Jornalista da emissora Al Mayadeen é assassinado por ‘Israel’

(In Diário da Causa Operária, 24/09/2024)

Hadi al-Saied é uma das 550 pessoas assassinadas pelos bombardeios sionistas de segunda-feira (23).


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Na terça-feira (24), “Israel” assassinou Hadi al-Saied.O jornalista, de 22 anos, era residente da área de Burj Rahhal, perto da cidade costeira de Tire. Sua casa foi um dos alvos dos bombardeios israelenses realizados nessa segunda-feira (23), que deixaram mais 550 mortos e pelo menos 1.800 feridos, conforme o Ministério da Saúde do Líbano.

Hadi al-Saied trabalhava para a emissora libanesa Al Mayadeen, um dos principais órgãos de imprensa a expor e denunciar sionismo, o genocídio contra os palestinos e a luta da resistência pela libertação da Palestina.

O presidente do Conselho de Administração da Al Mayadeen Media expressou condolências à família do jornalista, e declarou que “embora nós do Al Mayadeen Online lamentemos a perda de Hadi, continuamos firmes em garantir que nossa missão como profissionais de mídia seja cumprida, defendendo a verdade e a justiça, e fortalecendo ainda mais nosso apoio à causa da Palestina e à resistência”.

Apenas na Faixa de Gaza, mais de 173 jornalistas foram assassinados por “Israel” desde 7 de outubro, uma tentativa da entidade sionista de impedir que o genocídio contra os palestinos e a luta da resistência palestina seja noticiada para o mundo.

Fonte aqui.

10 pensamentos sobre “Jornalista da emissora Al Mayadeen é assassinado por ‘Israel’

  1. Tudo muito certo agora vou dizer que o Netanyahu e um filho de puta messiânico, assassino e louco as vezes que me der na gana.
    O bandalho não deixa de ser isso tudo lá porque 98 por cento do seu povo e boa parte dos presstitutos e politicos ocidentais, contas por baixo partilha a mesma psicopatia.
    A atoarda do “somos todos israelitas” proferida pelo nosso presidente da República, em que graças ao santo protector dos cachalotes não votei porque hoje não haveria sabão que tirasse o nojo que passaria a sentir pela minha mão direita, ainda me está atravessada.
    Já falei nessa psicopatia muitas vezes, as vezes suficientes para me poder referir ao seu líder em termos que supostamente repetem a propaganda ocidental.
    Eu nunca sofri disso. Cresci com os crimes israelitas seja quem for a besta que os lidera.
    Sempre pensei que se fosse palestiniano já nem teria jogado em cima deles com uma bomba. Porque ser me ia impossível viver escravizado por tal gente e sempre levaria uns comigo. Não por acreditar que ia encontrar 70 virgens a minha espera, outra atoarda da propaganda sionista e ocidental.
    Ainda estava bem no cu dos ingleses quando os liderou uma vaca, Golda Meir de seu nome, que disse “o problema não e eles matarem as nossas crianças, e obrigaram nos a matar as crianças deles. Quando amarem os seus filhos mais do que nos odeiam a nós haverá paz”.
    Ou seja, quanto aceitassem pacificamente dar as suas casas e terras a gente vinda sabe Deus de onde, quando aceitassem que os filhos dos poucos que fossem deixados para trás fossem meros escravos da raça escolhida haveria paz.
    E não foi só em Israel que se achou lógico este raciocínio grotesco.
    Já agora, essa vaca não era nenhuma coitadinha sobrevivente de campos de concentração. Era Made in USA. E não e por todo o seu povo ser psicopata que ela deixou de o ser e que eu tenho o direito de dizer que ela era.
    Israel e uma nação de psicopatas porque se funda numa religião que prega a sua supremacia sobre todos os outros povos. Tal como o nazismo.
    Se não fosse Hitler seria outro porque o racismo sempre foi enraizado na cultura alemã.
    O mesmo se passa em Israel. Enquanto tiverem uma religião que lhes diz que são os eleitos de Deus e que a terra dos vizinhos lhes foi dada por Deus serão assassinos do mais cruel e perigoso que este mundo já viu.
    Seja quem for o igualmente louco, messiânico e psicopata que os lídere.

