(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 13/10/2025, Revisão da Estátua)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

O fascismo está aí de regresso aos corredores do poder, pela mão sobretudo da aliança que está no governo e dos liberais e cheganos que lhe dão o seu apoio e que infetaram a nossa democracia para a destruir, quais bactérias oportunistas.
Vemos que os órgãos de comunicação social portugueses já estão quase completamente controlados pelos mafiosos e proto nazis e, por exemplo, na RTP, os últimos resquícios de independência estão a ser escovados pelos fascistas que agora a dirigem.
O chamado serviço público, pago por todos nós contribuintes, está agora subserviente a todo o espectro da direita, desde o centro até à extrema-direita, enquanto só o centro-esquerda ainda é marginalmente tolerado. E assim, estão a ser afastadas as raríssimas vozes independentes que ainda têm presença na comunicação social, e Raquel Varela era uma das últimas,
É o triunfo dos porcos, anunciado por Orwell, a que todos os portugueses decentes, na sua pluralidade e diversidade, têm que se opor firmemente.
Estes afastamentos são uma evidência da crescente censura que as direitas, sem precisar do lápis azul, estão a exercer sem qualquer pudor em consonância com o populismo fascista.
Populismo esse que está a inundar o dito “Ocidente alargado“, estimulado pela inevitável crise económica das “democracias liberais”, para as quais as palavras democracia e liberal são exclusivamente uma fachada, para permitir uma ainda mais despudorada exploração dos povos, pelos grandes grupos económicos.
Verdade verdadinha só não vê quem não quer
E quem desconfiava e muito de um cessar fogo onde entrassem Netaporco e Trampas tinha algumas razões.
A soldadesca israelita já voltou a matar. Garantem os aldraboes que dispararam contra “suspeitos” que se aproximaram demasiado das tropas.
Tenho cá a impressão que sei quem se aproximou de quem. O resultado foram mais cinco vítimas mortais.
Que o Diabo os carregue a todos.
Morte ao sionismo.
Claro que essa gente não pode ter contraditório. E a única maneira de fazer a maior parte das pessoas engolir as patranhas.
Se a Ferra Aveia diz que Israel não comete crimes de guerra pode ser confrontada com imagens de soldados israelitas vestidos com lingerie de mulheres mortas.
Se diz que tudo começou em Outubro de 2023 pode ser confrontada com os crimes cometidos desde que acharam boa ideia despejar para lá bandos de assassinos bíblicos.
Se outro comentadeiro diz que Trump quer a paz no mundo e só confronta lo com as declarações tresloucadas que o homem disse ontem e antes.
Se dizem que as dificuldades do povo venezuelano são culpa exclusiva do seu Governo podem ser confrontados com o comboio de sanções e bloqueios imposto ao país so porque tem um Governo que não vende o seu país a preço de saldo.
Se outro diz que a Ucrânia e uma vítima inocente pode ser confrontado com as declarações dos nazistas e com os crimes cometidos contra a população do Leste do país.
Depois muita dessa gente não tem capacidade argumentativa e enrola se toda.
Um papagaio não tem capacidade de sustentar uma conversa e o mesmo se passa com eles.
Por isso a única maneira da sua mensagem passar para o maior número de pessoas e do ficarem lá eles, ou quase.
E a medida que eles vêem que o povao está cada vez mais farto de Israel, da Ucrânia e de políticas neoliberais que nos empobrecem a tendência será mesmo para silenciar quaisquer vozes divergentes.
Ate que todos sejamos também fascistas.
Por mim podem esperar sentados. A vacina contra o fascismo e de certeza de melhor qualidade que a da Pfizer.
Não vejo mainstream, não frequento redes sociais.
E a única maneira de não sucumbir ao vírus pois que o homem tem razão. O fascismo está mesmo aí.
É só verificar qual é o maior terrorista na troca de reféns.
Quem tem mais, mais terrorista é.
Bravo meu general! Sem papas na língua!
É impressionante o destaque dado ao “chega” nos espaços noticiosos das TVs – de todos os canais – são, não raramente, a abertura da notícia. Basta o Ventura bolsar qualquer vómito a propósito do que seja. E isto desde sempre. Desde que aquela agremiação de malfeitores foi aprovada pelo TC.
O que verdadeiramente me preocupa é que parece que é isso que a maioria quer.
Só não vê o que se passa (a farsa) quem não quer, ou mal disfarça.,,, por outro lado, também revela a falta de confiança que os fascizóides têm nas patranhas e engodos que mandam os seus papagaios e pegas repetir, e as suas marionetas alimentar. Se assim fosse, não precisariam de eliminar que os expõe pelo que são. Mas esse é um problema que os fascistas sempre vão ter, daí serem unha com carne com a censura, a repressão e a propaganda e desinformação.
O General Raul Cunha subiu mais uns pontos na minha consideração, coragem tem demonstrado frequentemente e muita,,
Se nem se preocuparam com o tratamento abaixo de cão dado a portugueses vão mesmo preocupar se com palestinianos.
Tivemos mais de 60 mil grunhos a assinar, no espaço de três dias, uma peticao a pedir ao estado genocida de Israel que deixasse a Mortágua a apodrecer por lá.
60 mil grunhos que ao contrário do que certamente pensamos sabem muito bem o tratamento infame que Israel da a prisioneiros mas se estavam nas tintas para a vida humana.
Não vou com os cornos da Mortágua com a sua postura de enguia seja quanto a Venezuela ou a Rússia ou como foi quanto a destruição da Síria e da Libia. Mas isto revela um total desprezo pela vida humana.
E isto da bem uma medida do que ainda nos pode esperar a medida que o fascismo desumano cresce. Também não se importarão se formos espancados ou mortos por grupos fascistas.
E esses sabem bem quem nos somos. Não há nic que nos valha.
E uma coisa e certa, tivesse Israel passado dois anos como os infligidos a população de Gaza e nenhum prisioneiro sairia vivo das suas unhas.
Por isso parem até certos pseudo críticos de Israel de dizer asneiras como a de que os muçulmanos querem todos o martírio e não se importam com a morte.
Importam se tanto como qualquer um de nós simplesmente a dominação por parte de um povo simplesmente desumano que vive segundo uma doutrina, um culto de morte nascido há quatro mil anos atrás, cria a necessidade de fazer escolhas terríveis.
Ou ser submetido a coisas terríveis. Hannieh, chacinado no Irão pelos assassinos da Mossad, não escolheu ter a família toda morta. Mas ainda assim estava pronto a negociar com os assassinos da sua família.
Se deixarmos avançar aqui o fascismo, a grunhice, talvez tenhamos “escolhas” como esta.
Temos um bom bico de obra a aviar.
Um pikeno exercício de imaginação: imaginemos que o tratamento que, nas imagens, os carcereiros nazionistas infligem a reféns palestinianos era pelo Hamas aplicado aos reféns israelitas. Não será difícil adivinhar o clamor que faria tremer de indignação todo este nosso abençoado Ocidente dos direitos humanos e afins, mas aposto (mais uma vez) o tomatinho direito e metade do esquerdo em como, neste caso concreto, haverá apenas bocejos.
https://youtube.com/shorts/KXGlGDAMuIk?si=IliMZYO3CwUXD0Gt