Pax israelensis

(Manuel Loff, in Público, 11/06/2025)

Inagem gerada por IA

Desde há muito que Israel se tem revelado o modelo de sociedade no qual se revê a ultradireita neofascista do mundo.


Em fevereiro, foi o Procurador-Geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan. Agora, os EUA impuseram sanções contra quatro juízas do TPI que abriram investigações sobre crimes de guerra e/ou contra a Humanidade praticados pelos EUA no Afeganistão e por Israel na Palestina. Todas mulheres, duas delas africanas (cidadãs do Benim e do Uganda), uma peruana, outra eslovena. Nesta linguagem descarada que a ultradireita tem, o TPI é acusado de “politização e de abuso de poder” (Le Monde, 6.6.2025). O objetivo é intimidar todo o pessoal do TPI e bloquear as investigações em curso.

Dir-se-á que relação de Trump com o direito internacional é a mesma que tem com a justiça do seu próprio país. Depois de Biden e os seus antecessores terem aceite todas as violações possíveis do direito internacional que Israel pratica desde 2023 (aliás, desde 1948), Trump associou-se ativamente ao ataque descabelado que Israel tem feito à ONU, sem precedentes na história da organização: insultos ao Secretário-Geral e aos responsáveis de todas as agências da ONU, intimidação direta de todos relatores especiais dos Direitos Humanos (a começar por Francesca Albanese), interdição de uma agência da ONU (a UNRWA) com 75 anos de atividade incessante na Palestina, acusada diretamente de “terrorismo”, e, sobretudo, o assassinato de centenas de profissionais e funcionários da ONU. Sem precedentes.

No quadro daquilo que no Ocidente se quis descrever como a “reação” ao 7 de outubro, Israel já fez praticamente de tudo na Palestina: assassinou deliberadamente população civil de um território ilegalmente ocupado, um terço dos quais crianças, a uma escala que não deixa dúvidas sobre a intenção de genocídio; forçou a deslocação em massa da população, e várias vezes, o próprio exército ocupante deteve e deportou milhares de palestinianos; matou centenas, milhares, de médicos, enfermeiros, jornalistas, pessoal de ONGs; destruiu praticamente todos os edifícios, especialmente hospitais e escolas, reduzindo Gaza a ruínas e tendas improvisadas. Como mais de 30 relatores especiais da ONU para os direitos humanos denunciaram há um mês, “a comida e a água foram cortadas durante meses, induzindo a fome, a desidratação e a doença, o que fará com que mais mortes se tornem a realidade quotidiana para muitos, especialmente para os mais vulneráveis.”

O que se vive em Gaza não é imaginável para nenhum de nós. E, contudo, a impunidade permanece, comprovando à saciedade que, afinal, a aplicação do direito decorre apenas da força. E quem a tem, hoje ainda, são os EUA, um estado que os tratados assinados por Portugal classificam como “aliado”.

Desde há muito que Israel se tem revelado o modelo de sociedade no qual se revê a ultradireita neofascista do mundo. Supremacia de uma etnia (os judeus), cuja identidade nacional se construiu no próprio processo de colonização e não antes; regime de apartheid e de securitização militar impostos à etnia autóctone (os palestinianos) cujo território se ocupou; uma engenharia social feita da fusão de militarismo social, investimento tecnológico sem precedentes no controlo e vigilância totalitários; uma ideologia de orgulho nacionalista, religioso e colonialista de uma etnia que se descreve a si própria como resgatando um território da barbárie e protegendo o “Ocidente” do “inimigo”; a visão paranoica de um mundo que inveja e odeia “o povo eleito”. A semelhança com o fascismo histórico de há um século é evidente.

Se, antes de Trump, a repugnante impunidade da ocupação israelita vinha acompanhada da encenação de um plano original de dois Estados que nunca saiu do papel, com Trump e Netanyahu do que se trata é da concretização final de limpeza étnica e genocídio. Exatamente o que Hitler quis fazer: uma Nova Ordem europeia construída pela morte, pelo extermínio.

A nova ordem que se quer construir hoje com o rearmamento e a tese de que estamos, por todo o lado, em guerra, tem os contornos da Pax israelensis. E é também por isso que nunca como hoje foi tão importante criar um movimento popular e universal pela paz e pela democracia antifascista. Como em 1945.

O autor é colunista do PÚBLICO e escreve segundo o novo acordo ortográfico

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23 pensamentos sobre “Pax israelensis