  2. E sim, não é porque um estado se impõe pela força das armas roubando a terra de outros que, a luz da mais elementar humanidade tem o direito de existir e já agora de se defender matando civis a torto e a direito e roubando mais terras.
    O Estado de Israel e um projecto genocida que já destruiu mais vidas em pouco menos de 80 anos que a maior parte dos outros estados em séculos.
    E reconhecer o direito de existência destes trastes não ajuda ninguém nem sequer os próprios. Foi ver o fim cruel de Yasser Arafat.
    O estado de Israel e um projecto colonial e selvagem que se constituiu com gente que se afirmava judeu vinda de todo o mundo, muitos de zonas onde nunca foram perseguidos.
    Por isso e outra treta que cai por terra, a do lar para um povo perseguido.
    E judeus de todo o mundo vão regularmente juntar se as forças genocidas, matar e violar, por um tempo voltando depois para o conforto de casa. E ninguém faz nada nem os prende a chegada acusando os de pertença a organização terrorista. Qualquer um que tenha servido naquele exército merece prisão perpétua. E e porque sou contra a pena de morte.
    Mas que quem apoia Israel não tem vergonha nenhuma no focinho também já todos sabemos.
    Infelizmente não tenho esperança alguma de que essa nação maléfica possa algum dia ser destruída.

  3. Tenha calma homem. Já culpei muitas vezes todo um povo e toda uma religião supremacista que se vê como a escolhida por Deus e vê todos os outros como merda.
    Se fui buscar o cão raivoso e o que ele vomitou logo nos anos 80 do século passado foi para responder a palhaços que teem a pouca vergonha de dizer que só agora Israel perdeu uma suposta inocência.
    Israel constituiu se como um estado genocida há quatro mil anos e e um estado genocida agora com toda a tecnologia do nosso século.
    Fui criado num culto fundamentalista cristão que justificação estás barbaridades.
    As barbaridades antigas povoaram os meus pesadelos de infância como as modernas povoam os de agora.
    Concordo com quase tudo o que tu escreves por isso tenta não me acusar de crimes que não tenho e convicções que não tenho.
    Sei perfeitamente que se não estivesse lá Netanyahu estava outro mas quem lá está e ele e e ele que comanda com todo o prazer de cao raivoso o projecto genocida do seu povo.
    Os israelitas não são vítimas, são assassinos cruéis e Netanyahu e a sua grotesca personificação.

    • Estamos de acordo. E não te acusei de nada. Apenas chamei atenção para o facto de a pessoalização deste genocídio ser um instrumento da propaganda do império genocida ocidental nazi-sionista.

      Se percebes o que percebes, e muito bem, então não repitas isso nem reforces essa ideia do “UM louco”.
      Isso é o que os nazi-sionistas nos querem ver a todos repetir, pois é isso que lhes dará a “moral” para o dia seguinte: quando fizerem de conta que vão condenar Netanyahu, e na realidade isso servir só de areia para os olhos enquanto vão desculpar colectivamente todos nazi-sionistas desde Telaviv até Los Angeles.

      Estou fartinho de ver gente boa à minha volta sem se aperceber a repetir ideias falsas criadas pela propaganda nazi-sionista.

      Agora os porcos nazi-sionistas estão também a agredir o Líbano, a bombardear residências de civis, e o que é que as presstitutas começaram logo a cacarejar? Que “israel acerta em alvos dos terroristas do Hezbollah”…

      E esta mentira será repetida tanta vez, que mesmo as pessoas boas e bem intencionadas, vão num momento ou noutro falar/comentar nesses termos.

      Não, não é “israel” nem são ataques “contra o Hezbollah”. São os nazi-sionistas ocidentais todos, colectivamente, e é contra o povo, mulheres e crianças, do Líbano.
      Aliás, o porco nazi-sionista Donald Trump, tão corrompido pela AIPAC como qualquer outro palhaço naquela pocilga chamada EUA, já disse que “israel is so small, it should be bigger”.
      Parecem-me claras as intenções genocidas destes porcos nazi-sionistas.

      No momento em que falamos, a invasão e bombardeamentos continuam em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano, e na Síria. As presstitutas ou não falam disso, ou, quando é demasiado óbvio e têm de falar, repetem sempre “é contra alvos deste ou daquele terrorista”.
      É engraçado, são todos “terroristas” à volta de “israel”, só por coincidência estão todos naqueles territórios que farão parte da “grande israel”…

      Até mesmo repetir a expressão “direito à defesa de israel” é uma propaganda nazi-sionista. A maior parte dos ocidentais nem se apercebe disto. Todos os dias isto é repetido, mas nunca se fala sobre a decisão do ICJ (não confundir com a palhaça do ICC) que diz que:

      — israel é o agressor, os Palestinianos são as vítimas, seja em que circunstância for, pois um é quem invade e ocupa, e o outro é quem é invadido e ocupado;

      — israel NÃO pode usar a desculpa da “defesa” para mais ações militares, pois sendo o agressor, só está na realidade a usar a resistência das vítimas como desculpa para fazer mais agressão;

      — os Palestinianos, sempre vítimas, têm o DIREITO HUMANO à resistência armada (= acções do Hamas, Hezbollah, etc) contra o agressor “israel”;

      — e na decisão mais recente, preliminar, ficou já estabelecido que está a decorrer um genocídio cometido por “israel”, logo quem lhe dá armas (USA, UK) é cúmplice nesse genocídio (aliás a Alemanha até interrompeu o fornecimento de armas a “israel” para não ser acusada disto).

      Eram estes 4 pontos que deviam ser repetidos até o povo ocidental saber o que se passa na realidade. Mas para tal acontecer, era preciso vivermos em democracia e em liberdade, com meios de comunicação honestos e livres…

      A maioria dos ocidentais, coitadinhos, aprendeu a repetir as mentira de que “a Ucrânia é independente e tem o direito de aderir à NATO”, e ao mesmo tempo aprendeu a repetir a mentiras de que “israel tem o direito a defender-se” e que “os Palestinianos não têm o direito a ter armas nem forças armadas, por isso israel pode e deve bombardear o Hamas e tudo à sua volta”.
      Ora, foram exatamente as mesmas presstitutas que repetiram ambos os pontos propagandísticos até à exaustão, sem as pessoas sequer se aperceberem disso.

      É por acaso, só para acabar com uma curiosidade, o mesmíssimo putedo que convenceu os portugueses de que existe uma “extrema” esquerda que é “irresponsável” por deixar cair Costa.
      Está tudo ligado.
      O fascismo nacional tuga é unha com carne com o nazi-sionismo internacional.
      As mesmas presstitutas que andam a fazer boquetes ao Batalhão nazi Azov na Ucrânia, vão depois fazer as Fake News onde dão o cu aos nazi-sionistas desde Washington até Telaviv.
      Nem as atrizes porno que fazem cenas de gangbang têm os buraquinhos assim tão alargados e usados…

  4. O projecto colonial racista chamado “israel”, invenção de imperialistas genocidas anglo-americanos, tem a sua existência dependente da invasão injustificada, do massacre contínuo, da mais vil opressão à moda do Apartheid, da limpeza étnica à moda nazi, e do genocídio, isto é, do extermínio de uma população inteira, homens, mulheres, crianças, e destruição completa das condições compatíveis com a vida.

    Neste processo, é necessário para as mentes retorcidas do nazi-sionismo (a ideologia fundadora de “israel” para a qual Albert Einstein e Hannah Arendt alertaram na famosa carta ao New York Times), invadir completamente a Palestina. A região da Galileia já foi completamente colonizada, a da Cisjordânia continua a todo o vapor, Jerusalém já é só para nazi-sionistas, e Gaza está a ser terraplanada para lá os colonos ocidentais construírem as suas pocilgas.

    Nesta estupidez toda, está incluída a ocupação permanente dos Montes Golã da Síria, e agora está a ser planeado o mesmo para a o Sul do Líbano.
    No Egipto e na Jordânia, em vez de ocupação militar, a ocupação existe mas é “só” política. Os imperialistas anglo-americanos, em diferentes fases da história, garantiram que aqueles países são controlados pelas suas marionetas. Um “rei” em Amã após a “independência” do Mandato Britânico, e um “presidente” no Cairo após a “primavera árabe”, mais uma daquelas “revoluções” coloridas do menu da CIA, a agência terrorista que disputa o 1º lugar da que mais matou na história da humanidade com o Pentágono.

    Sempre que alguém fala deste projecto colonial racista, feito por um império anglo-americano genocida, das três uma:
    – ou é um corrupto avençado do império, a repetir a propaganda da “legítima defesa de israel”;
    – ou é um simplório (independentemente de ser analfabeto ou ter doutoramento) daqueles que acha que se “informa” a ver os “notícias” da MainStreamMedia, e acaba a repetir a propaganda do império e do nazi-sionismo;
    – ou é alguém fora destes 2 grupos. Neste caso, há 2 subtipos de pessoas: os covardes que toleram “israel”, e os corajosos que percebem que este projecto colonial racista nem tem o direito de se defender, nem tem sequer o direito de existir, pois existe na terra dos outros, e a sua existência depende do que já disse atrás: apartheid, ocupação, limpeza étnica, genocídio.

