Míssil hipersónico: O diplomata chefe do Sul Global

(Quantum Bird, in Blog SakerLatam, 02/10/2024)

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Seguindo uma determinação direta do Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, as forças aeroespaciais do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) do Irão atacaram Israel com centenas de mísseis, convencionais e hipersónicos.

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10 pensamentos sobre “Míssil hipersónico: O diplomata chefe do Sul Global

  1. A diferença e que reivindicações como a de caricaturas do Islão Made in CIA como o
    Daesh não são aceites por ninguém.
    Mas imaginem que descobriram aqui qualquer coisa mesmo interessante.
    Alguém poderia garantir que o que está a acontecer a palestinianos, libaneses e sírios não nos aconteceria a nós assim que dissessemos que não queríamos vender ao preço da uva mijona?
    Que esta gente vergonha no focinho e respeito pela vida humana não tem nenhum já tínhamos obrigação de saber desde o balde de miséria que nos mandaram para cima no tempo da troika.
    Por isso vamos lá fazer figas para que aqui nunca se encontre grande quantidade de petróleo, terras raras ou qualquer outra coisa que interesse a estes trastes ou podemos muito bem acabar vendidos a quem der de graça como foram os palestinianos.
    Mas ainda há gente com vergonha.
    Uma manifestação de solidariedade com o estado genocida, não sei quem é que ainda se atreve a organizar uma coisa dessas, juntou uma centena de bovinos. Ou seja, nem reuniu todos os deputados dos ditos partidos.
    Já quem organizou a coisa devia ser mandado já para Israel com a roupa do corpo. Isso ou ser obrigado a nadar num mar cheio de tubarões brancos famintos.

  2. Vivemos neste pedaço de terra, designado Portugal, vai para quase 900 anos!
    Antes, porém, por cá e durante muito tempo, viveram Mouros, que, entretanto, conseguimos empurrar para o norte de África.
    Imagine-se que agora os descendentes desses mesmos Mouros, em nome dos seus antepassados que por cá viveram e a pretexto de que este pedaço de terra lhes havia sido prometido por um qualquer deus, o passavam a reivindicar! Reivindicação que, de resto, um Daesh fará, ao defender um califado estendendo-se até à Península Ibérica!

