Nuno Melo, conde de Abranhos, marquês de Olivença e Condestável da Lusitânia

(Carlos Esperança, in Facebook, 03/10/2025)


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Nuno Melo, a seguir apenas referido por Abranhos, cobriu-se de glória quando, à frente dos principais generais da Lusitânia, prometeu não desistir da soberania sobre Olivença. Foi aí que ganhou as estrelas de marechal e o ânimo para a dilatação da fé e do Império.

Confiante no poder das suas Forças Armadas, da Terra, Mar e Ar, Abranhos sabe que é imprescindível na Aliança do Atlético Norte (ATN) e dispõe de relações especiais com o seu homólogo do Pentágono, o mais poderoso de todos os membros do ATN.

Foi assim que, quando o colega do Pentágono solicitou uma Base para estacionar aviões para exterminação de gente que abriga terroristas, logo lhe garantiu, meu amigo, tudo o que queiras, sem ligar aos chefes civis da Lusitânia, como se um chefe militar devesse submeter-se a civis.

Se Alípio Severo Abranhos, Conde d’Abranhos, seu ídolo, foi ministro da Marinha, por que motivo lhe havia de estar vedado o ministério da Defesa?

Confiante na boa estrela, a preparar-se para chamar os generais, ao seu Pentágono, em Lisboa, Av. Ilha da Madeira, e dizer-lhes que não tolera generais gordos, gajas ou gays, nem barbudos, dedicou-se a farejar terroristas em toda a Lusitânia.

Foi assim que viu terroristas em deputados, modelos feminismos e ativistas de direitos humanos. Abranhos não vacila na defesa da fé e dilatação do Império. Sabe, que todo o mal vem da Rússia, disse-o a Ir. Lúcia, e assim convocou, em absoluta clandestinidade, manobras para preparar as tropas para combater nos Urais.

Para passar incógnito, foi de balão inspecionar as manobras. Foi então que um indivíduo que caminhava por uma estrada, se apercebeu do balão a voar baixinho. O balonista acenava-lhe aflito e, conseguindo fazer o balão baixar o máximo, gritou-lhe:

– Pode ajudar-me? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às 2 horas da tarde, e já são quatro horas e nem sei onde estou. Pode dizer-me onde me encontro?

O indivíduo responde:

– Sim! Você está a flutuar a uns 5 metros acima da estrada, e está a 40º de latitude Norte e a 10º de longitude oeste.

O balonista Abranhos escutou-o e perguntou, com sorriso irónico:

– Você é engenheiro!

– Sim, senhor! Como descobriu?

– Simples! O que você me disse está tecnicamente correto, porém, a sua informação não me é útil e continuo perdido! Será que consegue dar-me uma resposta mais satisfatória?

O engenheiro raciocina por segundos e depois pergunta ao balonista:

– E você é o líder do CDS!

– Sim, sou o presidente do CDS! Como é que descobriu?

– Fácil! Se for capaz siga o meu raciocínio: você subiu sem se preparar e sem ter a mínima noção de orientação!

Não sabe o que fazer, onde está, nem para onde ir!

Fez promessas e não tem a menor ideia de como conseguirá cumpri-las!

Espera que outras pessoas resolvam o seu problema, continua perdido e acha que a culpa passou a ser minha!

Apostila – Este texto é ficcionado, a descrição do incidente é plagiada e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

16 pensamentos sobre “Nuno Melo, conde de Abranhos, marquês de Olivença e Condestável da Lusitânia

  1. Claro, estão a lutar contra a Rússia herege e que ainda teria de se converter segundo a mensagem de Nossa Senhora aos Pastorinhos.
    Isto anda tudo ligado.
    A boa notícia do dia e que os quatro desgraçados tugas sequestrados por Israel já estão a caminho de casa onde certamente os esperam muitos insultos da extrema direita.
    Que passarão por eles como água pelas costas de um pato depois do que por lá passaram.
    Entretanto os trastes sionistas já vieram dizer que as alegações de maus tratos e tudo mentira.
    Como eram mentira as torturas a civis palestinianos quando os próprios soldados que as
    fizeram se filmaram a torturar e matar civis.
    Como agora há imagens de Greta Thunberg enrolada na medonha bandeira dos assassinos bíblicos.
    Estes bandalhos ainda por cima gozam com a nossa cara.
    Vao chamar antissemita ao diabo que os carregue e vao para lá.
    Morte ao sionismo.