    Sabem que outro projecto é que também dependia disto para existir? O “Großdeutsches Reich”, projecto de Hitler mais conhecido como Third Reich, ou Terceiro Império, no que seria uma referência ao facto de ser o sucessor etnicamente “limpo” do Império Germânico (1871–1918) que colonizou África, e do Sacro Império Romano (800-1806), que nem era sagrado, nem império, nem romano, mas isso é outra história…

    Os ocidentais têm destas manias em particular com relação à zona da Ásia Ocidental ou Mesopotâmia (o “Médio Oriente”), já desde os tempos das Cruzadas. Mas até o Reino de Jerusalém, de invasores cristãos europeus ocidentais liderados por uma casa real Francesa, nem mesmo essa gente da Idade Média, romantizada como “Idade das Trevas”, nem essa gente rude e sem conhecimentos nem estudos chegou a este ponto. Qual ponto? O ponto do nazismo. E passo a citar uma passagem da Wiki sobre este reino:

    «The kingdom was ethnically, religiously, and linguistically diverse»

    Era uma pequena elite minoritária seguidora do Cristianismo, e muita gente seguidora do Islão, do Judaismo e Samaritanismo, e ainda os Drusos. Com excepção dos invasores Cristãos, os restantes eram semitas nativos daquela região. Podia lutar-se e morrer-se para saber quem é que mandava, mas no final havia espaço para todos lá viverem.
    Com certeza havia episódios de brutalidade, guerras e de vinganças, mas o cenário que vemos hoje nos nossos ecrãs, de nazi-sionistas a trucidarem propositadamente os corpos de crianças e a destruírem os locais de enterro, seria causador de vómito até para um Cruzado banhado em sangue dos seus inimigos.

    Antes deste reino de invasores europeus cristãos, tinha por aqueles lados havido uma coisa chamada “Jund Filasṭīn”, ou distrito militar da Palestina, e outro chamado “Jund al-Urdun”, ou distrito militar da Jordânia, isto tudo fazendo parte da Síria Islâmica inicial, por sua vez parte dos Califados (ou Impérios) Omíada (661–750) e Abássida (750–1258, 1261–1517), o primeiro dos quais tinha ocupado a Península Ibérica.

    Antes disto, uma província Romana (Império Bizantino) chamada Palestina Prima (390–636).
    Nesses mapas já lá existiam cidades chamadas Ráfia (Rafá) e Gaza. Existia ainda uma Palestina Segunda que ia até aos Montes Golã, e uma Palestina Terceira que ocupava a península do Sinai.
    Previamente, no Império Romano inicial, era a Síria Palestina (136–390).
    É preciso recuar até aos anos 6-132 para encontrar uma coisa chamada Judeia, uma província Romana com origem em reinos e dinastias de Judeus.

    Não vale a pena andar mais para trás. A questão que se coloca aqui é: quem decidiu que a história que interessa para a decisão de mapas actuais é a de há 2000 anos? Porque tem este período mais legitimidade que outros? E qualquer que seja a resposta a estas perguntas, há alguma coisa que justifique em 2024 um genocídio?? E um que nem sequer é uma matança entre locais (como aconteceu nos Balcãs) mas sim uma matança de colonos que invadiram aquelas terras nos últimos 80 anos, e que matam quem já lá vivia desde antes!!

    Meus amigos, eu deve ser dos poucos Portugueses que sabem o que está escrito na Constituição da República Portuguesa e que fazem questão de respeitar e fazer respeitar esse texto. Nessa lei fundamental, definidora da primeira democracia em Portugal, uma que queria distinguir-se do regime anterior: fascista, colonialista, racista, imperialista, aliado de nazis, criminosos de guerra – o texto aprovado em 1976 diz coisas como:

    — devemos ser militarmente neutrais (é a melhor garantia de segurança e paz de qualquer país), em vez de sermos vassalos no clube terrorista chamado NATO, que foi o seguro de vida do ditador Salazar desde 1949. Não temos nada que andar a invadir Iraques e Afeganistãos, ou a ameaçar potências nucleares participando (cada vez mais diretamente) nas invasões do Donbass e de Kursk (por falar nisso, os helicópteros Kamov que tanta falta fizeram para combater incêndios, foram enviados de borla para os Nazis na Ucrânia irem matar crianças em Belgorod, Donetsk, Kursk, Sevastopol, etc);

