Afinal não há neonazis na Ucrânia, nem censura no Ocidente, e as criancinhas são trazidas pela cegonha

(Major-general Carlos Branco, In Blog Cortar a Direito, 28/09/2024)

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O semanário Expresso veio informar-nos de que a portuguesa Mariana Van Zeller (ver aqui), pela qual nutro uma enorme admiração, apesar de nunca me ter cruzado com ela, tinha vencido 5 prémios Emmy devido à fabulosa série televisiva da sua autoria intitulada “na Rota do Tráfico”, em inglês “Trafficked”, em que nos proporciona uma viagem a vários submundos. A qualidade do seu trabalho é superlativa e a sua coragem pessoal à prova de bala. Vários órgãos da Comunicação Social juntaram-se ao Expresso na divulgação do acontecimento.

Essa série está disponível na plataforma de streaming da Disney, no canal da National Geographic, como se pode verificar pelas imagens abaixo.

Estranhamente, quem for subscritor da Disney pode confirmar, o episódio 6 (seis) desapareceu da lista. Não está disponível. Salta do episódio 5 (cinco) para o 7 (sete). Porquê este lapso da Disney não assinalado pelos OCS que lhe fizeram referência?

Porque esse episódio era dedicado ao submundo dos nazis na Ucrânia, local onde nazis do mundo inteiro iam (agora menos) fazer o tirocínio, algo que não pode ser dito no mundo livre e democrático, onde as verdades – inconvenientes – são apelidadas de desinformação. Nova terminologia.

O facto do Big Brother censurar um episódio do National Geographic dedicado aos nazis na Ucrânia é imensamente perturbador e revelador dos tempos em que mansamente vivemos. É uma evidência do esforço concertado para controlar os conteúdos informativos e manipular, dito de modo mais suave moldar as nossas perceções, as nossas atitudes, os nossos pensamentos e, consequentemente, as nossas almas e os nossos comportamentos. Denota uma atividade organizada perigosa, orquestrada, e com a conivência dos operadores.

Movemo-nos, pois, numa Twilight Zone entre a fantasia e a realidade, entre as cegonhas e os ventres das mulheres. Na primeira existem nazis e na outra não, aquela em que existimos. Afinal os nazis na Ucrânia são inventados por espíritos mórbidos e lucubradores ao serviço de potências estrangeiras sediciosas. Fica para reflexão.

Fonte aqui.

8 pensamentos sobre “Afinal não há neonazis na Ucrânia, nem censura no Ocidente, e as criancinhas são trazidas pela cegonha

  1. Pingback: A Ferra Aveia ~
  2. Sim, não são só os muçulmanos que aquela gente odeia e se noutros tempos eles não matavam “adoradores de Ídolos” e porque não tinham capacidade militar para isso.
    Se as populações vizinhas ou que viviam na terra que criminosamente acreditam que lhes foi dada por Deus fossem cristas eles agiriam com o mesmo grau de selvageria.
    Os comentadeiros logo achariam maneira de justificar isso.
    Felizmente não éramos nós a viver junto de mares de ouro negro ou seria sobre nós que toda essa crueldade teria sido lançada.
    Seria sobre nós que a sua selvageria cairia.
    E quando isso acontecesse alguém lembraria que o nosso cristianismo não era assim tão puro ou diria que amavamos a morte ou qualquer coisa parecida.
    Como quando o Miguel Sousa Tavares disse que os desgraçados que lançavam pedras junto a cerca que rodeava o campo de concentração a céu aberto de Gaza eram voluntários prontos para morrer.
    Se a alguém for dado vida, dignidade, esperança num futuro de segurança ninguém quer morrer.
    Há que admirar a força de alguém como Haniyeh que continuava a tentar negociar com os demônios quando esses demônios já lhe tinham morto a família toda.
    Como e que alguém ainda pode pensar sequer em olhar um israelita na cara sem tentar puxar um escarro daqueles bem nojentos e lho lançar na tromba.
    Nenhum dos nossos comentadeiros, nenhum dos nossos políticos pro genocidas seria capaz de chegar ao nivel do po do chao que alguem assim pisa.
    A força dos palestinianos e realmente admirável mesmo que entre eles também possa haver alguns traidores.
    Mas todo aquele que apoiar Israel e um traidor a humanidade e merecia ser enviado para Gaza, Cisjordânia ou Sul do Líbano, a escolha do traste.
    E vão chamar antissemita ao diabo que os carregue.

