(Bruno Carvalho, in Facebook, 28/08/2025)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

A choradeira de Helena Ferro Gouveia sobre os ataques que lhe são proferidos por se candidatar nas listas de Carlos Moedas a Lisboa, em conjunto com o ucraniano Pavlo Sadokha, ex-assessor do partido de extrema-direita Svoboda, fazem-me recordar todos os insultos que me dirigiu por ter sido eleito deputado da CDU à assembleia municipal da Amadora em 2021.
Na verdade, como Israel, Helena Ferro Gouveia é perita na arte da vitimização. Faz bullying a tudo e todos, apoia o genocídio em curso na Faixa de Gaza e sempre que alguém a contesta faz-se de vítima.
Diz uma coisa e o seu contrário a seguir. No meu caso pessoal, por ter feito a escolha legal e legítima, usufruindo do meu direito enquanto cidadão de me candidatar por uma lista política às eleições locais, fui atacado por outros jornalistas, comentadores, etc.
É até curioso que nestas autárquicas, quando há outros jornalistas que se candidatam por partidos como o PS, o PSD ou o Chega, não haja, como aconteceu no meu caso, artigos indignados em jornais e revistas apontando a alegada parcialidade dos visados.
E ainda bem. Porque a participação eleitoral dos jornalistas é um direito e ninguém é mais objectivo por esconder as suas convicções políticas, desportivas ou culturais. Elas não deixam de existir por não serem conhecidas.
Acho que está a dar importancia a mais a esta facinora. Ninguem liga ao que ele diz, e nomedamente na CNN. inclusive nem sequer sei porque é convidade, para nao dizer nada de substantivo. Háuma coisa uqe le faz nao perfeiçao, é nao deixar falar outros componentes do painel, interromper os mesmo, e acereja no topo no bolo, é campea mundial no atirar copos de agua a outros membro do painel, isso, sim elea faz bem. No fundo, bem no fundo, é uma pobre coitada.
Eu percebi, a Europa e fruto de influências próprias, asiáticas e até africanas. Pena e haver muita gente que não percebe e por isso haver, por exemplo, cultos evangelicos a dizer que o estado genocida de Israel resulta da vontade do próprio Deus pelo que os críticos de Israel são blasfemos e inimigos de Deus.
E a dizer que devemos uma certa vassalagem aos judeus.
A sério que há bandalhos que dizem isso.
E sim, muito do nazismo tem muito da doutrina judaica de pureza racial. Simplesmente coloca os arianos no lugar dos judeus.
E foi a influência desta doutrina de exclusão que ditou, por exemplo, o tratamento cruel dado aos leprosos e outros doentes.
O judaísmo e uma doutrina cruel e terrível de racismo e exclusão de toda a diferença e ate enfermidade.
Há no Pentateuco uma obsesso pela pureza racial e física.
Ninguém com qualquer deficiência por mais leve que fosse poderia servir como sacerdote.
Alguém em que se declarasse lepra perderia o seu lugar na sua casa, na sua família, na sociedade. Relegado para a periferia das cidades seria apedrejado se se aproximasse.
A Bíblia relata a história de um comandante militar sírio que teria sido curado justamente de lepra por intervenção divina. Descrito como “homem poderoso e valente embora fosse leproso”.
Ou seja, nas sociedades “impuras” e consideradas inferiores em redor de Israel uma enfermidade não excluia ninguém da sua casa, da sua família e da sua posição na sociedade.
Ele continuava a servir os seus até que o seu corpo finalmente cedesse. Sem se ver literalmente no olho da rua quando mais precisava de solidariedade e humanidade.
Mas e esta barbaridade de exclusão que muita gente tomou como exemplo e nos diz que nos influencia.
Se alguma influência houve foi para nada de bom mas para coisas como obrigar os leprosos a usar sinos para avisar os saos das sua presença e confins los em espacos fechados.