    — devemos proibir o fascismo e o racismo (o nazismo está por isso mesmo implícito), em vez de legalizarmos Chegas, em vez de colaborarmos com Nazis Ucranianos. Está obviamente implícita a obrigação do Estado Português de condenar a ditadura racista (i.e. regime de Apartheid) de “israel” e de proibir qualquer organização que perfile a ideologia Sionista, pois uma ideologia que implica genocídio, é racista, é fascista, é nazi;

    — somos contra o imperialismo e o colonialismo, logo está implícito que não devemos continuar a ter as relações tão próximas que temos (muito menos de vassalagem) para com o império anglo-americano, e para com o projecto colonial chamado “israel”. Como é óbvio, seria obrigatório um corte de relações com quem (EUA, Reino Unido, “israel”) invade e ocupa áreas cada vez maiores da Palestina, Síria e (em breve) Líbano;

    — defendemos os Direitos Humanos, como o à Auto-Determinação, o que implica reconhecer o direito dos Catalães a realizarem um referendo, assim como o do povo da Crimeia e do Donbas, e obviamente reconhecer o Estado da Palestina;

    — defendemos a soberania dos Estados, o que implica que Portugal não devia apoiar nem um regime nazi-fascista que ocupa Kiev a mando da CIA desde 2014, nem um governo nazi-sionista, “israel”, que os próprios USAmericanos descrevem como a “sua maior base militar no Médio Oriente”;

    — e temos o direito a nem sofrer com a censura (ex: a que a ditadura EU-ropeia faz aos canais de notícias Russos), nem a sofrer com a mentira/propaganda do regime, isto é, temos o direito a saber a verdade. Ou seja, temos o direito a ter JORNALISTAS que escrevam diariamente sobre o contexto histórico da Palestina antes da invasão nazi-sionista, e que expliquem que o que está a acontecer não é uma “Guerra israel – Hamas” (pois isso são 3 mentiras em 3 palavras), mas sim um GENOCÍDIO dos Nazi-Sionistas contra todos os Palestinianos e ainda contra Sírios e Libaneses e Iemenitas.

    Todos estes princípios Constitucionais, leis fundamentais que definem o que devia ter sido a Democracia de Portugal desde 1976, estão a ser violados. Mas para quem chama “defensores da liberdade” a glorificadores de nazis que andam à solta desde Lviv até Kiev, “defensiva” a uma organização terrorista (NATO) que já destruiu a Sérvia e a Líbia, e “única democracia do médio oriente” a um projecto colonial racista que comete limpeza étnica há 80 anos e agora também um extermínio/genocídio em directo, é capaz de tudo, até de limpar o cu ao papel onde estão alegadamente inscritos os vossos Direitos Fundamentais.

    Os Árabes, Turcos, e Persas, da Ásia Ocidental e Central, olhando para o que aconteceu no Iraque e Afeganistão, lá se vão contendo, falando em cessar fogo, em votações simbólicas na ONU, e recusam intervir militarmente para travar um genocídio, preferindo só continuar a falar, blah blah, paz, blah blah, reconhecer o Estado da Palestina, blah blah, fronteiras de 1967…
    Mas o status quo é uma coisa que sempre muda, mais tarde ou mais cedo. E a história da região mostra que quem invade hoje, é invadido amanhã, quem governa agora, tem a sua dinastia interrompida a seguir e para todo o sempre. E os impérios que se expandem hoje, explodem amanhã.

    Por isso, mesmo sabendo que no momento em que escrevo há um míssil da NATO/Turquia a cair numa casa Curda, há um míssil da NATO/EUA/UK a cair numa casa Iraquiana ou Iemenita, e há muitos mísseis da NATO/”israel” a cair em casas Sírias, Libanesas, e Palestinianas, com mulheres grávidas a ficarem desmembradas, com homens jovens e velhos a serem esmagados por escombros, com crianças que ficam com pernas em pedaços ou ficam “inteiras” sem família nenhuma no Mundo, e apesar de saber que isto vai continuar enquanto houver “gente” viva em Washington e Londres e Telaviv, apesar disso tudo vou dormir descansado. Profundamente revoltado, mas descansado em relação ao futuro. Pois no futuro é inevitável a mudança. Quem assassina hoje, é castigado amanhã. Quem hoje oprime, amanhã tem de fugir da multidão revoltada. Quem hoje planeia no mapa que região vai invadir, amanhã desaparece do mapa. Um dia, as bandeiras de “israel”, do Reino “unido” e dos Estados Genocidas da América, vão deixar de esvoaçar ao vento. E isso faz-me ir dormir com um sorriso na cara.

