeia.
Durante mais de um século, entre 1515 e 1622, Portugal dominou Ormuz, controlando a entrada do Golfo Pérsico e uma das rotas comerciais mais importantes do mundo.
Neste vídeo exploramos a história da presença portuguesa em Ormuz:
– a chegada de Afonso de Albuquerque ao Golfo Pérsico
– a construção da fortaleza portuguesa na ilha
– o papel de Ormuz no comércio do Oceano Índico
– a vida dos portugueses naquele ambiente extremamente árido
– e o dramático cerco que levou à queda da cidade em 1622.
Numa pequena ilha quase sem água e exposta a um calor extremo, soldados, mercadores e administradores portugueses viveram durante décadas guardando uma das portas do comércio mundial.
Uma história fascinante do Império Português no Oriente, que liga diretamente o passado da expansão marítima portuguesa à importância estratégica que o Estreito de Ormuz continua a ter hoje.
Consulte a bibliografia utilizada na preparação deste vídeo aqui
O PCP sempre achou que a perda de soberania política e económica em relação a União Europeia era uma grande patranha e um grande sarilho em que nos estávamos a meter.
Uma grande patranha e um grande sarilho em que o Mário Soares nos meteu e que se foi aprofundando nos anos seguintes por via dos outros partidos do “arco da governacao”.
Já o PCP perdeu a conta as vezes que foi chamado Velho do Restelo.
Esses tais milhões da Europa a mim nunca chegaram, já a miserabilizacao dos anos da troika foi outra conversa.
Não sei onde vais buscar essas bojardas que como adulto funcional que és sabes que estás a mentir.
Mas a verdade e que isso e uma característica dos adeptos do CU.
Quando dizes uma verdade cai lhes um braço e nenhum de vocês e maneta.
Vai ao Estreito de Ormuz ver se o mar de lá também dá choco.
Foi a tentativa de misturar História com anti-comunismo primário, evitando falar do partido do CU, que não só também tem “telhados de vidro” em relação à UE (não consta que renegue o seu lugar no Parlamento Europeu), como ainda se diz herdeiro espiritual daquele que queria ver multiplicado por três, autor da frase “Orgulhosamente sós!”
Estas carolas direitolas não páram, até que lhes dá a travadinha!
O Reino de Portugal, que era disso que se tratava, fez através do seu Vice-Rei Afonso de Albuquerque, o ‘Terribil’, o que mais ninguém fez depois dele. Teve o domínio do Índico, através da posse das 3 entradas, Malaca, Ormuz, Omã, Aden e a ilha de Socotra.
Fomos perdendo, para o Turco, para os mafiosos holandeses e estes para os ladrões ingleses. Uma questão de hierarquia no reino dos tubarões.
A fortaleza ainda está em Ormuz, o que resta dela, os persas, os iranianos, não a derrubaram, como um famoso BE, de besta, quis fazer e acabou por conseguir, com os brasões florais na Praça do Império.
Vivemos mal com o passado, basta ler por aqui o orfão-comunista.
Fomos corridos de Ormuz em 1622, pelo Xá Abbas I com a ajuda dos ingleses. Foi o período da União Dinástica (1580-1640), período em que a elite da altura, via na integração com o Reino de Espanha, o que hoje até o PCP, vê na UE, mama, conezias, dinheiro fácil, vocês pagam e nós gastamos …
O Irão comemora no dia 30 de Abril, o Dia do Golfo Pérsico.
https://pt.irancultura.it/dia-nacional-do-golfo-persa/
Os ingleses, nossos mais antigos “aliados”.
Não deixa de ser ironia, que os iranianos comemorem a ajuda dos ingleses, nos dias que hoje correm.
Para quem quiser saber o que uma iraniana, Ghoncheh Tazmini,
( She is also Research Associate at ISCTE-Center for International Studies, University of Lisbon, Portugal.) escreveu:
https://www.academia.edu/31071888/The_Persian_Portuguese_Encounter_in_Hormuz_Orientalism_Reconsidered
Mas é claro que ela não lê o orfão-comunista.