  2. E espero que pelo menos tudo isto sirva para percebermos que não estamos a lidar com gente normal.
    Estamos a lidar com assassinos bíblicos, supremacistas, que tratam como animais qualquer um que se atravesse no seu caminho.
    Não é por os palestinianos se muçulmanos que sao assim tratados. Qualquer um que estivesse na terra que criminosamente acreditam que lhes foi dada por Deus seria assim tratado.
    O que duvido e que se as populações fossem cristas o mundo tivesse a pouca vergonha de dar a sua terra aquele bando de gente que não merece tal nome.
    Porra, aquele assassino sanguinário do Ben Gvir veio em pessoa insultar os activistas prometendo tratamento de terroristas.
    Alguém na Europa terá ainda a pouca vergonha de receber no seu solo tal cerdo?
    Dos Estados Unidos trumpizados esperamos tudo. Mas alguém na Europa terá a pouca vergonha de receber tal animal?
    E percebam de uma vez que para aquela raça e religião cruel ninguém vale nada. Não tem nada a ver com haver gente que persegue minorias religiosas e sexuais.
    Tem a ver com tudo o que está na Bíblia e que eles continuam a seguir em pleno Século XXI.
    E com o tratamento de cão que teem dado a Mortágua bem podem meter o pinkwashing pelo cu acima.
    E vao chamar terrorista e antissemita ao diabo que os carregue a todos.

  3. Entretanto os activistas já libertados relatam ter sido tratados “como animais”.
    Segundo um activista turco, Geta Thunberg, uma das que tal como os portugueses ainda está nas unhas daqueles demônios em forma de gente foi arrastada pelos cabelos, espancada e obrigada a beijar a medonha bandeira genocida.
    Se me fizessem uma m*rda dessas não havia sabão que me tirasse o nojo que passaria a sentir pelos meus próprios lábios.
    Todos relatam ter sido espancados, insultados, muitos obrigado a carregar e beijar a medonha bandeira do genocidio, privados de comida e água e enfiados em celas infestadas de percevejos.
    Os activistas turcos saíram do aeroporto directo para o hospital e seja o governo turco o que for fez o que devia ser feito, louvar a coragem de quem tentou chamar a atenção para um cerco de crueldade bíblica.
    O que e que e preciso para esta gente acordar? Que alguém seja morto?
    Se calhar nem assim. Diriam que era um fim merecido para apoiantes do terrorismo que foram avisados.
    Agora imaginem que a Rússia raptava gente que tivesse ido a Ucrânia levar alimentos e medicamentos e lhes fazia isto.
    O que e que andariam a dizer?
    Cambada.
    Vao chamar antissemita e apoiante do terrorismo ao diabo que os carregue.
    Vão ver se o mar da tubarão branco faminto.
    Morte ao sionismo.

  4. Para que não haja dúvidas e ainda me chamem nomes. O que aconteceu muito por culpa da elites catalãs foi a perda de independência do então reino, depois de uma crise dinástica muito semelhante a que nos fez cair nas unhas dos Filipes.
    Não o terrível cortejo de morte que se lhe seguiu ao longo de séculos.