    Força Hamas! Força Hezbollah! Força Houthis! Força Resistência do Iraque! Força militares da Síria! Força Xiitas em geral e Persas em particular! E força a todos os que vão fazer parte da onda imparável anti-imperialista e de mudança de regime que está a crescer nos regimes vassalos do império naquela região. Ontem um ex-militar da Jordânia entrou em “israel” para matar colonos ilegais, hoje o povo enche as ruas a protestar contra o nazi-sionismo e contra a colaboração do seu “rei”, amanhã um grupo inteiro de ex e actuais militares entrará no palácio de Amã. Começa em Amã e acaba no Cairo, pode até ir a Riade. E depois, de Argel até Teerão, e quiçá também Ancara, unidos, colocarão um ponto final no tal projecto colonial racista chamado “israel”, talvez ao mesmo tempo que numa arena maior, os corajosos Russos e os bravos Chineses dão a estocada final no império genocida anglo-americano. É inevitável.

    PS: um dia, um grupo de corajosos militares terá de tratar do estado a que isto chegou outra vez. Um estado de podridão total, de mentira permanente, de vassalagem a imperialistas assassinos, de colaboração com nazis e genocidas, com um sistema económico profundamente fascista e um sistema monetário insustentável e de traição à pátria. Não há Otelo nem Maia, haverão outros. Só espero que não seja novamente preciso esperar até chegar ao ponto de ter milhares de portugueses a morrer numa guerra longe do país para que a revolta/revolução aconteça. Se temos a Restauração da Independência, então espero que esta se venha a chamar Restauração do 25-Abril.

  5. A ansia dessa gente pelo sangue dos gentios, dos impuros, dos infieis e insaciável como a que eles diziam ser a de Baal por carne humana, de crianças de preferencia.
    Quatro mil anos volvidos e difícil saber se essa prática de sacrificar criancinhas seria assim tão generalizada ou se estávamos perante uma das primeiras fake news da história da humanidade para justificar genocídio.
    Agora temos um massacre as claras, um cão raivoso doente e messiânico a perseguir o sonho do Grande Israel e ninguém sabe onde esse louco irá parar ainda mais com o Ocidente alargado a cobrir lhe as costas e a dar lhe todas as armas de que precisa.
    Era pre adolescente a primeira vez que, graças as Seleções do Reader s Digest tomei conhecimento da prosa homicida e incendaria de Netanyahu.
    Já por essa altura o homem me pareceu o que era, um assassino sem alma, sem escrúpulos e capaz de tudo.
    Longe estava de pensar, quando ainda não tinha uma década de vida quantas vidas de crianças como eu era então e mais pequenas ainda esse monstro custaria. Mas ele já me assustava.
    Mas já por essa altura o monstro era justificado pelo Ocidente. O homem sabia do que falava pois também tinha sofrido. Tinha um irmão que tinha sido soldado e tinha sido morto por palestinianos. Seria mais um caso de dizer ao senhor que a possibilidade de ser morto faz parte dos azares da guerra quando se e soldado.
    Não achamos normal que um palestiniano queira vingar a sua família toda morta ou que um habitante do Donbass não queira viver sob o nazismo mas dava nos a um bandalho destes o direito até a dizer que se todo o Mediterrâneo fosse posto a ferro e fogo era um sacrifício aceitável e para o qual teríamos de estar preparados. Tudo porque o traste tinha tido um irmão morto em combate.
    Lembrei-me agora do título da pérola. “Terrorismo: como o Ocidente pode vencer”.
    Talvez alguém consiga recuperar a coisa para perceber como se chegou a esta orgia de sangue e não se espantar com nenhuma atrocidade que venha de tal velho celerado e companhia.
    Pelo menos a Rússia nunca desistiu de se armar ou agora teria já tido o destino de Gaza e dos vizinhos de Israel.
    Ainda temos de agradecer a Ieltsin por pelo menos ter tido o cuidado de chamar a Rússia todas as armas nucleares estacionadas em outros pontos da União Soviética, a comecar pela Ucrânia.
    Por esta altura tais armas provavelmente já não estariam em estado de ser lançadas mas facilitariam em muito a construção de outras. Herr Zelensky e sus muchachos nazis não hesitariam em construi las e lança las. Pelo que pelo menos esse discernimento o bêbado teve e devemos estar lhe certamente gratos por ate agora não termos visto cogumelos cor de laranja.
    Pelo menos poupem nos aos comentadeiros que ainda justificam os crimes sionistas. Poupem me aos velhos juízes que dizem que só agora e que aquela cambada de genocidas messiânicos perdeu a inocência.
    Vão ler a tal pérola que o velho cao raivoso escreveu em meados dos anos 80 do Século passado que está lá tudo.
    E depois vao ver se o mar da um cardume de megalodontes.

