Esta é a guerra na Europa

(Por José Goulão, in SCF, 30/08/2025, Revisão da Estátua)


A Europa já está em guerra. Não é preciso inventá-la.


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Centenas de milhares de hectares de terras arderam ou estão a arder ou ainda irão arder por essa Europa fora durante o que resta do Verão. Pessoas continuam a morrer, casas, propriedades rurais e urbanas, culturas agrícolas, rebanhos, florestas, pomares, árvores centenárias desapareceram sob a fúria de incêndios descontrolados e alimentados por ventos soprados de todas as direcções, como é próprio desta época do ano. E também por incendiários a soldo, que não são os tais loucos ou “lobos solitários”, como insiste em dizer-se. Aos sistemas de poder continua a ser difícil assumir que esses criminosos não passam, com frequência, de simples peões de estratégias terroristas com vasto e desestabilizador alcance.

Aconteceu mais ou menos o mesmo no ano passado, e no anterior, e no anterior… Em Portugal usa-se como padrão de comparação o funesto ano de 2017 para concluir que talvez agora, passados oito anos de desleixo, incompetência e promessas esquecidas, os danos sejam ainda mais extensos, de acordo com a experiência popular. A tal experiência que vai sendo solidificada através da acumulação de camadas de sofrimento e esquecimento e que de nada vale para os sábios das estatísticas e das explicações infalíveis. Os quais, no entanto, mais não fazem do que espraiar irresponsabilidade belicista e desumanidade, movendo-se entre as cadeiras ergonómicas de gabinetes climatizados e as areias fofas e águas tépidas de paraísos meridionais privados, mesmo quando ainda são denominados como “públicos”.

Angústia, desespero, solidão, heroísmo

A imagem angustiante multiplicou-se em cenários quase sempre semelhantes em Portugal, Espanha, França, Grécia, Chipre, Bulgária e outras regiões europeias. A imagem de populações inteiras, homens, mulheres, crianças de aldeias e vilas cuja existência os governantes das grandes capitais desconheciam, ou com nomes que ouviram pronunciar pela primeira vez, batendo-se contra chamas monstruosas e impiedosas, armadas com ramos de vegetação arrancada do mato ou punhados de terra para tentarem salvar as suas casas, as suas propriedades e também as dos vizinhos. Entre essas populações nunca faltam, de facto, sobretudo em momentos duros como estes, a solidariedade e o espírito comunitário. Dois conceitos que, tal como o de paz, foram erradicados e reduzidos a nada na linguagem única e inquestionável da “democracia liberal”, o regime no qual os seres humanos não passam de meros utensílios.

Ao lado das populações, desdobrando-se ao ritmo de urgências permanentes e, por vezes, distantes centenas de quilómetros entre si, estiveram e estão os bombeiros, seres humanos que põem as suas vidas em risco e ao serviço das vidas dos outros para tentar garantir a segurança das pessoas – este é o verdadeiro sentido da palavra segurança – com os meios disponíveis e que nunca são os suficientes. Para travar as ingratas batalhas precisam de água em abundância, mas a água nem sempre está perto, ou acessível, ou existe na quantidade necessária. A emergia eléctrica também é fundamental, mas essa quase sempre é sequestrada pelas chamas, logo que irrompem.

São mangueiras, não mísseis…

Se os instrumentos de “segurança” dos bombeiros fossem carros de combate, submarinos, caças ao preço de milhões por cada asa, mísseis, metralhadoras e munições, então nunca lhes faltariam, para isso haveria sempre orçamento. Eles precisam, porém, de coisas mais prosaicas, autotanques, mangueiras, ambulâncias, viaturas bem equipadas para o desempenho das suas funções humanitárias, comunicações de jeito. Perante essas carências sobram-lhes coragem e a dedicação aos seres humanos, coisas que os governos “liberais” não precisam de lhes fornecer e não saberiam como. Não esqueçamos que a esmagadora maioria dos bombeiros portugueses são “voluntários”, isto é, põem o resto da sua vida de lado, incluindo a profissão que dá de comer às suas famílias, para socorrer outros seres humanos em perigo. É difícil encontrar um tão significativo exemplo de generosidade, de tanta dedicação a uma causa humanista, a da defesa da vida

Há também os jornalistas no terreno, cujo trabalho nos permite redescobrir uma profissão humanista, assente na verdade, tão aviltada por patrões gananciosos, chefias mercenárias e vedetas que se alimentam da aldrabice. Mulheres e homens jovens e menos jovens que nos dão a conhecer as dimensões de horrores que as palavras apenas constatam e esclarecem factualmente, porque não necessitam de grandes teorizações em registo de “comentariado”, e nos conduzem ao coração das tragédias humanas e naturais. Repórteres que, dedicados ao seu trabalho, quantas vezes ignoram, ou tentam ignorar, os apelos à salvaguarda da própria segurança pessoal. Profissionais de mão cheia, que ainda conseguem existir para lá da inutilidade da sapiência absoluta adquirida nos MBA´s, doutoramentos e sebentas universitárias que ensinam a vida como não existe – uma realidade paralela.