  1. E ninguém cala o cerdo do ministro dos negócios estrangeiros alemão?
    Diz o porco que o Irão e o único país que diz que Israel tem de ser eliminado tirando aos judeus e judias o único lugar onde podem viver.
    Ora judeus e judias vivem em todos os países do mundo incluindo o Irão.
    Israel e sim o único lugar onde judeus e judias com uma crueldade de há quatro mil anos atrás podem destruir o mundo ou pelo menos os países que teem o azar de ser seus vizinhos.
    Esquece se o porco que a Síria, o Líbano e outros países atacados não dizem que eles devem ser eliminados e ganham o mesmo.
    Por mim era um descanso para todos nós se fosse mesmo possível eliminar tal estado genocida e louco.
    Israel acabou de atacar o mais campo de gás do mundo, partilhado pelo Irão e o Catar no Golfo Pérsico.
    Israel e um estado criminoso que nos poe a todos em risco.
    Bárbaros, cruéis e tratam prisioneiro abaixo de cão.
    Cinco dias em cativeiro bastaram para que o activista brasileiro Thiago Ávila saisse de lá literalmente comido por percevejos.
    Lembra que e isso que milhares de palestinianos sofrem durante anos, por vezes até a morte.
    Celas medievais, subterrâneas, infestadas de percevejos e aranhas, comida podre e água imprópria para consumo.
    Lembra que 300 desses prisioneiros são crianças.
    Ele foi libertado por ser cidadão de um país ocidental e os porcos saberem que precisam do apoio ocidental. Mas não deixou de ser tratado como um cão.
    Porque nenhuma das nossas vidas interessa aos eleitos de Deus.
    Os porcos forneceram torturados letais as ditaduras da América Latina.
    O caso mais recente foi o governo golpista da Bolívia sendo que a cabecilha cumpre agora uns merecidos 15 anos de cadeia.
    E com o terror absoluto que estamos a lidar por isso parem de dizer asneiras.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  2. Claro, os vizinhos de gente supremacista, homicida, com desprezo pelas vidas de todos os outros povos do mundo, não podem ter armas que lhes permitam defender se dessa gente supremacista, homicida e com desprezo pelas vidas de todos os outros povos do mundo.
    Devem ficar a espera que os assassinos se lembrem que na sua terra há coisas para roubar e aceitar a sua destruição.
    Como a Rússia deveria ter feito, abrindo caminho a hordas nazis.
    Esta gente não tem mesmo vergonha nenhuma e também se esquece convenientemente que se o Irão e um regime confessional também o deve ao Ocidente que conspirou para acabar com um regime laico mas que não vendia os recursos do país a preço de saldo e os abandonou nas unhas de um doente mental. Porque era isso que o xa era.
    E todos sabemos o papel que o medo, a fome e o desespero teem na formação de convicções religiosas.
    Mas não sei qual e o problema deles com o regime confessional do Irão quando convivem tão bem com os fanáticos religiosos que com o auxílio ocidental, após 10 anos de guerra, ocupação de território, saque de recursos e sanções assassinas tomaram o poder na Síria.
    Sabiam que gente com insígnias do Estado Islâmico patrulha ruas na Síria com a benção do Governo?
    Que as mulheres são obrigadas a usar o mesmo que usam no Irão, quando antes tinham liberdade de andar como bem entendiam e praia só de Burkini?
    Porque e que só no Irão e que isso e mau? E merece que o país se junte á já longa lista de países destruídos em nome da democracia e dos direitos humanos? Direitos para os quais os assassinos sionistas se estão olimpicamente cagando e o genocidio e curso prova o? Porque desde os tempos de Khomeini são dos poucos que teem tomates para dizer não ao Ocidente e seus lacaios?
    Acabaram com todos os estados laicos do Médio Oriente, já não eram muitos mas incluiam a Síria e a Líbia, transformaram as vidas daqueles povos num Inferno a pretexto de os livrar de ditaduras e agora ladram contra o Irão e fazem votos para que os assassinos sionistas consigam destruir los.
    Vão ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos.

  3. Mais uma acção de Israel com a conivência da NATO e da UE, com o apoio sobretudo dos anglo-saxões (EUA, Reino Unido e Alemanha). A hipocrisia dos “grandes líderes” a cada dia vai ficando mais exposta, assim como a auto-proclamada “moderação” da direita “dos valores e dos princípios” vai ficando em fanicos. O apoio ao sionismo, que faz corar alguns de vergonha mas não os demove, antes entrando em lucubrações pretensamente ponderadas e rigorosas, mas parciais, facciosas e manipuladoras como sempre, destinadas a atirar areia para os olhos dos pategos. O partido da guerra total, na Europa, no Médio Oriente, no Pacífico, segue impune e a todo o vapor, dure o que durar, custe o que custar. Os mesmos que falam de paz e do exemplo do Papa Francisco, são os mesmos que incitam o belicismo, defendem o armamentismo e militarismo, e embelezam “ataques preventivos”, e dizem que estar preparado para a guerra é o melhor caminho para a paz, só que só eles o podem fazer, os iranianos, os houthis e demais têm que ser impedidos de se “prepararem” à boa maneira ocidental.

    Por cá temos mais um capítulo da rubrica “(Chega de) Heróis do André Ventura” – tão prestimosos que eles todos são. Esta saga dos criminosos de farda, distintivo e arma de fogo é tão prolífica em Portugal que não se percebe como os pategos nunca se lembram de aludir a estes. Deve ser porque são “dos deles”…

    https://www.jn.pt/7057863905/quatro-militares-da-gnr-condenados-por-tortura-no-posto-dos-carvalhos/#iss=https%3A%2F%2Fsso.noticiasilimitadas.pt%2Frealms%2FNI_PRD

  4. E temos comentadeiros a tentar convencer nos que a agressão ao Irão, uma coisa que pelos contornos levou decerto meses e meses a preparar, aconteceu porque Netanyahu acordou um pouco mais mal disposto que nos outros dias. Foi um impulso do psicopata.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  5. Os oligarcas russos nem precisam estar na Rússia para se cairem da Penthouse de um edifício por borracheira ou outros consumos ter sido de certeza culpa do Putin.
    Porque e certamente fácil agentes russos entrarem em hotéis de luxo ou condomínios fechados altamente guardados, jogarem o sujeito da janela abaixo e esfumarem se sem deixar rasto.
    Muitos deles acredito que tenham sido mortos mas justamente pela mesma canalha que suicida críticos. Porque o que se queria dos oligarcas anti Putin era que usassem o seu dinheiro para conspirar contra o Governo russo de modo a que Putin acabasse empalado as portas do Kremlin.
    Tendo estes preferido gozar os prazeres da vida a Ocidente em vez de arriscar uns bons tempos na Sibéria como aconteceu a Kodharkovsky claro que deixam de ter utilidade. A não ser o serem colocados na conta de Putin, alimentando a russofobia e a guerra em curso.
    Mas por cá todos os críticos acabam tão arrependidos da sua heresia que entram em depressão e suicidam se ou sofrem acidentes de viação letais.
    Tudo normal para os borregos que engolem tudo.
    Mas que isto está perigoso, sem dúvida que está. Estamos em guerra e o que não falta entre os nossos governantes e gente para quem nem as nossas vidas valem alguma coisa.
    Suicidados ou agredidos por neonazis, todos os contra a corrente teem a cabeça a premio.
    Somos todos “amalequitas”. Uns mais que outros.
    Já agora, tanta conversa alarmista sobre a central de Zaporitsya, cuja destruição poderia ser fatal para a Europa, isto e mais aquilo, e agora o ataque assassino a centrais nucleares do Irão já não causa perigo para ninguém? Por acaso a radioactividade libertada vai parar nas fronteiras do Irão?
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  6. Caro/a Estátua, chamo a vossa atenção para a morte (suicídio dizem) de Eric Denécé, francês, com opiniões contra corrente como as que se divulgam aqui no seu blog. Prova de que isto está mesmo a ficar perigoso…fosse na Rússia já era o Putin, sem sombra de dúvida que o tinha atirado pela janela, mas aqui na Europa, pessoas em perfeita saúde, com trabalhos em curso, suicidam-se alegremente. Faço notar que já é o terceiro ou quarto que aparece morto, em França, este ano em condições no mínimo estranhas…todos críticos de Macron e da Europa em que vivemos atualmente e que está numa deriva perigosíssima, à vista de todos mas altamente camuflada pelo “main stream”…