Porque outra barbaridade que se foi buscar ao Pentateuco foi o considerar as doenças mais cruéis como um castigo divino e por isso merecido pelo que quem o sofria não merecia ser ajudado.
Foi quanto nos começamos a libertar da influência nefasta dessa crueldade que começamos a tornar nos humanos no tratamento dos doentes e dos deficientes.
E foi o Cristianismo que ditou essa humanidade, com todos os seus defeitos.
O nazismo recuperou toda esta crueldade e os primeiros a começar a ser exterminados foram justamente os deficientes que tinham sido na sua maioria previamente arrebanhados em instituições.
Não tenho religião alguma mas aquilo que se pretende como verdadeiro cristianismo não pode ter nada a ver com esta doutrina de crueldade. Uma doutrina de solidariedade não pode ter mesmo nada a ver com isto.
Que exerce hoje a crueldade que vemos em Gaza justamente porque não e capaz de seguir em frente. Continua a viver há quatro mil anos atrás. Quando o cerco e a fome eram armas legítimas e fruto da vontade e das ordens de um Deus cruel e carrancudo.
Quando os outros não eram humanos mas gente cuja destruição tinha sido ordenada por mandado divino.
E cruel e despreza nos a todos. Porque continua a viver há quatro mil anos atrás por muita cosmética de rock and roll, calças de ganga e venham a mim os homossexuais que use.
Pelo menos não continuam a defender a cara podre a barbaridade de que se dois homens fossem achados juntos deveriam ser mortos a pedrada. Sao cruéis mas não são parvos e neles acredita quem quiser e quem não teve pesadelos com os massacres do Antigo Testamento.
Para esse peditório já dei.
Israel tem agora um plano para esvaziar toda a cidade de Gaza.
Há cristãos a dizer que não saem e líderes judaicos a dizer que se e o martírio que querem Irão te lo.
Teem destruído locais de culto cristão deliberadamente tanto em Gaza como na Síria e no Líbano.
E pergunto quem é que depois disto tudo ainda tem a pouca vergonha de falar em cultura judaico cristã embora tenha de reconhecer que sao muitos.
Mas por mim podem ir todos ver se o mar da Kraken.
Boa lição de história da Europa para quem se der ao trabalho de ler.
A Europa de hoje, para o bem e para o mal e fruto das dezenas de povos que por aqui passaram ou aqui se fixaram.
A influência desse cruel povo do Médio Oriente e só mais uma entre tantas outras.
Mas a ideia de uma cultura judaico cristã, com valores comuns, repetida até a náusea nos últimos tempos serve também o propósito de convencer pategos de que temos uma relacao especial e proxima com tal gente.
Serve também para convencer pategos de que temos obrigação de apoiar a sua crueldade bíblica, há um texto muito bom do Joao Goulão sobre isso que já foi publicado aqui, estando nos nas tintas para as suas vítimas.
Por mim não há nada mas mesmo nada que me ligue a cultura judaica a não ser as alheiras.
Abomino o racismo que me considera inferior e gentio, a sua ideia de superioridade racica que culminou naquela doutrina nefasta, onde o nazismo bebeu, a que se chamou sionismo, a sua crueldade intolerável que não e de hoje.
E vão chamar antissemita ao diabo que os carregue.
Não referi os eslavos, os hunos, os mongóis, os tártaros, os turcos, e os povos do leste europeu (húngaros, búlgaros, cossacos, etc), pois quis focar-me no Ocidente e nos povos que influenciaram a Península Ibérica e o oeste peninsular. Mas penso que se percebeu a ideia. Os propalados “valores da civilização judaico-cristã”, que para a maçonaria e ordens e irmandades secretas similares podem ser muito importantes, o sol da terra que ilumina as suas práticas e os seus actos, são apenas uma faceta entre muitas outras da nossa História e costumes, e não uma verdade absoluta e inquestionável, petrificada. Os cristãos não têm de fazer circuncisão, podem comer carne de porco e comida não kosher, não têm motivos para se considerar seres humanos superiores pela sua origem, etnia ou nacionalidade, e muitas outras coisas mais que nos distinguem como culturas e povos dos judeus, sejam os actuais ou os antigos. Têm grupos linguísticos diferentes, alfabetos diferentes, numeração diferente, e só tiveram leis de pureza racial quando os nazis resolveram promulgar e impor as infames Leis de Nuremberga, que ironicamente são decalcadas dos princípios de pureza “racial” judaicos, e originaram a Shoá, a Solução Final, a perseguição aos judeus, mas também aos ciganos, etc…
E o bandalho do Rangel já veio dizer que o Estado não tem responsabilidade jurídica de proteger quem for na flotilha que vai chamar a atenção para a barbaridade que Israel está a fazer em Gaza.