Enquanto Portugal arde de Castelo Novo, na Beira Baixa, a Chaves, Mirandela e Bragança, em Trás-os-Montes, prossegue a eterna narrativa sobre os meios aéreos, ou a falta deles, sem menosprezar o corajoso e arriscado trabalho dos pilotos dos helicópteros e dos escassos aviões que estão no teatro de operações.

O primeiro-ministro Montenegro diz-se surpreendido com o facto de lhe parecer existir uma percepção de que “o governo esteve distante” dos acontecimentos dramáticos. Não nos diga! Arganil e Pampilhosa da Serra ardiam enquanto ele estava a bronzear-se e “a saltar ondas” na costa algarvia, como relatou a comunicação social. De onde seguiu para a festa do seu partido no Pontal, que não cancelou, apesar do sofrimento do povo e da morte de pessoas, na qual bebeu alegremente uns copos e discursou contra o Tribunal Constitucional por interferir nas suas decisões como chefe do governo. Em boa verdade, esta diatribe revelou que o convívio em coligação com as hostes fascizantes de Ventura já lhe pegou tiques comportamentais salazarentos.

Injustiça para com Montenegro

Por outro lado, acusa-se o chefe do governo de ter agido com lentidão no recurso ao tão endeusado Mecanismo Europeu de Protecção Civil.

Por uma vez, porém, o país está a ser injusto para com Montenegro. No fundo ele sabe que tanto fazia recorrer ou não a esse serviço porque os resultados (nulos) seriam os mesmos. Os tão badalados aviões Canadair que actuaram em Portugal foram cedidos temporariamente por Marrocos e outros dois chegarem, já na ausência destes, de um país como a Grécia, quase tão flagelado pelos fogos como Portugal. A Suécia cedeu dois Fire Boss, que já tinham estado na Bulgária, e a França mandou um helicóptero. Consta que equipas de combate a incêndios vindas da Letónia estiveram por cá de 1 a 15 de Agosto e que, a seguir, vieram outras de Malta, que se manterão até 15 de Setembro.

E foi tudo. Uma migalha perante a falta de meios de combate à calamidade dos fogos que continua a ser sentida. Por exemplo, um único foco de incêndio iniciado na região de Piódão alastrou com rapidez a Arganil e Pampilhosa da Serra, estendeu-se depois à Beira Baixa e entrou, a seguir, pela Beira Alta, depois de carbonizar grande parte das serras da Gardunha e da Estrela, manteve-se activo durante um período de tempo inacreditável – mais de duas semanas. “A solidariedade europeia não conhece fronteiras”, ufanou-se a senhora Van der Leyen ao anunciar um suposto “apoio a Portugal”. E Montenegro agradeceu por quase nada, trocando a arrogância em Lisboa pela sabujice a Bruxelas.

Poucos milhares para a vida, um bilião para a morte

A chefe da Comissão, no entanto, tinha muito mais, e mais importante, em que pensar. Estava de partida para Washington na companhia de alguns dos principais chefes de governos da União Europeia, uma romaria cumprida enquanto a Europa ardia, de braço dado com o homúnculo Zelensky. Todos foram beijar os pés ao imperador Trump, como se sabe um eterno apaixonado pela Europa. A excursão teve como objectivo principal reunir ainda mais meios financeiros e materiais para que a mortandade de ucranianos e russos possa prosseguir na tal guerra “necessária” para garantir a “segurança” da Europa.

Comparemos a despesa de umas centenas de milhares de euros, suficiente para o envio de quatro aviões, um helicóptero e meia dúzia de equipas de bombeiros de dois pequeníssimos países, com a verba de 100 mil milhões de euros que Trump obriga a União Europeia a investir na compra de armamento que será oferecido ao regime de Kiev. O negócio é simples e muito favorável aos povos europeus, como sempre acontece quando os seus dirigentes “negoceiam” com Trump para poderem continuar a guerra: os Estados Unidos estão dispostos a oferecer 100 mil milhões de euros em armas ao governo filonazi de Kiev desde que seja a União Europeia a pagá-las à indústria de morte norte-americana.

Aos 100 mil milhões de euros, uma verba já de si astronómica, somemos os 800 mil milhões que a União Europeia pretende investir na “modernização” do seu “sistema de segurança”, isto é, do aparelho de guerra. Para justificar essa verba a roçar o bilião de euros (um milhar de mil milhões), um comboio de zeros à direita, que a União Europeia não tem, sobretudo na crise existencial em que está mergulhada, modernizou-se a tese da “ameaça russa” e pretende-se fazer crer que os russos não pensam noutra coisa que não seja arrasarem a Europa para virem tomar banho no Atlântico.