  7. O problema é que com um monstro como Netanyahu a única solução possível e varrer a nefasta criatura, sem contar com muitos outros sionistas homicidas, dos mares deste mundo.
    Mas desta vez compreendo a posição de quem tenta evitar que o banho de sangue continue. O problema e que quanto a apelos a contenção, a diplomacia, sem contar a uma restea de humanidade, Netanyahu e os seus amigalhaços, nos quais temos mesmo de contar Estados Unidos e Uniao Europeia, para além do gang sionista, sao cegos, surdos e mudos.
    Os israelitas que deram este mandato a Netanyahu foram como muitos que por cá deram poder a extrema direita que agora se sente com força para agredir de actores a mulheres que distribuem comida a sem abrigo.
    Sabiam que um traste daqueles nunca iria melhorar as suas vidas.
    Sabiam desde que tiveram de sair as ruas contra mais doses de veneno da Pfizer e confinamentos selvagens.
    Mas na sua crueldade, na sua selvageria, tinham esperança de que um assassino com provas dadas destruísse as vidas de muitos gentios.
    E o assassino não se fez rogado.
    Assim que se voltou a sentar na cadeira do poder soltou os bandos homicidas.
    Antes do levantamento do Guetto de Gaza centenas de pessoas tinham sido mortas na Cisjordânia onde o Hamas não mandava com a Autoridade Palestiniana a deixar acontecer por nada poder fazer.
    Não senhor Presidente, também desta vez não foram os palestinianos que começaram.
    Como agora não foram os iranianos que começaram.
    Por isso poupem nos a mais asneiras sobre o direito de Israel a defender se matando como o javardo do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão teve a pouca vergonha de dizer ontem.
    No Egipto, a poucos quilómetros do palco de um genocídio sem paralelo na história.
    Vão ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos.

  8. Já agora, mesmo que fosse verdade que o Irão estava prestes a conseguir 15 bombas atómicas qual era o problema?
    O Irão nunca atacou um vizinho, a guerra que sustentou contra o proxy Saddam Hussein, que mais tarde caiu em desgraça e foi pendurado na ponta de uma corda, foi o vizinho a começar.
    Com 15 bombas atómicas claro que não se atreveria a dar o primeiro golpe contra um país que tem entre 200 a 400.
    Mas estaria a salvo de agressões como esta que ninguém sabe quando e como acabara dada a total falta de escrúpulos e humanidade dessa gente.
    Os israelitas são uma corja de assassinos que vive há quatro mil anos atrás e so conhecem a linguagem da força e do medo.
    Saberiam que 15 bombas nucleares chegariam e sobrariam para livrar o mundo da sua nefasta presença.
    O Irão estaria seguro e outros vizinhos talvez também.
    Mas esta canalha quer e todos os vizinhos indefesos ante homicidas loucos sem entranhas. Porque só assim conseguirao controlar os seus recursos.
    Foi essa a verdadeira finalidade da criação do estado de Israel. Desde sempre. Sabiam bem o que era o sionismo, o seu desprezo pela vida dos “gentios”, a sua crueldade. Qual sentimento de culpa qual cornos.
    Vao ver se o mar da tubarão branco faminto. Morte ao novo nazismo a que se chama sionismo.

  9. Debaixo da pata americana estariam melhor. Os traidores no local foram determinantes para que o país esteja a ser destruído sem conseguir defender se ou sequer retaliar com um míssil que se veja.
    E a extensão da traição e grande. Tudo indica que o Irão caíra como a Síria.
    Não quero imaginar a vida sob o domínio de gente desta mas e o destino que nos vai tocar a todos.
    A seguir vai a Rússia e a China e estamos todos lixados com f grande.

  10. Entretanto os nossos presstitutos perguntam como e que os civis do estado agressor estão a viver isto. Só com merda no focinho.
    O porco ministro dos negócios estrangeiros alemão condenou o ataque iraniano que não causou vítima alguma acusando o Irão de “escalada”.
    Só com merda no focinho.

  11. O Irão e o sonho molhado desta canalha toda desde pelo menos 1980, quando correram de lá o fantoche americano passado dos cornos.
    O Tiranossauro teve um orgasmo e garante que vem por si muito mais.
    Não duvido como também não duvido que os sionistas contarem com muitos traidores iranianos em terra o que garantiu que o Irão pareça na realidade estar tão indefeso como Gaza.
    Gente que tal como os que por cá dizem que “no tempo de Salazar e que era bom” não viveram esse tempo e acreditam que debaixo da para americana estariam melhor.
    Depois esta gente diz que o Irão estava em “incumprimento”. E que lhes foi dada uma oportunidade.
    Incumprimento de que seus filhos de uma puta selvagem de Babilônia? De acordos impostos pelo Ocidente para que nunca tenham meios de dissuasão nuclear contra uma corja de assassinos racistas e supremacistas que dizem que a sua raça foi escolhida por Deus para dominar ou exterminar todas as outras?
    Oportunidade de que? De não terem meios de se defender de uma corja de assassinos loucos como esta a acontecer agora?
    Todos os vizinhos daquela corja deviam ter armas nucleares.
    Como e que nos defendemos de psicopatas? Metendo os na cadeia e se tal não for possível tendo uma arma. Por mim não vejo outra maneira.
    Quando o Irão atacou Israel fez tudo para não atingir civis. Estes cerdos fizeram tudo para causar mortes civis e causaram.
    Caros comentadeiros que devem estar tal como o Tiranossauro a bater punhetas porque se estão a vir. Vão ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos.
    Morte ao sionismo.