Fossem a Kiev e levassem com um míssil russo nos cornos já eles arranjariam maneira de ter tal responsabilidade.
Isto realmente só com merda no focinho.
Essa da cultura judaico cristã e outra que não sei onde raio foram buscar.
O Cristianismo foi uma ruptura com o judaísmo e tanto foi assim que a elite judaica do tempo tudo fez para que as autoridades judaicas romanas pendurassem o tido como fundador da nova religião numa cruz.
A elite judaica esteve por detrás dos primeiros assassinatos de cristãos, matando muitos com requintes de crueldade pois que matar a pedrada era a sua forma preferida de matar esses dissidentes.
O Cristianismo surge como uma doutrina que acolhe qualquer um, tenha a cor que tiver ao passo que o judaísmo se manteve firme na ideia de que a sua raça era escolhida por Deus.
O que aconteceu foi que mais tarde o cristianismo adquiriu muitos maus hábitos do judaísmo.
Entre eles a de uma elite clerical que sacava o dízimo e, mais tarde, a ideia de uma superioridade ocidental e cristã sobre todos os outros povos do mundo. E, claro, o tratamento cruel da dissidência.
Mas uma religião apanhar vícios de outra não a liga a uma religião que pendurou o seu fundador numa cruz e nos chama a todos gentios.
Tambem o cristianismo apostou na conversão de gente de raças diversas, apesar dos abusos, ao passo que o judaísmo e a única religião “do livro” que não aposta em proselitismo. Justamente porque continua a acreditar numa superioridade não só religiosa mas também racial e não maneira de lhes tirar esses macacos do sótão.
Por isso cultura judaico cristã o raio que os parta.
Vão ver se o mar da choco.
Pois, e mesmo retirando as idiossincrasias religiosas, nem a nível cultural há uma linearidade entre a cultura dos originais hebreus / judeus / israelitas e a cultura europeia de origem indo-europeia, não na(s) língua(s), não nos alfabetos (o nosso, latino, deriva do alfabeto fenício, assim como o grego, e o cirílico foi criado posteriormente), não nos algarismos (depois da numeração romana, e com a introdução da numeração árabe pelos mouros na Europa, que por sua vez derivava da numeração indiana)…
O que houve foi o contacto entre civilizações europeias, mediterrânicas, com o médio oriente e o norte de África, e mais além, e intercâmbio cultural, e depois com a disseminação dos judeus e dos cristãos, o texto do pentateuco em comum a ambas as religiões, e a criação de comunidades dispersas, a diáspora (após a segunda destruição do Templo pelos romanos), umas mantendo-se mais circunscritas e isoladas, outras tornando-se primordias e dominantes (as comunidades cristãs, oficializadas como religião oficial pelo imperador romano Constantino), como aconteceu com várias nobrezas, além das invasões e fugas às invasões ao longo dos séculos, normalmente de leste para oeste (cá à Península, onde viviam os celtiberos, e com colónias fenícias, gregas e cartaginesas, chegaram ao nosso rectângulo e passaram por ele Vândalos, Alanos, Suevos, Visigodos, os Mouros, e claro, as comunidades minoritárias de sefarditas e outras)…
Mas para esta gente que vive da reescrita da História para ludibriar pategos, parece que nada disto serve para “reforçar laços” com o sionismo colonialista, segregacionista e genocida… há que “dourar a pílula” e excitar os “macaquinhos no sótão”…