Ao olhar o contraste entre a calamidade dos incêndios e o culto institucional da guerra não é difícil perceber mais um exemplo das opções desumanas da União Europeia. Conclusão que é a mais lógica consequência de um sistema de poder transnacional que encara as pessoas como meros serviçais do dinheiro e do lucro.

O governo da coligação PSD/CDS/Chega e IL, a exemplo da quase totalidade dos seus congéneres dos 27, concede migalhas para a segurança das pessoas contra as calamidades naturais ou provocadas, como grande parte dos incêndios, e dispõe-se a gastar verbas inimagináveis para criar um aparelho de morte susceptível, por este caminho, de sacrificar milhares e milhares de cidadãos. O sistema da “democracia liberal”, tornado obrigatório e único em todo o espaço federalista da Europa, não tem qualquer vontade e interesse em apoiar os povos nas suas lutas contra os fenómenos naturais porque, para ele, as pessoas são instrumentais a ponto de estarem destinadas, se o caminho actual não for invertido, a ser transformadas em carne para canhão. Basta olhar para o que está a acontecer na Ucrânia e para o apoio incondicional que a União Europeia testemunha ao destrambelhado Zelensky no sacrifício diário, e inútil, de milhares dos seus concidadãos. Não tenhamos dúvidas: se tudo continuar como está, essa poderá ser a sorte que nos espera.

Se apenas sabem viver em guerra, os governos europeus não têm qualquer necessidade de a inventar. Basta que se dediquem a tomar as medidas preventivas realistas, necessárias e eficazes contra as calamidades naturais – incêndios, cheias, ciclones, tremores de terra, tempestades localizadas, vagas de calor e frio extremos – e a criar sistemas de protecção civil dotados com os fundos e os meios indispensáveis para travar os combates em defesa da segurança das pessoas, e nos quais estas possam confiar. Essa é a verdadeira segurança de que os povos da Europa precisam.

Agora que venha o voto

Ao tentarem apagar os fogos descontrolados com as próprias mãos, com heroísmo, uma coragem e uma generosidade de que só o povo é capaz, os portugueses atacados por esse flagelo sentiram, em carne viva, o desespero da solidão, do isolamento, do esquecimento. Agora, em tempos próximos de eleições, assistiremos aos desfiles festivos dos membros da classe política governante, que se acha o “arco da governação”, para pedinchar votos até em lugares de que nem querem saber os nomes, prometendo para ontem a solução dos problemas dos incêndios, ao mesmo tempo que se vangloriam da abolição de cobranças que já nem existem, como as taxas moderadoras na saúde, que o governo decidiu “eliminar” na sua última reunião. Por aqui se percebe o destino que espera o mirabolante pacote eleitoral de medidas alegadamente reparadoras dos prejuízos dos incêndios.

Arrebanhados os votos, a arrogância autoritária voltará a descer sobre o país e atingirá, sobretudo, os mais desfavorecidos. Dentro de um ano regressarão os incêndios, principalmente no território que ainda falta arder mas, antes disso, as populações indefesas terão de enfrentar as cheias no Inverno, as chuvas torrenciais e arrasadoras quando menos se espera e outros fenómenos naturais nocivos, alguns deles localizados, que até nem os mais velhos se recordam de ter vivido.

Cumpre-se assim o destino ditado pela “democracia liberal”, o único regime permitido até ao dia em que as pessoas, lembrando-se destes e dos anteriores tempos de sofrimento máximo, provocados pelas calamidades naturais e governamentais, decidirem que a guerra na qual devem combater é contra o sistema de poder que arruína o seu dia-a-dia. A partir de então não permitirão que façam delas cúmplices e vítimas dos planos de extermínio colectivo inventados pelos seus governos para que os ricos fiquem cada vez mais ricos e os pobres ainda mais pobres.

A Europa já está em guerra. Não é preciso inventá-la. A segurança a garantir é a das pessoas, não a dos impérios financeiros, económicos e militares que sequestraram os chamados “valores ocidentais”.

Fonte aqui

18 pensamentos sobre “Esta é a guerra na Europa

  1. E as fake news para enganar pategos continuam. Teria caído um míssil russo sobre um edifício governamental em Kiev que não teria explodido por ter sido danificado pela maravilhosa e eficaz defesa aérea ucraniana.
    La dentro estariam muitas peças americanas e europeias que teriam sido obtidas por os russos contornarem as sanções.
    Depois dos russos a treinar combate com pás por não terem armas, depois dos frigoríficos desarmados temos os russos a nao conseguirem produzir nada por si próprios pelo que se conseguirmos que não lhes chegue peca nenhuma a Ucrânia finalmente vencerá e nos conseguiremos pilhar aquilo tudo e recuperar multiplicado por muito tudo o que enterramos no apoio ao nazismo ucraniano.
    Acredita quem quiser e infelizmente são muitos pelo que vamos continuar a sustentar aqueles trastes sonhando com a sua vitória.
    Quem se ri disto tudo e o corrupto antigo comediante que quando tocava piano com a gaita certamente não sonhou que um dia teria toda a Europa a lamber lhe o traseiro por via de serem uma cambada de energumenos e ladrões que não percebem que o tempo do colonialismo já passou.
    Valha lhes um burro aos coices.