  5. E não deixa de ser interessante ver que o grosso dos discursos de ódio vá contra a Mariana Mortágua cuja orientação sexual e bem conhecida.
    Parece que afinal não é só o Hamas que odeia e persegue minorias sexuais. Pudessem estes grunhos perseguir em regra e gente como ela poderiam contar com cura homossexual ou simplesmente violação “para as que saibam o que e um homem”.
    Alias, muitos dos grunhos que assinaram a tal petição defendem que a criatura seja violada por porcos sionistas.
    E se alguém tinha dúvidas de que já estamos a ser governados pela extrema direita penso que terão ficado dissipadas agora.
    Espero que todos eles saiam das unhas daquela corja de assassinos bíblicos o mais depressa possível.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  6. Agora que o Hamas aceitou o balde de m*rda lançado para cima deles pelo Trampas depois do povo palestiniano ter sido mais uma vez abandonado por toda a gente resta saber se Israel vai mesmo acabar com o seu cerco e fome e deixar de massacrar a gente da Cisjordânia.
    Duvido. Os assassinos bíblicos nunca cumpriram nada e não vão começar agora.
    Quanto aos catalães sempre tiveram o mérito de se manifestar a favor da Palestina e não terem ninguém a dizer asneiras nem a lançar petições contra a libertação dos espanhóis que foram na flotilha e foram raptados por Israel.
    E esse mérito também tem a ver com o facto de o martírio palestiniano lhes dizer muito.
    Também eles foram, desde a perda da independência muito por culpa das suas elites alvo de campanhas de extermínio, limpeza étnica, substituição populacional, com o seu cortejo de prisoes, tortura, morte.
    Nos últimos 400 anos o território protagonizou oito revoltas armadas, afogadas em muito sangue.
    Na tentativa de proclamação da independência de 2017 o sangue só não correu as ondas porque não houve revolta armada, os tempos são outros, mas houve polícia a partir portas de escola a cassetete, polícia a malhar forte e feio em que queria votar num referendo, polícia a alvejar manifestantes com armas proibidas pelo Governo local, nomeadamente balas de borracha, até deixaram gente sem olhos, gente presa e exilada.
    Carles Puidgemont não disse mentira nenhuma quando comparou o sofrimento do seu povo ao curdo.
    Por isso o sofrimento palestiniano diz lhes alguma coisa.
    Mais do que diz a muitos tugas que não viveram a brutal guerra civil espanhola e os massacres da guerra e pôs guerra nem tudo o que o povo catalão sofreu desde que Portugal se livrou dos Filipes.
    Tivesse a Restauração falhado e talvez não dissessem tanta asneira supondo que a população não tivesse sido totalmente exterminada.
    Porque até a política de lançar colonos ferozes nos territórios palestinianos diz alguma coisa aos catalães.
    Muita gente da Andaluzia e Extemadura foi para lá arrebanhada.
    Os descendentes dessa gente constituíram o grosso dos espanholistas que se manifestaram em 2017.
    Contudo nem todos são espanholistas pois que odeiam quem lhes desterrou pais e avós.
    Porque não estava na alma negra de Franco tratar bem ninguém e essas colonos não foram tratados a pao de ló como os colonos despejados nos territórios palestinianos.
    Conheci em tempos uma descendente de um casal de andaluzes despejado no Pais Basco.
    A mãe, uma mulher então com 66 anos, vivia nas saudades da planície ensolarada que a tinham forçado a deixar ancorada na fe num Deus que cura feridas.
    Recordava o dia em que militares franquistas tinham arrebanhado em camiões de gado a maior parte dos casais jovens depois devido mandarem juntar algumas mudas de roupa e comida para três dias.
    Muitos nem tinham em casa comida que chegasse para aquele dia quanto mais para três.
    A verdade e que o terror era tanto que os desgraçados pensavam que iam ser fuzilados no campo.
    O que os esperava não era a morte, era o desterro.
    Três dias de viagem aos solavancos de um camião de gado.
    Quando lá chegaram e viram aquela montanhas poucos foram os que conseguiram conter as lágrimas.
    Mas não havia tempo para chorar.
    Ali deviam viver, ali deviam criar filhos, ali deviam morrer.
    A democracia espanhola, que tem muito que se lhe diga, não deu a nenhum desses desterrados qualquer direito de regresso.
    As suas casas, os campos onde trabalhavam estavam ocupados por outros.
    Isso levou a que boa parte dos filhos dessas desterrados também não morresse de amores por Espanha.
    No caso palestiniano o problema e outro. Estão a contas com um povo que se acredita eleito de Deus e por isso superior a todos os outros povos.
    Mas para os povos de Espanha essa sofrimento diz lhes alguma coisa pois também sofreram muito.
    Por isso nem o Vox tem dito muita asneira porque sabe que pega mal.
    Já entre os tugas há muito grunho que como não sofreu nada disso diz as asneiras que se sabem.
    E a propósito de glorificação de terroristas na Ucrânia, o Publico ontem dava nos a conhecer o Tuga, um mercenario de 34 anos que e supostamente um heroi na frente de combate.
    E o que temos.