Também houve as incursões vikings, e de piratas do norte de África ou doutros pontos no Mediterrâneo, ao largo da costa sul e sudoeste, mas não se tratando aqui de invasões de conquista e sim incursões de pilhagem. Não houve fixação em grande escala como aconteceu na Normandia, nas ilhas britânicas e Irlanda, ou em territórios desabitados ou escassamente povoados como Gronelândia e Islândia, Nova Escócia, etc…
Por falar em vikings, ou nórdicos, também eles de origem ancestral indo-ariana ou indo-europeia (tal como os iranianos, ou os seus antepassados persas), estes tinham uma espécie de alfabeto (rúnico) de características distintas, não relacionado ou derivado das línguas semíticas antigas (aramaico, hebraico, etc), nem do latim ou grego. Mas também as suas línguas (e as germânicas) são de raiz indo-europeia, mais relacionadas e derivadas ao sânscrito e outras línguas, no que se refere à oralidade, etimologia e semântica. De todas as línguas ocidentais, o basco é a mais exótica, não é uma língua latina, nem anglo-saxónica, nem nórdica, assim como a sua origem genética é peculiar.
A romanização da Península foi marcante pela sua duração e pelo carácter de transformação civilizacional, no sentido cultural, político, estrutural, urbano… mas já antes fenícios e gregos, e os descendentes dos fenícios estabelecidos na região da Tunísia (Tunes, Cartago) tinham estabelecido contactos, trocas comerciais, pequenas colónias e povoações, portos). As Guerras Púnicas tiveram na Península Ibérica uma plataforma “giratória” e territórios objecto de disputa, ganhos e perdidos para ambas as potências mediterrânicas. Com o fim das Guerras Púnicas e a destruição de Cartago, os romanos dominaram gradualmente todo o mediterrâneo, a costa Atlântica ocidental até ao Canal da Mancha, pelo menos…
Depois o colapso do Império romano com as invasões dos “bárbaros”, em sucessivas vagas empurrando-se para oeste, que já referi acima (no que toca aos povos que chegaram ao território que corresponde a Portugal Continental na actualidade).
A seguir os mouros, que também tiveram uma longa presença por cá, tal como os romanos, e trouxeram também progressos, alguns como já referi ligados à matemática e às ciências, outros à engenharia e arquitectura civil e militar, ou à agricultura, filosofia, etc (traduziam os antigos textos gregos e tinham escolas e cátedras, delicadas ao progresso do conhecimento e do saber). Tanto assim foi que também influenciaram a língua portuguesa de forma marcante, tornando-a, a par das línguas ibéricas vizinhas, distinta entre as línguas latinas, ainda mais abrangente em conteúdos e expressões. E por aí fora, a Reconquista, etc e tal… para alguns iluminados a História de Portugal começa apenas aqui, com o Condado Portugalense fundado por um nobre franco, o conde D. Henrique da Borgonha, ao serviço do reino de Leão.
Mas querem convencer-me que os templários é que fundaram a “portugalidade”, com a Primeira Dinastia, Afonsina? Que o D. Afonso Henriques foi o primeiro lusitano? Fundou a pátria? Mas e a língua, também foi ele? A língua é a pátria, e está sempre em evolução – ou regressão, como hoje em dia, até por causa de Tratados manhosos, Acordos Ortográficos e o constante abuso de inglesismos para expressar “novidades”, ou “modas”, inclusivamente substituindo expressões portuguesas altamente versáteis por expressões anglo-saxónicas, por vezes até traduzidas e “normalizadas” no português. Querem impingir-me que o cus cus é sefardita?