  2. E falando em burros. 60 deputados cheganos votaram contra a ida de Marcelo a uma Festa dos Cidadãos, na Alemanha, porque o seu líder afirmou que a coisa era um festival de hambúrgueres e ninguém pensou sequer em duvidar da palavra do líder e ir a NET ver que evento era aquele. Achando também lógico que um governo se desse ao trabalho de convidar um dirigente estrangeiro para um festival de hambúrgueres.
    Se esta cambada tiver ainda mais votos nas próximas eleições e eu ainda estiver nos mares deste mundo chegarei a conclusão que isto não e um pais de bananas mas sim de alforrecas.
    Quanto a quem não e capaz de entender um texto a partir da segunda frase talvez esteja no sítio errado.
    Devia ir para o X (ex Twitter) que os Trampas deste mundo escrevem la textos curtinhos.

  3. Também me sempre me pareceu que se queriam dar um estado a uns única etnia e religião devia lhe ser dado um território na Alemanha, já que foi a Alemanha que lhes deu um bom desbaste.
    Agora dar lhe a terra que segundo o seu mito fundador lhes foi dada por Deus, dando lhes o direito a expulsar ou matar quem lá vivia so fazia sentido para quem quisesse continuar os seus planos coloniais naqueles territórios e em todo o Médio Oriente recorrendo a assassinos bíblicos.
    Gente cruel, gente que despreza todos os outros povos. Gente que mata sem qualquer remorsos porque não reconhece humanidade a ninguém.
    Quem os lá colocou sabia muito bem o que estava a fazer.
    Mas essa gente não merece lá estar. E isso tem de ser dito.
    E vao chamar antissemita ao diabo que os carregue.

  4. Tenho de concordar consigo.
    A Rússia numa guerra total com um império que sempre apostou na pilhagem e na morte em massa dos povos pilhados e na morte exemplar dos seus dirigentes não vai estar com meias medidas, muito menos morrer sozinha deixando esta gente pilhar aquilo tudo sofrendo pouco.
    Vai mesmo tudo raso e resta saber se sobrevivera algum para conseguir a almejada pilhagem.
    Mas parece me efectivamente que ou os povos acordam ou quem viver no Ocidente vai simplesmente morrer.
    Esqueçam os bunkers pois que ao contrário do que dizem os filmes ninguém aguenta tempo suficiente no isolamento de um bunker.
    A contaminação por radioactividade dura décadas como bem sentiram na pele as populações de Hiroshima e Nagasaki.
    Imaginem milhares de misseis com ogivas nucleares a cair sobre a Europa.
    Os vassalos morrerão todos.
    E sim, esta gente está disposta mesmo a sacrificar nos a todos e por isso escolheram uma estoniana raivosa e tresloucada para ser a voz da União Europeia.
    Sempre achei que esta União era um péssimo negócio apesar de nós ter permitido substituir os caminhos de cabras do tempo da Outra Senhora por estradas a sério.
    No meu caso concreto a minha situação não me permite emigrar para o Brasil como sei que deveria.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  5. Esta gente acredita que venceremos numa guerra total com a Rússia porque temos mais carne para canhão que eles.
    A vida da carne para canhão não vale para esta gente um tostão furado pelo que eles acham que o sacrifício de pelo menos metade de nós em troca da destruição e extermínio total do povo russo tal como sonhado por Hitler vale a pena.
    O problema e que a plebe tem engolido com anzol, linha e chumbada a ideia de que temos de destruir a Rússia ou seremos invadidos, os nossos homens empalados e as nossas mulheres violadas, ate porque os russos teem uma especial crueldade.
    Por isso acham também que o sacrifício de pelo menos metade de nós vale a pena.
    E esse esterco na pode ser tirado da cabeça de gente que não e capaz de entender um texto longo e esses são cada vez mais.
    Por mim podem meter os manuais de sobrevivência pelo cu acima.
    Não me interessa a sobrevivência num mundo dominado por esta gente.
    Vi a morte com enxada e tudo graças a uma experiencia científica que correu mal e cujo produto continua a ser vendido a doentes e idosos como eficaz e seguro.
    Cuido de uma pessoa que graças ao mesmo pode explodir o cogumelo a sua frente que não dará por nada.
    Por isso parece me que a vida num mundo dominado por esta gente seria igualmente muito curta.
    Como já e em zonas onde esta gente e imune como a Palestina.
    Mas lamento por todos os que morrerão, mesmo aqueles suficientemente idiotas para achar que o seu sacrifício e o dos seus filhos vale a pena.
    Mesmo tendo consciência de que nenhum filho das elites morrera.
    Mas sim, e notável a forma como a China se tem projectado no mundo.
    Partilhado tecnologia e conhecimento, sem ameaçar com armas e sanções e sem disparar um tiro.
    Mas esta gente das elites seguiu o caminho da guerra total, esta gente da plebe não acorda e muitos morrerão.
    Mas não conseguindo acordar ninguém resta nos beber a taça até ao fim amargo.