  12. Insisto: cães raivosos e loucos furiosos! Desgraçadamente, cães raivosos com um roteiro bem definido, um guião há muito alinhavado naquelas cabeças de doidos, a última fase de um plano genocida que não se limita aos 2,3 milhões de palestinianos de Gaza, mais os 3,5 milhões da Cisjordânia, mais alguns milhões de libaneses, iraquianos e sírios. Um guião que prevê, através de provocações como o ataque de hoje, criar artificialmente um pretexto para, com o arsenal nuclear nazionista, reduzir o Irão a pó e genocidar grande parte da sua população de 83 milhões.

    Nazinyahu e a sua quadrilha de psicopatas sabem perfeitamente que o Irão não tem armas nucleares, mas dispõe neste momento de uma enorme quantidade de mísseis balísticos com variados raios de acção e capacidades, capazes de atingir Israel, bem como milhares de drones de vários tipos, que podem, num ataque coordenado, provocar enormes estragos. Uma primeira vaga de drones, na maioria desarmados, seguida de uma segunda, possivelmente uma terceira e uma quarta, poderão saturar as defesas aéreas israelitas e obrigar Israel a desperdiçar grande parte, eventualmente a maior parte, do arsenal antiaéreo da sua famosa Iron Dome. Em seguida, várias vagas de centenas ou milhares de mísseis, os primeiros também provavelmente sem carga explosiva, em ataques de saturação, irão esgotar o que restar das defesas antiaéreas. Finalmente, na fase para doer, serão atingidas, com mísseis armados, bases aéreas e outras instalações militares israelitas, eventualmente aeroportos civis ou de uso duplo, talvez até a central nuclear de Dimona, no deserto do Neguev.

    Um ataque convencional maciço deste tipo provocará, inevitavelmente, inúmeras baixas civis israelitas, mas é esse exactamente o objectivo da quadrilha de doidos: Nazinyahu e o resto dos psicopatas querem, com a provocação de hoje, provocar um massacre na sua própria população. Os cães raivosos precisam de um novo 7 de Outubro, que lhes ofereça de mão beijada, finalmente, o pretexto há muito procurado para despejar sobre o Irão uma parte do seu arsenal nuclear, que está há muito a ganhar pó. O objectivo, o sonho molhado, mas antigo, é remeter o Irão de novo para a Idade da Pedra, assassinando milhões de seres humanos numa longamente sonhada solução final. O que lhes interessa, sequer, que a maior comunidade judaica no Médio Oriente, a seguir a Israel, esteja precisamente no Irão, com 25 mil judeus iranianos? Uma reportagem da CNN Internacional, em 2015, contava, só na cidade de Isfahan, 13 sinagogas. Em Teerão serão perto de 20. Que se lixem, morrem por um bem maior!

    Perante um ataque convencional iraniano devastador, o nazionismo far-se-á de vítima, invocará mais uma vez, mentirosamente, o direito à autodefesa, explorará demagogicamente a imagem do pequeno David contra o gigante Golias e o Ocidente cobarde e hipócrita fingirá que acredita e aplaudirá de quatro. A Ursula, a Kaja Kallas e o Toni Bosta guincharão “Coitadinhos, se não reagissem com armas nucleares sofreriam novo holocausto!”, o beijoqueiro chamará o embaixador iraniano para lhe dizer “Desta vez foram vocês que começaram!” e prontos, missão cumprida!

    Se os Estados Unidos se meterem, o Irão poderá ainda reagir contra as bases americanas na região. Se a eventual intromissão americana partir de porta-aviões, as suas defesas, por mais sofisticadas que sejam, não conseguirão dar conta de vários ataques de saturação iranianos e pimba: porta-aviões ao fundo! Mas este é um confronto que o Irão nunca pode ganhar. Para não perder a face, os americanos responderão com bombardeamentos devastadores, provavelmente também nucleares, para não parecerem mais fracos do que os nazionistas. E prontos, que diferença fazem umas dezenas de milhões de castanhos a menos? O Irão perderá a maior parte da sua população, mas ganhará uma enorme redução na pegada de carbono, graças a menos alguns milhões de automóveis que hoje contribuem para o efeito de estufa e as alterações climáticas. Mortos os seus condutores, não haverá ninguém para os conduzir. O planeta A agradece!

  13. De uma religião que diz aos seus eleitos que eles são o povo eleito de Deus e todos os outros são inferiores, estávamos a espera de que?
    O que admira e que de uma religião tão nefasta ainda saiam meia dúzia de pessoas decentes como Chomsky, a quem os sionistas chamam de tudo.
    Neste momento estão a dedicar se a assassinar gente no Irão ante os aplausos desta canalha toda.
    Sim, se algum Deus um dia os elegeu devia estar com uma bebedeira de caixão a cova.

  14. (Take 2)

    https://youtu.be/y0a1YqgCx8I?si=TLR2U2saC9NHEiJH

    https://youtu.be/-prrO7oz3Aw?si=9XVn0liz2dYtUwdq (While Gaza faces mass displacement, starvation, and siege, Israeli settlers are proudly intercepting and destroying aid convoys. Their justification? That food equals fuel for Hamas. International condemnation means nothing to those who see starvation as strategy. This isn’t defense — it’s dehumanization. Watch how cruelty is repackaged as courage.)