  3. Roubar a água do Litani e o grande objectivo de Israel que sabe muito bem que não e por ocupar o Líbano até ao dito rio que se livra de apanhar uma batata quente pelos cornos abaixo. Se não for do Hezbollah e do Irão ou até dos houthies todos fartos da impunidade e da crueldade do povo eleito.
    Israel sabe isso mas continua a pensar que a inteligência chegou ao povo eleito e foi vítima de uma bomba de duas toneladas.
    Alias, Israel rouba água com toda a crueldade e desprezo pelos vizinhos gentios desde que la foi plantado com a desculpa esfarrapada do Holocausto.
    E digo esfarrapada porque o dito Holocausto engoliu muitos outros povos como os ciganos, carradas de eslavos e até aquela malta que nos bate a porta ao domingo.
    E ninguém lhes deu uma colher de chá quanto mais terras, ainda por cima terras onde já havia gente.
    Abrindo ainda por cima a porta a que gente que se reivindicava da mesma religião e raça proveniente de zonas onde não sofreu perseguição alguma também se fosse lá plantar e ajudar a matar ou expulsar quem lá vivia.
    Permitem ate hoje que gente que vive na Europa e Estados Unidos faca uma perninha no exército de Israel, a matar, espancar e sodomizar e todas essas coisas que eles fazem regressando tranquilamente a casa quando estiver cansado.
    Durante décadas venderam nos a ideia de uma pobre gente perseguida que foi instalada entre montes de areia e que a fez florescer com a sua sagacidade e,certamente, ajuda do Deus que lhes deu aquela terra.
    Ora isto e mentira pois que por lá viviam 750 mil pessoas que foram expulsas ou mortas.
    A partir daí Israel tratou de roubar toda a água dos vizinhos sendo que pode não se esquecendo, nas zonas ocupadas de privar os habitantes da água por pura maldade.
    Como quando destroem depósitos a tiro de metralhadora ou entaipam pocos. Alias, entaipar cisternas e poços e uma das táticas de destruição do inimigo descritas naquele manual dos maus costumes que e o Antigo Testamento.
    Pode se acusar os nazionista de muita coisa mas não de não cumprirem as tradições.
    Quanto a sigla do exército assassino pode ser mantida mas com o devido nome, Israeli Destruction Forces.
    E acho engraçado ainda haver gente a defender a mera existência de Israel.
    Ladramos contra a “emigração descontrolada”, temos as autoridades a começar a fazer a vida negra a quem ca está e achamos mesmo que se a fava do Estado de Israel nos tivesse tocado a nos dariamos de boa vontade as nossas casas e terras a esses imigrantes descontrolados e aceitaríamos sempre que eles quisessem sacar mais água e mais terras.
    E descansem que se fossemos nós a estar perto de mares de petróleo seria sobre nós que essa fava cairia.
    Logo um grande rabino teria recebido uma mensagem divina que lhes diria que a Terra Prometida era agora na outra ponta do Mediterrâneo e os mesmos trastes que criaram Israel tratariam de o sancionar.
    Afinal de contas nem estávamos ainda na NATO e aí saberiam lembrar se que afinal de contas éramos uma ditadura sangrenta e mereciamos bem ser mandados para Angola, Moçambique ou para o raio que nos partisse.
    As zonas que não tivessem nada, bem entendido, que as que tivessem bons recursos também seriam certamente dadas ao povo eleito.
    Se tal acontecesse talvez não embarcassemos na resistência desesperada em que embarcaram os palestinianos mas apenas por falta de tomates para isso.
    Por isso senhores defensores de Israel, comprem um bilhete para lá ou vao ver se o mar da megalodonte. Mas parem de dizer asneiras e agradeçam por não termos petróleo nem estarmos lá perto.

  4. ESTOU FARTO DE CABRÕES!
    (que me perdoem os mais sensíveis, mas hoje dispenso os asteriscos)

    Estou farto de cabrões por várias razões. Um exemplo: nos últimos meses, mainstream merdia e carraças comentadeiras (♂, ♀ ou in between, a trampa é a mesma) têm gasto rios de saliva a referir, acefalamente, um rio verdadeiro, o Litani (no Sul do Líbano), e a Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, de 2006, que, para safar as IOF (Israeli Occupying Forces), nessa altura fartinhas de levar na tromba, determinava que o Hezbollah devia deslocar as suas forças para norte do referido rio. As IOF, por seu lado, deviam recuar para dentro das fronteiras reconhecidas da entidade nazionista, dado que ainda ocupavam uma parte do Líbano.

    E eis que a dita entidade nazionista, que, como todos sabemos, anda há décadas a limpar o rabo a dezenas de resoluções da ONU condenatórias das suas sacanices (tanto da Assembleia Geral como do Conselho de Segurança), resoluções que a intimam, entre milhentas coisas, a tirar a pata e a peida dos territórios ocupados (nomeadamente Gaza e Cisjordânia palestinianas e Golã sírios), se torna subitamente acérrima defensora de uma resolução da ONU (esta apenas), porque metade dela lhe dá jeito. E, indignadamente, exige que essa metade seja cumprida. A outra metade servirá, naturalmente, para continuar a limpar o rabo, com a reocupação do território libanês de onde saíram em 2006 a pontapés no cu. Como não podia deixar de ser, a canzoada mainstream ocidental (tanto a dos merdia de reverência como a do establishment politicoiso, nos canis onde a criadagem se acoita e ladra esganiçadamente) aplaude de quatro a “justa” e internacionalmente legal reivindicação nazionista, subscrevendo caninamente o motivo alegado. E qual o bendito motivo alegado? A protecção das populações civis do Norte de Israel, que alegadamente ficarão em segurança, protegidas de ataques do Hezbollah, se este for obrigado a deslocar-se para norte do Litani.