    • Os Euro-idiotas, que é como quem diz os NATO-m*rdas, ou os vassalos corruptos de Washington, que são SEMPRE vassalos corruptos independentemente do imperador nazionista genocida que se sente na sala oval, ainda não perceberam sequer uma coisa que o próprio Medvedev já explicou:l, e passo a parafrasear, pois não me lembro da citação exacta:

      – a Rússia até pode fazer uma intervenção limitada, paciente, cirúrgica, na Ucrânia, pois a Rússia vê o povo eslavo como um só povo irmão, e a Rússia tem plena consciência de que o inimigo é o regime glorificador de nazis, não é a maioria da população. Portanto a Rússia fez pausas operacionais, abriu corredores humanitários, recebeu milhões de refugiados ucranianos, e já reconstruiu boas partes dos territórios libertados ao ponto de já se viver melhor agora em Mariupol do que antes da guerra (iniciada em 2014 pelos nazis a mando da NATO i.e. dos EUA).

      – mas a Rússia não tem qualquer motivação para fazer o mesmo em relação aos países Europeus da NATO onde tanto os regimes como as populações são hostis a todo o povo Russo.

      – ou seja, se por acaso os vassalos corruptos de Washington, que estão a levar a Europa para o buraco, tiverem a genial ideia de imitarem a ditadura nazi de Kiev e de também eles se sacrificarem nesta guerra proxy, a Rússia não está disponível para arriscar um único dos seus soldados nesse confronto directo. Por outras palavras, e para ser totalmente claro: as linhas defensivas na fronteira leste da Europa, os tanques, a artilharia, os dentes de dragão, etc, nada disso importa, porque a Rússia não fará uma guerra total nem sequer convencional contra nós.

      – o que a Rússia fará, será colocar ogivas nucleares nos seus mísseis Orechnik e Sarmat, e irá no espaço de meros minutos aplicar-nos um castigo do qual podemos nunca mais recuperar.

      Foi algo mais ou menos assim que o Medvedev, ex-Presidente da Rússia, já colocou as coisas publicamente!

      Imagine-se o pior cenário para nós: num momento está um grupo de soldados portugueses, a mando do comando Norte Americano, claro, a operar dentro da Ucrânia o lançamento de mísseis ou rockets contra o território Russo
      No momento seguinte está no ar um Orechnik ou um Sarmat a caminho de Lisboa, que em poucos minutos fará a destruição do terramoto de 1755 parecer uma brincadeira.

      E Portugal, aliás, a NATO não tem uma única defesa eficaz contra isto.
      E os EUA, Reino Unido, e França, os nucleares, não irão arriscar as suas capitais em nome do mito que é o artigo 5 da NATO. Não vão arriscar os seus pescoços em nome dos vassalos idiotas em Lisboa que se voluntariaram para o sacrifício.
      Não.

      Em vez disso, os NeoColonialistas e Inperialistas tresloucados e genocidas de Washington, Londres, e Paris, Irão mandar o país vassalo seguinte sacrificar-se.
      E a Rússia fará a vontade a todos eles!

      Isto parece loucura. Isto é loucura. Nem conseguimos imaginar tal cenário. Nem queremos acreditar que alguém no Ocidente pense assim…
      E no entanto é exatamente isto que se planeia em Washington, Londres, e Paris.
      Porque outra razão é que a Kaja Kalas, após uma vida inteira a destilar ódio Russofóbico, e depois de fornicar a economia da Estónia, havia de ser premiada para um cargo/tacho numa UE que se revelou como uma mera máquina de multibanco da NATO?
      Porque razão se havia de dar ainda mais destaque (e dinheiro) a uma tresloucada que já disse em público que “temos de perder o medo das armas nucleares”?

      Não existirá nenhuma guerra total nem sequer convencional entre Rússia e Europeus vassalos dos EUA.
      Só existirá um momento de loucura e sacrifício dos vassalos, seguido da destruição total desse vassalo, no espaço de minutos! Vai ser uma “Gaza” de Lisboa até Helsínquia…

      Portanto o meu conselho é este: vivam o que têm a viver e imigrem para fora do Ocidente, ou então mantenham-se nesta podridão e preparem-se para morrer.
      Não é por acaso que o “doutor” Ângelo Correia, histórico do PSD/AD, foi há um par de dias a um MainStreamMedia português dizer que a Europa tem de se preparar para a “solução militar”… Vassalos corruptos (e grandessíssimos filhos duma grande p*ta) como este, são a razão desta podridão, e serão os nossos coveiros. E os eleitores desta gentalha só se podem queixar da sua própria ignorância, teimosia, e estupidez.

