Não há Bello sem senão – Participação à ERC

(Estátua de Sal, 11/07/2025)

Na sequência do artigo que publicámos ontem (ver aqui) sobre o comportamento deontologicamente abusivo de Pedro Bello Moraes, na sua qualidade de jornalista da CNN, em relação ao Major-general Carlos Branco, na expectativa de que a culpa não morra solteira, apresentámos hoje queixa da ocorrência à Entidade Reguladora para a comunicação social (ERC).

Na participação considerámos terem sido violados os seguintes valores: Direito de Resposta; Direitos Fundamentais; Deveres de Jornalistas; Rigor Informativo; Pluralismo.

Sobre a factualidade do ocorrido, em síntese, expressámos o seguinte:

O pivô teve um comportamento insolente, grosseiro, mal-educado e deontologicamente abusivo em relação ao seu convidado. Cortou a palavra ao opinante, fez chiste com as respostas que ele deu, acusou-o de parcialidade quando ele tentou apenas reportar factos que o pivô – no seu papel de censor e dono da verdade -, não gostou de ouvir. Quer o pivô, quer a CNN – se é que lhe dá cobertura para estas diatribes de mau gosto, ilegalidades notórias – devem ser chamados a capítulo pela ERC.

Se concorda com a nossa atitude pode manifestar-se na caixa de comentários do blog ou em comentário nas várias redes sociais onde este artigo também está publicado.

Estátua de Sal, 11/07/2025


Gosta da Estátua de Sal? Click aqui.

109 pensamentos sobre “Não há Bello sem senão – Participação à ERC

  1. Uma vergonha de comentadeiro no lugar de pivô que insulta diariamente a inteligência do telespectador. Razão pela qual a CNN está banida nas televisões cá por casa e de muitos familiares.

  2. Agradeço a quem fez a participa å ERC pois tornou-se porta-voz de quem ouve,tstupefaco, a falta de educação e de consciência profissional do pivôs, que apenas demonstrou a sua falta de profissionalismo e de um mínimo conhecimento histórico no que concerne a tudo o que se passa na Ucrania.

  3. O PIVÔ BELLO:
    Num estúdio cheio de luz e ilusão,
    Reina um pivô Bello com ar de patrão.
    Com olhar de censor, voz de trovão,
    Corta quem ousa ter opinião.
    Veio um convidado, bem-intencionado,
    Trazia uns factos, estava informado.
    Mas mal começou, foi logo travado:
    “O que é isso? Está manipulado!”
    Com risos forçados, qual bobo real,
    O pivô zombava, num tom teatral.
    “Isso é parcial!”, dizia o moral,
    Enquanto impunha o seu verbo final.
    Não houve debate, nem espaço ao pensar,
    Só o pivô a querer reinar.
    Mal-educado, sem hesitar,
    Fez da entrevista um triste lugar.
    Com ética? Pouca. Com charme? Nenhum.
    Achava-se mestre, sabedor de algum.
    Mas era só ruído, vazio comum —
    Um dono da verdade… que não sabe nenhum.🥸

  4. Que falta de profissionalismo e completamente sem ética. A isenção é um dever do jornalismo, não poderá nunca entrar num debate acesso com um convidado . Se quiser contrapor o convidado assume o seu papel de cidadão sem se refugiar no papel de jornalista controlando os termos.

  5. Concordo plenamente com esta decisão e estou muito satisfeita com isso, direi até que tal reclamação já deveria ter ocorrido há mais tempo, têm-se visto muitas situações absolutamente intoleráveis, por parte de alguns jornalistas da CNN Portugal.

  6. O feio comportamento deste Belo é duplamente significativo não só pela demonstração da miséria moral do pseudo-jornalista mas, mais grave ainda, por representar o comportamento habitual de quase toda a comunicação social portuguesa.

  7. Concordo com a reclamação. Estamos num momento em que se impõe àqueles que continuam a acreditar nos valores Humanistas, virem para a rua gritar e lutar, juntos!
    O que mais me impressionou foi a arrogância do pivô, como se fosse um ser superior, típico dos execráveis. O objetivo foi, claramente, denegrir e derrotar um inimigo, mas enganou-se o galaró de capoeira.
    É inaceitável deixá-lo abusar do poder que tem.

  8. Os «pivôs» da sucursal portuguesa da americana CNN, salvo as devidas exceções, até parece que passaram, previamente, por uma qualquer escola da CIA!.