Sobre “O Reino de Portugal, era disso que se tratava”, que escrevi acima:
“Além dos dois milhões de cruzados, o dote da princesa Catarina incluiu ainda a transferência, para os ingleses, da posse de Tânger, em Marrocos, e de Bombaim, na Índia. Foi precisamente com Bombaim, oferecida pelos portugueses, que os ingleses iniciaram a sua presença na Índia e aí construíram um grande império, que se manteve até à independência indiana e paquistanesa no século XX…”
https://made-portugal.blogspot.com/2018/03/d-catarina-de-braganca-unica-portuguesa.html
À atenção da Estátua de Sal.
O link para a bibliografia, aparece-me como:
https://descobertadeportugal.wordpres./
no browser (Firefox / DuckDuckGo abri-lo) daí que não abra
deve ser:
https://descobertadeportugal.wordpress.com/
olhó derriado, estaba a pensar quele não apareceria hoje…. eu gostaba é quele parlasse alguma coisa acerca disto:
https://www.publico.pt/2026/02/26/p3/noticia/estudantes-afastam-chega-universidade-coimbra-colisao-estatutos-associacao-academica-2166138
ou disto:
https://www.publico.pt/2025/09/10/politica/noticia/despedido-inem-furto-combustivel-candidato-chega-aveiro-desiste-corrida-2146627
O teu trabalho vai ser, todos os dias 2 notícias pelo menos, a falar do CHEGA.
Brevemente vai haver eleições e o nome do CHEGA tem que estar bem badalado, mas só do CHEGA, nada que não seja do CHEGA, seja o que for, tem que ser só do CHEGA.
Depois prometo que te dou uma banana, mas tens que falar mesmo do CHEGA.
És um bom propagandista do CHEGA, continua assim, nunca é demais falar do CHEGA.
Nem penses em dizeres: CHEGA, vou deixar de falar no CHEGA.
Hoje não levas banana, ainda deves estar …
ó derriado, já agora, tamém gostaba que hablasses alguna cosa acerca do focinho daquela rita nem às fatias lá da associação… cafeia quela é…. e aquelas fossas nasais…. xasus cristo, bem mais escanchadas que as do chanceler….. debe ser uma condição inerente a todos os membros daquela associatiba, cheirar pó de giz todos os dias de manhã à noite
🎯
obrigado
… Muito poucos sabem…”. Calma aí…. Quando me licenciei com a quarta classe em 1952 tive que aprender tufo isso na história e muito mais. Tudo empinado.
“tudo” em vez de “tufo”
Desculpem…
A diferença e que Portugal invadiu a terra alheia para controlar rotas de comercio marítimo e sacar recursos.
Era um objectivo de dominação.
O Irão só fechou o dito estreito porque lhe estão a fazer o que Portugal fez para dominar o tal estreito.
Estao a ser alvo de uma aventura colonialista, a ser bombardeados por dois países homicidas, um dos quais quer a sua aniquilação total porque assim lhes teria prometido pelo seu Deus cruel enquanto outro lhes quer impingir uma nova monarquia absoluta de crueldade extrema.
Duas perspectivas que levariam qualquer pais a fazer o mesmo.
O Irão queria paz, por isso negociou com assassinos, por isso viu muitos dos seus dirigentes serem mortos.
Portugal queria dominar por meio da guerra e durante mais de um Século foi o terror daquela região até que outros assassinos europeus o substituíram.
Não há comparação possível.
Mas percebo o que se quer dizer, não podemos agora condenar o Irão quando potências europeias vindas da casa do c*ralho mais velho fizeram por lá o mesmo.
Sem ninguém por lá os querer destruir.
Por mim só condeno os cães traidores que começaram isto no último dia do mês que passou.
Devia haver Inferno e deveriam arder nele por toda a eternidade.