      Felizmente já há sinais de luz ao fundo do túnel: em França, o ditador Facho-Liberal Macron, do alto dos seus 15% de aprovação, já tem o país todo bloqueado por protestos, e a polícia a oprimir violentamente quem desespera por um pingo de democracia.
      Ou Macron se demite, ou o povo vai lá buscá-lo à força!
      Idealmente será o próprio regime que vai cair, pois a ditadura da oligarquia e da burguesia (os 15% que ainda apoiam Macron) não tem quaisquer condições de continuar a existir.
      E a esmagadora maioria dos Franceses, ora na Esquerda patriótica, ora na Direita nacionalista, estão completamente fartos, quer do sistema económico (obviamente por motivos diferentes), quer da aliança atlântica (aqui a maioria não é tão esmagadora, mas existe!).

      É portanto esta a nossa única esperança de salvação: que a coisa rebente por baixo, antes de nos rebentar em cima.
      Ou, para que todos entendam: ou é a guilhotina para a oligarquia Europeia, ou é a cova para o povo. O momento do “isto vai ao sítio se formos votar bem nas eleições” já passou há muitos anos!
      Na ditadura Facho-Liberal vassala corrupta de imperialistas zionazis genocidas e com PRESStituição quase omnipresente capaz de manipular centenas de milhões de Europeus, as “eleições” são uma farsa! A verdade é um estorvo! A paz é uma miragem!.O Estado de Bem-Estar Social e os Direiros Laborais são lembranças do passado! A estagflação e uma nova crise das dívidas soberanas é o nosso destino! E o futuro só não é incerto, porque passou a haver a certeza de que isto vai acabar muito mal, ou em lágrimas, ou sem sequer haver gente viva para chorar!!

  6. O que fica dito atrás, sendo verdadeiramente horrível, não é ainda o pior. O que aí vem ultrapassa tudo o que de mais execrável se possa imaginar. O ministério da saúde francês informou a rede hospitalar de que deverão estar preparados para a afluência de muitas dezenas de milhar de feridos, na ordem dos 50,000, civis e militares por mês, dentro dos próximos meses, facto que foi considerado “normal”. A data aventada seria por alturas de Março de 2026. Se a isto juntarmos o facto de o governo gaulês já ter enviado a cada lar um manual de sobrevivência, temos composto o cenário que o palhaço Rutte vem trabalhando, já que apela para uma mentalidade bélica em que os fundos de pensões, saúde, s. social e de outros serviços públicos sejam realocados a despesas militares. Não esqueçamos igualmente que Trump alterou o nome de departamente da defesa para o da GUERRA. A conclusão é inescapável. A terceira já aí está ao virar da esquina e as elites estão todas de acordo. Sim , o que poderá dar errado?

    • O título que vem no link é tão tresloucado e estapafúrdio que nem vale a pena abrir o link para ler o resto.

      O Ocidente sofre de Capitalismo em excesso, selvagem e neocolonialista e imperialista, e está novamente a recorrer ao fascismo nacionalista, agora que o fascismo Liberal está a implodir.

      É o oposto de Comunismo, que pode ser (nem sempre é) demasiado regulatório/planeador, e é anti-colonialista, é anti-imperialista, é anti-fascista e é internacionalista.

      Que a UE seja uma ditadura, isso é verdade. Mas é uma ditadura da oligarquia (NeoLiberal), não é o oposto: uma “ditadura” do proletariado (Marxista-Leninista).

      A única comparação estrutural entre Comunismo e Ocidente é uma comparação parcial e é só na UE: uma burocracia que incomoda mais do que ajuda. Os EUA não estão nessa situação, bem pelo contrário, sofrem de falta de regulação.

      A outra comparação é conjuntural e também só é parcial: o momento do apodrecimento e da implosão. A USSR apodreceu, o povo perdeu a confiança NOS DIRIGENTES. Mas (e é um grande MAS) em 1990 a esmagadora maioria do povo Soviético QUERIA A CONTINUAÇÃO da USSR na maioria das Repúblicas que faziam parte dessa União. A UE nem tem este sentimento junto do seu povo agora (no momento do apodrecimento), nem nunca o teve sequer no seu melhor período.