Agora tenho de ser templário para ser português? Já nem sequer existe uma religião oficial de Estado, apesar da Concordata, o Estado é laico. Também a Constituição não discrimina um cidadão ou cidadã pela origem, a etnia ou a classe social, por quê a obsessão com a “tradição e os valores da civilização judaico-cristã”? Por que não com os da “Lusitânia”? Ou os do Al-gharb, que até se considerava um reino (e um território) específico? Ou os Visigodos? Ou a tradição céltica (celtibera)? Por quê em específico realçar o carácter da “portugalidade” apenas a uma parte da essência de ser português? É preciso impôr a um português o que é ser português “de bem”? Quando são ainda por cima os “educadores do povo” os mais propensos ao deslumbre e à fascinação e à submissão ao interesse estrangeiro? Ao interesse que nunca compreenderá o que é “ser português”?
Para reforçar a ideia, as principais cidades, ou pólos urbanos, grande parte delas ainda hoje existentes (obviamente quase todas muitíssimo alteradas, por vezes quase completamente, aumentadas e desenvolvidas, ou até mesmo relocalizadas nas imediações), foram fundadas antes mesmo da “reconquista cristã”! Algumas preexistiram a introdução do cristianismo (e da “diáspora”) na Península Ibérica. Outras foram fundadas pelos romanos, antes mesmo do cristianismo ser a religião oficial do Império. Seremos portanto uma “civilização de tradição e valores fenício-romanos”? Também, mas não só, está muito longe de ser esse traço o único que nos define como portugueses. Também houve povoações criadas pelos bárbaros, cujos reinos foram um pouco mais “efémeros”, e com a ocupação moura e árabe, muitas cidades e povoados foram fundados, algumas preservando ainda hoje o seu nome árabe ou uma evolução do mesmo, outras mudando para nomes “latinos” com a reconquista. Portanto, muitas das cidades (capitais de distrito e outras comparáveis) que hoje compõe (a povoação de) Portugal existiam antes mesmo de existir Portugal, ou até mesmo o Condado Portucalense!
Para dar exemplos: Lisboa existia (muito) antes da reconquista, precede até a romanização, hoje é a capital de Portugal e o seu “centro” político e cultural (não confundir com único pólo cultural ou sequer com “sulismos e elitismos”, como dizia o outro). Situa-se também, como é da praxe nestas coisas, com algumas excepções, mais ou menos no seu centro geográfico e numa zona propícia à localização de uma urbe-metrópole de grande escala, com um rio navegável, acesso ao mar, e em localização privilegiada, abrigada e ao mesmo tempo acessível. Aljezur preserva a semântica árabe no nome, assim como Alcácer do Sal, e por aí fora. Isto acontece sobretudo no sul, mas também em alguns sítios do centro e norte (Tunes, Algoz, Almodôvar, Alverca, Alhandra, Alpiarça, etc). Silves é uma derivação do árabe Xelb ou Xilb. Coimbra deriva da cidade antiga de Conímbriga (fundada pelos romanos), numa localização ligada ao rio Mondego. Idem para Braga (Bracara Augusta), e outras mais.
Normalmente, povoados com o nome de Vila Nova foram fundados pelos reis cristãos, por vezes sobre povoações mais antigas. Ah, e o mais conhecido de todos, por vários motivos, alguns mais óbvios que outros, o nome de Portugal (dizem que) deriva de Portum Cale, referindo-se à cidade do Porto. E por aí fora, chega de exemplos.
Já nem vou a outras características que definem o território, sobretudo as naturais, geológicas e geográficas, geofísicas. Os rios, as serras, as planuras, o litoral, os climas mediterrânico e continental (marítimo), obviamente precediam tudo isso, com várias transformações geofísicas no decorrer dos tempos, mas já definiam o território e as suas circunstâncias, o “lugar” em que Portugal existe como “nação”.
Desconhecer a História das cidades que compõem o país é reescrever a história, a génese da “portugalidade”, e cada uma tem as suas características próprias, as suas circunstâncias e o seu lugar. São umas mais importantes que outras, por terem sido fundadas em diferentes épocas, ou circunstâncias? Ou são todas “Portugal”?