    • A minha indignação foi tão grande,que filmei uma parte desse programa e publiquei no WatsApp, espero que lhe retirem a carteira de jornalista, FOI INACEITÁVEL A MANEIRA COMO HUMILHOU O CONVIDADO

  9. Este “ser” continuar, pretensamente, a comunicar com o público, só classifica quem coordena a estação e tal permite.

  10. É o habitual hoje em dia com ou menos espalhafato – televisão espetáculo.
    São jornalistas de manhã, moderadores à tarde, comentadores à noite, frequentemente ficam em modo multitarefa, fazem tudo ao mesmo tempo.
    Tem todos um ego enorme, julgam-se umas luminárias, quando deixam de servir os propósitos dos seus donos desvanecem-se no ar reduzidos à sua insignificância.

  11. Enorme iniciativa. Esta gente tem que ser chamada a agir, já que não o fazem por iniciativa própria. Devíamos obviamente ter algo parecido para a mais recente palhaçada na RTP com a publicidade das crianças. Mais um caso de atropelo claro do jornalismo e demonstração cabal do activismo na televisão que todos pagamos sem nunca sequer nos ter sido dada opção de escolha.

  12. Concordo absolutamente com a queixa, pela falta de etica por parte do jornalista Pedro Bello. A sua presunção e arrogância ultrapassa os seus deveres profissionais.

  13. Esse medíocre é uma nulidade que insulta a sua profissão e que amalgama jornalismo e prostituição.
    Qualquer midia que se respeite nao pode tolerar ter nulidades deste tamanho como colaboradores

  14. Concordo com a participacao à ERC desse sujeito que violou as regras do jornalismo e ofendeu o seu convidado major general Carlos Branco e todos os ouvintes espectadores que querem ser infirmados e não manietados por estações de televisão e seus pivôs com desinformação constante.
    A este pivô juntaria outro de sobrenome Marinheiro que entre outras atitudes incorretas cortou a palavra de modo extremamente ofensivo ao major general Agostinho Costa .

  15. Este pseudo-jornalista já tinha feito o mesmo ou quase ao maj. general Agostinho Costa. Hoje já deixou, com agrado, a sra Soler dizer as leviandades do costume.

  16. Apoio a iniciativa da Estátua, mesmo não tendo muita confiança na ERC. Esta entidade, que se saiba, não tem tido muita eficácia no controlo do respeito da deontologia profissional; Se funcionasse a sério, há muito que o saberíamos, pois os atropelos de alguns media e de muitos jornalistas à ética profissional são moeda corrente. Valha-nos pelo menos o protesto de alguns sítios independentes, entre os quais a Estátua, que vão denunciando o teto de chumbo que se vai instalando sobre a informação e a opinião livre.

  17. Apoio em absoluto essa participação à ERC a propósito do comportamento desse jornalista – eu escrevi jornalista? – não enganei-me, é JORNALEIRO!

  18. E, claro, apoio, sem tibiezas, a queixa à ERC. Mesmo não esperando grande coisa de gente que não se tem mostrado fiel aos velhos valores dos jornalistas íntegros, vertebrados.
    Desde que passou por lá um tal Magno…

  19. Trata-se de um indivíduo inqualificável, um provocador a soldo travestido de jornalista e que se predispôs com entusiasmo a desempenhar o papel miserável que lhe foi encomendado.
    Já na véspera, pela mesma hora, tinha feito o mesmo ao major-general Agostinho Costa.
    Mas hoje, sexta-feira, 11/07/2025, pela mesma hora, o bello pedante de moraes estava nas suas “sete quintas” – com a abominável Diana Soller. Estava encantado, feliz, sorridente, pela conversa amistosa com a senhora dos dois LL.
    O beLLo e a SoLLer… superlativos, inexcedíveis, nas profissões de fé a Nethanyau e a Zelensky.
    A ponto de a televisão exalar um fedor sublime, a merda.
    Isso mesmo, merda !

  20. Vi anteontem um jornalista da CNN-Portugal a contraditar o seu convidado, o major-general Agostinho Costa,, para analisar a guerra na Ucrânia, nestes termos: “mas é preciso haver contraditório”.
    Esta expressão lógica, por estar, precisamente, carregada de uma inquestionável logicidade, poderia ser usada num qualquer programa humorístico, numa, por exemplo, inversão de sentido. Chama-se a isto ironia
    Mas não era disso que se tratava: o jornalista estava a falar a sério: queria o contraditório e, por isso, começou a contraditar. Depois de contraditar, numa espécie de rotação pivotal, voltou a sentar-se na sua cadeirinha de pivot e recomeçou a leitura do teleponto, em que se seguiu a interessante notícia de um incêndio em Cabanas de Baixo.

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.