    https://youtube.com/shorts/atsbda8Pw18?si=JOKNMyuxyrzi5lEY (Entrevista da embaixadora nazionista no Reino Unido à BBC, em 2023)

    https://youtube.com/shorts/o0aiOKRovNY?si=cs-we0aoTOPzEe5i

    https://youtube.com/shorts/vio53jUpJz0?si=mcN6VoDiL-7V52MP

  15. Será Israel um país? Os iranianos chamam-lhe “entidade sionista”, há quem lhe chame outras coisas. Portanto, a questão põe-se: será Israel mesmo um país? Eu diria que, “tecnicamente” pelo menos, pode dizer-se que Israel já FOI um país. Está bem que país ladrão e Estado bandido, desde os primórdios, mas ainda assim um país, “tecnicamente” falando, claro. Isso acabou. Hoje, aquilo não passa de uma coisa a modos que assim que nem “entidade” é, uma terra desgraçada, ocupada e infestada por hordas de loucos furiosos armados até aos dentes, uma federação anárquica de quadrilhas de bandidos e ladrões para quem a coisa alheia só alheia é enquanto não a conseguem roubar, uma hipersupermegamatilha de cães raivosos descontrolados, espumando mais do que as cataratas do Niagara, um hipersupermegabando de terroristas e assassinos psicopatas, uma cambada de doidos! O ataque de hoje, ao Irão, é apenas mais uma prova. Exemplos:

    (Take 1)

    https://youtu.be/pDAB_SFAbeo?si=77MQlY8_M6zCnRQV

    https://youtube.com/shorts/Jeum1Q9ZLRw?si=ins2iRv0J4OSW8bk

    https://youtube.com/shorts/bIwP0hVusdI?si=tLlF0LHtdvwGB8wL

    https://youtube.com/shorts/t7786_0syBk?si=zLMJ-IYlu8VR6eYK

  16. E quando se fala em soviéticos e para dizer que a culpa de terem morrido tantos foi deles.
    Pelas táticas de ataque ou defesa ou pelo diabo que os carregue. Esquecendo convenientemente que a esmagadora maioria das vítimas soviéticas era civil e as suas mortes foram resultado da política de genocídio pois que onde os bandos SS entravam nem um cão escapava.
    Em muitas vilas e aldeias a solução aplicada era enfiar a população sobrevivente ao primeiro assalto no edifício da escola ou outro edifício grande que lá houvesse, deitar fogo ao mesmo pelos quatro cantos e metralhar os que conseguiam fugir as chamas.
    Esse método de extermínio foi também usado contra o indomável povo grego, outra vítima esquecida da guerra nazi.
    Nenhum outro país da Europa Ocidental teve tal proporção de mortos e ai da aldeia que estivesse nas proximidades da zona onde de tivesse dado um ataque contra tropas nazis.
    O metodo era o mesmo. Enfiar toda a gente no edifício da escola ou da igreja e deitar fogo pelos quatro cantos.
    A guerra custou a vida a mais de um milhão de gregos, numa população que rondaria os nove milhões.
    Depois foi a vez de os aliados, nomeadamente ingleses, impedirem os sobreviventes de cair nas garras do comunismo cometendo naquilo a que se chamou guerra civil grega incontáveis atrocidades incluído decapitar gente e espetar as cabeças em paus.
    Essa ideia de que o horroroso custo em vidas humanas soviéticas foi o resultado da sua resistência as hordas nazis foi explorada por um malandro, Alexander Soljenytsin de seu nome, um bandalho que disse a proposito da Espanha franquista que o único país do mundo onde não havia liberdade era a Rússia.
    Para ver s ideia que o bandalho tinha do que era liberdade.
    Esse sujeito teve a pouca vergonha de escrever uma carta a Stalin, o único dirigente envolvido na carnificina a perder familia directa na guerra, a dizer que a culpa pelas mortes soviéticas era dele.
    Saíram lhe oito anos de choldra na Sibéria e fosse Stalin o monstro que pintam e o bandalho teria sido imediatamente executado, não teria vindo para Ocidente arvorado em heroi contra a tirania comunista e não teria chegado a velho.
    E quando se fala em soviéticos e para dizer também que no rescaldo da guerra trataram muito mal tanto colaboracionistas como os tártaros ou prisioneiros de guerra alemães.
    Vão ver se o mar da tubarão branco faminto, tivesse qualquer país Ocidental sofrido tal campanha de extermínio e nenhum voltaria vivo a casa.
    Provavelmente nenhum dos capturados após o cerco de Stalingrado, que visava matar toda a população a bomba e a fome a exemplo do que Israel está a fazer em Gaza e que custou a vida a mais de um terço da população civil da cidade merecia sair dali vivo.
    Se alguns regressaram a casa, apenas para alimentar a russofobia que justifica a guerra que lhes estamos a fazer hoje e porque os soviéticos não eram os monstros que pintamos. Tivesse aquilo acontecido nos Estados Unidos e nenhum alemão ficaria vivo.
    Pois se achamos normal que nenhum habitante de Gaza sobreviva ao levantamento do Guetto também achariamos normal o extermínio de toda a população alema.
    E se tal não foi feito foi porque para esta canalha o verdadeiro inimigo sempre foi a Rússia. Foi a excessiva ambição de Hitler que levou o Ocidente a ter de atacar a Alemanha e não a Rússia.
    Mas agora muita gente acredita que as coisas estão agora no lugar certo e por isso isto tem tudo para correr mal.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  17. Sobre as 1001 maneiras de esfolar um gato. Um case study.

    Por mais sofisticada que seja a “engenharia” ocidental, é impossível escamotear que o contributo mais significativo para a derrota do nazismo na II Guerra Mundial (sem minimizar o contributo e o sacrifício a oeste) foi dado, a leste, pela União Soviética, com 27 milhões de mortos (14 milhões de russos, sete milhões de ucranianos, etc.). A China, outro dos agredidos de que raramente se fala, teve 20 milhões de mortos. Da Grã-Bretanha morreram 450 mil e os nossos queridos heróis americanos, salvadores por excelência e por decreto (Hollywood dixit), ficaram-se pelos 419 mil (180 mil no teatro europeu e o resto no Pacífico). Maldita matemática, que ainda não percebeu que nunca se deve deixar que a realidade estrague uma boa treta! Dos causadores da desgraça, 7,7 milhões de alemães deram o peido final (depois do entusiástico arroto inicial), ganhando no sacana do Inferno a companhia de 2,85 milhões de japoneses.