    E que porra de problema é o teu, ó Joaquim Camacho, maluco dum cabrão (peço perdão, mas eu avisei)? O problema, que não é só meu, é que este motivo é falso. Primeiro, há o facto, óbvio para dois simples neurónios funcionais, de que, ainda que com um pouco mais de dificuldade, um Hezbollah a norte do Litani continuará, se para aí estiver virado, a poder atingir o Norte (e não só) de Israel com mísseis, drones ou pombos-correios fundamentalistas. Conhecendo ainda, todos nós, o generosamente aplicado e democrático critério ocidental dos dois pesos e duas medidas, voltaria a apostar o tomatinho direito e metade do esquerdo em como (como disse atrás) os escuteiros nazionistas não se remeteriam às suas fronteiras e voltariam a ocupar o Líbano até ao Litani. Ouviríamos, provavelmente, um ou outro “protesto” inconsequente e castrado dos gatos gordos da criadagem ocidental, mas nada de preocupante. Miau!

    Depois, temos que o verdadeiro motivo está bem mais de acordo com a alma de ladrões que fundamenta o gangsterismo nazionista. Eu ospilico: o rio Litani (maior rio do Líbano) nasce no vale de Bekaa e corre para sul durante pouco mais de 100 km, até fazer subitamente um cotovelo e mudar de direcção, passando a fluir no sentido leste-oeste até desaguar no Mediterrâneo. Isto sempre dentro das fronteiras do Líbano. Para azar dos libaneses, porém, esse cotovelo do Litani, na referida mudança de direcção, fica a uns escassos sete ou oito quilómetros da fronteira norte de Israel e a ladroagem nazionista há décadas que tem planos para roubar as águas do Litani, através de um canal que o ligaria ao rio Hasbani, afluente do Jordão, cujo caudal seria assim substancialmente engrossado. O Jordão, por sua vez, desagua no lago Tiberíades (ou Mar da Galileia, ou lago Kinneret, na terminologia israelita), que fornece aproximadamente um terço de toda a água consumida em Israel. Daí a necessidade de empurrar o Hezbollah para norte do Litani e ocupar todo o Sul do Líbano até à margem sul do rio. Que gulosos (e sequiosos) que eles serem, benza-os Deus!

    Note-se ainda que a Organização Sionista Mundial já cobiçava as águas do Litani muito antes do Holocausto e da constituição do Estado israelita. Em 1919, propôs à Sociedade das Nações (precursora da ONU), para o chamado Lar Nacional Judaico (futuro Estado de Israel), um território que englobava todo o Sul do actual Líbano até à cidade de Sídon, o que incluiria quase todo o Litani e também o Hasbani. Em 1919, insisto, não havia ainda a desculpa do Holocausto para justificar as sacanices, o que, como se comprova, não desencorajava a cobiça cleptocrática. E frise-se que a dita proposta da Organização Sionista Mundial à Sociedade das Nações não se contentava com o Sul do Líbano. Além de todo o território israelita do presente, o guloso mapazinho anexo à proposta incluía Gaza, uma grande parte do Sinai egípcio, toda a Cisjordânia e mais uma gordíssima fatia da Jordânia actual, muito para lá do rio Jordão, até ao chamado caminho de ferro do Hejaz (protagonista de situações históricas reais referidas no filme ‘Lawrence da Arábia’).

    Arrumado o Hezbollah para norte do Litani, seria regularmente bombardeado para o afastar da margem do rio, a parte da Resolução 1701 que remete as IOF para as suas fronteiras internacionalmente reconhecidas seria mandada às urtigas com a mesma impunidade com que a ladroagem nazionista limpa o rabo às outras dezenas que a condenam, os trabalhos de concretização dos transvases seriam rapidamente implementados e “prontes”, o povo escolhido provaria mais uma vez que não foi por acaso que o Altíssimo o escolheu. E que se trompiquem os gentios a quem falta a sofisticação intelectual necessária para compreender os critérios que legitimaram a divina escolha. No mínimo, passam a persona non grata, como o patético picareta falante António Guterres. No máximo, levam com uma bomba democrática de duas toneladas pelos cornos abaixo e pelo cu acima.