    • «um cão raivoso doente e messiânico a perseguir o sonho do Grande Israel e ninguém sabe onde esse louco irá parar ainda mais com o Ocidente alargado a cobrir lhe as costas»

      Estás certo em muita coisa, mas aqui, lamento informar-te, foste vítima da propaganda do império genocida ocidental: o facto de acreditares que isto se deve a um só homem, é uma parte essencial da propaganda vinda de Washington, Londres, Bruxelas, e até Telaviv.

      Se culpas UM homem, só vês esse homem. Não vês, nem culpas, todo o exército por trás dele.

      Se cada vez que sai uma manchete a dizer coisas como: “Netanyahu recusa paz”, ou “Biden tenta convencer Bibi a um cessar fogo”, tudo isso é mentira, tudo isso é manipulação, tudo isso é propaganda.

      Os objectivos são óbvios:

      — enquanto culpas um “cão raivoso”, não culpas a ideologia, o projecto inteiro, o povo todo que apoia esse cão raivoso, e que faria colectivamente a mesma coisa mesmo que esse cão raivoso não existisse;

      — enquanto culpas um homem em “israel”, não culpas TODOS os nazi-sionistas por esse ocidente fora, que financiam o cão raivoso, fazem propaganda em nome do genocídio, e que corrompem os políticos ocidentais para garantir que todos apoiam o projecto colonial racista chamado “israel”;

      — enquanto culpas “esse louco”, não culpas todos os loucos que votaram nele e voltariam a votar nele, ou votam e continuarão a votar até em monstros ainda mais loucos, que são a esmagadora maioria no Parlamento de “israel”, no Parlamento de Londres, no “parlamento” da UE, e no Congresso dos EUA.

      NÃO! Não é um “cão raivoso”, nem “esse louco”. É uma ideologia inteira, o nazi-sionismo. É uma comunidade inteira, já mais de 90% dos “israelitas”, e uma grande percentagem também em todos os países do império genocida anglo-americano e nos seus regimes vassalos.

      De cada vez que alguém pessoaliza este GENOCÍDIO em “Netanyahu”, esse alguém, normalmente um “jornalista” ocidental, está a fazer propaganda.

      Não! Não é o Netanyahu, são TODOS os defensores de “israel”, um projecto colonial racista cuja existência depende da ocupação, apartheid, limpeza étnica e genocídio.

      Já reparaste por exemplo que de cada vez que o porco imperialista nazi-sionista genocida chamado Anthony Blinken vai a “israel” tratar do envio de mais armas para a continuação do extermínio, e dar o seu apoio político para esse genocídio, as presstitutas dos MainStreamMedia ocidentais, todas de pernas bem abertas, vão para a TV/jornais dizer coisas como “o secretário de Estado americano faz mais um esforço pela paz”, ou algo desse género? É tudo uma p*ta duma propaganda mentirosa, que até dá vómito!

      E nas ruas de “israel”, ninguém grita pela paz e pela desocupação, pelo fim do apartheid ou pelo Direito Humano à Auto-determinação da Palestina, e muito menos pelo Direito da Palestina a ter defesa ou resistência armada, e nem sequer pelo fim do extermínio.
      Nas ruas de “israel”, os monstros chamados de “civis inocentes”, só gritam pelo regresso a casa dos cento e tal invasores ilegais e porcos nazi-sionistas que o Hamas, e muito bem, fez prisioneiros de guerra (e não “reféns”, como as presstitutas gostam de repetir).

      Nas ruas da ditadura EU-ropeia, do regime assassino de Londres, ou do império genocida de Washington, não se grita pela paz nem pela decência. Grita-se pelo genocida A ou pelo genocida B. Ora Kamala/Biden ora Trump. Ora Sunak ora Starmer. Ora este ora aquele monte de esterco.

      Netanyahu é apenas o executor do plano. É apenas aquele que tem a falta de escrúpulos suficiente para dar a cara pelo genocídio, pelo plano nazi-sionista de expansão de “israel” à custa da limpeza étnica da Palestina toda e ainda de partes da Síria e do Líbano.