    Nas descrições de batalhas, operações, desembarques, etc., em documentários sobre a II Guerra Mundial transmitidos pelo National Geographic, por exemplo, é frequentemente descrita a experiência de participantes concretos, através de cartas que escreveram a familiares e amigos ou de memórias que publicaram mais tarde. Tais documentários têm geralmente uma qualidade “industrial” assinalável, não se poupando a esforços para reproduzir, com verosimilhança, a época histórica concreta e as barbaridades por que passaram (ou a que assistiram) os nossos pais e avós.

    Além de imagens de época, esses trabalhos encenam frequentemente situações históricas reais com actores e material militar verdadeiro (ou bem imitado). Para facilitar a empatia, apresentam-nos por vezes um actor representando um soldado ou oficial historicamente envolvido numa dada batalha. Dele ficamos a saber o nome, idade, terra onde nasceu, etc. Por cartas que escreveu à mãe ou pai, irmão, irmã ou namorada, sabemos ainda o medo que sentiu, a dor pelos camaradas mortos, o resultado da operação, etc. Aparecem-nos militares americanos, britânicos, australianos, canadianos, um ou outro francês. Quase na mesma proporção, apresentam-nos também o antigo inimigo, humanizando-o com carinho: militares alemães, italianos ou japoneses, sangrando como nós, sofrendo como nós, escrevendo à namorada como nós, morrendo como nós. Amigo ou inimigo, partilhamos a vivência e a experiência terrível por que passou! Tout est pardonné, a empatia é a regra!

    Como disse acima, é impossível escamotear que o contributo mais significativo para a derrota do nazismo foi o dos 27 milhões de mortos da União Soviética. Mas essa é uma verdade difícil de engolir e mais difícil ainda de digerir, tendo em conta a necessidade de apresentar os seus descendentes (os russos, vase retro!) como inimigos. Assim, nos documentários transmitidos pelo National Geographic e outros (pelo menos nos que tenho visto), nunca aparecem intervenientes soviéticos individualizados, com nome, idade, cidade ou aldeia onde nasceram, escrevendo cartas à mulher, filhos ou namorada! Não lobrigamos, no retrato que da URSS nos apresentam, homens e mulheres individualmente considerados. Vemos apenas massas informes e difusas, manadas, hordas, enxames, centenas ou milhares de bípedes sem nome. Ao contrário dos amigos americanos ou dos inimigos alemães, estes carinhosamente humanizados, é-nos sistematicamente dificultada a empatia. E é esse o objectivo, impedir que os vejamos como homens e mulheres como nós. Por estas e por outras, só aos ingénuos espantará a enorme facilidade com que a russofobia toma conta da nevróglia e das tripas dos borregos ocidentais.

    Pois é, amigos e amigas, caros e caras, baratos e baratas, há muitas maneiras de esfolar um gato, umas mais sofisticadas, outras menos. O problema é quando descobrimos (geralmente tarde de mais) que o gato, afinal, era um urso! Uma chatice!

    Slava borreguini! Méééééééé!

  18. Os ucranianos nazis disseram com as letras todas que matariam toda a população da Crimeia porque esta era irrecuperável por estar totalmente impregnada por propaganda russa.
    Curto e grosso, não mandaram dizer por ninguém.
    Na Crimeia vivem mais de dois milhões de pessoas, mais ou menos a população de Gaza.
    E tal como se pretende exterminar toda a população de Gaza também seria o extermínio que aguardaria a gente da Crimeia se os nazis conseguissem tomar o território.
    Entretanto teem se esforçado por ir matando. Como quando lançaram cinco mísseis de alto poder destrutivo sobre uma praia apinhada de gente num domingo de Pentecostes.
    Morreram seis pessoas e houve dezenas de feridos apenas porque ao contrário da população de Gaza a gente da Crimeia pode contar com a defesa anti aérea russa e so os destroços de um dos engenhos atingiram quem estava a banhos.
    Porque a ideia era lançar terror absoluto com a morte de centenas de pessoas que teria sem dúvida acontecido se todos os mísseis tivessem atingido o alvo.
    Um terror que talvez estimulasse o êxodo de boa parte daquela gente para a Rússia.
    O mesmo se queria fazer em todo o Dombass. E foi isso que foi tentado com bombardeamentos que mataram 14 mil pessoas desde 2014 e causaram muitos outros feridos, muitos dos quais sofreram amputações.
    Havia até quem organizasse safaris onde assassinos europeus e americanos pagavam para matar “ruskies”.
    E quando esta canalha fala em populações russas na Ucrânia pretende dar a entender aos pategos que se trata de colonos só instalados tipo por aquele malandro do Stalin.
    Não meus camelos, aquela gente sempre viveu lá e se há alguma coisa há na Ucrânia parecida com colonos são os descendentes de invasores vikings, descendência essa reivindicada pela canalha nazi que infesta a Ucrânia ocidental.
    Grande orgulho deve haver em ser descendente de saqueadores e violadores mas eles lá sabem as linhas com que se cozem.
    Agora os ucranianos ocidentais teem o direito a sonhar a vontade com os antepassados e os seus sinistros barcos que espalharam em tempos o terror em toda a Europa.
    Não se lhes podia permitir e que fizessem no Donbass e Crimeia o que Israel está a fazer em Gaza. E desde pelo menos 2014 e provavelmente desde a independência da Ucrânia que o plano era esse.
    Porque o nazismo sempre esteve na Ucrânia.
    Agora o que não e admissível e que tenhamos canalha a dizer que quem não está contente na Ucrânia que vá para a Rússia como ouvi e li gente a defender tal destino para toda a gente do Dombass.
    Abandonar terras que sempre foram deles? Mas em que azinheira bateram com os cornos?
    E o mesmo destino que defendem para os palestinianos por isso a canalhice ocidental nem tem nada a ver com brancos ou castanhos mas com quem tem a desdita de ser considerado subhumano pelos donos do Ocidente.
    E estes sao todos os que recusam ser pilhados e escravizados pelos habitantes do “jardim”.
    Sao russos, palestinianos, iranianos, chineses,venezuelanos,cubanos e muita gente em muitos lados.
    São a gente da Califórnia que se ergue contra Trump.
    Mas dá muito jeito dizer que o único malandro disto tudo e Putin e, noutro plano, Netanyahu.
    Não, todos os que apoiam a Ucrânia nazi e todos os sionistas e seus apoiantes sao culpados.
    Já agora, quando acaba a pouca vergonha de jovens judeus de todo o lado irem fazer uma perninha no exército genocida de Israel e voltarem calmamente para o conforto do lar depois de terem participado em crimes hediondos?
    De andarmos a mandar “voluntários” para a Ucrânia nazi?
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  19. É preciso estar-se completamente cego e surdo para se achar que o ICC (International Criminal Court, ou TPI: Tribunal Penal Internacional), o “tribunal” que os ocidentais usam para ir atrás de políticos não-ocidentais, tem alguma coisa a ver com o Direiro Internacional.
    Não tem. É apenas mais uma das máscaras da propaganda que nos distraem da verdade.