    • Um herói na frente de combate, mercenário assassino? Só falta o Nuno Melo dar-lhe uma medalha, ou o Marcelo II, enquanto critica afincadamente o Grupo Wagner acusando os seus mercenários de banditismo e terrorismo.
      E estes minhotos de gema são mais católicos que o padre-cura, o que diz muito da distopia em que vivem nas suas cabeças…

  7. A nojenta petição a pedir que a Mariana Mortágua apodreça numa prisão dos assassinos bíblicos já tem mais de 58 mil assinaturas.
    Tenha um resto de boa noite quem conseguir.

    • São os mesmos pategos que veneram e glorificam os mercenários militares e para-militares portugueses que vão para matar pessoas no estrangeiro, nomeadamente na Ucrânia, etc.

      É a mentalidade de “bully” de rebanho, de patego come merda às colheres e se julga muito inteligente (tipo Nuno Melo) porque repete o impulso e a tendência de grupo destes sociopatas de pacotilha. O problema deles é que vão ter que levar com ela e os restantes de volta, e eles chegam em coragem, valor humano e intelectual, para todos esses cobardolas seguidistas de encantadores de pategos…

  8. Com este o Marcelo II não aperta… o Galambas é que era “insalubre”… não fossem eles (PR e MD) da mesma região e tudo…
    Tudo bons rapazes cúmplices de pirataria e terrorismo de estado em águas internacionais …

    • E mesmo que não fossem ambos da mesma região, “seriam todos Israel”, daquela direita auto-proclamada “moderada”…
      E quem diz este camafeu, diz a Ministra da Saúde, o Primeiro Ministro – os Intocáveis, protegidos da “criatura política de antanho”…

  9. Se fosse só o Nuno Melo.
    A sociedade portuguesa está doente.
    Quando se lança uma petição a apelar ao estado genocida de Israel que não liberte Mariana Mortágua, dezenas de milhares de pessoas assinam aquilo e nos comentários há apelos a violação dada a orientação sexual da pessoa em causa há muita gente doente ou simplesmente ma como as cobras.
    Parece que não e só o Hamas que persegue minorias sexuais. Muita gente por cá e adepta disso mesmo.
    Ja critiquei muitas vezes a postura de enguia do Bloco de Esquerda.
    Mas longe de mim desejar que seja quem for permaneça em poder de assassinos bíblicos, que não reconhecem qualquer humanidade em quem não for da sua raça e religião.
    A ideia de centenas de pessoas nas unhas de tal gente, cuja tradição de tratamento cruel e completamente desumana de prisioneiros, em especial mulheres, devia causar apreensão e terror.
    Mas parece que a dezenas de milhares de portugueses causa júbilo, e motivo de riso e chacota.
    O milhão de votos no Chega não veio do nada. Veio deste tipo de gente.
    Não me peçam que compreenda quem faz uma coisa destas. Não tem perdão.
    Mas não vou dizer que merecem ser mandados para a Faixa de Gaza.
    Mas que deviam ser obrigados a engolir um litro de vinagre a penalti isso deviam.
    Canalha vil.
    Vão ver se o mar da tubarão branco faminto.
    Vao chamar antissemita e apoiante do terrorismo ao diabo que os carregue.
    Morte ao sionismo.

  10. E sobrinho dilecto e predilecto do xerife da rede bombista do Norte – Cónego Melo, de Braga.
    Tal tio, tal sobrinho…

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