      E depois temos a China. A versão Chinesa de Comunismo é um SUCESSO ESTRONDOSO! Foram corrigidos os erros do passado, há equilíbrio entre planeamento e livre mercado, há equilíbrio entre medidas Capitalistas e medidas Socialistas. A esmagadora do povo sente-se representado pelos seus dirigentes. Promove-se a paz e a cooperação ‘win-win’ em todo o planeta. A China cresce 5% ao ano. Já tem a maior economia do Mundo (medida em PPP) e vai ser inevitavelmente o DOBRO da dos EUA no final deste século. A China promove o Multipolarismo, é bem recebida em TODO o lado, e todos levam a sério a sua diplomacia: quando Xi convida, o resto do Mundo atropela-se para aceitar o convite. Quando Xi fala, todo o Mundo ouve com atenção. A pobreza está eliminada, a China lidera em tecnologia (ultrapassou o Ocidente que já nem consegue competir sequer na base da proibição e tarifas) e partilha know-how com países parceiros, tem mega-cidades por todo o país (que parecem coisas de filmes futuristas, quando comparadas com as Europeias), e sozinha tem várias vezes mais capacidade industrial do que o Ocidente inteiro.

      Quem dera aos ocidentais terem um regime assim. Este é o século do Comunismo Chinês. Dos BRICS. Da Belt & Road Initiative. Da SCO. Do novo sistema de governança Mundial (que ou vai reformar a ONU, ou a vai substituir). São 1.4 mil milhões de pessoas com um regime que verdadeiramente os representa, e que promove um igual progresso para toda a humanidade. Sem olhar para ninguém como inimigo. É a primeira vez na história da humanidade que isto acontece! Celebremos!!

    • Já percebemos que és um idiota chapado, com laivos de imbecilidade e consumidor de propaganda para pategos até dizer Chega!
      Não precisas de estar sempre com a ladaínha dos soviéticos da UE e do comunismo, já percebemos que tens pouca capacidade para raciocínios lógicos, problemas de educação/formação, e estás cheio de macaquinhos no sótão.

  7. Entretanto segundo um relatório da OCDE Portugal e também um país de muitos burros bípedes.
    46 por cento dos tugas entre os 24 e os 64 anos não consegue entender um texto longo so conseguindo entender textos curtos e sem informação relevantes.
    Por isso as atoardas do 4 pastorinho e outros meliantes caem tão bem. E e por isso certamente que e impossível ter uma conversa séria e argumentar com um chegano.
    O homem responde logo com um destes textos curtos, “os imigrantes estão a tirar nos os empregos”, “os imigrantes vivem de subsídios enquanto eu não tenho nada”, “os russos deviam ser banidos da terra”, “os gajos de Gaza mexeram num vespeiro, agora aguentem”, “os muçulmanos são uma raça maldita que viola crianças de 11 anos”.
    A inteligência já não chega para acrescentar que por isso faz para eles todo o sentido que assassinos bíblicos tirem essas crianças da sua miséria matando as.
    Todas estas pérolas eu já ouvi ou li e tratei de os mandar a merda.
    Não tenho paciência nem estofo para tentar argumentar com gente dessa e não podendo rachar lhe a cabeça para ver se lá entra alguns coisas de jeito o melhor e manda los ir ver se o mar da Kraken e ir vivendo enquanto essa gente deixa.
    E ir votar porque nunca o niilismo salvou ninguém de novos fascismos e novas ditaduras.

  8. Entretanto noutras latitudes, o Tiranossauro tresloucado ameaça usar a força contra um país continental como o Brasil para defender Bolsonaro em nome da defesa da “liberdade de expressão”.
    Porque para estes psicopatas, bandalhos, assassinos, defender um golpe para se perpetuar no poder mesmo que para isso seja preciso assassinar os dirigentes eleitos e liberdade de expressão mas condenar o genocídio em Gaza e dizer que o Estado genocida de Israel nunca deveria ter sido criado e apoio ao terrorismo.
    Estamos conversados mas isto e tudo uma canalha.
    Porque tal como com o genocidio em Gaza esta Europa está calada ante as ameaças a um país que já sofreu literalmente fome, peste e guerra graças as interferências ianques na sua política interna.
    Um pais que esta a beira de sofrer nova ditadura militar como a eye ensanguentou o país durante 20 anos.
    Mas esta Europa podre, que fez bons negócios nesse tempo e voltou a faze los nos anos Bolsonaro, sonha com bons negócios outra vez e por isso a democracia brasileira pode cair e quanto mais depressa melhor.
    O nosso PR, que chegou a chamar “irmão” ao jagunço Bolsonaro, não tem agora nada a dizer.
    A Europa pode fazer bons negócios com um Brasil democrático e com um povo próspero, mas e insaciável e quer mais que isso. Quer dado.
    Por isso se curva aos desmandos do Tiranossauro que já tendo visto que não vai lá com bloqueios e tarifas ameaça agora a guerra total em territórios que os americanos sempre virem como “o nosso quintal”.
    Tal como a Rússia, o Brasil está sobre um mar de recursos que esta gente quer pilhar.
    Isto nunca foi nem nunca será sobre democracia e Direitos Humanos e os planos delineados em Junho para o Irão deviam tirar todas as ilusões aos pategos.
    Era um regresso a ditadura cruel de 1978 que se queria pela mão de um filho do tresloucado dirigente deposto.
    Nada de eleições livres, liberdade de expressão e essas relíquias de outros tempos.
    Para os países latino americanos o que se pretende e um regresso as ditaduras que nos anos 60 a 80 ensanguentaram e pilharam todas aquelas terras.
    E a Europa sonha com migalhas e por isso é cúmplice.
    Entretanto a Comissão Europeia quer emprestar seis mil milhões de euros a Portugal.
    Nao para equipar ambulâncias e hospitais e contratar profissionais de saúde. Não para construir habitação acessível. Não para equipamentos de combate a fogos rurais.
    Para a “defesa”. Para o apoio ao nazismo ucraniano pois que essa armas de nada servidão a milhares de quilómetros do país cuja invasão dizem temer.
    Estaria com ganas de vomitar se tivesse já comido qualquer coisinha.
    Vão ver se os rios dão cardumes de piranhas e se o mar da cardumes de tubarões brancos famintos.