    O TPI é um circo e os seus juízes são palhaços. Serviu para declarar “genocídio” na guerra dos Balcãs e justificar a agressão da NATO que se seguiu e ainda hoje dura, na região SÉRVIA chamada Kosovo, anexada pelos invasores da NATO.

    O TPI nunca serviu para investigar e muito menos julgar ou condenar os criminosos de guerra ocidentais, colonizadores/imperialistas genocidas.
    E são tantos! Desde o porco genocida W.Churchill até ao Macron, A.Costa, e companhia, passando por Bush e Obama, Blair e Sunak, Leyen e Kallas, Starmer e Stoltenberg, Durão Barreos e José Maria Aznar, Biden e Clinton, Trump e Zelensky, etc.
    Esta gentalha TODA devia ter sido condenada pelo menos a prisão perpétua, ou idealmente a pena de morte após passarem pelo menos 25 anos na prisão, numa prisão comum, ou numa gulag de tortura tipo Guantánamo.

    Não existe Direito Internacional nenhum no ICC/TPI.
    Os países com soberania e cérebro estão todos fora do ICC/TPI.
    Obviamente não podem reconhecer qualquer legitimidade a este instrumento imperial ocidental.

    Coisa completamente diferente é o ICJ/TIJ (International Court of Justice, ou Tribunal Internacional de Justiça), este sim um tribunal a sério, do qual TODOS os países da ONU são signatários, e o tribunal onde a ilegítima colónia chamada “israel” foi já condenada por GENOCÍDIO numa decisão preliminar, sendo que desde então as provas só se têm amontoado ainda mais.
    Nem sequer os EUA se atrevem a sancionar esta instituição.

    Então porque sancionam eles o ICC/TPI?
    É muito simples: é parte de uma PsyOp de manipulação para, perante os óbvios crimes de “israel”, criar dúvida razoável sobre a legitimidade deste tribunal, exclusivamente em relação a este assunto.
    Mas a palhaçada do mandato de captura a Putin, essa, não é sequer disputada no ocidente. Para essa palhaçada de chamada “criminoso” ao grande líder Putin, líder não só da democrática e super anti-fascista Rússia, mas também líder da luta contra o NAZISMO ocidental), como dizia, para essa palhaçada não há uma única crítica.
    Nem sequer de idiotas úteis como o Manuel Loff, ainda a escrever num MainStreamMedia da propaganda ocidental, exatamente porque se mantém na linha quanto a este assunto.

    Ah, e a própria condenação do Netanyahu e de mais meia dúzia de NAZIS israelitas, pois é isso que os COLONIZADORES ILEGAIS E ILEGÍTIMOS são, quando o seu “país” se baseia desde início em levar brancos louros de olhos azuis a ocupar a terra dos escuros, é em si mesma uma campanha de manipulação.
    A manipulação de levar os ocidentais, e não só, a acreditar que os crimes CONTRA A HUMANIDADE que estão a acontecer na Palestina ocupada, são culpa “só de meia dúzia de pessoas”.
    Não.
    NÃO!!
    A culpa é de todos os israelitas, e de todos os sionistas em todo o ocidente.
    Ser sionista é automaticamente ser apoiante de invasão, colonização, limpeza étnica, e GENOCÍDIO, tudo isso a decorrer desde 1947, o ano em que este projecto colonial chamado “israel” foi inventado numa ONU onde só os ocidentais colonialistas/imperialistas votaram a favor de tal alarvidade.

    Senhores da Estátua de Sal, este artigo do Manuel Loff é assim apenas mais um grão da areia que esta gigantesca máquina de propaganda nos atira diariamente para os olhos.
    Se o Manuel Loff realmente contrariasse a narrativa, não estava a escrever no Público. Estava no olho da rua, e a ter de escrever só em meios super alternativas com pouca ou nenhuma audiência.
    É assim que funciona a “liberdade de imprensa” no brutal e GENOCIDA regime ocidental, caso ainda não tenham percebido.

    O Manuel Loff quer mesmo um movimento pela paz?
    Esse movimento não são wokes nas ruas ocidentais com cartazes a dizer “peace” e outras m*rdas inúteis, ao lado de cartazes com símbolos do ocidente NAZIS/GENOCIDAS: a bandeira da NATO, a de israel, a dos EUA, a do Reino Unido, a da UE, a da Ucrânia, etc – e ao lado também de super hipócritas e ainda mais ignorantes cartazes a condenar gente como Putin, Xi, os Cubanos, os Palestinianos/Hamas, etc.

    O movimento para a paz já existe. Chama-se anti-imperialismo. E não é feito com cartazes. É feito com soldados da Rússia, da China, do Irão, de Cuba, da Venezuela, do Vietname, do Mali e Burkina Faso e Niger, do Hamas, do Hezbollah, e do mais valente povo do Mundo: os Iemenitas do movimento Ansar Allah.