Portanto, essa noção que Portugal é uma país que existe reescrevendo as suas raízes históricas e culturais mais profundas e antigas é uma parvoíce, uma cegueira ideológica sem qualquer valor acrescentado. Ou que uns são mais portugueses que outros, outra idiotice ainda mais patega.
Uma curiosidade: segundo já li algures, ainda existiam grandes felídeos na Península Ibérica por volta do ano 0 da era cristã. Gradualmente foram extintos, a acção humana teve grande peso. Provavelmente, mesmo que sobrevivessem mais um ou dois séculos, os romanos, com os seus gostos gastronómicos excêntricos e os seus circos, acabariam com os poucos leões que restassem.
*climas Mediterrânico e Temperado Marítimo / Continental
(assim é que é)
**Também as cidades com o nome de Vila Nova / Vila Real tiveram origem ou foram reformuladas pelos reis cristãos de Portugal
E durante 60 anos Portugal esteve sob domínio de Espanha, o período Filipino. O que aconteceu à História de Portugal nessa época, ficou em suspenso? Parou no tempo, e deu um salto de 60 anos?
Ou imaginando que agora chegava aqui uma potência externa, fosse um estado europeu ou outro, ou os marcianos, ou os atlantes do fundo do oceano, e ocupava este rectângulo e substituía o nome de Portugal por Apêndice, Portugal deixava de existir, os portugueses passavam por decreto a falar “apendicês”? Já não havia mais história de Portugal? Muda-se o selo, e pronto, acaba tudo?
Certamente o lóbi judaico vai financiar mais generosamente que o habitual o El Chapas, e não vão ser uns trocos, pois quando é para defender as suas práticas de carnificina, os seus crimes de guerra, o seu direito a cercar e matar pela escassez de água potável, alimentos, mantimentos e medicamentos, causando subnutrição, doença e definhamento, há que manter os “grandes líderes”, auto-proclamados “moderados”, na folha de pagamento sionista, para que também eles possam ser tratados como “moderados” e com “moderação” pela UE, tal como é feito com o Grande Irmão, os EUA. A hipocrisia também se alimenta dessa corrupção, não só pela propaganda e lavagem cerebral, o terror de estado e a chantagem…
Esperemos que, em caso de vitória nas urnas, o El Chapas invista algum em águas, precavendo-se, pois não faltarão copos dela a voar nas Assembleias Municipais e reuniões do executivo camarário – a Ferra Aveia é perita nesse tipo de “judiarias” e retaliações… ou não fossem elas parte dos “nossos valores comuns, da civilização judaico-cristã”…
Como é que os russos comentaram?
https://vz.ru/news/2025/8/26/1355589.html
O que e que teria passado pela cabeça do Moedas para por aquela baleia assassina em quarto lugar numa lista?
O Sadokha ainda se percebe pois que a malta engoliu com anzol, linha e chumbada a treta da pobre Ucrânia invadida.
Mesmo assim, por via das dúvidas, foi relegado para um lugar inelegível só para mostrar a solidariedade da Câmara de Lisboa com a causa ucraniana.
Agora quanto ao pobre Israel atacado, a malta até se pode estar nas tintas para os palestinianos e isso vê se na afluência as manifestações de solidariedade, mas poucos teem a pouca vergonha de defender abertamente Israel.
Muitas vezes nos termos que dão vontade de vomitar com que essa baleia assassina tem defendido a corja nazionista há ja quase dois anos de genocídio. Negando o genocídio, justificando o e tenho tido até a pouca vergonha de dizer que as crianças só morriam de frio porque os pais eram uns malandros e não escolhiam ser eles a morrer. Daria certamente jeito pois que assim os genocidas israelitas não precisariam de os matar a tiro e a bomba e mortos os pais também a criança não duraria muito. Barata a feira.
Por isso o Moedas deu um rico tiro no pé e não serei eu a estar capaz de rebentar em lágrimas pois que o sujeito e um traste.
Vá ver se o mar da choco.