    Textículos* de apoio aqui, acolá, acoli e etc.:

    https://www.un.org/unispal/document/auto-insert-199976/

    https://www.latimes.com/archives/la-xpm-2006-aug-10-fg-litani10-story.html

    https://mandalaprojects.com/ice/ice-cases/litani.htm

    https://images.app.goo.gl/3RmR9BdBqrHUbFnQ8

    https://images.app.goo.gl/NtMURdmvttLGKP1Y7

    *Não confundir com “testículos”.

    • Exactamente.

      Eu também estou farto de cabrõ*s.

      O nazi-sionismo é antigo, precede o holocausto.

      O nazi-sionismo quer exterminar um país inteiro e invadir mais uns quantos à sua volta.

      Mas sabes quem é o cabr*o maior naquela zona toda?

      Não, não é o Netanyahu, esse é só o cão raivoso actual a liderar o Apartheid.

      O maior está a dormir descansado no seu palácio… na Jordânia.

      Este cabr*o mandou o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros declarar em plena conferência de imprensa na ONU que “os árabes todos” estão preparados para garantir a segurança de “israel”.

      Não mexem um dedopara parar um genocídio e 5 invasões/agressões (Gaza, Cisjordânia, Montes Golã, Líbano, Síria), mas para garantir a segurança dos nazi-sionistas, o “rei” da Jordânia está prontíssimo.

      Aliás, do recente excelente e lindo contra-ataque legítimo e justificadíssimo do Irão contra “israel”, se não houve mais vídeos bonitos e cheios de justiça a circular, a culpa é das anti-aérias da Jordânia que destruiram alguns doa mísseis e drones do Irão.

      Aliás, na exemplar e super legal ação militar do Irão, feita em nome dos Direitos Humanos dos Palestinianos e dos Libaneses, só houve uma vítima civil, um Palestiniano do centro-leste da Cisjordânia, perto da fronteira da Jordânia, que levou com um destroço queimado de um míssil Iraniano.

      Ou seja, a ditadura da Jordânia, usando armas da NATO/EUA, matou um Palestiniano, ao impedir que aquele míssil seguisse viajem para justamente destruir um alvo militar dos nazi-sionistas.

      A mim parece-me que o Irão (e não só) precisa de levar a intervenção militar a outros campos de batalha. Uns dinheirinhos para a oposição da Jordânia, que seja a favor do fim da ditadura/monarqui, e seja também a favor do fim da vassalagem ao império genocida anglo-americano e nazi-sionosta, deve ser uma das prioridades do Irão.

      Afinal de contas, seria não só meio caminho andado para garantir ainda mais efetivos ataques juatificadoa a “israel”, como seria uma espécia de justiça poética, que o regime do Irão, vítima permanente da máquina de golpes e mudançaa de regime da CIA/Pentágono, fosse antes o perpetrador de uma revolução popular na Jordânia.

      Hoje, para além de ver imagens lindas do Irão a servir justiça aos nazi-sionistas, gostei também de ver a beleza da bandeira da Rússia no topo dos prédios no centro de Ugledar.
      Foi um dia muito bom para quem está farto de cabrõ*s.

      Ideal mesmo, só se um meteorito como o da Tungusta um dia destes passar ali pelo eixo do mal, de Washington até Nova Iorque. Mesmo assim não matava tantos como o número total que esses cabrõ*s mataram desde 1945…
      Se calhar até iam mudar a bandeira do Vietname, para adicionar uma cauda à estrela, em homenagem a tal meteorito justiceiro.

      Ahahahah

      Fico sempre bem disposto quando me ponho assim a imaginar.
      I love the smell of roasted genocidal imperialist pigs in the morning.