    Quem quiser MESMO paz, e o fim do imperialismo/colonialismo GENOCIDA/NAZI ocidental, ou envie dinheiro para estes anti-imperialistas, ou voluntarie-se para os seus exércitos, ou crie movimentos revolucionários (que terão de ser violentos) para derrubar este nojento e totalmente podre regime ocidental.

    É a verdade mais verdadeiro que alguma vez irão ler, e simultaneamente a mais difícil de engolir. É normal que +95% dos ocidentais sejam ainda hoje negacionistas desta realidade. Dá-n9a jeito roubar e matar os outros, enriquecer à custa da miséria dos outros, termos jardins verdes para passear enquanto outros, fora do “jardim da UE”, morrem sob as nossas bombas ou “vivem” tornando-se nossos vassalos (ou nossos colaboradores na vassalagem aos EUA/NATO).

    O que está hoje a ocorrer em Gaza e na Cisjordânia e nos montes Golã e no Sul do Líbano e arredores, é o que iria ocorrer no Donbass caso a Rússia não tivesse feito a intervenção militar, que é 100% justificada, NÃO começou guerra nenhuma e, pelo contrário, tem como objectivo colocar um fim dedinitivo à guerra iniciada PELOS NAZIS/GENOCIDAS OCIDENTAIS, uns totalmente aldrabões que se escondem sob as falsas palavras “liberdade e democracia”, e outros mais sem vergonha que usam símbolos indiscutivelmente nazis, e só nazis, como é o caso da bandeira vermelha e preta da Ucrânia Nazionalista, o wolfsangel do Batalhão Azov, etc.

    Se o Manuel Loff não apoia a intervenção militar Russa, então o Manuel Lofd apoia o GENOCÍDIO dos eslavos russófonos do Donbass as mãos dos ucranianos nazionalistas com armas ocidentais.
    E é exatamente por isso que é permitido a este palhaço ainda ter um espaço de opinião num MainStreamMedia chamado Público, cuja função é mentira, manipular, e propagandear.
    E tenho toda a certeza que este tipo de idiotas úteis também irão a correr condenar a “agressão da China comunista” quando os porcos imperialistas dos EUA assim derem ordem, após darem luz verde à guerra proxy em Taiwan…
    Se, no meio de tanta falta de vergonha e de princípios, ainda se vai criticando o Netanyahu, isso é só porque interessa fazer de conta que o culpado é só um, e assim desviam-se as culpas dos reais culpados: os israelitas e os sionistas TODOS!
    E se nalguns artigos se critica Trump, isso nada mais é do que a facção woke/progressista/”Democrata” do império a fazer de conta que se opõe muito a facção troglodita/conservadora/Republicana do império.

    E vocês caíram que nem uns patinhos.

    Na realidade, o plano de colocar os nazis no poder na Ucrânia após um golpe e usá-los para uma guerra proxy contra a Rússia, é um plano seguido de IGUAL forma quer pelo Obama, quer pelo Trump.
    E o plano de limpeza étnica total de Gaza, que agora os woke criticam ao Trump, é na realidade o MESMO plano que o Blinken/Biden já tinham apresentado antes, mas mais discretamente, aos governos da Jordânia e Egipto.
    Na realidade não há eleições no ocidente. Apenas um contínuo de imperialismo/colonialismo GENOCIDA, onde, para mero efeito de campanha eleitoral interna, para manter a ilusão da “escolha”, as duas facções gostam de se entrincheirar em assuntos “super importantes” como as casas se banho para não sei quantos géneros diferentes, ou o casamento gay, ou quantos porcento se baixa o IRC, ou se o IMI das mansões paga 1% ou 1.5%, ou se vai mais um ou menos um milhão para a “transição verde” que nada mais é do que pintar de verde o mesmíssimo Capitalismo extrativista que nos está a destruir.

    Portanto, tenho de insistir neste ponto: enquanto as bandeiras da UE/NATO, dos partidos tradicionais vassalos deste império dos EUA, e enquanto os centros de poder imperial/colonialista GENOCIDA, em Washington, Londres, Bruxelas, etc, não estiverem todos a arder e a ser enterrados no caixote do lixo da história, a humanidade não terá paz, nem liberdade, nem verdade, nem democracia soberana e representativa, nem sequer Direitos Humanos.

    Viva o Hamas!
    Viva o Hezbollah!
    Viva o Ansar Allah!
    Viva o Irão, a Rússia, a China, e companhia!

    Morte aos porcos imperialistas GENOCIDAS ocidentais, auto-proclamados “moderados”, “democratas”, e “bem intencionados”.
    Quando se abrem bem os olhos, quando se aprende a identificar toda a propaganda e manipulação da MainStreamMedia, inclusive a que está incluído de forma tão subtil neste texto do Manuel Loff, quando se sabe aquilo que o nosso brutal regime não quer que saibamos (e por isso censura a RT, e aceita os algoritmos da censura PRIVADA das redea sociais USAmericanas), nesse momento tudo fica mais claro.
    Fica claro e óbvio que o que o ocidente chama de “democracia” é ditadura, o que chama de “paz” é imperialismo, o que chama de “direitos humanos” é racismo e GENOCÍDIO, o que chama de “liberdade” é opressão e McCarthismo, o que chama de “notícias” e/ou “verdade é propaganda e/ou mentira, o que chama de “terrorismo” é resistência anti-imperialista e anti-colonialista, e o que chama de “ditadura” são na realidade países soberanos de povos que recusam dobrar-se perante a estupidez ocidental.

    Perguntaram recentemente ao Macron se ia aplicar sanções contra israel, colónia que diariamente prossegue e se gaba do GENOCÍDIO de mulheres e crianças indefesas. Macron não respondeu. Só tem ordens (de Washington) para todos os dias falar em novas sanções contra a Rússia, o país que se defende legitimamente dos nazis.
    Já nos MainStreamMedia Portugueses, a vassalagem é tal, que ninguém ainda se lembrou sequer de colocar essa questão aos genocidas Marcelo, Montenegro, Costa, Mortágua (sim, esta vendida apoia nazis que gostavam de matar toda a gente no Donbass e Crimeia), Ventura, e companhia, tudo escumalha da mesmíssima estirpe.

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