Fazer jornalismo incomoda os lacraus

(Por Pedro Almeida Vieira, in Página Um, 22/11/2024)

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O ‘agente de comunicação’ Luís Paixão Martins, fundador da LPM, diz-se reformado, mas vai espalhando as suas ferroadas venenosas, discretamente, e agora sem filtro no canal Now.

Ora, ontem à noite, a pretexto de comentar o encontro entre Gouveia e Melo e o ministro da Defesa, Nuno Melo, veio Luís Paixão Martins chamar-me negacionista das vacinas e outros mimos. Luís Paixão Martins, e os da sua laia, sabem bem como tentar conspurcar o PÁGINA UM que, cada vez mais, incomoda em muitos assuntos, apesar de termos uma redacção pequena e poucos meios humanos. Incomodamos em todas as áreas, e também ainda sobre o que se passou na pandemia, que a muitos beneficiou, havendo agora muitos interesses em colocar pedras sobre o assunto. Mas o PÁGINA UM não lhes tem feito esse favor.

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3 pensamentos sobre “Fazer jornalismo incomoda os lacraus

  1. Quando é que as pessoas vão perceber que se trata de escoar produto, uma vez que é comprado por atacado? Os custos são todos do estado, os lucros são todos dos laboratórios farmacêuticos, e claro que as farmácias também têm de ganhar algum, são negócios privados e não trabalham de borla. Assim se constroem “rendas” pagas por todos nós a alguns, e não saem baratas.

  2. Já agora… o Página Um poderia investigar o porquê de haver USFs com estruturas montadas para aplicar vacinas COVID e da Gripe, e estarem inativas porque não lhe chegam vacinas uma vez que as mesmas estão a ser encaminhadas para as farmácias.
    Ou seja, o Estado tem meios para aplicar as vacinas e está a pagar às farmácias para o fazer, com a consequente duplicação de custos para o SNS.

  3. Essa do negacionismo foi a armadilha que fez muito boa gente, entre os quais se contou quem está a escrever isto, ir meter no bucho um veneno de tal ordem que nem sabe porque está vivo.
    O alarve teria tomado as vacinas todas?
    Eu até me arrepio, depois de tantas mortes, depois de tanto sofrimento que tenho visto, que ainda haja gente com topete para chamar negacionista a quem simplesmente levantou questões em tempo útil.
    Questoes que devem continuar a ser levantadas.
    E inconcebível que se continue a telefonar para casa de pessoas idosas a convidar a vacinação.
    Pessoas idosas que viram filhos apanhar cancros que pareciam impossíveis.
    Conheço pessoalmente uma que viu um filho ter um cancro raríssimo e a nora apanhar, com mais de 50 anos, intolerâncias alimentares a lactose e glúten que teem como efeito a paralização dos rins.
    Deixo a imaginação de cada um o que a senhora respondeu.
    Um bisneto dessa senhora está internado numa unidade de cuidados intensivos pediátricos com os pulmões destroçados. E apenas um bebê mas a mãe, grávida, foi pressionada pela entidade patronal, uma IPSS que gere um lar de idosos, a meter no corpo aquela porcaria.
    A nossa legislação não permite fazer tal coisa mas há bandidos até continuam a faze lo, com consequências terríveis. E esperar pelo menos que a criança se salve.
    Daria vontade de rir se não fosse trágico que tenhamos uma entidade oficial, o Infarmed, a vender nos a treta de que os efeitos adversos se resumem a uma febrinha e uma dorzinha no local da picada. As vezes um cansaço pequenino.
    E que venham dizer que as mortes que acontecem depois da vacina são por outras causas, tratando nos como estúpidos dizendo que a vacina não evita mortes por outras causas.
    Então como explicam os excessos de mortalidade? Como e que uma criança quase recém nascida tem os pulmões arrasados?
    Vão ver se o mar da tubarão branco cheio de larica.
    A mim, quem me diz que deu os reforços todos e não lhe aconteceu nada ou que se salvou graças aquilo eu digo logo que se a avó dele f*deu com o Rasputine ou outro imune a venenos a minha foi uma senhora seria que só conheceu a picha do meu avô.
    Não tenho qualquer paciência para vacineiros depois dos que vi morrer. O último teve a pouca vergonha de me dizer que se fosse brasileiro teria morrido de dengue por não me ir vacinar. Foi só em respeito a sua idade que não o mandei a m*rda.
    Defender essa vacina hoje eu dia revela autismo e falta de empatia. Porque os teem um grupo de amigos cujas avós se portaram todas mal ou estão se nas tintas para tudo e para todos.
    Um bem haja a todos os “negacionistas” que levantaram questões pertinentes. A quem resistiu e disse não apesar das pressões.
    Eu tive as duas situações, levei com a jarda e quando disse não ao reforço porque percebi que se desse mais alguma ficava sem conserto nenhum até de Bolsonaro me levaram. Passei de bestial a besta como os treinadores de futebol.
    Se alguém me chamar negacionista e uma honra.
    Quanto aos vacineiros, vão ver se o mar da tubarão branco cheio de larica.

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