  9. Quem se opõe a um bando de assassinos bíblicos sabe que não está seguro em lado nenhum dada a impunidade que o mundo lhes da.
    Esses monstros já mataram gente na Europa toda e na Noruega foi morto um cidadão marroquino que nada tinha a ver com o peixe.
    Por isso este ataque não e o primeiro, não será o último e não deve surpreender ninguém.
    Para isso era preciso que alguem tivesse coragem para arrasar de vez aquele Alentejo que queima.
    Mas toda a gente parece ter o rabo preso com aquela canalha vil.

    • Certíssimo. Até os regimes Árabes ou têm o rabo preso, ou são demasiado covardes, ou são simplesmente idiotas como é o caso do Qatar, que acabou de ser bombardeado com os aviões de suporte/intelligence (dos EUA) a esse bombardeio (zionazi) a levantarem voo do próprio Qatar.
      E o que é que o Qatar faz hoje? Nada. Uma declaração e está resolvido…

      Era preciso uma coligação militar para ARRASAR o projecto colonial ilegítimo racista chamado “israel”, um projecto colonial aprovado numa ONU onde quase só estavam poderes ocidentais coloniais, com fronteiras inventadas em 1947 por um par de Anglo-USAmericanos. Um projecto baseado desde o primeiro dia em invasão, roubo de terras, terror(ismo), limpeza étnica, racismo (Apartheid), massacres, e um genocídio (do povo Semita Palestiniano) que começou lento mas cada vez mais acelera.

      E que coligação militar devia ser essa? Logo para começar, toda a Liga Árabe. Depois a cooperação do Irão também da Turquia. E finalmente um apoio dos gigantes Rússia e China, que poderia ser diplomático e em termos logísticos e não necessariamente de envolvimento militar.

      E os países Europeus deviam também fazer algo: bloquear o Mar Mediterrâneo e o espaço aério Europeu para impedir os genocidas USAmericanos de abastecerem os zionazis. Seria o fim da NATO. Mas seria também a salvação da Europa.

      No final, não bastaria regressar às fronteiras de 1967 (pois isso seria premiar os zionazis genocidas), nem sequer às fronteiras iniciais inventadas em 1947 (pois isso seria premiar o colonialismo sionista e o imperialismo Anglo-USAmericano. A fronteira do Estado da Palestina devia ser 100% da Palestina, do rio Jordão até ao Mediterrâneo, e da Galileia e Montes Golã até à península do Sinai.

      A seguir haveria paz no Levante. A Palestina, ao contrário dos zionazis genocidas, teria boas relações com todos os vizinhos.

      E para onde iriam os colonos zionazis? Simples: de volta para os seus países ocidentais. Então e um Estado Judeu, um Estado só para Judeus? Faz tanto sentido como um Estado só para Muçulmanos Sunitas Salafitas Jihadistas, i.e. o Estado Islâmico. Ou seja, não faz sentido nenhuma, sob ponto de vista nenhum, nem do Direito Internacional, nem dos Direitos Humanos, nem sequer da Bíblia Hebraica (Torah, Antigo Testamento).

      Se por acaso os zionais Anglo-USAmericanos têm assim tanta vontade de dar um Estado a uma só etnia/religião, então escolham um pedaço do seu próprio território, longe da fronteira de outros países. O deserto no Sul do Nevada parece-me a escolha ideal. Façam uma “israel” aí, filhos da p*ta!

  10. Hoje foi o Qatar. Já o disse aqui, mais do que uma vez, mas nunca é de mais: estamos todos reféns, o planeta inteiro está refém, de uma horda de loucos furiosos armados até aos dentes, uma federação anárquica de bandidos e ladrões, uma hipersupermegamatilha de cães raivosos completamente descontrolados, um hipersupermegabando de terroristas e assassinos psicopatas, uma cambada de doidos! Hoje provaram-no, mais uma vez! Aquela merda é um cancro em estado avançado de metastização e o império do bem é uma megametástase!

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