Blinken, o amigo do genocídio

(Tiago Franco, in Pagina Um, 22/08/2024)

O criminoso aplaudido de pé no Congresso dos Estados Unidos

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Quando ouvi Antony Blinken, secretário de Estado de Biden, afirmar que os Estados Unidos (EUA) tinham traçado um plano de paz com o qual Israel concordara e, que agora, esperavam o mesmo do Hamas, fiquei ligeiramente desconfiado. Só para não dizer que sorri.

É, no mínimo, estranho que seja uma das partes do conflito a elaborar uma proposta para o fim desse mesmo conflito. E mais estranho seria se esse documento fosse sequer algo justo para ambos os lados.

Ler a parte restante do artigo aqui.

8 pensamentos sobre “Blinken, o amigo do genocídio

  1. Uma sugestão: que a justificada indignação de alguns comentadores, que compreendo perfeitamente, não contenha apelos ou sugestões que possam dar pretextos aos fiscais para nos fecharem a loja. Lojas como a Estátua de Sal são raras, como sabemos, e podem ter a certeza de que a ASAE do pensamento único só precisa de uma desculpa para lhe fechar a porta. Não era má ideia evitar oferecer tal desculpa de mão beijada, já que todos perderíamos com isso. Porque não tenham dúvidas: Eles andem aí! Eles andem aí!

  2. Já li. Mais uma magistral aula de história ministrada pelo Joao Goulão, outro que sabe muito bem onde estão os trastes.
    Não que a esta gente isso interesse alguma coisa.

  3. E não, não se pode comparar a vida de um combatente do Hamas com a vida de um soldado do estado fundado sob o roubo da sua terra.
    Mesmo que esse soldado israelita não fosse um vil torturador sodomita.
    E não se pode comparar a vida de um soldado russo de qualquer parente com a vida de um nazi do batalhão Azov.
    Porque a vida dos sodomitas israelitas e dos violadores do Azov não merece ser poupada. Tão simples como isso tudo.
    Mas ate sou capaz de dar de barato que estando a viver num país que cada vez mais faz letra morta da liberdade de expressão a pretexto do combate aos crimes de ódio o homem não possa dizer mesmo tudo quanto lhe vai na alma.
    Mas nesse caso sempre pode optar por ficar calado em vez de normalizar genocidio e nazismo pondo no mesmo saco quem o combate.

  4. Sim, não podemos comparar a vida de uma criança de Gaza a vida do porco soldado que se filma a torturar gente.
    Não podemos comparar a vida da desgraçada mulher de Mariupol violada até a morte e com uma suástica desenhada a faca na barriga com a vida dos monstros que o fizeram.
    Quem bombardeia escolas, quem viola ate a morte, quem se filma a torturar merece a morte.
    E não e a guilhotina, que essa foi inventada justamente com o intuito de suavizar a morte. E suplício da roda, ou equivalente.
    Também começo a ter pelos cabelos os politicamente corretos que não chamam os bois pelos nomes com medo que lhes chamem antissemitas, putinistas ou digam que devem ser mandados para a Rússia.
    A mim podem chamar o que quiserem pois que até já levei uma roda de Bolsonaro por não querer ir dar mais uma dose do veneno a que chamaram vacina.
    Já agora, quem continua a divulgar pretensos estudos sobre os efeitos do bicho em não vacinados para continuar a convencer as pessoas a ir dar vacinas também merecia um tiro nos cornos.
    Esta a correr demasiado sangue inocente para nos podermos dar ao luxo de ser politicamente correctos. Quem quiser continuar a se lo mais vale ficar calado.
    E sempre me perguntei porque carga de água e que acharam todos normal fazer os palestinianos pagar os crimes de Hitler. Não teria sido mais lógico dar lhes o tal estado em terras da Alemanha?
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  5. Discordo totalmente quando o autor, para ser politicamente correcto na defesa da vida humana, equipara vítimas de genocídio com os genocidas, vítimas do nazismo com os nazis.

    O autor ainda não percebeu que nem todos são humanos. E que os monstros estão bem é debaixo da terra, onde o seu corpo a apodrecer não pode continuar a matar seres humanos.

    Como é que ainda há gente que defende a vida de genocidas e nazis, de imperialistas belicistas?
    Não percebem que essas “vidas” significam dezenas, centenas, ou milhões de mortes? Enquanto que a morte de uns quantos monstros poderia salvar esses mesmos milhões de vidas.

    Um exemplo concreto, da capital do império nazionista genocida:
    – quando Madeleine Albright disse wue tinha valido a pena os EUA matarem meio milhão de crianças Iraquianas, a atitude certa dos seres humanos decentes não era ver aquelas declarações e simplesmente discorda e deixar aquela diaba chegar a velha. A aritude certa seria ter-lhe dado um tiro no meio dos c*rnos assim que acabou de dizer aquelas palavras.

    Aliás, a atitude certa teria sido uma revolução violenta, cheia de guilhotinas, a deitar abaixo tal regime, matando todos aqueles monstros, e assim salvar muitas mais vidas, as vidas dos seres humanos que só morreram porque nós, estúpidos, covardes, e hipócritas, achamos que ser “decente”, “moderado”, e “democrático” é deixar os monstros vivos e à solta.

    ———-//———-

    Quanto à solução para a Mesopotâmia ou Ásia Oeste, é muito simples:
    1) uma bomba de fragmentação no Knesset cheio;
    2) uma bomba nuclear em Telaviv e outra em Haifa;
    3) os Russos e Sírios a exterminar os invadores do Kurdistão (EUA) e dos Montes Golã (naZionistas);
    4) a China a ajudar os Houthis a bloquear aqueles mares por completo;
    5) o Irão a ajudar o Hezbollah a libertar a Galileia;
    6) uma coligação dos países Árabes/Muçulmanos não-vassalos do império nem tolerantes do naZionismo a enviar todas as armas e dinheiro necessários para militarmenre libertar Gaza e conectá-la à Cisjordânia;
    7) e todos os anteriores a afundar os barcos de guerra do império naZionista que por ali andam;
    8) no final, os naZionistas recebem um ultimato: ou aceitam viver no estado da palestina, ou voltam aos seus países de origem, ou não vivem de todo.

    Problema resolvido. O naZionismo genocida é o problema. O problema acaba quando se acabar com o naZionismo genocida.

    Qual “solução dos dois estados” qual carapuça? Um projecto colonial racista de invasão e limpeza étnica com sucessivas expansões nas pretensões territoriais e cuja existência depende do genocídio (ora mais lento, ora mais rápido), não tem o direito de existir.

    PS: e se por acaso os imperialistas naZionistas genocidas ocidentais rosnarem muito contra isto, pois então pelo que esperam? Têm a liberdade de fazer uma “Israel” no estado de Nova Iorque, de fazer outra na região de Londres, e de fazer ainda uma terceira algures na Alemanha. Querem estados naZionistas? Então dêm o vosso território! E daqui a umas décadas, quando cada um dos vossos países tiver o seu próprio “Hamas” e andar tudo à lambada por este e aquele pedaço de território, digam que “os israelitas que bombardeiam Nova Iorque se estão a defender” e que a solução certa é darem ainda mais terrenos para os tais dois estados…

    Estou farto!!!

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