Igor Kirillov: Combatente contra a Big Pharma

(Raphael Machado in Twitter, 20/12/2024)


No início do ano, num dos meus primeiros artigos para a Fundação Cultura Estratégica, escrevi sobre a epidemia de dengue no Brasil à luz de notícias de anos atrás sobre como a empresa Oxitec estava espalhando mosquitos geneticamente modificados para “combater a dengue”.

Em vez da dengue desaparecer, porém, os noticiários brasileiros informaram sobre a transformação dos mosquitos aedes aegypti em “supermosquitos” resistentes aos métodos tradicionais de combate e se espalhando com vigor renovado.

Até poderia ser coincidência, mas deu para descobrir que havia escândalos envolvendo a Oxitec em outras partes do mundo, e em boa parte desses escândalos, misteriosamente, as condições de saúde pioravam e epidemias surgiam.

Rastreei a Oxitec até a Blackrock e a Fundação Bill & Melinda Gates, e é aqui que entra a importância de Igor Kirillov. Graças aos relatórios de Igor Kirillov sobre os experimentos que eram realizados nos bio laboratórios ocidentais em território ucraniano foi possível encaixar a epidemia brasileira de dengue em um contexto mais geral de testes de armas biológicas.

Porque, como se sabe, os relatórios de Igor Kirillov discorreram amplamente sobre as origens da Covid-19 nos EUA, sobre armas biológicas etnicamente direcionadas, sobre experimentos farmacêuticos em seres humanos, sobre testes de vacinas feitos sem critérios de segurança, sobre a instrumentalização de mosquitos como vetores de doenças, etc.

Bem como sobre como foi um fundo de investimentos dirigido por Hunter Biden, o Rosemont Seneca, que financiou as atividades desses bio laboratórios.

Kirillov especificamente descobriu e revelou que nas atividades financiadas pela Fundação Bill & Melinda Gates estavam inclusos estudos do mosquito aedes aegypti nesses biolabs ucranianos, e menciona a Oxitec como uma empresa ligada ao Departamento de Defesa dos EUA, como possível produtora em massa de vetores de infeção por dengue como parte de uma estratégia de armas biológicas.

Não surpreendentemente, os relatórios passaram despercebidos no Brasil, onde tanto as autoridades quanto os jornalistas e os especialistas acreditam cegamente em todas as “versões oficiais” vendidas pelo Ocidente, sempre crédulos no altruísmo dos “cientistas” e dos “filantropos”.

Mas na verdade, os relatórios de Kirillov foram revolucionários por confirmarem aquilo que já era objeto de especulação há vários anos, como o papel desses biolabs na difusão do Evola, ou sobre as estranhas e repentinas eclosões epidémicas de doenças exógenas na região do Cáucaso…ou o próprio caso da Covid-19 e suas verdadeiras origens.

Aqui é necessário concluir para apontar que a morte de Kirillov não é uma perda para a Rússia, simplesmente. Kirillov não comandava tropas, sua morte não afetará ou atrapalhará a operação militar especial.

A sua morte foi uma perda para a humanidade e demonstra que, o objetivo das elites globalistas, não é derrotar o povo russo para exaltar os povos “ocidentais”, mas simplesmente destruir a Rússia enquanto barreira contra a escravização de todos os povos do mundo.

Fonte aqui

2 pensamentos sobre “Igor Kirillov: Combatente contra a Big Pharma

  1. O problema e que segundo o mainstream merdia Igor Kirilov era o responsável máximo pelo sistema de armas nucleares russo.
    Sim, foi mesmo assim que o seu assassinato foi anunciado.
    A coisa deu me arrepios pois que parecia que estavam a usar mais este crime nazi para nós convencer que podemos derrotar a Rússia numa guerra nuclear pois um dia seus maiores cérebros esta morto.
    Na realidade a sua função foi outra e a sua morte em nada alterará o curso da nossa guerra por procuração contra o seu país e muito menos como e que ela podes acabar.
    Mas foi um denunciante da verdadeira guerra que as farmacêuticas estão a mover contra nos a pretexto de nos tratar da saúde.
    E muita gente continua a sofrer com isso.
    Se, por exemplo, por cá a pressão para dar vacinas para a COVID se resume felizmente a telefonemas a assediar gente idosa e anúncios na imprensa de que abriu mais uma campanha de vacinação, e esperemos que assim se mantenha, noutros países a coisa continua feia.
    São países onde certamente se acha haver gente a mais e por isso podem se perder alguns.
    E o caso de certos estados brasileiros onde a coisa e obrigatória.
    Há uns meses ouvi uma história arrepiante contada na primeira pessoa. Uma brasileira na casa dos 30 anos, tendo apanhado já quatro doses de Pfizer e percebendo que se apanhasse uma quarta ficava sem conserto cruzou o mar, junto com o marido e dois filhos pequenos. Tinha medo que se simplesmente saísse para outro estado no país mais tarde ou mais cedo por lá fizessem o mesmo.
    Tambem vira a sua conta de gente morta e estropeada.
    Mas num país onde alguns elementos das elites dizem que o único problema do país e haver gente a mais talvez alguém ache que a vacina COVID MRna e um meio tão bom como qualquer outro para reduzir população, a juntar a doencas como a dengue e outras tropicais.
    Eu senti frio ao ouvir a história que esta verdadeira refugiada contava.
    Porque me lembrei dos dias negros em que se falava em tornar esse veneno obrigatório em toda a União Europeia.
    Eu não precisei de quatro doses. As primeiras vi logo que se tomasse outra ficava sem conserto nenhum.
    Por isso pensava que teria de fugir, provavelmente pedindo penico na terra do assassinado.
    Cheguei a ter pesadelos sobre estar em fuga num carro no meio do nada, de me dirigir a embaixada russa olhando para as árvores da minha terra com a certeza de que não as voltaria a ver.
    Na vigilia, via me a varrer ruas em Irkutsk. Não sei uma palavra de russo. Mas, se toda a Europa fosse tomada por essas vacinas, para onde poderia fugir?
    Mas, num país onde as elites acham que os problemas do país de resolveriam matando metade da população, quando e que isso para?
    Pergunto se essa imigrante na realidade refugiada que nem pode dizer muito alto que o e porque ainda há vacineiros que no mínimo lhe chamarao louca e no máximo lhe chamarao fascista poderá alguma vez voltar a sua terra dek medo que a obriguem a tomar um veneno simplesmente para poder trabalhar.
    Porque eu continuo com medo. Com medo de continuar a sofrer sequelas, com medo que uma nova doença apareça e comece tudo outra vez.
    Sim, a Big Pharma e terror. A pretexto de nos proteger. E o pior terrorismo possível.
    Que continue a haver vozes que denunciem o terror, mesmo que poucos as ouçam, mesmo que alguns a silenciem.

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