  3. Já vi vários episódios dessa série, a abordar vários tipos de tráficos e redes criminosas, desde o negócio da deflorestação e dos madeireiros na Amazónia, passando pelo tráfico de imigrantes pela fronteira do México com os EUA, até aos vários cartéis de tráfico de drogas, armas, etc… não me recordo se vi esse do neonazismo em terras ucranianas, mas tenho ideia que não. Além desse(s) episódio(s), há outro sobre as barrigas de aluguer e o tráfico de bebés para adopção no estrangeiro, se não estou em erro, que também se foca na Ucrânia, existindo até empresas “duvidosas” com redes de mulheres, clínicas, redes cibernéticas, etc para esse fim.
    Esse pelo menos não foi censurado. O que ainda reforça mais o significado de o outro ter sido. Até jornalismo de qualidade já é censurado em prol de “narrativas oficiais”, ou seja, “contos do vigário”. Os factos e a História são varridos para baixo do tapete, à medida dos contadores de “estórias”, como a Ferra Aveia, a Sollérias, etc…

  4. So não há e quem cale a Ferra Aveia que garante que Israel não tem tantas vítimas como em Gaza ou no Líbano porque defende melhor a sua população.
    Claro que defende com as armas que lhes damos. Com toda a gente a armar esses demônios em forma de gente melhor seria se assim não fosse.
    Mas a 7 de Outubro não defenderam porra nenhuma porque lhes deu jeito para darem argumentos a trastes vendidos como ela e outros.
    O que a senhora se esquece de dizer e que a “população” de Israel vive em terra roubada e ocupada e não tinha nada que lá estar.
    E o que quer e roubar mais terras não interessa quantos tenha de matar porque os outros são gentios e não teem qualquer valor.
    E não sao só os muçulmanos, são todos os cristãos, incluindo ela.
    Já pensou na sorte que teve em viver na outra ponta do Mediterrâneo.
    Eu penso nessa sorte desde antes de ter tantos anos como tenho unhas das mãos. Cresci com os crimes hediondos de Israel.
    Sinto um cansaço tremendo de ouvir e ver os crimes de Israel.
    Sendo que as suas vítimas vivem em terra ocupada e roubada por um bando de sodomitas sem entranhas e sem humanidade que se acham o povo eleito de Deus e todos os outros, inclusive ela, não valem nada.
    E se fosse Porrugal a estar sobre um mar de petróleo ou lá perto?
    Talvez alguém achasse logico dar lhes parte do país ou todo porque afinal de contas D. Manuel correu com eles e a Inquisição tratou da saúde a muitos.
    Talvez ela e a sua família talvez estivessem mortos sob uma bomba israelita.
    Podíamos ter sido nós, mas para nossa sorte não temos nada que interesse, nem nos nem os nossos vizinhos.
    Porque essa gente cruel, racista e supremacista poderia ter nos sido lançada para cima assim tivéssemos recursos que interessava controlar.
    Se a Palestina não estivesse próximo de um mar de petróleo alguém lhes tinha atirado os israelitas para cima?
    Alguém pensou porque e que nunca ninguém pensou dar uma terra aos ciganos e outras vítimas de grandes perseguições?
    Os judeus não foram mais perseguidos que os ciganos, cambada de chocos.
    Essa gente de boa vontade crucificava nos a todos. porque e que a senhora não vai viver para Israel? Pessoalmente pagava lhe o bilhete de boa vontade desde que ela calasse aquela boca vil de psicopata. A ela é outros trastes.
    Va ver se o mar da tubarão branco faminto.

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