      Netanyahu não é um “cão raivoso”. É o cão bem treinado pelos donos raivosos. Não é “um louco”. É um metódico exterminador de sangue frio, financiado e eleito por loucos.

      Os cães raivosos e os loucos andam nas ruas entre nós! São aqueles a quem dizemos “olá” nas nossas ruas, gente que vota nos partidos que apoiam o projecto colonial racista, que toleram a limpeza étnica e o extermínio/genocídio (até lhe chamam “defesa”, “democracia” e “liberdade”). Gente que acredita piamente que numa invasão e Apartheid assassino que dura há 80 anos, o “terrorista” é quem resiste. E que o invasor é um “refém inocente”.

      Se tu olhares só para um nome, só para uma cara, não olhas para o resto. Achas que basta mudar esse homem, e que a coisa fica melhor. NÃO! Isso é não perceber a natureza da coisa. Se Netanyahu e Blinken e Trump e Starmer morrerem neste preciso momento, tudo continua na mesma!

      Acreditar que um indivídio aqui ou ali muda alguma coisa, é acreditar na propaganda que tem como objectivo exatamente criar-te essa percepção falsa. É como a propaganda em relação ao Putin. Putin podia nunca ter sequer nascido, e isso nada mudava. Achar que alguma coisa depende de uma pessoa chamada Putin, é não perceber nada, é ser manipulado pela propaganda. A natureza da coisa é um regime nazi em Kiev, e um império genocida no ocidente que controla o regime de Kiev desde 2014, e que expande a NATO com intenções belicistas (não directas, mas por procuração) desde os anos 90.

      Fizx-me entender? Não te estou a atacar. Estou só a explicar como foste vítima da propaganda, e nem te deste conta disso. É algo a que estamos todos sujeitos.

      Dito de outra forma: se hoje uma bala acertar na cabeça do Netanuahy, nada muda. Mas se uma bomba de destruição massiva cair numa convenção da AIPAC a abarrotar e onde estejam concentradas as famílias inteiras dos doadores mais ricos, talvez comece a mudar alguma coisa.

      É como em Portugal. Tanto faz o fantoche chamar-se Costa ou Passos, Montenegro ou Santos, Mortágua ou Ventura. Nada disso muda a natureza do regime. No dia seguinte, Portugal continua a ser uma República das bananas que presta vassalagem a imperialistas genocidas nazi-sionistas e colabora com nazis ucranianos, fascistas venezuelanos, etc. Estaremos sempre numa Eu-roditadura que nos empobrece, num grupo terrorista chamado NATO, e num sistema económico de desigualdade pornográfica e assente no neo-colonialismo ocidental hoje em dia mantido pelo terrorismo económico USAmericano.
      Mas se um dia destes um grupo de Capitães restaurar o 25-Abril, aí já muda alguma coisa. Até lá, as eleições e as mudanças de “líder” não passam de ilusões.

      Para o regime da Alemanha Nazi cair, não bastou matar Hitler. A sua morte (suicídio) aliás foi apenas uma mera consequência do que foi realmente necessário fazer para mudar de facto o regime: a total derrota militar, o quebrar do povo alemão apoiante do seu regime, e a morte de quase toda a liderança dos fanáticos nazi. Naquelas condições criadas pelos Aliados, acima de tudo pelos Soviéticos, Hitler até podia continuar vivo que o regime alemão caia na mesma. Mas se andasses numa máquina do tempo e assassinasses Hitler em 1942, nada mudava.

      O mesmo se passa no império genocida ocidental em geral e no projecto colonial racista “israel” dos nazi-sionistas em particular. O nome “Netanyahu” é apenas repetido pelos propagandistas para manipular as percepções e evitar que as pessoas completem o raciocínio natural que os levaria a fazer uma condenação colectiva de todos os porcos nazi-sionistas genocidas apoiantes de “israel”.

      As mesmíssimas presstitutas que fazem esta propaganda, são as que repetem diariamente as 3 mentiras: “guerra israel – Hamas”. Não é uma guerra, é um genocídio. Não é de “israel”, é de todo o nazi-sionismo no ocidente colectivo. E não é contra o Hamas, é contra todos o povo Palestiniano, mulheres, crianças, e também contra os povos anti-imperialistas em redor: Líbano, Síria, Iémen, resistência Iraquiana, e Irão.

      Queria só fazer uma breve chamada de atenção, e acabei por te dedicar um testamento… lol
      Vá, boa continuação!

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