      Mas atenção, dependendo do que os nazi-sionistas decidirem nos corredores de Washington e da Jerusalém ocupada, que já andam a falar em atingir a centrais nucleares e centros de decisão do Irão e em paralelo a falar de bombardear profundamente território Russo, podemos ter acabado de ver o início de uma guerra bem maior, que pode não só escalar, como tornar-se Mundial.

      Perante tal possibilidade, os corruptos a que os Europeus chamam de “centro moderado democrático”, já pegaram nas máquinas de calcular para saber quanto vão lucrar em comissões da Raytheon, Lockeed Martin, NED, USAid, etc.
      Querem lá saber de quem morre, quere é estar a comer caviar a bordo do avião a jacto quando a hora chegar.

      Quem diria que o Homo Economicus NeoLiberalis seria o último da linha…
      Falta só saber quem é o Australopiteco que nos lidera neste triste fim da história, o Trumpa ou a Kamela.
      Aliás, peço desculpa aos Australopitecos pela comparação!
      Trata-se de facto apenas e só de cabrõ*s, financiados por cabrõ*es, e eleitos tanto por idiotas/ignorantes como por outros cabrõ*s anónimos.

      No lado positivo, pode-se dizer que mesmo num holocausto nuclear, a humanidade não vai acabar. Pois não se pode acabar com o que não chegou sequer a existir. O que vai acabar é a cabrã*zada. Pode ser que na próxima era geológica, a seguir a este antropoceno, a espécie dominante no planeta seja uma que realmente mereça a vida. Ou, idealmente, que não volte a haver nenhuma espécie dominante. Já bastaram duas tragédias, primeiro os dinossauros, e depois os bem menos civilizados “humanos”.

      • “Trata-se de facto apenas e só de cabrõ*s, financiados por cabrõ*es, e eleitos tanto por idiotas/ignorantes como por outros cabrõ*s anónimos.” ao serviço de cabrõ*es escondidos que entretanto estão contando os lucros acrescentados pela cabronice destes cabrõ*es. Num mundo de cabrõ*es o melhor é fazer uma chanfana. Todos para a panela já.

  5. Duvido que alguém esperasse que a crueldade homicida de Israel chegasse a tanto.
    Mesmo para os vizinhos/inimigos de Israel e difícil compreender a crueldade tresloucada de Israel apesar dos crimes hediondos que essa nação pratica desde a sua fundação.
    Claro que quando Nasrallah ameaçou que o castigo de Israel chegaria quando e onde menos esperava, assinou a sua sentença de morte.
    Porque desatou a vertente tresloucada da crueldade israelita.
    Certamente o que pensaram foi, “a tua morte é que vai chegar mais depressa do que esperas”.
    E como matar para os israelitas e tao fácil como beber copos de gia foram 80 bombas de uma tonelada cada uma lançadas sob uma zona onde não faltavam civis.
    A vida dos gentios não interessa para nada aos israelitas e o que e preciso que esta gente perceba e que se aqueles populações fossem cristas eles teriam agido como o mesmo grau de crueldade,selvageria e total desprezo pela vida humana.
    Os israelitas vivem há quatro mil anos atrás.
    Agem com a mesma crueldade de há quatro mil anos atrás mas tendo a mais moderna tecnologia do nosso Século.
    O Irão tem agora tudo de mau a esperar.
    Também porque os norte americanos teem o Irão atravessado nos gorgumilhos desde 1979 e nunca aceitarao perder a monstruosa criatura que criaram.
    Tenho agora o mesmo medo que tive a 7 de Outubro do ano passado.
    Sabia que os israelitas desatariam toda a sua milenar crueldade e selvageria e não me enganei.
    Mas há aqui outra coisa a assinalar. O Irão, que etnicamente não e árabe, está a arriscar a sua existência como nação e como povo para conter a crueldade israelita sobre os seus vizinhos.
    Tem manifestado mais solidariedade com as vítimas da crueldade sionista que os seus vizinhos árabes.
    Merecem a nossa admiração o que quer que venham a sofrer.
    E quem achar que estou a dizer uma asneira pode ir chamar antissemita ao diabo que o carregue e em seguida ir ver se o mar da tubarão branco faminto.

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